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Cinema

‘O homem atual não tem consciência de melhorar o mundo’, diz Banderas

Ator divulga ‘Autómata’, filme sobre a decomposição do ser humano. Coprodução com a Bulgária custou US$ 5,7 milhões.

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Antonio Banderas em ‘Automata’ (Foto: Divulgação)

Antonio Banderas entrou para o mundo da ficção científica do cinema com uma história profunda sobre a decomposição do ser humano, algo não tão impensável assim para o ator, que dúvida que o homem moderno tenha a capacidade de parar para pensar, instigado pelo ritmo frenético das novas tecnologias.

“O homem atual não tem consciência de melhorar o mundo para os que venham depois dele e isso pode, eventualmente, levar à destruição do planeta e de nossa forma de viver”, refletiu o ator e produtor de “Autómata” (ainda sem título no Brasil), filme dirigido por Gabe Ibáñez, em entrevista à Agência Efe em Madri.

Mesmo assim, Banderas afirmou estar otimista porque está convencido de que precisa existir forma der se conscientizar. “Precisa existir uma maneira das pessoas encontrem um modo de se organizar e melhorar a forma de gestão para ser mais justa e com mais sentido. Acontece que, vendo as notícias, me contradigo totalmente, porque o que vivemos é o oposto, e as novas tecnologias o único que fizeram foi acelerar esses momentos, inclusive os maus, que vão a uma velocidade vertiginosa e fogem ao nosso controle: já não sabemos se poderemos controlar o monstrinho que criamos”, disse.

A conversa é nesse tom porque “Autómata” se enquadra na classificação de ficção científica mais tradicional. “Diria que é ao estilo da ficção literária de Orson Welles ou Isaac Asimov. É uma provocação para a reflexão sobre o futuro. É um espelho que reflete as sociedades modernas”, explicou.

O filme se desenvolve em um futuro no qual o que restou da humanidade vive intramuros em um mundo sem oceanos e se apoia em robôs domésticos para sobreviver. Banderas é Jacq Vaucan, um obscuro e triste agente de seguros que acaba por trair o gênero humano.

Uma coprodução com a Bulgária, onde foi rodado e que custou US$ 5,7 milhões, conseguidos através de contatos pessoais do ator: desde a produtora Millenium, passando pela voz de Javier Bardem para o primeiro robô que se dá conta que já não tem nada mais a aprender com os humanos, à sua ex-mulher, Melanie Griffith.

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Cinema

Diretor de ‘O Predador’ promete versão mais ‘perversa’ do clássico

Shane Black falou da nova versão durante a Comic-Con de San Diego.

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Do G1

Shane Black, que atuou em “O Predador” de 1987 e agora é diretor da nova versão do clássico de ficção-científica, prometeu nesta quinta-feira, na Comic-con, um filme mais “perverso” do que aquele protagonizado por Arnold Schwarzenegger.

No Centro de Convenções de San Diego, ele destacou que o filme original, dirigido por John McTiernan, é “uma peça perfeita de arte popular”, que tinha a fusão ideal entre a loucura pelos alienígenas e a ação de “Rambo” dos anos 80. A estreia no Brasil é no dia 13 de setembro.

“Agora, decidimos apostar em uma versão mais leve e mais perversa com alusões a ‘Os Desajustados’ (1961), de John Huston”, explicou

Mais de 30 anos depois da estreia do filme original, a aposta desta vez é um longa repleto de ação, violência e com um humor que leva o selo pessoal de Black, roteirista de obras como “Máquina Mortífera”, “Homem de Ferro 3” e “Dois Caras Legais”. A estreia está prevista para setembro.

“Ao contrário do que acontece em muitos filmes, os atores estavam dispostos ensaiar nos fins de semana”, disse o diretor, agradecendo o trabalho de Olivia Munn, Sterling K. Brown, Keegan-Michael Key, Trevante Rhodes, Jake Busey, Thomas Jane e Augusto Aguilera, presentes no evento.

De acordo com o diretor, na nova versão a ideia é combater uma nova ameaça dupla: o retorno do predador à Terra e uma versão do alienígena ainda mais desenvolvida.

