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Viva relacionamentos reais!

Por Camila Couto.

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Existe jeito certo de se relacionar? Já falamos inúmeras vezes sobre não existir regras ou receitas para se construir e manter um bom relacionamento. No entanto, muitas de nós ainda têm o hábito de comparar seus relacionamentos com todos os outros que veem por aí: sejam de amigas, de parentes e até mesmo de famosos! Primeira observação: não existe uma fórmula, um jeito certo de se relacionar. Segunda observação: quem está de fora nunca tem a verdadeira dimensão do que se passa dentro de um relacionamento, especialmente daqueles que só acompanhamos pelas redes sociais. Então, não se engane. Não existe relação perfeita, nem casal perfeito. Vivemos aquilo que de alguma forma atraímos e de que precisamos para aprender, amadurecer e evoluir.

É verdade que os meios de comunicação social nos bombardeiam o tempo todo com exemplos de relacionamentos perfeitos. Mas quando alimentamos expectativas desproporcionais e acreditamos em modelos irreais de comportamento, a chance de nos decepcionarmos é enorme e os fantasmas emocionais passam a nos rondar mais de perto. Desconfiança, ciúme, insegurança, muitos desses sentimentos poderiam ser banidos da nossa vida se deixássemos de olhar a “grama da casa ao lado”. A tendência é sempre achar que a nossa não é tão verde.

Quando olhamos de fora para os casais com os quais não temos muito contato, tudo parece melhor, mais bonito e até mais romântico. Esse é um olhar superficial, de uma imagem que muitas de nós procuram passar para o meio social: a de  não ter problemas, principalmente conjugais. Estamos ainda engatinhando quando o assunto é viver a nossa verdade. Por outro lado, normalmente conhecemos muito bem os desafios, os perrengues e as crises pelas quais nossa melhor amiga enfrenta com o parceiro, não é verdade? Pois a intimidade entre amigas faz com que sejamos mais reais e mais verdadeiras umas com as outras.

E assim é a vida real, assim são os seres humanos reais e os relacionamentos reais: repletos de dificuldades, momentos de tensão, crises existenciais. Mas não por isso deixam de ser belos. O importante é que sejam reais e verdadeiros. Há casais que moram em casas separadas ou que dormem em quartos separados. Há aqueles que vivem grudados, inclusive no trabalho. Há casais que fazem tudo juntos e os que têm atividades totalmente diferentes. E todos eles podem ser felizes quando entendem que, independentemente do “como”, é a vontade de compartilhar a vida que tem que falar mais alto. Por isso, não se preocupe tanto com modelos de relacionamentos que existem por aí. Viva a sua verdade, individual e a dois. Aposte no sentimento, no romance, nas coisas que unem vocês. O resto é irrelevante.

Por isso é tão importante nos conhecermos, tão fundamental alimentar nossos valores e criar bases sólidas para nossa segurança emocional. Quando perdemos o medo de ser quem somos e o medo de ser julgadas, tudo fica mais leve e se relacionar se torna muito mais fácil. O que faz você feliz? De que jeito você quer viver um relacionamento a dois? Você quer seu relacionamento seja sinônimo de perfeição ou de realidade? As respostas a essas perguntas são fundamentais para você ter a certeza de que vive ou não vive um bom relacionamento. E elas estão dentro de você.

A autora

Camilla Couto

Camilla Couto é Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos. Criadora/ autora do Blog das Amarildas e fundadora do PAR – Programa Amarildas de Relacionamentos. Orientadora emocional, Terapeuta Floral (TF-153-17/SP) e Contoterapeuta, viveu durante 8 anos no exterior conhecendo diferentes culturas e comportamentos. No blog amarildas.com.br, compartilha seus estudos sobre amor, relacionamentos e dependência emocional – com o propósito de promover mais entendimento sobre esses temas e de incentivar as mulheres a se amarem e valorizarem cada vez mais.

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Como resolver o problema de comunicação com o cliente?

Por Alexandre Azzoni.

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Alexandre Azzoni

Em um mundo no qual milhares de informações são trocadas por minuto com apenas alguns cliques no smartphone, as empresas receberam o desafio de promover uma comunicação assertiva e esclarecedora com os seus clientes.

Apresentamos essa situação como um desafio por conta do panorama da comunicação entre os clientes e as marcas. Segundo pesquisa realizada pela Accenture com base em dados colhidos em um estudo inédito que ouviu 24.000 pessoas de 33 países, 1.300 delas do Brasil, por atender mal, as empresas brasileiras, juntas, perderam cerca de US$ 217 bilhões somente em 2015. Esse prejuízo aconteceu devido à migração dos clientes para a concorrência em busca de melhores serviços.

