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Você descobre que seu filho (a) adolescente está experimentando drogas. O que fazer?

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Você descobre que seu filho (a) adolescente está experimentando drogas.
O que fazer? Primeiro: não entre em pânico. Não importa quanto você tenta evitar que seu filho experimente álcool ou outras drogas, ele pode decidir fazê-lo de qualquer forma. Se você suspeitar que seu filho esteja usando drogas, fale com ele ou ela antes que o problema fique pior. Aqui estão algumas sugestões para ajudá-lo a conversar com seu adolescente:

Permaneça equilibrado. O mais importante é não agir com raiva ou entrar em pânico. Considere suas opções e se informe para ter uma conversa produtiva. Não perca tempo com sentimentos de culpa ou culpando outros.

Tome uma atitude. Não despreze o assunto como se não fosse importante. Converse com seu filho (a). Como pai ou mãe, você tem o direito de dizer ao seu filho que não aprova que ele consuma álcool ou outras drogas. Dedique tempo para conversar em família em um lugar particular. Pense sobre a conversa, planeje o que vai dizer e escolha um momento em que esteja preparado para enfrentar o desafio. Certifique-se de que seu filho está sóbrio: nunca confronte um adolescente quando ele (a) estiver sob a influência do álcool ou de drogas.

Faça questionamentos, tente obter informações sobre o que está acontecendo diretamente do seu filho (a) e dê-lhe oportunidades para se explicar. Mostre sua preocupação. Faça perguntas sobre relacionamentos com novos amigos, atividades, trabalho ou escola. Se tiver sorte seu filho será honesto e dirá o que realmente está acontecendo para que você possa responder apropriadamente. Se um adolescente insiste que não está usando drogas, considere pedir que ele confirme isso com um exame.

Descubra quando, onde e por quê. Se o seu adolescente admitir ter experimentado álcool ou drogas, descubra tudo que puder sobre as circunstancias de uso. Foi um caso isolado? O uso é frequente? Com quem o seu filho está usando? Onde está usando? Quem fornece o álcool ou as drogas? Tente ser compreensivo sobre os erros de seu filho para que ele se sinta confortável em se comunicar com você.

Transmita uma mensagem clara de “não usar“. Defina limites claros. Seja claro sobre os perigos do uso das drogas e como isso afeta toda família. Fale sobre os riscos, os danos por toda a vida e as consequências do uso de drogas sobre a saúde. Mesmo que esteja tentado a mencionar as suas próprias experiências com álcool ou drogas, não o faça. Seu adolescente pode interpretar isso como prova que este comportamento é aceitável ou inofensivo. No entanto, se você próprio está em reabilitação, talvez queira compartilhar suas experiências e descrever como conseguiu superar o vício.

 Acompanhe o comportamento de seu filho. Continue a monitorar as alterações comportamentais do seu adolescente após a suspeita de uso de drogas. Se o seu adolescente admitiu o uso de drogas, você deva limitar a sua mesada, seu acesso aos meios de transporte e suas atividades de lazer.

Eduque-se. Descubra o que os adolescentes na sua comunidade estão usando. Aprenda as gírias para os nomes de drogas. E informe-se sobre grupos de suporte e opções de tratamento na sua comunidade. Incentive uma vida saudável. Para ajudar seus filhos a levarem uma vida sóbria e saudável, os pais devem conduzi-los a atividades e amigos saudáveis e incentivá-los a conversar abertamente sobre suas preocupações.

Fale com um profissional (psicólogo ou psiquiatra). Se você desconfia que o problema seja maior do que a experimentação, marque uma hora para seu filho ser avaliado por um profissional de tratamento de abuso de drogas. Se o tratamento for necessário, seu filho deve compreender que o tratamento não é uma punição, mas sim uma maneira adulta de resolver problemas prejudiciais a ele e à família.

Informe-se sobre programas locais de tratamento. Conheça a proposta do AMOR EXIGENTE (em Assis Rua Barão do Rio Branco, 250, toda quinta feira às 20 horas). Também pode procurar o serviço municipal de saúde mental (CIAPS). Toda escola deve ter um coordenador ou profissional de abuso de drogas que poderá indicar programas de tratamento.

Valmir Dionizio – Voluntário do Amor Exigente – Formado em Educação Física, 2º. Tenente da Policia Militar, Técnico em Radiologia Médica e Vereador.

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Decoração de Halloween…

Por Carlos R. Ticiano.

