Fique conectado

Pergunte ao Arquiteto

O que é Drywall, como funciona e se faz?

A despeito de seus críticos contumazes, tem seguidores fiéis e sua aplicação cresce paulatinamente na construção civil brasileira.

Publicado em

53

Modelo de Drywall

Como fazer
O termo drywall é cada vez mais usado por construtoras, arquitetos, consumidores e pessoal da mão de obra. A despeito de seus críticos contumazes, tem seguidores fiéis e sua aplicação cresce paulatinamente na construção civil brasileira. Mas enfim, o que é o drywall?

Drywall quer dizer, literalmente, “parede seca”. Ou seja, um drywall nada mais é do que uma parede erguida sem a utilização de argamassa de cimento e areia como são as paredes convencionais de blocos cerâmicos ou de concreto, o que resulta em um trabalho mais limpo e seco porque dispensa a mistura daqueles materiais com água.

Como é?
Apesar de relativamente novo no Brasil, o sistema de paredes secas utilizando-se placas de gesso acartonado – o mais conhecido – tem quase cem anos de existência. Muito usado nos países desenvolvidos, principalmente nos Estados Unidos, no Brasil esse sistema começou a ser usado em ambientes corporativos na forma de divisórias entre salas e, só no final do século passado, passou a ser utilizado em maior escala para outros fins, como as paredes internas de edifícios de apartamentos.

As paredes de drywall são constituídas basicamente por perfis metálicos na forma de U, que são chamados de montantes horizontais e verticais, os quais sustentam as placas de gesso. Sobre o contrapiso e sob a laje de cobertura são fixados os perfis horizontais na posição em que se deseja construir uma parede. Logo após a colocação desses perfis, os montantes verticais são fixados nos montantes horizontais a cada 60 cm em média. Esse conjunto rígido forma o esqueleto da parede e é nele que serão fixadas as placas de gesso acartonado (uma placa de gesso revestida com papel especial em ambas as faces).

Como funciona?
Em cada montante são parafusadas duas placas, uma frente à outra, formando uma parede oca. É devido à pequena espessura das placas e à camada de ar – único elemento que permanece entre elas – o tradicional som oco que ouvimos ao nessas paredes.

As grandes vantagens desse sistema construtivo são a limpeza da obra, a grande velocidade de construção das paredes e a ótima flexibilidade, além da quase inexistência de entulho pós-obra. É um sistema industrializado em que o construtor deixa de ser um pedreiro e passa a ser um montador. Pelas grandes dimensões dos montantes e das placas, a velocidade para a montagem das paredes ou divisórias é extremamente maior do que o sistema convencional de empilhar tijolinhos e – até por isso – é praticamente unanimidade nos escritórios e lojas, obras que demandam grande rapidez.

Reforma
A possibilidade de se construir paredes desse tipo em obras prontas e inclusive sobre pisos já acabados ou ainda a possibilidade de rapidamente e quase sem transtorno algum se eliminar uma parede de gesso de sua casa é incrível. Para reformas de casas ou apartamentos o drywall pode ser sempre uma boa alternativa devido à enorme flexibilidade do sistema e limpeza de execução.

Essa flexibilidade e a velocidade de montagem são ainda potencializadas quando trabalhadas juntamente com os sistemas elétrico e hidráulico. Todas as instalações podem ser montadas enquanto apenas os montantes e um lado das placas estiverem montados. Após a montagem dos dutos e tubulações, a outra placa é fixada, a parede é fechada e todas as instalações estão prontas. Ou seja, evita-se o tradicional e irracional quebra-quebra de paredes recém construídas para a passagem de canos e conduítes.

Tira e põe
No caso de uma reforma, se você pensa em eventualmente construir uma parede para dividir determinado cômodo da sua casa, mas não sabe se vai querer conviver eternamente com essa parede, faça-a de drywall. Quando precisar abrir novamente o ambiente, basta desmontá-la. Uma tarefa limpa e possível de ser realizada em apenas um dia.