Para auxiliar as empresas que buscam resolver o problema de comunicação com o cliente, reunimos neste artigo dicas de ferramentas e ações que ajudarão a aprimorar o serviço e atrair e reter os consumidores. Não perca!

Plataforma multicanal é aliada para melhorar a comunicação com o cliente

Os consumidores atuais apresentam um perfil bastante dinâmico e exigente. Por isso, atendê-los pode ser um desafio para as empresas que ainda não investem em recursos tecnológicos que podem ser seus grandes aliados no processo de comunicação com o consumidor.

A plataforma de atendimento multicanal, por exemplo, é essencial nos dias de hoje, pois é um sistema que dá aos clientes autonomia para que eles escolham o canal que querem ser atendidos. Bons recursos oferecem atendimento por voz (telefone), SMS, chat, e-mail, WhatsApp com SMS, Voz com SMS, Messenger entre outras redes sociais que podem ser integradas à plataforma.

Deste modo, a sua empresa consegue atender os consumidores em diferentes situações, dando a eles rapidez e mobilidade, aspectos amplamente valorizados pelos clientes e que ajudam no trabalho de retenção.

Ofereça a assertividade que o seu consumidor busca

Mostramos que a plataforma de atendimento multicanal conta com uma variedade de meios que é bastante interessante para os clientes. Além disso, essa ferramenta também oferece a integração dos dados que ajuda a aprimorar a comunicação com o consumidor.

Os melhores sistemas do mercado garantem que o histórico de conversas entre o atendente e o cliente fique armazenado de forma única na plataforma, facilitando o trabalho dos operadores.

Outro ponto importante é que caso o atendimento seja retomado posteriormente em qualquer canal utilizado pela empresa, o histórico do cliente estará atualizado na plataforma. Assim, o operador consegue dar continuidade ao trabalho sem precisar fazer com que o cliente relate todo o seu problema e repita todos os seus dados pessoais.

Essa integração otimiza o trabalho da equipe de atendimento e torna o serviço muito mais assertivo. Como consequência, a empresa terá clientes mais satisfeitos e com grandes chances de voltarem a fazer negócios com a marca.

Resolva o problema da disponibilidade

Uma situação bastante negativa é quando o cliente tenta entrar em contato com a empresa, mas os canais não estão disponíveis. Para evitar essa experiência desagradável, é importante que a companhia escolha uma plataforma de atendimento multicanal que contemple os bots de inteligência artificial e cognitiva.

Além de multiplicar a capacidade da central, reduzindo custos e gerando satisfação aos seus clientes por conta da agilidade, os bots oferecem uma disponibilidade integral, com atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Alexandre Azzoni é sócio diretor da Callflex Sistemas. Está à frente da equipe comercial e de inovação da empresa há 10 anos, desenvolvendo soluções de atendimento inovadoras com inteligência artificial e cognitiva, que interagem com as pessoas por meio de bots e robôs de voz natural,  para o mercado corporativo e de contact centers. Formado em Engenharia Eletrônica pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) e Pós-Graduado em Administração de Empresas pela Escola Superior de Administração e Negócios, possui mais de 25 anos de experiência em telecomunicações.  Já atuou em empresas como Diveo do Brasil Ltda, Furukawa Industrial Ltda e Black & Decker

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Tenho dívidas há mais de cinco anos. O banco ainda pode me cobrar?

Por Diego Carvalho.

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Pergunta do leitor: “Tenho dívidas há mais de cinco anos. O banco ainda pode me cobrar? E se eu tivesse dinheiro investido no Tesouro Direto, o banco poderia penhorar meus investimentos?”. 

Código de Defesa do Consumidor estabelece que os serviços de proteção ao crédito não podem manter o CPF do consumidor registrado nas listas de negativados por mais de cinco anos a partir da data de vencimento da pendência. Após esse período, o seu nome volta a ficar “limpo” e é retirado das listas de negativação. Porém, isso não significa que sua dívida tenha simplesmente sumido.

O que se costuma chamar de “prescrição” da dívida é, na verdade, a perda do direito que o credor tem de propor à ação judicial em face do devedor. Isso quer dizer que, apesar de a dívida continuar existindo, o credor não pode mais exigir o seu cumprimento através de ação judicial, mas pode cobrar de forma extrajudicial. Ou seja, o credor pode, sim, continuar abordando o consumidor para tentar a quitação do débito.

Os prazos de prescrição estão definidos no Código Civil e variam de acordo com a natureza da dívida. No caso das pendências de contratos, como dívidas bancárias de cartões de crédito e financiamentos, o prazo é de cinco anos. Já quando a lei não fixar prazo menor, o prazo é de dez anos.

É importante saber que esse prazo para prescrição é válido apenas se o credor nunca tiver cobrado a dívida judicialmente. A partir do momento em que ele entra na Justiça para cobrar a pendência, o tempo para a prescrição é interrompido enquanto corre a ação. O mesmo vale se você fizer um acordo com o banco e não pagar as parcelas. Nesse caso, o acordo simboliza uma nova pendência e, portanto, o prazo começa a contar do zero novamente.

