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Jovem morre após batida com caminhão em Santa Catarina

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Um jovem de 23 anos morreu na SC-108 em Blumenau, no Vale do Itajaí, na manhã deste sábado (21). Ele dirigia um carro que foi atingido por um caminhão. Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), antes da batida, o motorista do automóvel perdeu o controle e rodopiou na pista.

De acordo com a PMRv, o acidente ocorreu por volta das 10h40 no km 67 da rodovia. O carro, um Astra, seguia no sentido Norte da rodovia. O motorista subia a serra quando se perdeu e o automóvel rodopiou na pista.

Em seguida, o caminhão, que vinha no sentido contrário, atingiu a lateral do veículo. No Astra, havia apenas o motorista, Jefferson Otto, que morreu no local. O caminhoneiro teve ferimentos leves e foi levado ao Hospital Santo Antônio, em Blumenau.

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Mulher e filha de radialista morto no Beach Park viram o acidente: ‘Traumatizante’, diz familiar

Ricardo José Hilário da Silva, de 43 anos, morreu ao sofrer um ferimento na cabeça em uma atração recém-inaugurada. Restante da família estava na boia de trás do brinquedo.

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Do G1
'Vainkará', toboágua onde aconteceu o acidente, tem 29,5 metros de altura (Foto: Arquivo pessoal - Eduardo Tchao/TV )

O cunhado do radialista sorocabano Ricardo José Hilário da Silva, morto em um acidente no Beach Park, em Fortaleza (CE), na última segunda-feira (16), disse à TV TEM que a mulher e a filha da vítima, de apenas 8 anos, presenciaram o acidente.

O homem estava em uma boia com mais três pessoas no “Vainkará”, uma atração que havia sido inaugurada no fim de semana, quando se acidentou. Ricardo Hill, como era conhecido no meio da comunicação, e os outros visitantes caíram dentro do brinquedo.

Segundo testemunhas, o radialista bateu a cabeça na estrutura da atração e morreu na hora. Os outros três ocupantes ficaram feridos.

De acordo com Luis Silva, cunhado da vítima, a mulher e a filha de Ricardo estavam em na boia de trás da atração. Ele conversou com a TV TEM na manhã desta quarta-feira (18), durante o velório do jornalista.

“Elas desceram no brinquedo e viram o que aconteceu. É muito traumatizante para elas, um choque grande para as duas. A gente não espera tirar férias e voltar em um caixão”, explica Luis.

O cunhado afirmou que a família está muito chocada com o ocorrido e que a menina, única filha do casal, está emocionalmente abalada.

O corpo de Ricardo será enterrado às 15h30, no Cemitério da Consolação. A pedido da família, seguranças foram colocados na entrada do velório, realizado durante a manhã. A imprensa não foi autorizada a entrar.

Ricardo Hill era conhecido no meio da comunicação (Foto: Arquivo pessoal)

Acidente

O G1 apurou com as três pessoas que estavam na boia que elas pesam 90, 105 e 110 quilos. Com o peso de Ricardo, um homem adulto, o grupo deveria somar mais de 320 quilos, o peso máximo recomendado para descer no toboágua.

Em nota, o Beach Park lamentou a morte do turista: “a equipe de segurança aquática realizou o atendimento de forma imediata, mas, infelizmente, o visitante foi a óbito. O Beach Park lamenta profundamente o ocorrido e está dando todo o apoio, suporte e atenção para a família”.

O parque reiterou que a boia não ultrapassou a barreira de contenção do brinquedo e que os visitantes não foram arremessados. Segundo o Beach Park, a boia virou no final do percurso dentro da atração, já próximo da piscina.

Turista morreu em acidente no Beach Park (Foto: Arte G1)

O Beach Park

Considerado um dos maiores parques aquáticos do mundo, o Beach Park fica à beira da praia Porto das Dunas, a 26 quilômetros de Fortaleza. No ano passado, atraiu pela primeira vez um milhão de visitantes. O empreendimento foi beneficiado com o aumento das viagens domésticas no país, que substituíram os passeios internacionais devido à crise.

O Beach Park faz parte de um complexo que inclui parque aquático, restaurante de praia, hotel e três resorts, o mais recente deles inaugurado em 2013.

A cada dois anos, um novo brinquedo é instalado, substituindo algum equipamento mais antigo. Em dezembro de 2015, foi a vez do “Vaikuntudo”, considerado o maior toboágua do mundo na categoria tornado 60, que possui 25 metros de altura, 240 metros de descida radical, passando por um túnel, uma queda e um funil gigante.

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Por que especialistas recomendam embrulhar chaves automáticas do carro em papel alumínio?

Estratégia é uma das possíveis precauções contra tipo de roubo que tem se tornado cada vez mais frequente.

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Da BBC
Segundo especialistas, folhas de alumínio podem ajudar a bloquear a transmissão de informações que permitiriam o acesso de terceiros ao veículo (Foto: Peter Fussy/G1)

A tecnologia que permite a você destrancar seu carro à distância também traz um risco de roubo.

O problema existe porque as chaves automáticas dos carros modernos estão constantemente emitindo sinais para eles.

Especialistas alertam que os ladrões podem comprar chaves “virgens” e usá-las para replicar o código de acesso de um determinado veículo.