Se a ideia é abrir um dos quartos do seu apartamento para aumentar o tamanho da sala, mas existe o medo de com isso desvalorizar o seu imóvel, não se aflija. Abra o quarto e, na hora de vender o apartamento, construa uma parede de drywall. Você viverá de forma mais confortável e em apenas um dia conseguirá preparar o seu imóvel para a venda.

Mitos
Entretanto, ao longo de sua curta existência no Brasil, foram criados alguns mitos em torno do drywall. Serão eles verdadeiros?

1. O drywall é caro: o metro quadrado do material é certamente mais caro do que o de blocos cerâmicos e sacos de cimento para construir a mesma parede. Mas o cálculo deve ser mais abrangente. Como a velocidade de construção e a facilidade para a montagem das instalações é muito maior, a mão de obra tende a ser mais barata. Além disso, paredes mais leves carregam menos a estrutura e as fundações, podendo barateá-las. Logo, a comparação deve levar todos esses fatores em consideração;

2. A resistência é baixa: as placas e os montantes seguem normas da ABNT que garantem a segurança deste sistema;

3. O isolamento acústico é fraco : falso. Uma parede de gesso acartonado comum, apenas com o colchão de ar entre as placas, possui desempenho acústico muito próximo do de uma parede normal de blocos. Esse isolamento pode ser melhorado utilizando-se mantas de lã de rocha ou lã de vidro entre as placas ou ainda utilizando-se mais de uma placa de cada lado dos montantes. Para se ter uma idéia, os principais cinemas do país têm suas salas separadas por drywall justamente pelo desempenho acústico superior ao das alvenarias convencionais, considerando-se espessura e peso;

4. O drywall não agüenta peso: falso também. Objetos de pouco peso como quadros ou armários leves podem tranquilamente ser parafusados diretamente nas placas. Para as coisas mais pesadas, deve-se prever um reforço dentro da parede realizado com os próprios montantes na posição em que se deseja fixar esses elementos. Logo o que o drywall exige é um maior planejamento e o uso de parafusos e buchas especiais;

5. O drywall não aguenta umidade: por ser uma parede constituída de gesso e papel, esta pode ser uma fragilidade do sistema. Entretanto, os fabricantes dispõem de placas de gesso que resistem muito melhor à umidade do que as placas convencionais. Para locais submetidos à umidade, recomenda-se a substituição das placas de gesso por placas cimentícias, essas, sim, totalmente resistentes à água.

Num momento de escassez de mão de obra como o que presenciamos no Brasil hoje, o drywall, desde que bem utilizado, pode ser uma ótima alternativa. Na hora de escolher o método de construção das paredes da sua casa ou apartamento, analise as alternativas de maneira sistêmica e o drywall será certamente um sistema competitivo.

Publicidade

Pergunte ao Arquiteto

Retrofit – O que é?

Cada vez mais ouvido no meio da construção, o termo retrofit aplica-se ao processo de revitalização de edifícios.

Publicado em

Cada vez mais ouvido no meio da construção, o termo retrofit aplica-se ao processo de revitalização de edifícios.

Cada vez mais ouvido no meio da construção, o termo retrofit aplica-se ao processo de revitalização de edifícios. Mais do que uma simples reforma, ele envolve uma série de ações de modernização e readequação de instalações. O objetivo é preservar o que há de bom na construção existente, adequá-la às exigências atuais e, ainda, aumentar a sua vida útil.

Qualquer edifício, residencial ou comercial, pode passar por um retrofit. A quantidade e tamanho das obras vão depender da necessidade de reforma e dos recursos disponíveis. Os serviços podem contemplar, por exemplo, a troca do revestimento da fachada, a substituição dos elevadores e do sistema de ar-condicionado, além da renovação de encanamentos, cabos e eletrocalhas. Em casos mais extremos, o retrofit pode modificar completamente a edificação, chegando, inclusive, a alterar o seu uso.

