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Internautas relatam instabilidade em suas contas no Facebook e no Instagram

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Diversos internautas relatam instabilidade e até pausa no funcionamento de suas contas em redes sociais como o Facebook e o Instagram, na tarde desta quarta-feira.

Procurada pelo EXTRA, a assessoria de comunicação responsável por ambos afirmou que o problema, notificado por pessoas de vários países – dos Estados Unidos à Coreia do Sul -, está sob análise:

“Sabemos que algumas pessoas estão com dificuldade para acessar o Facebook e o Instagram. Estamos trabalhando para normalizar a situação o mais rápido possível”, disse o porta-voz do Facebook, de acordo com a nota.

Os comentários tomaram conta do Twitter e já chegaram ao 3º lugar dos trend topics. Já foi lançada a hastag #facebookdown.

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Facebook exclui páginas de ‘rede de desinformação’; MBL fala em ‘censura’

Rede social disse em comunicado que desativou 196 páginas e 87 contas no Brasil por sua participação em ‘uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas’.

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Do G1

Facebook informou nesta quarta que excluiu páginas que afirma ser de uma “rede de desinformação”. A rede social não especificou quais eram os perfis envolvidos, mas o Movimento Brasil Livre (MBL) informou que diversos dos seus coordenadores foram afetados.

A notícia foi primeiramente divulgada pela agência de notícias Reuters. Segundo o Facebook, a iniciativa é parte dos esforços para reprimir perfis enganosos antes das eleições de outubro.

O Facebook disse em um comunicado que desativou 196 páginas e 87 contas no Brasil por sua participação em “uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”.

O comunicado não identifica as páginas ou usuários envolvidos. A página Brasil 200 também foi retirada do ar pelo Facebook.

As fontes da agência Reuters, que falaram sob condição de anonimato, disseram que a rede era administrada por membros importantes do MBL. O grupo ganhou destaque ao liderar protestos em 2016 pelo impeachment da então presidente Dilma Roussefff.

Representantes do MBL publicaram um comunicado em suas redes sociais nesta quarta-feira (25). “Na manhã de hoje, 25/07/2018, diversos coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) tiveram suas contas arbitrariamente retiradas do ar pelo Facebook. A alegação dada pela rede social é a de que se tratava de coibir contas falsas destinadas a divulgação de ‘fake news'”, comentou o MBL.

Veja a íntegra do comunciado do MBL:

As páginas desativadas, que juntas tinham mais de meio milhão de seguidores, variavam de notícias a temas políticos, com uma abordagem claramente conservadora, com nomes como Jornalivre e O Diário Nacional, de acordo com as fontes da Reuters.

Ao variar o controle compartilhado das páginas, os membros do MBL eram capazes de divulgar suas mensagens coordenadas como se as notícias viessem de diferentes veículos de comunicação independentes, segundo apuração da agência de notícias.

O Facebook tem enfrentado pressão para combater as contas falsas e outros tipos de perfis enganosos em sua rede.

No ano passado, a empresa reconheceu que sua plataforma havia sido usada para o que chamou de “operações de informação” que usaram perfis falsos e outros métodos para influenciar a opinião pública durante a eleição norte-americana de 2016, e prometeu combater as fake news.

Agências de inteligência dos Estados Unidos afirmam que o governo russo realizou uma campanha online para influenciar as eleições no país, e casos de grupos políticos que usam a rede social para enganar as pessoas têm surgido pelo mundo desde então.

Não há indicação de envolvimento estrangeiro na rede do MBL tirada do ar nesta quarta-feira, de acordo com as fontes da Reuters.

O que diz o Facebook?

O Facebook disse que retirou a rede do ar no Brasil após uma “rigorosa investigação” porque os perfis envolvidos eram falsos ou enganadores, violando sua política de autenticidade.

A rede social tem um conjunto separado de ferramentas para combater a disseminação de notícias falsas com a ajuda de empresas externas de checagem de fatos.

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Zuckerberg está preocupado com eleições no Brasil

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O fundador e diretor-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou na noite desta quarta-feira, em uma entrevista exclusiva à CNN, que “fará o que for necessário” para impedir a manipulação das eleições no Brasil, na escolha parlamentar nos Estados Unidos em novembro e em outras partes do mundo. Pressionado pelo escândalo do vazamento de dados de 50 milhões de pessoas da plataforma, que foram usados pela Cambridge Analytica na campanha de Donald Trump em 2016, Zuckerberg falou pela primeira vez à imprensa, em que admitiu seus erros.