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Como todo final de semana, Fábio e Lívia costumam ir ao shopping para passear. Logo na entrada, ficaram surpresos e espantados com uma decoração de Halloween. Todas as lojas e corredores do shopping estavam ornamentados com faixas decorativas, chapéus de bruxas, cartazes de caveiras, baldes de travessuras, caldeirões no formato de abóbora, teias de aranha, máscaras de bruxas, óculos de morcego, bandeirolas de caveiras, morcegos e abóboras…

Na praça de alimentação não foi diferente. Sobre as mesas, havia uma abobora esculpida, iluminada com luz de led; dependurado no teto, morcegos de asas abertas; fixado nas colunas, cartazes de bruxas e suas inseparáveis vassouras. O que você acha disso Lívia? Acho desnecessário, mas a garotada gosta e os estabelecimentos comerciais aderem! Indignado com o visual Fábio exclamou: que coisa mais pavorosa!

Poderiam decorar com outras temáticas, destas tantas que existem no Brasil. Esta decoração em particular, assusta-me! Fico imaginando se um destes morcegos resolva sair voando e venha pousar sobre a nossa mesa; se uma dessas bruxas resolva sair do cartaz e venha sentar-se conosco para conversar; se esta abobora sobre a mesa, resolva abocanhar o meu filé com fritas e beber da minha coca-cola.

Lívia não resistiu, soltou uma gargalhada diante dos comentários e continuou almoçando, ignorando a decoração do ambiente. Fábio entre uma garfada e outra, ficava olhando para todos os lados, como que assustado com o cenário. Não seria o caso, por exemplo, argumentou Fábio, de valorizarmos o folclore brasileiro, com os personagens do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato?

Fazendo uma decoração voltada para os personagens do sítio; com Emília,Visconde de Sabugosa, Cuca, Marquês de Rabicó, Conselheiro (burro falante), Quindim, Iara, Pesadelo, Príncipe Escamado, Doutor Caramujo, Dona Aranha, Saci-Pererê e tantos outros. Deixando de lado um pouco estes personagens folclóricos do exterior que não acrescentam nada a nossa cultura.

Já consolado e adaptado com o clima sombrio de Halloween, Fábio resolveu brincar com Lívia e se saiu com esta: Querida! Não olhe agora, não se mecha, fique calma e não faça nenhum movimento brusco. O que foi Fábio? Vem vindo em sua direção, um garoto pulando em uma perna só, com um gorro vermelho na cabeça e um cachimbo na boca. Oh meu Deus! O que eu faço? Invoque o Padre Quevedo e diga com fé: Isso non ecziste!…

Lívia olhou desconfiada para os lados e não viu nada. Os dois riram com gosto, no que foram acompanhados pelos que estavam mais próximos, como que tivessem aprovado não só a brincadeira, como a sugestão da decoração, com personagens brasileiros.

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Aumento do dólar: veja como minimizar os impactos

Por Reinaldo Domingos.

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Aumento do dólar: veja como minimizar os impactos (Foto: Sergio Moraes / Reuters)

Mesmo com uma leve queda na última sexta-feira, o preço do dólar acumulou uma alta de 8,45% no mês de agosto. Essa é a maior valorização mensal desde setembro de 2015 e todo esse aumento impacta diretamente no bolso do brasileiro.

Para o educador financeiro, Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista, é o momento de ter cautela e principalmente paciência para não ficar no prejuízo. “É claro que os preços assustam, mas é preciso pesquisar em diversos locais para conseguir um bom negócio. Algumas empresas já oferecem o parcelamento da compra de dólar em espécie no cartão de crédito com IOF mais barato. Essa pode ser uma estratégia interessante”, afirma.

Além disso, o educador lembra que ainda existe a possibilidade de negociar a compra de dólares com amigos ou parentes que tenham viajado para o exterior e ainda tenham o dinheiro. “Nesse caso é possível achar um meio termo no valor para que fique vantajoso para ambas as partes, por isso sempre busque pessoas da sua confiança”, alerta.

Veja abaixo os quatro principais impactos da alta do dólar para as finanças:

Competitividade entre as empresas

Os impactos tendem a ser positivos para empresas e indústrias nacionais, já que com a alta do dólar a competitividade das vendas é estimulada.

Já para as empresas importadoras, que compram seus produtos do exterior em dólar, há um encarecimento em todo o processo, o que, irremediavelmente, acaba sendo repassado para o consumidor final.

Aumento dos preços em geral

O aumento do dólar gera um aumento na inflação de modo geral, já que matérias-primas de produtos consumidos largamente no Brasil – como o trigo para o pãozinho, por exemplo – passam a custar mais caro.

Logo, o encarecimento de produtos e serviços diminui o poder de compra do brasileiro. Não se trata de um momento para pânico, mas é preciso considerar que a inflação e o desemprego também batem à porta.

O melhor a fazer é reunir a família e rever as despesas diárias e mensais, para viver em seu real padrão de vida. Infelizmente, muitas gastam mais do que ganham e não têm estrutura financeira para suportar variações econômicas.