As diferenças entre um retrofit e uma obra convencional estão muito mais ligadas à forma de se trabalhar. “A maneira de executar uma alvenaria não muda se a obra é nova ou se é um retrofit. O que difere são as condições de trabalho, que no retrofit muitas vezes ocorre em espaços limitados e com o prédio em funcionamento.

Etapas da obra

Demolição
Geralmente o retrofit começa com a demolição controlada de partes da construção existente. Um tipo de demolição muito co­­­mum é o de paredes para a ob­­­tenção de maior área útil. O serviço pode empregar desde marteletes rompedores até equipamentos mecanizados, como tesouras hidráulicas rotativas.

Reforço de estrutura
O reforço estrutural é necessário principalmente quando há au­­­mento da capacidade de suporte da estrutura devido à alteração de uso. O serviço pode ser realizado por meio de várias técnicas, co­­­­­­­­­­­­­­­mo a adição de chapas de aço e de fibras ­­­­de carbono, ou encamisamento de concreto. 

Fechamento
Não há diferença técnica no fechamento realizado em retrofits e em construções novas. Na modernização de prédios antigos, contudo, uma prática comum é o uso de drywall para os fechamentos internos. Por serem mais leves as chapas de gesso acartonado causam menos impacto na estrutura existente.

Acabamentos
Nessa etapa, o retrofit pode servir também para tornar o edifício mais sustentável ao empregar, por exemplo, materiais recicláveis e que exigem menos manutenção.

Elétrica, telefonia e dados
Muitas vezes são as deficiências nas redes de elétrica, telefonia e dados que levam à realização de retrofits. A modernização dessas instalações vai desde a substituição de todo o cabeamento, à instalação de novas caixas de distribuição capazes de suportar a maior quantidade de cabos dos dias atuais.

Hidráulica e ar-condicionado
O retrofit oferece uma ótima oportunidade para se avaliar e renovar as instalações de água e esgoto. A instalação de equipamentos de ar-condicionado mais eficientes contribui para reduzir o consumo de energia. Além disso, dependendo do sistema escolhido, a modernização do ar-condicionado pode contribuir para liberar área útil.

Piso elevado
Em retrofits de edifícios comerciais, a instalação de piso elevado ajuda a organizar e esconder fios e cabos. Associado a edifícios inteligentes e flexíveis, o sistema também é importante para permitir futuras mudanças no local, sem exigir quebra-quebra.

Fachada
A revitalização de fachadas pode incluir a substituição de pastilhas, a troca de esquadrias, o mapeamento de falhas, o tratamento de fissuras, a colocação de pingadeiras, entre outros serviços. Costuma empregar equipamentos de movimentação de carga, que aumentam a produtividade.

Continue lendo

Pergunte ao Arquiteto

Imóveis: vistoria para entrega das chaves exige atenção do proprietário

Ao constatar defeitos aparentes no imóvel, o proprietário deve reclamar por escrito à construtora no prazo de 90 dias.

Publicado em

– Na hora de receber as chaves do imóvel, o proprietário deve realizar a vistoria prévia do bem para evitar problemas ou gastos desnecessários.

Para realizar uma vistoria eficiente, aconselha-se  que o proprietário faça uma análise minuciosa da parte elétrica, hidráulica, pintura, janelas, persianas, vidros, revestimentos cerâmicos, louças, metais, ralos e metragem de cada cômodo do apartamento, entre outras particularidades.

Ao constatar defeitos aparentes no imóvel, o proprietário deve reclamar por escrito à construtora no prazo de 90 dias. Caso o erro seja exposto no dia da vistoria, os reparos devem ser feitos pela construtora em até 30 dias.

Aconselha  se que no momento da compra todas as propagandas feitas na mídia e folhetos disponíveis no stand da construtora sejam guardados. Também é imporante exigir da incorporadora, no momento de fechar o contrato, todas as especificações do imóvel que será entregue. Todos esses cuidados serão úteis para servir de comparação no dia da inspeção, sem esquecer-se de levar a cópia do memorial descritivo”, esclarece.