– Nós temos um trabalho pesado para fazer para impedir a interferência de países como a Rússia nas eleições – disse ele, citando as eleições parlamentares de novembro nos Estados Unidos. – Temos uma grande eleição no Brasil, teremos outras grandes eleições pelo mundo, e estaremos muito comprometidos em fazer o que for necessário para ter certeza sobre a integridade destas eleições.

Em outra entrevista exclusiva publicada na noite desta quarta no site do “New York Times”, Zuckerberg afirmou que, sem muito alarde, o sistema de controle da plataforma conseguiu impedir manipulações nas eleições especiais para o senador do Alabama. Mas alertou que as pessoas que tentam manipular também estão se sofisticando, e voltou a citar preocupação com as eleições brasileiras:

– Eu me sinto muito melhor sobre os nossos sistemas (de controle) agora. Ao mesmo tempo, acho que a Rússia e outros governos vão ficar mais sofisticados no que fazem também. Então, precisamos ter certeza de que vamos melhorar a nossa atuação. Esse é um foco importante para termos certeza de que estamos preparados não só para as eleições de 2018 nos EUA, mas também para as eleições indianas, as eleições brasileiras e outras eleições que estão acontecendo este ano e que são realmente importantes.

Quebrando o silêncio após cinco dias de escândalos que derreteram em quase US$ 50 bilhões o valor de mercado do Facebook, Zuckerberg disse que está “feliz” em ir depor ao Congresso americano. Ele afirmou que nunca imaginaria que estes seriam os grandes temas de sua empresa atualmente.

– Grande parte da minha responsabilidade hoje é ajudar a proteger a integridade das eleições – disse ele. – Tenho certeza que há a versão dois de qualquer que tenha sido o esforço russo em 2016.

Em um momento de recuo, disse que “não está certo” se é contrário a novas regulamentações para redes sociais, se isso trouxer maior transparência e equiparar com o que já ocorre com as empresas de mídia – que gozam de grande liberdade nos Estados Unidos. Ele afirmou que fará uma grande auditoria em todos os aplicativos que estão hospedados no Facebook para evitar novos vazamentos ou distribuição de dados dos usuários sem o claro consentimento das pessoas:

– Vamos trabalhar duro para que isso nunca ocorra novamente.

Gaguejando muito e falando de maneira acelerada, Zuckerberg disse ainda que errou ao confiar na Cambridge Analytica, ao crer que eles haviam deletados estes dados em 2015, depois que ele foi alertado do episódio por uma reportagem do “The Guardian”. Ele disse que notificará a todos os 50 milhões de afetados pelo episódio individualmente.

Em outra entrevista exclusiva, dessa vez à revista “Wired” – que foi publicada também nesta noite – Zuckerberg esclarece que o Facebook estará realizando 15 mudanças tecnológicas e de procedimentos para garantir mais segurança aos dados dos usuários.

Ao “New York Times”, o fundador do Facebook disse que fará, em qualquer aplicativo que descobrirmos que tenha alguma atividade suspeita, “uma auditoria completa” para impedir este tipo de acesso novamente. Questionado sobre quantos aplicativos do Facebook serão vistoriados, Zuckerberg não titubeou:

– Será algo na casa dos milhares – disse ele, afirmando que contratará pessoal especial para estas fiscalizações.

Ao ser perguntado se está preocupado com o movimento de pessoas que defendem o fim das contas dos usuários do Facebook e o boicote à rede social, Zuckerberg minimizou esta ameaça:

– Eu não acho que tenhamos visto um número significativo de pessoas deixando suas contas, mas, você sabe, isso não é bom. Eu acho que é um sinal claro deste grande questionamento das pessoas sobre a confiança, e eu entendo isso. E se as pessoas excluem o aplicativo ou simplesmente não se sentem bem em usar o Facebook, esse é um grande problema que acho que temos a responsabilidade de corrigir.

Zuckerberg afirmou que não prevê mudanças no modelo dos negócios do Facebook, no qual a rede fornece dados para ajudar os anunciantes e desenvolvedores a melhor direcionar potenciais clientes. Ele descartou um modelo em que os usuários pagassem assinatura para usar o Facebook.

– Esta é uma questão muito importante. O tema do modelo de anúncio que é realmente importante é que ele se alinha com a nossa missão, que é construir uma comunidade para todos no mundo e aproximar todo o mundo. E uma parte muito importante disso é fazer um serviço que as pessoas possam pagar. Muitas pessoas, depois de passarem do primeiro bilhão de usuários, não podem pagar muito. Portanto, ficar livre de cobranças em um modelo de negócio apoiado por anúncios acaba sendo muito importante e em linha (com nossa missão).

