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Como escolher o acabamento e quanto vai custar?

O acabamento de uma casa pode custar 7% até 50% do valor total da obra, estima o Sindicato da Indústria da Construção Civil.

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Os pisos, são os materiais que merecem a compra mais cuidadosa.

O acabamento de uma casa pode custar 7% até 50% do valor total da obra, estima o Sindicato da Indústria da Construção Civil. Por isso, na hora de comprar pisos, metais, revestimentos, é bom pesquisar e colocar tudo na ponta do lápis. Caso contrário, um equívoco pode resultar em desperdício, prejuízo e retrabalho para os moradores.

Os pisos, são os materiais que merecem a compra mais cuidadosa. São a base de tudo e precisam ser duráveis, com resistência apropriada ao tráfego do local onde serão instalados.

A resistência ao desgaste causado por crianças brincando, móveis sendo arrastados ou copos de café derramados deve ser levada em conta. Um dos fatores mais importantes, portanto, é o PEI, índice que define esse grau de resistência do material.

Paredes
As peças retificadas, adianta Eliane, possibilitam acabamentos mais sutis de pisos, revestimentos de parede e azulejos. O assentamento bem encaixado, também economiza no uso de rejunte, que para ele “é um dos maiores vilões da durabilidade do produto”.

A variedade de preços também pode deixar o cliente confuso, afinal, como diferenciar um revestimento de R$ 15 e outro que custa R$ 150? A resposta é simples: opte pelo que cabe em seu orçamento, sem deixar de verificar o acabamento da peça e a harmonia com os móveis do ambiente.

As tintas, material “de fácil substituição, se comparado aos outros revestimentos”, lembra Ângela, também devem ser observadas detalhadamente. Não basta escolher a cor, é preciso avaliar texturas e o material comprado. Há tintas que ficam “dissolvendo” no ar, liberando um pó que é inalado pelas pessoas.

Para evitar problemas, opte por modelos antialérgicos e antifungos. Se deseja algo diferenciado, existem no mercado tintas que simulam efeitos de aço, terra e até mesmo de jeans. Alternativas práticas para garantir uma parede atraente sem precisar gastar muito.

Revestimentos devem ser retificados
Os materiais para banheiro e cozinha devem seguir regras semelhantes: quanto mais retificadas forem as peças, melhor será a limpeza e a conservação do material. Ao contrário do que a maioria pensa, tons mais coloridos ou escuros também podem ser aplicados no banheiro, desde que em pequena proporção, apenas como detalhe.

Usar cor pode, mas nada de exagero
Em meio a tantas cores e texturas, é preciso cuidado para não transformar o acabamento da sala em um circo. Mesmo optando por peças de destaque, a harmonia, garantem os especialistas, deve ser preservada.

O primeiro passo é pensar bem na iluminação dos ambientes. Se o papel de parede da sala, por exemplo, merece a atenção dos visitantes, direcione algumas lâmpadas para a parede. Caso contrário, o detalhe pode passar desapercebido.

Ao escolher pisos cheios de brilho, como os porcelanatos, use tons mais claros nas paredes e dê muita luz ao ambiente. Se o piso for de madeira, o melhor é criar um clima mais aconchegante, com iluminação indireta.

Evite os modismos,. Não existe uma regra, o que vale é o mesmo bom senso adotado no vestuário do dia a dia. Ou seja, cores neutras, formas retas, pontuadas com detalhes e acessórios mais apurados.

O importante é sempre lembrar que a pessoa irá conviver com o produto durante algum tempo, são materiais que não podem ser trocados a toda hora e as escolhas precisam ser baseadas no conforto.

Qual a diferença entre porcelanato e cerâmica
Esta é uma dúvida muito comum, porém, apesar da cerâmica e o porcelanato serem semelhantes, eles estão longe de ser parecidos. A diferença fundamental entre o piso cerâmico e o porcelanato está na tecnologia que existe por trás de suas produções.