Ansiedade
A ansiedade pela entrega das chaves acabam atrapalhando todo processo de vistoria. “Percebemos que na ânsia de receber as chaves ou até mesmo por desconhecimento técnico, o proprietário não toma as devidas precauções na verificação do empreendimento. Por isso, que nesta etapa é importante ter um auxílio de um profissional especializado para que possa ajudar caso encontre erro no apartamento”,.

Caso o proprietário não consiga fazer um acordo com a construtora, ele pode entrar com um pedido de indenização ou solicitar a rescisão do contrato com a atualização dos valores e acrescido de multa.

Se o vício for oculto, a reclamação escrita deve ser feita no prazo de um ano. Se a construtora não solucionar o problema de forma amigável, o comprador prejudicado tem o prazo de até 20 anos para recorrer ao judiciário conforme decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). O pedido para entrar com a ação deve estar acompanhado do laudo técnico de arquiteo ou engenheiro civil discriminando os vícios e defeitos e até fotos dos problemas. Antes o tempo de garantia era de cinco anos a partir da liberação do Habite-se.

O dono do imóvel tem o direito de não assinar nenhum termo de recebimento das chaves ao constatar que o imóvel está com problemas estruturais ou até mesmo falhas no prédio.  Nessas situações é indicado que o proprietário formalize a queixa informando os reparos a serem realizados”, afirma, explicando que  de qualquer forma, com ou sem vistoria, se o empreendimento está com o atraso na entrega cabe o mutuário receber multa diária de 2% e mais os juros de mora de 1% por mês da demora sobre tudo que já pagou, além de danos morais e materiais.

Continue lendo

Pergunte ao Arquiteto

A casa ou o edifício como terceira pele

“Terceira Pele” para identificar a moradia do ser humano. Ou seja: nós teríamos, na verdade, segundo aquela matéria, 3 (três) “camadas de pele”.

Publicado em

“Terceira Pele” para identificar a moradia do ser humano. Ou seja: nós teríamos, na verdade, segundo aquela matéria, 3 (três) “camadas de pele” :

a) Primeira Pele: aquela, de nascença ou “de fábrica”, distinguindo as raças branca, amarela, negra, etc.
b) Segunda Pele: roupas ou vestimentas, que ocultam a nudez animal e nos protegem de temperaturas estranhas à do nosso corpo ;
c) Terceira Pele: o abrigo, a moradia .

A abordagem é extremamente interessante e oportuna, permitindo fazer algumas considerações sobre características e desempenhos das “cascas” que nos envolvem:

1 – “PRIMEIRA PELE”
O exame, ao microscópio, permite ver que a pele humana é muito mais porosa, fissurada ou “esburacada” do que pode parecer ao olho nu. Pelas mesmas fendas que expulsam o suor (expelindo toxinas e contribuindo para o equilíbrio térmico do corpo), podem penetrar cremes hidratantes, pomadas medicinais, variadas impurezas, bactérias, fungos, ácaros e diversos produtos tóxicos. Para se ter uma ideia da vulnerabilidade dessa “casca”, basta a terrível informação sobre o gás dos nervos “VX”, sintetizado por inglese e norte-americanos a partir de 1952, que age sobre os neurotransmissores do nosso sistema nervoso central: basta 1/3 de um miligrama, absorvido pela pele, para matar um ser humano (se a vítima “tiver sorte”, a agonia durará apenas poucos minutos, passando por suor abundante, tonteiras, vômitos, perturbações da visão, fezes e urina expelidas descontroladamente, rigidez muscular e asfixia final). Se é apavorante imaginar centenas de toneladas de tal substância armazenadas em depósitos militares, deveríamos atentar, também, para os perigos menores que rondam a nossa “embalagem” corporal e que podem, no longo prazo, provocar sérios danos a nossa saúde: não costumamos dar a devida importância às composições de pomadas, cremes, sabonetes, shampoos, desodorantes, tinturas capilares, detergentes e sabões; nem nos lembramos de que já é comum a “injeção”, de hormônios e vitaminas, através da pele, por meio de discos adesivos ou gelatinas. Tampouco damos a devida atenção ao correto manuseio de desinfetantes, limpantes e inseticidas (o gás “Tabun”, de Hitler, foi desenvolvido, em 1936,a partir de um simples defensivo agrícola!..).Assim, preferimos achar que não existem riscos e que “apenas os alérgicos” são sensíveis aos eventuais efeitos tóxicos desses produtos; nós, os chamados “normais”, temos corpos saudáveis e “somos imunes”. Ledo e ivo engano, como diria Carlos Heitor Cony …

