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Agricultura

Lei que proíbe caça do javaporco preocupa produtores de São Paulo

Javaporco não têm predadores naturais no Brasil e traz grandes prejuízos ao meio ambiente e à produção rural.

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Lei que proíbe caça do javaporco preocupa produtores de São Paulo (Foto: Reprodução/TV TEM)

O javaporco é um animal híbrido, resultado do cruzamento do porco doméstico e do javali. Ele invade lavouras e destrói o que encontra pela frente. O agricultor Claudemir Trevelim planta milho em Araçatuba (SP) e calcula que 20% da lavoura foi perdida devido ao ataque desses animais.

Uma nova lei no estado de São Paulo, que proíbe todo e qualquer tipo de caça, chega trazendo insegurança e preocupação aos produtores. Há o temor de que, sem a caça e nem predadores naturais, a população de javaporcos saia do controle, gerando mais problemas.

Agrônomo há 40 anos, Sérgio Paoliello conta que não se lembra de ter enfrentado invasores tão resistentes como os javaporcos. A cerca do sítio dele era simples, mas passou por adaptações para tentar evitar o ataque dos animais. São três arames elétricos, dois farpados e estacas para fixar os fios.

Sérgio lembra que o custo é alto. Para proteger a área de 30 hectares foi necessário desembolsar pelo menos R$ 30 mil.

A lei estadual sancionada em junho proíbe a caça em qualquer modalidade, e para qualquer finalidade, de animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos e seus híbridos.

A caça ao javaporco foi autorizada pelo Ibama em 2013. Esse animal está presente em 15 estados do país. A lei paulista vem gerando questionamentos na Justiça.

Agricultura

Redução da dose da vacina contra aftosa valerá a partir de maio

Com a mudança de 5 ml para 2 ml, a expectativa é de que diminua a ocorrência de reação nos animais.

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Assessoria
Redução da dose da vacina contra aftosa valerá a partir de maio

A vacina contra a febre aftosa vai ter sua dose reduzida de 5 ml para 2 ml na primeira etapa de vacinação de bovinos e bubalinos, que será realizada a partir de maio, na maioria dos estados brasileiros. Diego Viali dos Santos, chefe da Divisão de Febre Aftosa e outras Doenças Vesiculares (Difa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lembra que nessa primeira etapa de vacinação do ano, a grande maioria do país vai imunizar todo o rebanho, conforme calendário de vacinação disponível em www.agricultura.gov.br/febreaftosa.

Apenas no Acre, Espírito Santo e Paraná a dose será aplicada apenas em animais jovens (de até 24 meses de idade). O estado do Amapá, devidos a suas condições peculiares, realiza a vacinação anualmente somente no segundo semestre. A mudança da dose está prevista no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que deverá culminar com a retirada total da vacinação no país prevista até 2021.

A expectativa de Diego Viali dos Santos é de que com a redução da dosagem, ocorram menos reações nos animais (caroços, inchaço). Além disso, com frascos menores, as vacinas ocuparão menos espaço, facilitando o transporte e reduzindo o custo de refrigeração. “Os laboratórios produtores possuem estoque suficiente do novo produto para atender à demanda dos criadores”, afirmou.

O ministério preparou um manual para fiscalização do comércio de vacinas contra a febre aftosa, atualizando a publicação de 2005. A versão digital, contendo orientações aos Serviços Veterinários Estaduais e aos distribuidores sobre a qualidade exigida ao produto deverá ser disponibilizada nesta semana.

Cuidados com as vacinas

  • Compre as vacinas somente em lojas registradas.
  • Verifique se estão na temperatura correta: entre 2° C e 8° C.
  • Para transportá-las, use uma caixa térmica, coloque três partes de gelo para uma de vacina e lacre.
  • Mantenha a vacina no gelo até o momento da aplicação. Escolha a hora mais fresca do dia e reúna o gado. Mas lembre-se: só vacine bovinos e búfalos.
  • Durante a vacinação, mantenha a seringa e as vacinas na caixa térmica e use agulhas novas, adequadas e limpas. A higiene e a limpeza são fundamentais para uma boa vacinação.
  • Agite o frasco antes de usar e aplique a dosagem certa em todos os animais: 2 ml.
  • O lugar correto de aplicação é a tábua do pescoço, podendo ser no músculo ou embaixo da pele. Aplique com calma.
  • Lembre de preencher a declaração de vacinação e entregá-la no serviço veterinário oficial do seu estado juntamente com a nota fiscal de compra das vacinas.
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Agricultura

Coopershow deve atrair mais de 6 mil pessoas a partir desta quarta-feira em Cândido Mota

O evento começa todos os dias às 8h30 e termina às 18h, no Campo de Difusão de Tecnologia da Coopermota, em Cândido Mota.

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De O Diário do Vale
Coopershow deve atrair mais de 6 mil pessoas a partir desta quarta-feira em Cândido Mota

A 13ª Coopershow começa às 8h30 desta quarta-feira, dia 23, e segue até a próxima sexta-feira (25). O evento começa todos os dias às 8h30 e termina às 18h, no Campo de Difusão de Tecnologia da Coopermota, em Cândido Mota. Está prevista grande quantidade de exposições e palestras, para oferecer aos visitantes a atualização de informações sobre o agronegócio.

O evento, utilizado para a apresentação de diversos experimentos com trabalhos sobre as culturas de milho, soja, mandioca, banana, cana-de-açúcar, trigo, adubação verde, é sobretudo um espaço para exposição e comércio de modernos equipamentos, todos fundamentais para a expansão da tecnologia no campo.