Com relação aos seus investimentos no Tesouro Direto, a Justiça pode ordenar pedidos de busca de bens e informações online, além do bloqueio, desbloqueio e transferência de valores bloqueados. Desde abril deste ano, os investimentos em renda fixa, como títulos do Tesouro Direto, também podem ser penhorados judicialmente. Aplicações financeiras em bancos, cooperativas de crédito, corretoras e financeiras podem ser bloqueadas.

Apesar disso, esse tipo de ação deve ocorrer antes do prazo de prescrição da dívida. Após esse tempo, essa forma de cobrança é indevida.

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Simplesmente Maria…

Por Carlos R. Ticiano.

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Santuário de Nossa Senhora do Sagrado Coração

A aparição da Virgem Maria, na imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, ocorreu no Rio Paraíba do Sul em 1717. Ao saírem para pescar, na intenção de servir a comitiva do governante das capitanias, que estavam de passagem pelo Vale do Paraíba, Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso, pescaram o corpo de uma imagem e em seguida uma cabeça, que se encaixou com precisão no corpo.

Diante do encontro da imagem, as redes dos pescadores se encheram de peixes. Considerado por todos os moradores um milagre, a devoção foi se espalhando pelas casas do lugarejo. A ponto de construírem inicialmente uma capela, em seguida uma Basílica e atual Santuário Nacional de Aparecida. Considerado o quarto maior santuário do mundo, fica localizado na cidade de Aparecida e atrai milhares de devotos, não só do Brasil, mas até do exterior.

Há quem diga que tudo aconteceu, como sempre acontecem as coisas relacionadas a Deus. De uma forma divina, singela e natural. Nos primórdios, Deus Pai, por obra do Espírito Santo, vem anunciar através do anjo Gabriel a uma virgem da cidade da Galiléia, chamada Nazaré a natividade de um Messias. Uma virgem de nome Maria (Mirian) filha de Anna e Joaquim, que o anjo Gabriel enalteceu dizendo: Alegra-te, cheia de graça! O senhor está contigo. Disse ainda: Não tenhas medo Maria! Porque encontraste graça diante de Deus. Disse então Maria: Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!…

José, seu marido, não querendo difamá-la, pensou em deixá-la secretamente. Mas um anjo do Senhor apareceu-lhe em sonho e disse: Não temas José, em receber Maria por sua esposa, pois o que nela vai se gerado, é obra do Espírito Santo. Ela dará à luz a um filho, a quem você dará o nome de Jesus.

Assim, Maria pode viver a experiência da gravidez, do parto, do amamentar, do acalentar, do ninar, do cuidar e do ensinar. Uma mãe amorosa, preocupada, atenta que diante da situação constrangedora dos noivos, durante uma festa das bodas em Canaã da Galiléia, vê seu filho Jesus, transformar água em vinho, depois do seu pedido de intercessão…

Com tantas devoções e aparições, em diversos lugarejos e países e independente do nome recebido, Maria continua intercedendo pelos excluídos, desamparados, perseguidos, aflitos, doentes, marginalizados, esquecidos, abandonados, oprimidos, carentes…

Uma Mãe a quem oramos em português, italiano, inglês, espanhol, alemão, francês, russo, japonês, castelhano… Uma Mãe de olhos meigos, ovulados, de lábios doce, delicados, de pele macia, aveludada, de cabelos lisos, encaracolados. Uma Mãe de olhar sereno, distante, compenetrado, como os retratados em muitas pinturas… Uma Mãe a quem pedimos diariamente para que interceda junto a seu filho Jesus, por nossas vidas, nossos filhos, nossas famílias, nossas comunidades, nosso país.

No Brasil a chamamos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Em outros tantos países, diante de suas diversas aparições e homenagens é invocada como Nossa Senhora da Abadia, dos Anjos, da Achiropita, da Anunciação, do Caravaggio, do Carmo, das Candeias, da Desatadora de Nós, do Desterro, das Dores, de Fátima, da Glória, das Graças, de Guadalupe, da Guia, de Lourdes, de Luján, do Líbano, de Loreto, das Mercês, de Montserrat, de Medjugorje, das Neves, de Nazaré, da Penha, da Piedade, do Perpétuo Socorro, da Rosa Mística, do Rosário, da Salete, de Schoenstatt…

Na realidade, há quem diga que o importante não é a sua cor de pele, a sua nacionalidade, nem a sua aparência. Mas sim o que ela significa como Mãe de Cristo, Mãe da Igreja e Mãe da Humanidade. Para nós brasileiros, a Rainha e Padroeira do Brasil…

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