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Cinema

Estreia: improvisações são o melhor da comédia nacional ‘Superpai’

Danton Mello, Dani Calabresa, Monica Iozzi, Tabet e Thogun estrelam.
Filme de Pedro Amorim fica no limite, mas não chega a extremos.

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Cena de ‘Superpai’, com Danton Mello (Foto: Divulgação)

Na comédia politicamente incorreta há um limite entre a máquina de insultos e o desejo real de fazer outras pessoas rirem, que não apenas o próprio comediante. No caso de “Superpai”, do diretor Pedro Amorim (de “Mato Sem Cachorro”), o humor fica sempre no limite, sem chegar a qualquer um dos extremos, exceto pelos improvisos do elenco.

Explica-se. Segundo Amorim, o roteiro original (e inédito) americano, comprado pelo estúdio Universal, era de um peso tremendo. Tão incorreto que levou o texto a ser reescrito por seis pessoas, entre elas o comediante Rafinha Bastos e o próprio diretor. A versão brasileira é suave, sem tantos excessos, como o Amorim a encarou pela primeira vez, num tom mais família.

O resultado é, enfim, algo muito morno, que se não fosse o ritmo dos atores para humor, provavelmente, não sairia do mediano. São eles Danton Mello, Dani Calabresa, Antonio Tabet e Thogun Teixeira, que levam a história muito além do que estava previsto no roteiro.

Mello é Jorge, um pai desempregado, negligente com o filho Luca (Lukas Brombini). Em sua normalidade sem alegrias, vê no reencontro da turma de escola (depois de 20 anos) a oportunidade de reviver os melhores anos de sua vida, incluindo aí ir para a cama com Patricia Ellen (Juliana Didone), seu amor de colégio. A questão é onde deixar o filho, já que a mãe (Mônica Iozzi) foi ao hospital cuidar de parentes.

O fato é que Jorge larga o garoto em uma creche noturna, para aproveitar a confraternização e, quando vai buscá-lo, se engana e leva uma criança coreana, o “Jaspion” (Erik Min Soo Chung) no lugar. Quando percebe o erro, bem mais tarde, precisa encontrar seu filho e devolver o outro menino a seus pais. Tudo isso, enquanto olha para sua amante.

Durante a desventura, ele encontra o apoio de seus amigos de escola, Julia, Nando e Cezar (Calabresa, Teixeira e Tabet, respectivamente). Cada um tem uma característica específica, complementando o protagonista. Todas, aliás, envolvendo sexo, torpeza e abnegação à saúde do grupo.

Mas é essa química que funciona no filme de Amorim, com o improviso desse elenco, admitido pelos próprios atores, em entrevista coletiva em São Paulo. Não há grandes questões ou opções técnicas para discutir aqui, apenas se o filme faz rir. E o time o faz, mesmo que a narrativa não seja redonda.

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

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Cinema

Diretor de ‘O Predador’ promete versão mais ‘perversa’ do clássico

Shane Black falou da nova versão durante a Comic-Con de San Diego.

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Do G1

Shane Black, que atuou em “O Predador” de 1987 e agora é diretor da nova versão do clássico de ficção-científica, prometeu nesta quinta-feira, na Comic-con, um filme mais “perverso” do que aquele protagonizado por Arnold Schwarzenegger.

No Centro de Convenções de San Diego, ele destacou que o filme original, dirigido por John McTiernan, é “uma peça perfeita de arte popular”, que tinha a fusão ideal entre a loucura pelos alienígenas e a ação de “Rambo” dos anos 80. A estreia no Brasil é no dia 13 de setembro.

“Agora, decidimos apostar em uma versão mais leve e mais perversa com alusões a ‘Os Desajustados’ (1961), de John Huston”, explicou

Mais de 30 anos depois da estreia do filme original, a aposta desta vez é um longa repleto de ação, violência e com um humor que leva o selo pessoal de Black, roteirista de obras como “Máquina Mortífera”, “Homem de Ferro 3” e “Dois Caras Legais”. A estreia está prevista para setembro.

“Ao contrário do que acontece em muitos filmes, os atores estavam dispostos ensaiar nos fins de semana”, disse o diretor, agradecendo o trabalho de Olivia Munn, Sterling K. Brown, Keegan-Michael Key, Trevante Rhodes, Jake Busey, Thomas Jane e Augusto Aguilera, presentes no evento.

