Representatividade legítima

Tem gente até dizendo que foi convidado por mais de 4 partidos para ser candidato. Mas quando é que vão aprender a perguntar primeiro se o povo quer?

Advogado João Carlos Merlim

A pouco mais de um ano das próximas eleições, estamos assistindo todo tipo de manobra e articulações para escolha e indicações de possíveis nomes para a disputa dos cargos que estarão disponíveis.

A nível nacional o PSB rompeu com o Governo para dar vida a idéia de ter candidato próprio ao Palácio do Planalto.

Em Assis não é diferente. Já estamos vendo na mídia a tentativa de alguns pretensos candidatos se colocando com o salvação da lavoura, como se fosse o último dos remédios para falta de representantes de nossa cidade junto a Assembléia Legislativa e Camara Federal.

Tem gente até dizendo que foi convidado por mais de 4 partidos para ser candidato.
Mas quando é que vão aprender a perguntar primeiro se o povo quer?

A forma impositiva como tem sido utilizada por algumas pessoas e grupos nos afasta cada vez mais do sonho de voltarmos ter nossos autênticos representantes das aspirações populares.

E uma coisa é fato: não adianta ter um montão de dinheiro para a campanha se não tiver o carísma e da população. Essa história de “enfiar goela abaixo” não funciona mais. O coronelismo está fora de moda.

É hora de nos unirmos em torno de nomes que sejam de fato aceitos pelos eleitores naturalmente, não “na marra” com vem se tentando. Se dinheiro comprasse tudo não teriamos tantas pessoas infelizes nesse mundo. Voce pode até comprar o palhaço, mas a alegria não.

O momento requer inteligência e coerência: tomar cuidado com pessoas que tentam usar entidades de classee grupos empresarias como tranpolim para suas vaidades e pessoas. Já sabemos que isso está acabando com o nosso povo e País.
Com a palavra a democracia.

João Carlos Merlim.
Advogado. oab/sp 183.873

VEJA TAMBÉM

Carlos R. Ticiano

Guerras & Epidemias…

#MAIS LIDAS DA SEMANA