O Porcelanato tem um processo tecnologicamente mais complicado e um resultado mais controlado do que a cerâmica comum. Ele é feito com uma mistura de porcelana e diversos minerais, passando por uma queima a mais de 1200 graus Celsius com um resultado mais homogêneo, muito denso, vitrificado, oferece elevada resistência mecânica (suporta alto tráfego), química e baixa porosidade com uma absorção de água menor que 0,5% (menos suscetível a manchas). O rejuntamento seco ou até 2mm é outra característica que possibilita um assentamento diferenciado.

A cerâmica tradicional é composta de uma mistura de argilas que passa pelos processos de prensagem ou de extrusão e é queimada a até 1 150 0 C. Depois da prensa, as placas são secas e podem receber esmalte (decoração). Se elas forem extrudadas a vácuo, retira-se o excesso de umidade da massa, facilitando a criação de formas diferenciadas. Apresentam absorção de água menor que 6%.

Isso não quer dizer, que o porcelanato é sempre melhor que a cerâmica, muitas vezes o resultado estético vai além das qualidades técnicas do produto. Um produto não chegou para substituir o outro, mas, sim somarem às muitas possibilidades existem.

Cerâmicas têm altíssima qualidade e charme, principalmente quando ela pode potencializar o efeito de um projeto. O mercado oferece cerâmicas retificadas com rejuntamento estreito como o do porcelanato. Profissionais da área utilizam de criatividade e técnica para fazer brilhantemente estas misturas.

CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO DOS PISOS SEGUNDO A RESISTÊNCIA:

PEI 1
De resistência leve, pode ser usado em lavabos com movimento moderado de pessoas

PEI 2
Com resistência um pouco maior, pode ser utilizado em quartos e outros cômodos da casa que possuam baixa circulação de pessoas

PEI 3
De resistência média, pode ser instalado em cozinhas residenciais, corredores, sacadas, e áreas de tráfego médio, como pequenas lojas

PEI 4
Muito resistente ao desgaste, os pisos desta classificação podem ser instalados em qualquer ambiente da casa

PEI 5
O mais resistente dos pisos pode ser utilizado em imóveis comerciais, como supermercados, ou ambientes públicos de grande circulação

Cômodo a cômodo
Sala
Opte pelos tons claros, com detalhes em tinta escura ou até mesmo papéis de parede e revestimentos texturizados. No chão, dê destaque a peças maiores, com até um metro quadrado cada. Utilizando a iluminação correta, o material deixa o ambiente mais sofisticado

Cozinha e banheiro
Pisos e revestimentos retificados ajudam na hora da limpeza. Os detalhes coloridos podem ser aplicados em faixas, pastilhas ou texturas, desde que usados com moderação

Quarto
O piso de madeira é unanimidade entre os especialistas. Além de oferecer conforto térmico, o material pode contrastar com paredes mais escuras, que ajudam a deixar o ambiente mais relaxante e intimista

Home Office
Tons coloridos estimulam a criatividade. Tons de laranja aguçam o raciocínio, verde proporciona equilíbrio e azul melhora a concentração.

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Retrofit – O que é?

Cada vez mais ouvido no meio da construção, o termo retrofit aplica-se ao processo de revitalização de edifícios.

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Cada vez mais ouvido no meio da construção, o termo retrofit aplica-se ao processo de revitalização de edifícios.

Cada vez mais ouvido no meio da construção, o termo retrofit aplica-se ao processo de revitalização de edifícios. Mais do que uma simples reforma, ele envolve uma série de ações de modernização e readequação de instalações. O objetivo é preservar o que há de bom na construção existente, adequá-la às exigências atuais e, ainda, aumentar a sua vida útil.

Qualquer edifício, residencial ou comercial, pode passar por um retrofit. A quantidade e tamanho das obras vão depender da necessidade de reforma e dos recursos disponíveis. Os serviços podem contemplar, por exemplo, a troca do revestimento da fachada, a substituição dos elevadores e do sistema de ar-condicionado, além da renovação de encanamentos, cabos e eletrocalhas. Em casos mais extremos, o retrofit pode modificar completamente a edificação, chegando, inclusive, a alterar o seu uso.