“É um grupo de pessoas que não encaixa bem na sociedade e que deve trabalhar em comum e dar o melhor de si para fazer frente a uma enorme ameaça. É um equivalente moderno ao grupo que existia no filme original”, avaliou Black.

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Cinema

Taylor Swift vai participar de versão cinematográfica de ‘Cats’

Além de cantora, elenco dirigido por Tom Hooper vai contar com Jennifer Hudson, Ian McKellen e James Corden.

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Por France Presse
Taylor Swift durante show em fevereiro deste ano (Foto: John Salangsang/Invision/AP)

Acantora pop Taylor Swift estrelará ao lado de Jennifer Hudson uma adaptação cinematográfica do musical de sucesso “Cats”.

O filme é o mais recente projeto do cineasta britânico Tom Hooper, que levou para o cinema o romance musical “Os Miseráveis” (2012) e ganhou um Oscar por sua direção de “O Discurso do Rei” (2010).

“Cats”, composto por Andrew Lloyd Webber e que apresenta a clássica balada musical “Memory”, estreou em Londres em 1981 e foi encenado na Broadway de 1982 a 2000.

Baseado em poemas de T.S. Eliot, “Cats” conta a história de uma tribo felina – em forma humana no palco – chamada Jellicles que decide quem entre eles fará uma ascensão fatídica para uma nova vida.

O site da revista “Variety” disse que Hudson, que ganhou um Oscar pelo filme musical “Dreamgirls” (2006), interpretaria Grizabella, um gato que anteriormente era glamouroso e que busca ser aceito.

“Cats” também teria em seu elenco, em papéis a serem determinados, Swift, o ator e comediante James Corden e o veterano ator britânico Ian McKellen.

O estúdio de cinema Universal não respondeu a um pedido de comentário. Nenhuma data de lançamento foi anunciada para o filme.

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Cinema

História de Suzane von Richthofen será retratada no filme ‘A menina que matou os pais’

Filmagens começam ainda neste ano e estreia é prevista para 2019. Thriller psicológico discutirá motivos que levaram Suzane a planejar assassinato dos pais, diz diretor.

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Do G1

Aacontecimentos que envolvem o crime e o julgamento de Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos serão retratados no filme “A menina que matou os pais”, anunciado nesta terça-feira (17) pela distribuidora Vitrine Filmes.

Os dois são réus confessos pelo assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane, em outubro de 2002. O episódio é um dos mais lembrados casos policiais do Brasil.

As filmagens devem começar ainda no segundo semestre deste ano. A estreia é prevista para 2019.

Mauricio Eça (“Apneia” e “Carrossel”) assina a direção. Em um comunicado, ele diz que o filme será um “thriller psicológico de suspense”, que abordará os motivos em torno do crime com “detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso”.

“O filme traz um tema que muita gente conhece e tem ideias preconcebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante, que é o motivo que levou a filha a, junto com seu namorado, matar os pais.”

O roteiro é assinado pela criminóloga Ilana Casoy, autora do livro “O quinto mandamento” (Arx, 2006), que reconstitui o assassinato dos Richthofen, e pelo escritor de literatura policial Raphael Montes.

A pesquisa para construção da história durou cerca de seis meses e analisou arquivos públicos do julgamento, desde o assassinato até a condenação. Diretor, produtora e distribuidora estão realizando testes para escolher o elenco do filme.

Reprodução de foto da família Richthofen. Da esq, para a dir.: Suzane von Richthofen, o irmão Andreas Albert von Richthofen e os pais Marísia von Richthofen e Manfred Albert von Richthofen (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo/Arquivo)

O crime

Manfred e Marísia foram mortos a pauladas enquanto dormiam. O crime foi cometido pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, à época namorado e cunhado de Suzane. Ela foi condenada a 39 anos de prisão por ter sido considerada mentora da ação.

Daniel Cravinhos já cumpre pena no regime aberto. Cristian estava no mesmo regime, mas foi preso neste ano por posse ilegal de muniçãoapós se envolver em uma confusão em um bar de Sorocaba (SP).

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