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Assis, a Estrada de Ferro e o Desenvolvimento

Hoje, dia 30, é o Dia Municipal do Ferroviário instituído pela Lei 5.629 de 2012 de autoria do Vereador Alexandre Cachorrão.

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Assis, a Estrada de Ferro e o Desenvolvimento

Na segunda década do século XX, atraídos pelo movimento do gado que provinha do Mato Grosso pela famosa estrada boiadeira, os dirigentes da Estrada de Ferro Sorocabana resolveram alterar-lhe a rota dos trilhos, o que beneficiou Assis.

Com o intenso movimento gerado em tornos dos trilhos da Sorocabana na região, Assis, por sua ótima localização geográfica situada no Médio Paranapanema, ganhou, logo a seguir, o privilégio estratégico de ser um centro abastecedor da Ferrovia. As oficinas da Sorocabana, contavam com grande capacidade de operação de 10 locomotivas, que deram emprego a cerca de 400 famílias de ferroviários, o que significou também a vinda de muitas famílias de ferroviários para Assis, e gerou um significativo desenvolvimento em termos populacionais e aporte-financeiro para o município.

Fator relevante, além da data histórica da fundação de Assis, foi a recepção dos trilhos da Estrada Sorocabana em 1.914. A chegada dos trilhos e também a conseqüente privilegiada localização de Assis no traçado dessa ferrovia, significaram o primeiro e o consistente impulso do desenvolvimento histórico, socioeconômico e político da cidade no Médio Vale Paranapanema. A abertura oficial da Estação Ferroviária, com trilhos, foi em 1.915, ano em que também nasce a Paróquia de Assis, fruto do desmembramento de Campos Novos. Este impulso inicial repercutiu de pronto, e pela Lei Estadual número 1.496, de 30/11/1915, o povoado já passa á condição de Distrito de Paz, ponto culminante para o crescimento da cidade.

De parada de trens para parada das artes, a Estação Sorocabana cedeu espaço para a Cultura. O prédio passou por intensa reforma interna, como externamente. Hoje é denominada “Estação Parada das Artes”, uma das unidades da FAC (Fundação Assisense de Cultura). Abriga o Museu do Ferroviário denominado “Agenor Ferraz Felizardo”, além do SEMEART – Setor Municipal de Ensino de Artes, SEFAR – Setor de Fomento ao Artesanato e a ASA – Associação dos Artesãos de Assis, tornando Assis um importante Centro Cultural de nosso Município.

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Olá Robô! Tudo Bem?…

Por Carlos R. Ticiano.

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Tudo o que se tem falado sobre os robôs, com relação ao que já fazem ou virá a fazer no futuro, não é nenhuma utopia. Com o avanço das pesquisas, realizadas e desenvolvidas pela tecnologia robótica, cada vez mais, uma quantidade de atividades, serão incorporadas a esta máquina robotizada.

O que vai mudar na vida das pessoas? Só o tempo poderá dizer. Vamos ter que nos adaptar ao convívio diário com o robô no trabalho, no trânsito, no restaurante, no supermercado, no shopping center e em tantos outros segmentos da sociedade. A sua presença no nosso dia a dia, será inevitável. Queira ou não queira, não temos como fugir desta realidade.

Os robôs são programados para executarem movimentos rápidos, padronizados e eficazes em uma linha de produção industrial. O trabalho executado até então pelo ser humano, sem dúvidas, sofrerá um impacto muito grande. A robotização também irá assumir outras funções. Vejamos algumas tarefas que os robôs desenvolverão no dia a dia…

01 – Fazer pequenos reparos domésticos.

02 – Anotar pedidos de clientes em uma pizzaria.

03 – Preparar as principais refeições.

04 – Servir as pessoas em uma cafeteria, lanchonete e sorveteria.

05 – Varrer o quintal e a calçada em frente da casa.

06 – Colocar o saco de lixo na lixeira, para ser retirado pelo lixeiro.

07 – Levar o cachorro para passear.

08 – Organizar e controlar o estoque das empresas.

09 – Fazer a faxina pesada da casa.

10 – Orientar o trânsito caótico nos horários de pico.

11 – Repor e organizar os produtos nas prateleiras dos supermercados.

12 – Ajudar os estudantes nas tarefas escolares.