As diferenças entre um retrofit e uma obra convencional estão muito mais ligadas à forma de se trabalhar. “A maneira de executar uma alvenaria não muda se a obra é nova ou se é um retrofit. O que difere são as condições de trabalho, que no retrofit muitas vezes ocorre em espaços limitados e com o prédio em funcionamento.

Etapas da obra

Demolição
Geralmente o retrofit começa com a demolição controlada de partes da construção existente. Um tipo de demolição muito co­­­mum é o de paredes para a ob­­­tenção de maior área útil. O serviço pode empregar desde marteletes rompedores até equipamentos mecanizados, como tesouras hidráulicas rotativas.

Reforço de estrutura
O reforço estrutural é necessário principalmente quando há au­­­mento da capacidade de suporte da estrutura devido à alteração de uso. O serviço pode ser realizado por meio de várias técnicas, co­­­­­­­­­­­­­­­mo a adição de chapas de aço e de fibras ­­­­de carbono, ou encamisamento de concreto. 

Fechamento
Não há diferença técnica no fechamento realizado em retrofits e em construções novas. Na modernização de prédios antigos, contudo, uma prática comum é o uso de drywall para os fechamentos internos. Por serem mais leves as chapas de gesso acartonado causam menos impacto na estrutura existente.

Acabamentos
Nessa etapa, o retrofit pode servir também para tornar o edifício mais sustentável ao empregar, por exemplo, materiais recicláveis e que exigem menos manutenção.

Elétrica, telefonia e dados
Muitas vezes são as deficiências nas redes de elétrica, telefonia e dados que levam à realização de retrofits. A modernização dessas instalações vai desde a substituição de todo o cabeamento, à instalação de novas caixas de distribuição capazes de suportar a maior quantidade de cabos dos dias atuais.

Hidráulica e ar-condicionado
O retrofit oferece uma ótima oportunidade para se avaliar e renovar as instalações de água e esgoto. A instalação de equipamentos de ar-condicionado mais eficientes contribui para reduzir o consumo de energia. Além disso, dependendo do sistema escolhido, a modernização do ar-condicionado pode contribuir para liberar área útil.

Piso elevado
Em retrofits de edifícios comerciais, a instalação de piso elevado ajuda a organizar e esconder fios e cabos. Associado a edifícios inteligentes e flexíveis, o sistema também é importante para permitir futuras mudanças no local, sem exigir quebra-quebra.

Fachada
A revitalização de fachadas pode incluir a substituição de pastilhas, a troca de esquadrias, o mapeamento de falhas, o tratamento de fissuras, a colocação de pingadeiras, entre outros serviços. Costuma empregar equipamentos de movimentação de carga, que aumentam a produtividade.

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Imóveis: vistoria para entrega das chaves exige atenção do proprietário

Ao constatar defeitos aparentes no imóvel, o proprietário deve reclamar por escrito à construtora no prazo de 90 dias.

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– Na hora de receber as chaves do imóvel, o proprietário deve realizar a vistoria prévia do bem para evitar problemas ou gastos desnecessários.

Para realizar uma vistoria eficiente, aconselha-se  que o proprietário faça uma análise minuciosa da parte elétrica, hidráulica, pintura, janelas, persianas, vidros, revestimentos cerâmicos, louças, metais, ralos e metragem de cada cômodo do apartamento, entre outras particularidades.

Ao constatar defeitos aparentes no imóvel, o proprietário deve reclamar por escrito à construtora no prazo de 90 dias. Caso o erro seja exposto no dia da vistoria, os reparos devem ser feitos pela construtora em até 30 dias.

Aconselha  se que no momento da compra todas as propagandas feitas na mídia e folhetos disponíveis no stand da construtora sejam guardados. Também é imporante exigir da incorporadora, no momento de fechar o contrato, todas as especificações do imóvel que será entregue. Todos esses cuidados serão úteis para servir de comparação no dia da inspeção, sem esquecer-se de levar a cópia do memorial descritivo”, esclarece.