A linha das duas entrevistas seguiu o texto que ele publicou na tarde desta quarta-feira em sua conta no Facebook, em que admitiu pela primeira vez os erros da empresa e afirmou que que houve uma “quebra de confiança” entre o Facebook e seus usuários.

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Facebook anuncia que vai mostrar mais posts de amigos e familiares, e menos de marcas e empresas

Fundador da rede social, Mark Zuckerberg explicou que mudança vai priorizar a interação entre as pessoas. Alteração irá afetar posts, vídeos e fotos a partir das próximas semanas.

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Post de Mark Zuckerberg anunciando mudanças no feed do Facebook (Foto: Reprodução/Facebook)

O Facebook anunciou nesta quinta-feira (11) uma mudança na forma como os feeds serão exibidos, priorizando postagens de amigos e parentes, em vez de posts e notícias postadas por empresas, marcas, mídia e celebridades.

Segundo o fundador e diretor-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, a intenção é maximizar a quantidade de conteúdo com “interação significativa” que as pessoas consomem. Postagens de empresas, marcas e mídia aparecerão menos para priorizar a interação entre amigos e familiares.

A alteração irá afetar posts, vídeos e fotos exibidos nos perfis dos mais de dois bilhões de usuários da rede social e deve começar a ser percebida já nas próximas semanas. Segundo Zuckerberg, o Facebook estudou intensamente qual tipo de postagem tem “estressado ou prejudicado” os usuários.

“Pesquisas mostram que fortalecer nossos relacionamentos melhoram nosso bem-estar e felicidade”, diz Zuckerberg no comunicado em que anuncia a mudança. “Mas recentemente tivemos um retorno de nossa comunidade de que conteúdo público – posts de empresas, marcas e mídia – está consumindo os momentos pessoais que nos levam a nos conectar mais uns com os outros”.

Segundo o fundador da rede social, as mudanças levarão o Facebook de volta às raízes, ao manter as pessoas conectadas e interagindo entre si.

“Construímos o Facebook para ajudar as pessoas a permanecerem conectadas e nos aproximaremos das pessoas que são importantes para nós. É por isso que sempre colocamos amigos e familiares no centro da experiência. A pesquisa mostra que o fortalecimento de nossos relacionamentos melhora nosso bem-estar e felicidade”.
Mas, recentemente, recebemos comentários da nossa comunidade de conteúdo público – postagens de empresas, marcas e meios de comunicação – estão excluindo os momentos pessoais que nos levam a conectar mais um com o outro.

Ele reconhece que o tempo que os usuários gastam na rede social poderá inclusive diminuir, mas afirma que este terá um valor maior.

“Por exemplo, há muitas comunidades fortemente unidas ao redor de programas de TV ou times esportivos. Vemos pessoas interagindo mais em relação a vídeos ao vivo do que aos comuns. Algumas notícias ajudam a iniciar conversas sobre temas importantes. Mas com muita frequência hoje, assistir a um vídeo, ler notícias ou receber a atualização de uma página é apenas uma experiência passiva.
Agora, quero ser claro: ao fazer essas mudanças, espero que o tempo que as pessoas passam no Facebook e algumas medidas de engajamento sejam reduzidos. Mas também espero que o tempo que você passa no Facebook tenha mais valor. E se fizermos a coisa certa, acredito que será bom para nossa comunidade e para nossos negócios em longo prazo também”, acrescenta.

Segundo comunicado do Facebook, essas interações podem ser compartilhamentos, comentários, mensagens, reações ou curtidas em conteúdo. “Valorizaremos mais interações entre pessoas como comentários, compartilhamentos e mensagens do que reações e curtidas. Figuras Públicas e Páginas podem criar conteúdo que levem as pessoas a ter interações sociais significativas. Mas posts de amigos terão um peso maior.”

Os usuários que desejarem poderão continuar visualizando as postagens de páginas que já seguem com prioridade, desde que alterem suas preferências para selecionar seus favoritos. Desta forma essas páginas passam (ou continuam) a ser exibidas em posições superiores no feed.

O Facebook diz ainda que páginas cujos posts não costumam receber muitas reações ou comentários sentirão uma queda maior em seu alcance, mas que aquelas que produzem conteúdo que gere “conversas entre amigos” certamente sentirão menores efeitos.

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