Você deve ter achado graça nesta relação de tarefas. E ficado visualizando essas cenas de forma descrente e preocupado. Imaginando que vamos ser substituídos pelos robôs no trabalho que executamos no escritório, no comércio, no banco, na fábrica e nas tarefas domésticas. Calma! Isto não vai acontecer. Não entre em pânico, o robô vai apenas agregar e não substituir as pessoas. A nossa geração, é que talvez não vá presenciar tudo isso. Afinal, para chegar à era dos “Os Jetsons”, vai demorar um pouco ainda.

Não é possível programar um robô para agir exatamente como um humanóide. Apenas o ser humano tem sentimentos e consegue situar-se no lugar do outro, para sentir e compreender as suas necessidades, compartilhando idéias e conseqüentemente uma cooperação mútua. O robô, não tem senso crítico e vai apenas executar com precisão uma série de tarefas. Não tem capacidade de avaliar e por em prática, se for preciso, as mudanças necessárias. Não vai tomar iniciativas em fazer algo inovador, pelo qual não foi programado.

O robô, não sabe como agir diante de um obstáculo. Não tem capacidade de liderança, não são criativos e não conseguem visualizar o futuro. Não são inovadores a ponto de assumirem riscos em novas empreitadas. Não são visionários, com habilidade e competência de criarem caminhos alternativos. Não são emotivos, não tem sensibilidade e não sabem se expressar e dialogar sobre qualquer que seja o assunto. Não vai se arriscar a fazer algo diferente.

A arte de criar, questionar e alterar a rotina na tentativa de mudar alguma coisa, tornando a tarefa mais produtiva e funcional, é uma habilidade exclusiva do ser humano.  Por mais que sejam eficazes, dinâmicos, práticos, perfeitos e produtivos as tarefas delegadas, não passam de uma máquina. Idealizada e controlada pelos seres humanos, no sentido de apenas ajudá-los na rotina diária.

O mundo não vai ser invadido pelos robôs, como aconteceu no filme “Planeta dos Macacos”, (Planet Of The Apes) onde o ser humano se tornou uma raça inferior e submissa aos macacos. Por isso, podem dormir sossegados. Ao amanhecer, não se esqueçam apenas de dizer: Good Morning, Robô!…

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Sete atitudes para conquistar uma promoção no trabalho em 2019

Por Reinaldo Passadori.

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Reinaldo Passadori

Buscar melhores posicionamentos no trabalho é um anseio de grande parte dos profissionais, sendo a promoção no trabalho um passo à frente nessa trajetória. No entanto, apesar de desejada, ela não depende exclusivamente da empresa: é fundamental que o profissional demonstre empenho e esforço para alcançar esse objetivo.

“Muitas pessoas se sentem injustiçados e acham que as empresas não reconhecem, mas é importante apresentar características e capacidades para assumir novas responsabilidades. O seu gestor, que estará atento a todas as movimentações, certamente verá suas atitudes positivas com bons olhos, o que contará pontos na hora de decidir quem deve ocupar um cargo de liderança”, explica Reinaldo Passadori, CEO da Passadori Educação e Comunicação (www.passadori.com.br).

Alguns comportamentos são essenciais para que a promoção ocorra de forma natural, à medida que o liderado evidencie as qualificações necessárias à nova posição por meio de ações. Assim, veja sete atitudes levantadas por Reinaldo Passadori que são enaltecidas pelas empresas e que podem impulsionar a sua carreira de forma a conseguir a tão sonhada promoção no trabalho:

  1. Seja proativo – Nada mais atrativo aos olhos dos gestores do que um colaborador que se demonstra ativo e solícito, seja no cumprimento de uma função, seja na resolução de uma adversidade ou conflito. Chamar a responsabilidade e ajudar são atitudes muito apreciadas pelos gestores, pois, dessa forma, o profissional mostra sinais de liderança e preparação para atividades que demandem maior complexidade e engajamento.
  2. Vá além da função – Cumpra sua função com excelência, de modo a ser exemplo para os colaboradores, tornando-se inspirador perante os colegas. O profissional também será visto com bons olhos pelos gestores, que saberão que podem contar com a sua disposição quando necessário. Contudo, não é necessariamente fazer hora extra no escritório ou assumir o maior número de demandas para se mostrar útil.
  3. Saiba priorizar tarefas – Organização é a chave para gerenciar as suas atividades e, com isso, o tempo despendido para elas. Estabelecer prioridades dará a você uma visão ampla do processo como um todo e, assim, é mais fácil entender as atividades e cumprir de maneira eficiente todas elas, principalmente as emergenciais.
  4. Tenha objetivos claros – Antes de procurar uma promoção, é preciso que você tenha clareza em relação às suas expectativas em relação à empresa. Com isso, não tenha receio em ter uma conversa aberta com o seu gestor para que ele compreenda os seus desejos e possa ficar atento às suas atitudes para uma possível promoção.
  5. Se aperfeiçoe – Tanto do ponto de vista técnico quanto do acadêmico, buscar qualificação por meio da educação é uma atitude muito apreciada pelas empresas. Por isso, procure meios para aprimorar a sua área de atuação. Busque por cursos que atendam e possam impulsionar o seu trabalho em busca dos objetivos.
  6. Deseje crescer, não status – Um erro comum cometido por quem busca uma colocação nas posições de liderança é justamente não pensar no seu desenvolvimento profissional, e sim no status que aquela colocação pode dar. Isso porque esse tipo de raciocínio, de querer o poder em vez do desenvolvimento.
  7. busque desenvolvimento, não salário – Querer ascender profissionalmente não deve ter como foco apenas um incremento de salário. Lembre-se que, ao subir para uma posição maior na empresa, você terá novas responsabilidades e deve estar motivado para assumi-las. O salário até pode ser um fator motivador em um primeiro momento, mas, se você não estiver instigado a enfrentar as dificuldades da nova função, provavelmente se desgastará, o que, ao final, não compensa financeiramente.

Viu como, com atitudes positivas e incentivadoras, é possível alcançar a almejada promoção no trabalho? Então, comece já a colocar em práticas essas dicas e alavancar a sua carreira!

Reinaldo Passadori, fundador e CEO da Passadori Comunicação e Educação (www.passadori.com.br), já treinou mais de 80 mil profissionais. Também é autor dos livros: “Comunicação Essencial – Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes”, “As Sete Dimensões da Comunicação Verbal”, “Media Training – Como construir uma comunicação eficaz com a Imprensa e a Sociedade” – Editora Gente e “Quem não Comunica não Lidera” – Editora Atlas.

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A importância do brincar no desenvolvimento e personalidade das crianças

Por Sharon Czitrom.

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Sharon Czitrom - Diretora de Marketing da Sunny Brinquedos

Mais do que proporcionar momentos de diversão e entretenimento, o ato de brincar, há algum tempo, tem se tornado um importante aliado no que diz respeito à aprendizagem das crianças. É por meio das brincadeiras do dia a dia, que elas exploram e refletem sobre a realidade e a cultura na qual estão inseridas.

Além de estimular a criatividade por meio de ações lúdicas e naturais, a diversão permite que as crianças explorem e reflitam sobre os diferentes papéis de pessoas que compõe uma sociedade. É também por meio das brincadeiras que elas terão a oportunidade de simular diversas situações, como a criação de universos em que elas se imaginam, interpretando algum papel diferente, vivenciando a rotina de alguma profissão ou resolvendo conflitos.

Pensando nisso, a Sunny Brinquedos, importadora oficial de várias licenças de sucesso, busca levar ao seu público, itens que proporcionam toda a emoção e agitação do mundo real, como no caso da linha Playmobil Polícia. Por se tratar de um brinquedo que depende única e exclusivamente da imaginação da criança, a brincadeira torna-se um estímulo positivo para a compreensão de que cada ação corresponde a uma reação.

Brincar com produtos que simbolizam o que é bom ou ruim, permite que as crianças expressem suas emoções, além de ser uma forma de externarem seus medos e angústias. Dessa forma, a brincadeira abre a oportunidade de que elas aprendam a lidar com esses sentimentos, contribuindo para o equilíbrio emocional e desenvolvimento da personalidade.

Claro que, para que tudo isso se torne possível, é de responsabilidade dos pais prepararem um ambiente apropriado, realizando a seleção dos brinquedos e explicando os contextos que estão sendo explorados, proporcionando clareza e entendimento sobre diversos aspectos.

Dessa forma, a brincadeira se torna ainda mais enriquecedora e estimulante, oferecendo o despertar de ideias e questionamentos diante das mais diversas situações e, consequentemente, promovendo um crescimento feliz e saudável.

* Sharon Czitrom é Diretora de Marketing – Sunny Brinquedos

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