Ansiedade
A ansiedade pela entrega das chaves acabam atrapalhando todo processo de vistoria. “Percebemos que na ânsia de receber as chaves ou até mesmo por desconhecimento técnico, o proprietário não toma as devidas precauções na verificação do empreendimento. Por isso, que nesta etapa é importante ter um auxílio de um profissional especializado para que possa ajudar caso encontre erro no apartamento”,.

Caso o proprietário não consiga fazer um acordo com a construtora, ele pode entrar com um pedido de indenização ou solicitar a rescisão do contrato com a atualização dos valores e acrescido de multa.

Se o vício for oculto, a reclamação escrita deve ser feita no prazo de um ano. Se a construtora não solucionar o problema de forma amigável, o comprador prejudicado tem o prazo de até 20 anos para recorrer ao judiciário conforme decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). O pedido para entrar com a ação deve estar acompanhado do laudo técnico de arquiteo ou engenheiro civil discriminando os vícios e defeitos e até fotos dos problemas. Antes o tempo de garantia era de cinco anos a partir da liberação do Habite-se.

O dono do imóvel tem o direito de não assinar nenhum termo de recebimento das chaves ao constatar que o imóvel está com problemas estruturais ou até mesmo falhas no prédio.  Nessas situações é indicado que o proprietário formalize a queixa informando os reparos a serem realizados”, afirma, explicando que  de qualquer forma, com ou sem vistoria, se o empreendimento está com o atraso na entrega cabe o mutuário receber multa diária de 2% e mais os juros de mora de 1% por mês da demora sobre tudo que já pagou, além de danos morais e materiais.

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A casa ou o edifício como terceira pele

“Terceira Pele” para identificar a moradia do ser humano. Ou seja: nós teríamos, na verdade, segundo aquela matéria, 3 (três) “camadas de pele”.

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“Terceira Pele” para identificar a moradia do ser humano. Ou seja: nós teríamos, na verdade, segundo aquela matéria, 3 (três) “camadas de pele” :

a) Primeira Pele: aquela, de nascença ou “de fábrica”, distinguindo as raças branca, amarela, negra, etc.
b) Segunda Pele: roupas ou vestimentas, que ocultam a nudez animal e nos protegem de temperaturas estranhas à do nosso corpo ;
c) Terceira Pele: o abrigo, a moradia .

A abordagem é extremamente interessante e oportuna, permitindo fazer algumas considerações sobre características e desempenhos das “cascas” que nos envolvem:

1 – “PRIMEIRA PELE”
O exame, ao microscópio, permite ver que a pele humana é muito mais porosa, fissurada ou “esburacada” do que pode parecer ao olho nu. Pelas mesmas fendas que expulsam o suor (expelindo toxinas e contribuindo para o equilíbrio térmico do corpo), podem penetrar cremes hidratantes, pomadas medicinais, variadas impurezas, bactérias, fungos, ácaros e diversos produtos tóxicos. Para se ter uma ideia da vulnerabilidade dessa “casca”, basta a terrível informação sobre o gás dos nervos “VX”, sintetizado por inglese e norte-americanos a partir de 1952, que age sobre os neurotransmissores do nosso sistema nervoso central: basta 1/3 de um miligrama, absorvido pela pele, para matar um ser humano (se a vítima “tiver sorte”, a agonia durará apenas poucos minutos, passando por suor abundante, tonteiras, vômitos, perturbações da visão, fezes e urina expelidas descontroladamente, rigidez muscular e asfixia final). Se é apavorante imaginar centenas de toneladas de tal substância armazenadas em depósitos militares, deveríamos atentar, também, para os perigos menores que rondam a nossa “embalagem” corporal e que podem, no longo prazo, provocar sérios danos a nossa saúde: não costumamos dar a devida importância às composições de pomadas, cremes, sabonetes, shampoos, desodorantes, tinturas capilares, detergentes e sabões; nem nos lembramos de que já é comum a “injeção”, de hormônios e vitaminas, através da pele, por meio de discos adesivos ou gelatinas. Tampouco damos a devida atenção ao correto manuseio de desinfetantes, limpantes e inseticidas (o gás “Tabun”, de Hitler, foi desenvolvido, em 1936,a partir de um simples defensivo agrícola!..).Assim, preferimos achar que não existem riscos e que “apenas os alérgicos” são sensíveis aos eventuais efeitos tóxicos desses produtos; nós, os chamados “normais”, temos corpos saudáveis e “somos imunes”. Ledo e ivo engano, como diria Carlos Heitor Cony …