Como evitar que isso aconteça?

A forma mais fácil de precaução contra isso é embrulhar as chaves em papel alumínio.

Especialistas em cibersegurança concordam que, embora não seja o ideal, esse é um método muito fácil e barato.

Outra opção é comprar pela internet uma “bolsa de Faraday”, que tem a mesma função de isolamento do alumínio e serve como um escudo contra a transferência de informações que poderiam ser usadas no roubo do carro.

“Estamos falando de uma forma de comunicação por ondas eletromagnéticas, como rádio ou televisão. Pense em uma música que é constantemente usada em uma rádio e uma fechadura que se abre ao ouvir essa música. Se eu conheço a música, posso abrir a fechadura”, diz à BBC News Mundo Moshe Shlisel, CEO da agência de segurança cibernética GuardKnox Cyber ​​Technologies.

Shlisel, que também trabalhou para a força aérea israelense no desenvolvimento de sistemas de defesa com mísseis, explica que a função do papel alumínio é criar uma célula para evitar que as ondas eletromagnéticas sejam registradas por outra pessoa.

Ataques ocorrem cada vez mais

Para muitos, pode parecer antiquado, no século XXI, usar papel alumínio para proteger algo tão tecnológico.

A precaução, no entanto, tem se mostrado mais do que nunca necessária, como explica Shlisel.

“Apesar de não ter números, posso dizer que esses incidentes acontecem cada vez mais, porque os dispositivos necessários para cometer esses ataques podem ser facilmente adquiridos na internet e há até tutoriais no YouTube sobre como fazê-los”, diz ele.

E acrescenta: “A indústria automotiva está totalmente ciente desses problemas e bucando maneiras de impedir que terceiros consigam replicar a comunicação entre uma chave e um veículo”.

Este tipo de crime não acontece apenas com carros e precauções têm sido tomadas de olho nisso.

Algumas pessoas, por exemplo, tomam o cuidado de proteger seus cartões de crédito em carteiras “isolantes”.

Além disso, instituições governamentais dos Estados Unidos, por exemplo, entregam determinados documentos a seus usuários dentro de invólucros especiais para evitar a transferência e o roubo de dados, como é o caso do Green Card ou Cartão de Residente Permanente – o visto permanente de imigração concedido pelas autoridades do país.

No caso dos carros, os roubos podem ser cometidos com bastante facilidade.

“Você chega a uma casa que tem um carro estacionado na frente, detecta uma chave a dez passos dele, dentro de uma sala, e consegue desbloqueá-lo. Enquanto as ferramentas estiverem disponíveis, o cenário para esses roubos me parece cada vez mais provável “, disse ao jornal USA Today o diretor do Centro de Segurança de Sistemas de Computadores da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, Clifford Neuman.

Quando leu pela primeira vez sobre o risco de seu carro ser roubado desse jeito, ele começou a guardar suas chaves à noite dentro de uma lata de café vazia.

Os especialistas continuam recomendando que, até as empresas fabricantes encontrarem uma solução para o problema, é preferível usar o papel alumínio antes de deixar as chaves onde provavelmente elas estão guardadas agora: no bolso de uma calça, dentro da bolsa ou sobre uma mesa.

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Aluno morre com descarga elétrica em celular carregando em escola no Ceará

Jovem estava assistindo aula no momento do choque elétrico. Familiares, amigos e a escola lamentaram o ocorrido.

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Um estudante de 16 anos morreu após receber uma descarga elétrica ao atender o próprio celular nesta quinta-feira (7) na cidade de Tianguá, interior do Ceará. O jovem estava carregando o aparelho telefônico, quando pegou o objeto e foi eletrocutado.

Uma amiga do estudante, que preferiu não se identificar, contou ao G1que ele estava assistindo a uma aula de informática no colégio onde estudava. O celular estava carregando em um dos computadores no momento do choque elétrico.

Iago Bastos Mendes recebeu a descarga elétrica e ficou desacordado. O jovem chegou a ser socorrido ao Hospital e Maternidade Madalena Nunes, em Tianguá, mas não resistiu.

A Delegacia de Tianguá informou que o corpo do estudante foi conduzido para a Coordenadoria de Medicina Legal (Comel) de Sobral. O laudo com as causas da morte ainda não foi divulgado, segundo a polícia.

Amigos lamentam

Amigos e familiares de Iago Bastos lamentaram o ocorrido. “Era muito jovem, alegre. Uma tristeza pra todo mundo”, disse uma amiga do estudante.

O Colégio Santa Maria, onde Iago estudava, emitiu uma nota de pesar lamentando ocorrido. O jovem estava na escola desde a infância e, atualmente, cursava o 2º ano do Ensino Médio.

“O Colégio Santa Maria, por meio da direção, professores, funcionários, colegas e comunidade, une-se à família de Iago, lamentando profundamente esta fatalidade, e pede a Deus, confiando em Sua infita misericórdia, para que Ele nos conceda sabedoria, força e discernimento nesta hora tão difícil”, comunicou, em nota, a instituição de ensino.

O velório do estudante ocorre na manhã desta sexta-feira (8), em Tianguá. O enterro deve ocorrer na cidade no período da tarde, conforme uma amiga da família.

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