Durante a Coopershow, serão apresentados vários ensaios que envolvem o controle de ervas daninhas, técnicas de manejo pós-colheita, análise de nutrição de plantas, levantamento de pragas emergentes, rotação de culturas. Por meio dessas iniciativas a Coopermota intensifica o trabalho de repassar a tecnologia para os agricultores e ainda oferecer oportunidades para que eles possam diversificar a propriedade com atividades que garantam boa rentabilidade. No recinto, as culturas, o solo e o clima reproduzem características das propriedades rurais da região, de forma que as tecnologias indicadas são adaptadas à realidade regional.

Em uma área de 14,5 hectares, o Campo de Difusão possui espaço para a realização de palestras, vendas de produtos, exposição de máquinas e implementos, além de exposições e alimentação. Em um auditório são disponibilizadas palestras no período da tarde, organizadas junto à empresas parceiras da cooperativa, que apresentam diferentes abordagens sobre tecnologias variadas voltadas ao setor.

No pavilhão de animais haverá peixes, cavalos, carneiros e bois em exposição. A Associação Paulista de Criadores de Ovinos, a Aspaco’, fará julgamento de classificação na quarta feira, dia 23; na quinta feira, dia 24 e na sexta feira, dia 25, sempre a partir das 9h. A Loja Coopershow terá a comercialização de calças, botinas, roçadeiras, motocultivadores, chapéus e vale almoço. O setor agrícola terá plantio de culturas para a demonstração de insumos, sementes e híbridos, com análise do comportamento de desenvolvimento aplicado à realidade regional. O setor de máquinas apresentará exposições de tratores, colheitadeiras, pivô de irrigação, implementos agrícolas utilizados no campo. No pavilhão comercial, estarão empresas dos setores financeiro, peças, lubrificantes e equipamentos.

Já no ‘Quintal Coopershow’ acontecerão exposições de produtos alimentícios artesanais, de produtos manuais, demonstração de trabalhos em madeira, exposição de produtos da Associação de Bananicultores de Palmital, exposição de trabalhos da Flora Vale, oficinas de cultivo de mudas, exposição de empresas ligadas ao setor de hortifruticultura, tanque com aplicação de geomembrana.

Os visitantes terão à disposição dentro do recinto uma lanchonete, com salgados, doces e bebidas, com música ao vivo, além de um restaurante, que ficará aberto todos os dias do evento, das 12h às 14h. E todos os visitantes poderão acompanhar tudo o que estiver acontecendo pela rádio interna ‘O Campo’, que terá músicas, informação e divulgação sobre os expositores. A Coopershow pode ser considerada uma ‘vitrine de tecnologia agrícola’ para todo o interior de São Paulo e do Brasil.

A programação
A programação de eventos durante os três dias da Coopershow foi definida pela organização. Nos dias 23, 24 e 25 haverá palestras, oficinas de artesanado, exposições.
• Dia 23
– 9h: No Quintal Coopershow: Oficina de artesanato – Apta Marildes
Trabalho de artesanatos com escamas de peixe oferecido pela Apta/Marília. A oficina será realizada durante todo o dia. Oferta de certificado.
– 11h: Auditório: Embrapa
Manejo de plantas daninhas em pré e pós emergência na cultura da soja e do milho – Fernando Storniolo Adegas
– 13h: Auditório Coopershow: Sices
Energia solar – A economia na sua propriedade rural. (Lucas Troya)
– 14h: Auditório Coopershow: Superbac
Microbiologia do Solo (Alessandra Rigotto)
– 15h
Auditório Coopershow: Nideira

Coopershow deve atrair mais de 6 mil pessoas a partir desta quarta-feira em Cândido Mota

Coopershow deve atrair mais de 6 mil pessoas a partir desta quarta-feira em Cândido Mota

Coopershow deve atrair mais de 6 mil pessoas a partir desta quarta-feira em Cândido Mota

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Agricultura

Sempre mais chuvosa, região de Assis tem cana sofrendo com a baixa umidade e Raízen Tarumã já anunciou atraso na safra

Raízen avisou fornecedores que começará moagem só dia 22 de abril, já prevendo que a cana precisará de mais tempo para melhor se desenvolver, naturalmente contando com a voltas das chuvas. Mato competição e insetos aumentam e jogam mais custos sobre os produtores.

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Do AssisNews
Sempre mais chuvosa, região de Assis (SP) tem cana sofrendo com a baixa umidade e Raízen Tarumã já anunciou atraso na safra

A região de Assis (SP) vem sofrendo com a baixa umidade e com isso os produtores de cana acreditam que haverá um atraso na Safra 2019/2020.

De acordo com Sylvio Ribeiro do Valle Mello Jr – Presidente da Assocana, em dezembro de 2018 houve uma média aproximada de apenas 100 milímetros de chuva, o que é considerado muito pouco, já que o mínimo seria 200 milímetros. Ainda segundo Sylvio, do início de janeiro até o momento choveu cerca de 100 milímetros.

Ele acredita ainda que há possibilidade de atingir um bom patamar de chuva. “Se a coisa melhorar a gente ainda pode atingir um nível bom pro mês de janeiro, agora, no ano passado choveu muito em janeiro, cerca de 400 milímetros, mas ficou nublado o mês inteiro e também acabou afetando a cana de açúcar.” explica.

Sylvio conta ainda a necessidade da umidade com o calor intenso. “Agora nossa região está com essa luminosidade, muito calor, então quando chove 20 milímetros e fica cinco dias sem chover já está faltando e com esse calor intenso e essa luminosidade era pra ter 20 milímetros dia sim, dia não.”

Segundo o presidente da Assocana está havendo atraso no desenvolvimento dos canaviais e com isso a Raízen, unidade de Tarumã, já comunicou que começará moagem só dia 22 de abril, quando normalmente o início é em 10 de abril.

 

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