De acordo com o diretor, na nova versão a ideia é combater uma nova ameaça dupla: o retorno do predador à Terra e uma versão do alienígena ainda mais desenvolvida.

“É um grupo de pessoas que não encaixa bem na sociedade e que deve trabalhar em comum e dar o melhor de si para fazer frente a uma enorme ameaça. É um equivalente moderno ao grupo que existia no filme original”, avaliou Black.

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Cinema

Taylor Swift vai participar de versão cinematográfica de ‘Cats’

Além de cantora, elenco dirigido por Tom Hooper vai contar com Jennifer Hudson, Ian McKellen e James Corden.

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Por France Presse
Taylor Swift durante show em fevereiro deste ano (Foto: John Salangsang/Invision/AP)

Acantora pop Taylor Swift estrelará ao lado de Jennifer Hudson uma adaptação cinematográfica do musical de sucesso “Cats”.

O filme é o mais recente projeto do cineasta britânico Tom Hooper, que levou para o cinema o romance musical “Os Miseráveis” (2012) e ganhou um Oscar por sua direção de “O Discurso do Rei” (2010).

“Cats”, composto por Andrew Lloyd Webber e que apresenta a clássica balada musical “Memory”, estreou em Londres em 1981 e foi encenado na Broadway de 1982 a 2000.

Baseado em poemas de T.S. Eliot, “Cats” conta a história de uma tribo felina – em forma humana no palco – chamada Jellicles que decide quem entre eles fará uma ascensão fatídica para uma nova vida.

O site da revista “Variety” disse que Hudson, que ganhou um Oscar pelo filme musical “Dreamgirls” (2006), interpretaria Grizabella, um gato que anteriormente era glamouroso e que busca ser aceito.

“Cats” também teria em seu elenco, em papéis a serem determinados, Swift, o ator e comediante James Corden e o veterano ator britânico Ian McKellen.

O estúdio de cinema Universal não respondeu a um pedido de comentário. Nenhuma data de lançamento foi anunciada para o filme.

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Cinema

História de Suzane von Richthofen será retratada no filme ‘A menina que matou os pais’

Filmagens começam ainda neste ano e estreia é prevista para 2019. Thriller psicológico discutirá motivos que levaram Suzane a planejar assassinato dos pais, diz diretor.

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Do G1

Aacontecimentos que envolvem o crime e o julgamento de Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos serão retratados no filme “A menina que matou os pais”, anunciado nesta terça-feira (17) pela distribuidora Vitrine Filmes.

Os dois são réus confessos pelo assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane, em outubro de 2002. O episódio é um dos mais lembrados casos policiais do Brasil.

As filmagens devem começar ainda no segundo semestre deste ano. A estreia é prevista para 2019.

Mauricio Eça (“Apneia” e “Carrossel”) assina a direção. Em um comunicado, ele diz que o filme será um “thriller psicológico de suspense”, que abordará os motivos em torno do crime com “detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso”.

“O filme traz um tema que muita gente conhece e tem ideias preconcebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante, que é o motivo que levou a filha a, junto com seu namorado, matar os pais.”

O roteiro é assinado pela criminóloga Ilana Casoy, autora do livro “O quinto mandamento” (Arx, 2006), que reconstitui o assassinato dos Richthofen, e pelo escritor de literatura policial Raphael Montes.

A pesquisa para construção da história durou cerca de seis meses e analisou arquivos públicos do julgamento, desde o assassinato até a condenação. Diretor, produtora e distribuidora estão realizando testes para escolher o elenco do filme.

Reprodução de foto da família Richthofen. Da esq, para a dir.: Suzane von Richthofen, o irmão Andreas Albert von Richthofen e os pais Marísia von Richthofen e Manfred Albert von Richthofen (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo/Arquivo)

O crime

Manfred e Marísia foram mortos a pauladas enquanto dormiam. O crime foi cometido pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, à época namorado e cunhado de Suzane. Ela foi condenada a 39 anos de prisão por ter sido considerada mentora da ação.

Daniel Cravinhos já cumpre pena no regime aberto. Cristian estava no mesmo regime, mas foi preso neste ano por posse ilegal de muniçãoapós se envolver em uma confusão em um bar de Sorocaba (SP).

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