2 – “SEGUNDA PELE”
As roupas, de um modo geral, formam nossa “Segunda Pele”. Incluem-se, aqui, tanto calçados e roupas diurnas como as chamadas roupas de cama (pijamas, camisolas, lençóis e cobertores); sem esquecer as toalhas e lenços, que esfregamos no corpo e no rosto. Resíduos químicos de sabões, amaciantes e limpantes (tecidos mal enxaguados), assim como fungos e ácaros (colchões, interiores de sapatos ou tênis, armários mal ventilados, vazios prediais em geral e divisórias ocas são perfeitos refúgios e meios de reprodução), acabam depositados e alojados nas fendas da pele e podem provocar, no longo prazo, importantes danos à saúde. Assim, todas essas “coberturas provisórias” do corpo deveriam merecer atenção e cuidado muito especiais. Cá entre nós: existe coisa mais “besta” do que secar os pés, após um caprichado banho, e enfiá-los no sapato de véspera (de couro, ou lona, escuro e umedecido pelo suor), em cujo interior colônias de fungos cresceram, explosivamente, durante a noite ? ?…

3- “TERCEIRA PELE”
Nossa casa (ou apartamento) acaba desempenhando a função de “Terceira Pele”. De fato, com a finalidade de “deixar lá fora” a chuva, o vento, as temperaturas extremas e a insolação excessiva, a moradia será a nossa “terceira casca”. Mas estará ela cumprindo, integralmente, essas funções ?

Experimente reunir a família e ler em voz alta:
a) O projeto considerou, na implantação do prédio, a captação de radiações solares benéficas (germicidas e fungicidas) ?
b) As paredes externas são realmente estanques, não encharcando, com chuva, através de trincas nos revestimentos ou por fissuras em rejuntes de lajotas “nobres” (cerâmicas, pastilhas, pedras naturais, etc ) ?
c) As faces internas das paredes externas são secas (sem fungos ou pulgões) e os armários, nelas encostados, são isentos de bolores ?
d) As janelas possuem bandeiras superiores móveis que permitam arejar os ambientes mesmo na ausência dos moradores ?
e) Nosso apartamento possui inacessíveis forros falsos ou divisórias ocas, capazes de alojar insetos e aranhas ?
f) Alguém, da nossa família, vem sofrendo de coriza, rinite, bronquite, crises de asma ou de distúrbios semelhantes ?
g) Caso afirmativo, o médico foi informado das reais condições físicas e bolores de nossa moradia ?
h) E nós, leitores deste artigo, ainda preferimos acreditar que o clima da nossa cidade é o “único culpado” por todos esses problemas ?…
i) E quanto ao Papai Noel ? .. E, quem sabe, o Saci Pererê ? …

4- NOSSA MENSAGEM
As presentes reflexões, paralelos e ironias, talvez possam servir para que proprietários e administradores (principalmente em edifícios altos) adotem uma postura mais cuidadosa e prudente, pois estamos abordando algo que vai muito além da simples conservação do patrimônio físico. Caso contrário, as “broncas indignadas”, por infiltrações pluviais, continuarão esquecendo os seres humanos e concentrando-se, apenas, em eventuais pingos que caem, dos tetos de garagens, sobre reluzentes e indefesos capôs de automóveis …

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