2 – “SEGUNDA PELE”
As roupas, de um modo geral, formam nossa “Segunda Pele”. Incluem-se, aqui, tanto calçados e roupas diurnas como as chamadas roupas de cama (pijamas, camisolas, lençóis e cobertores); sem esquecer as toalhas e lenços, que esfregamos no corpo e no rosto. Resíduos químicos de sabões, amaciantes e limpantes (tecidos mal enxaguados), assim como fungos e ácaros (colchões, interiores de sapatos ou tênis, armários mal ventilados, vazios prediais em geral e divisórias ocas são perfeitos refúgios e meios de reprodução), acabam depositados e alojados nas fendas da pele e podem provocar, no longo prazo, importantes danos à saúde. Assim, todas essas “coberturas provisórias” do corpo deveriam merecer atenção e cuidado muito especiais. Cá entre nós: existe coisa mais “besta” do que secar os pés, após um caprichado banho, e enfiá-los no sapato de véspera (de couro, ou lona, escuro e umedecido pelo suor), em cujo interior colônias de fungos cresceram, explosivamente, durante a noite ? ?…

3- “TERCEIRA PELE”
Nossa casa (ou apartamento) acaba desempenhando a função de “Terceira Pele”. De fato, com a finalidade de “deixar lá fora” a chuva, o vento, as temperaturas extremas e a insolação excessiva, a moradia será a nossa “terceira casca”. Mas estará ela cumprindo, integralmente, essas funções ?

Experimente reunir a família e ler em voz alta:
a) O projeto considerou, na implantação do prédio, a captação de radiações solares benéficas (germicidas e fungicidas) ?
b) As paredes externas são realmente estanques, não encharcando, com chuva, através de trincas nos revestimentos ou por fissuras em rejuntes de lajotas “nobres” (cerâmicas, pastilhas, pedras naturais, etc ) ?
c) As faces internas das paredes externas são secas (sem fungos ou pulgões) e os armários, nelas encostados, são isentos de bolores ?
d) As janelas possuem bandeiras superiores móveis que permitam arejar os ambientes mesmo na ausência dos moradores ?
e) Nosso apartamento possui inacessíveis forros falsos ou divisórias ocas, capazes de alojar insetos e aranhas ?
f) Alguém, da nossa família, vem sofrendo de coriza, rinite, bronquite, crises de asma ou de distúrbios semelhantes ?
g) Caso afirmativo, o médico foi informado das reais condições físicas e bolores de nossa moradia ?
h) E nós, leitores deste artigo, ainda preferimos acreditar que o clima da nossa cidade é o “único culpado” por todos esses problemas ?…
i) E quanto ao Papai Noel ? .. E, quem sabe, o Saci Pererê ? …

4- NOSSA MENSAGEM
As presentes reflexões, paralelos e ironias, talvez possam servir para que proprietários e administradores (principalmente em edifícios altos) adotem uma postura mais cuidadosa e prudente, pois estamos abordando algo que vai muito além da simples conservação do patrimônio físico. Caso contrário, as “broncas indignadas”, por infiltrações pluviais, continuarão esquecendo os seres humanos e concentrando-se, apenas, em eventuais pingos que caem, dos tetos de garagens, sobre reluzentes e indefesos capôs de automóveis …

Continue lendo
WhatsAssp AssisNews
Publicidade

FaceNews

Mais lidas