Rentabilidade dos investimentos

Para quem tem investimentos atrelados ao dólar ou compra a moeda americana propriamente dita, a alta possibilita um aumento de ganhos. O mesmo vale para quem tem ações em grandes exportadoras.

Contudo, a instabilidade econômica entre China e Estados Unidos é um importante fator a ser considerado. Antes de tomar qualquer decisão, é válido buscar a assessoria de um especialista, evitando agir por impulso.

Encarecimento de viagens internacionais

Para quem está pensando em viajar para o exterior, o momento é de cautela e de conscientização. Afinal, o aumento nos preços se dá já das despesas básicas, como com passagens, hospedagens e uso de cartões de créditos internacionais.

Com o dólar turismo nas alturas, os valores podem aumentar muito: entram na conta passeios não comprados com antecedência, além é claro do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) do cartão de crédito internacional, que atualmente passa de 6%, sendo essa uma das piores opções para quem quer fazer compras no exterior.

Caso a pessoa ou família não tenha feito um planejamento prévio, orçando todos os custos e poupando mês a mês para realizar este sonho com tranquilidade financeira, o ideal é deixar a viagem para um outro momento.

O Autor

Reinaldo Domingos

Reinaldo Domingos é PhD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Empreender Vitorioso e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.

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As quentinhas de Teresa…

Por Carlos R. Ticiano.

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As quentinhas de Teresa...

Teresa é uma mulher batalhadora, como professora do ensino primário, conseguiu criar seus dois filhos, após ficar viúva de forma precoce. Miguel, já casado, formado em advocacia, sempre liga para saber notícias da mãe. Fátima, sua filha, cursa a faculdade de nutrição e trabalha em uma indústria alimentícia.

Aposentada, não consegue ficar parada, levando uma vida ociosa. Com o incentivo da filha, resolveu iniciar a produção de “quentinhas”, considerando que ela adora cozinhar. Duas vezes por semana, Teresa vai até o supermercado mais próximo, distante umas seis quadras da sua casa, para fazer suas compras. Como ela mesma diz: uma pernada e tanto…

Para sua surpresa, ficou sabendo que iria abrir um mercadinho próximo de sua casa. Que beleza! Exclamou Teresa. No dia da inauguração, foi conhecer o estabelecimento. Desapontada, como as demais clientes, diante da escassez de produtos, exclamou: isto é um mercadinho ou um final de feira? Manoel passou a mão no bigode, ajeitou o suspensório e disse: Opa! O que procuras que não encontraste? Tudo! Respondeu Teresa. Vejo apenas batata, cenoura, cebola! Onde está o tomate, a alface, o almeirão?

São produtos muito “perecíveis”, argumentou Manoel. Para mim não serve! Respondeu Teresa. Vou ter que continuar a freqüentar o supermercado do bairro, pelo fato de fazer quentinhas diariamente. Diante de tal resposta, Manoel ficou pensando em como melhorar o estoque e servir à futura e distinta cliente. Volte amanhã! Retrucou o português.

Diante do impasse, na manhã seguinte, foi até o Ceasa e abasteceu seu mercadinho com tudo e mais alguma coisa que Teresa queria. Contratou um rapaz, que de posse de um alto-falante, passou a anunciar: Olá donas de casa! Em especial a senhora Teresa! Estamos esperando por suas visitas! Da sua casa, Teresa ouviu seu nome e saiu no portão para ver o que estava acontecendo.

Surpresa com o movimento foi até lá e surpreendeu-se ao ver a variedade e os preços dos produtos oferecidos. Pegou um cestinho e tratou de comprar tudo que estava precisando. Ao sair, foi agraciada por Manoel com uma caixa de morangos, em agradecimento pela incitação que lhe dera. E acrescentou: faço gosto de saborear qualquer dia desses, uma quentinha feita por você.

Diante de tal galanteio, Teresa mandou entregar-lhe uma quentinha na hora do almoço. Desse dia em diante, iniciou-se um discreto flerte, a ponto de Manoel enviar-lhe no dia do seu aniversário um buquê de rosas com um cartão: “Os sonhos não são “perecíveis”, mas sim belos e eternos”. Iniciou-se então, um recatado namoro entre eles, a ponto dos filhos começarem a acompanhar de perto aquele chamego, por acharem que Manoel está interessado em ampliar seu mercadinho, visando o legado de Teresa.

Indiferentes a tudo, eles estão felizes e o romance caminha para um final feliz. Com direito até a uma viagem a Portugal, para uma provável lua de mel, na romântica cidade do Porto; com um belo passeio pelo rio Douro. Ora, pois! Será que os filhos vão consentir?…

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