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Dia das Crianças: 6 orientações para fugir das dívidas

Por Reinaldo Domingos.

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Faltando apenas 10 dias para o Dia das Crianças, muitos pais e responsáveis ainda não se programaram e irão deixar as compras dos presentes ou passeios para a última hora. Mas ainda dá tempo de tomar algumas medidas para que esta data tão especial para os pequenos não se torne uma grande dor de cabeça.

Não levar as crianças às compras é talvez a melhor orientação, já que todos sabemos que elas sempre querem pedir mais do que cabe no nosso bolso, mas além disso, se possível, reserve um tempo maior para pesquisar os melhores preços e condições de pagamento.

Para não extrapolar o orçamento, também é preciso estabelecer anteriormente um valor a ser gasto, assim é possível seguir o planejamento, que é um ponto fundamental para quem se educa financeiramente.

Listei abaixo 6 orientações para se planejar e curtir o Dia das Crianças sem preocupação:

1 – Diálogo é sempre bem-vindo

Para que todos fiquem satisfeitos é preciso haver um bom diálogo, por isso antes mesmo de decidir o que vai comprar, converse com a criança. Na maioria dos casos é possível chegar num consenso, mas caso ela queira algo mais caro do que pode pagar, explique a situação e defina metas para poupar juntos e assim buscar esse sonho em outra ocasião, como no Natal, por exemplo.

2 – Cuidado com a impulsividade

Para saber o que cabe e o que não cabe no bolso é preciso se antecipar e planejar o orçamento antes mesmo de sair de casa. Muitos, na intenção de agradar as crianças a qualquer custo, acabam cometendo loucuras, compram por impulso, sem saber se vão conseguir arcar com as dívidas no futuro, por isso é preciso muito cuidado para não extrapolar os valores e consequentemente fugir do endividamento e até inadimplência.

3 – Pesquise para economizar

Conforme o Dia das Crianças vai chegando, vão surgindo cada vez mais promoções relâmpago, mas fique atento e não deixe de buscar os melhores preços. Atualmente é muito fácil fazer pesquisas online com rapidez, podendo já saber as variações de uma loja para a outra. Mas caso decida comprar em lojas físicas, para não correr o risco da entrega atrasar, reserve um tempo maior para poder visitar diferentes lojas e negociar com os vendedores.

4 – Se possível, pague à vista

Não tenha medo ou vergonha de negociar descontos, principalmente se for pagar à vista. Caso prefira parcelar, veja o menor número possível de parcelas, já que quanto mais se estende o prazo, mais juros são pagos. Além disso, tenha certeza de que essas parcelas caberão no orçamento dos próximos meses, lembrando que as festas de fim de ano e férias escolares estão logo aí.

5 – Faça diferente

Em vez de comprar algo novo, por que não fazer diferente? Incentive a troca de brinquedos, livros ou roupas que não utiliza mais com amigos, vizinhos ou primos. Assim as crianças podem aprender que quando algo que não serve mais para uma pessoa, pode ser bastante útil e bem-vindo para outra.

6 – Fuja da rotina

Explique que o presente de Dia das Crianças não precisa necessariamente ser algo comprado. Proponha que façam um passeio em família ou com amigos a um parque, ponto turístico ou museu – algo que saia da rotina. Essa experiência pode levar ao aprendizado de que o dinheiro não compra tudo.

Reinaldo Domingos está a frente do canal Dinheiro à Vista

Reinaldo Domingos é doutor em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin – www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br). Está a frente do canal Dinheiro à Vistae é autor do best-seller Terapia Financeira.

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Conheça as tradições de Ano Novo em outros países

Conheça algumas curiosidades de Réveillon pelo mundo.

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Do AssisNews

Talvez o Brasil seja o lugar mais supersticioso do mundo! Todo ano surge uma nova tradição que se deve seguir para que o ano novo traga sorte, dinheiro, amor, realizações, etc. A mais famosa, provavelmente, é a de que deve-se passar a virada do ano vestido de branco.

E a roupa íntima deve ser colorida, com cada cor indicando o que você mais deseja para o ano seguinte. Ninguém sabe se estas coisas funcionam… É bem provável que a única coisa que realmente funcione seja a Mega Virada 18/19 , só ela realmente funciona, para quem acertar os números.

Mas não é apenas por aqui que existem essas tradições. Conheça algumas curiosidades sobre o réveillon em outros países do globo.

Espanha

Tradição na Espanha (Foto: Pixabay)

Deve-se comer 12 uvas na virada, uma para cada mês do no. Traz sorte.

Itália

Tradição na Itália (Foto: Pixabay)

Foi de lá que veio a mania de comer lentilhas. E usar roupa íntima vermelha (apenas desta cor).

Filipinas

Tradição nas Filipinas (Foto: Pixabay)

Deve se comer alimentos redondos e abrir todas as portas e janelas.

Equador

Tradição no Equador

Queima-se um espantalho recheado de papel na hora da virada, para dar sorte.

Colômbia

Tradição na Colômbia

Pegue uma mala vazia e saia para dar um passeio. Vai atrair viagens durante o ano.

Japão.

Japão (Foto: Pixabay)

 

Os sinos tocam 108 vezes durante a noite, é um ritual de purificação budista.

Suíça

Na Suíça (Foto: Bigstock)

Para ter boa sorte, deve-se derrubar um sorvete no chão.

Estônia

Na Estônia realiza-se de 7 a 12 refeições durante o último dia do ano (Foto: Pixabay)

Na Estônia realiza-se de 7 a 12 refeições durante o último dia do ano (Foto: Pixabay)

Realiza-se de 7 a 12 refeições durante o último dia do ano. Para garantir um ano farto.

China

Tradição na China

De lá surgiu a tradição imitada em todo o planeta: os fogos de artifício. Os mais belos e impressionantes que o mundo já viu.

Dinamarca

Tradição na Dinamarca (Foto: Flickr)

Bem na meia noite, você deve pular de cima de uma cadeira, um salto para o futuro!

Irlanda

Tradição na Irlanda (Foto: Pixabay)

O Réveillon é dia de faxinar! Limpa-se a casa inteira para entrar no ano seguinte com prosperidade.

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Como se comportar na festa de confraternização da empresa?

Por Celso Bazzola.

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Já é um costume com a chegada do final de ano as empresas realizarem seus encontros para confraternização, na festa de fim de ano ou ‘festa da firma’, comoalguns brincam. Contudo existem diversas dúvidas sobre esse tema, dentre os quais destaco: como se comportar, horário de chegada e saída, como se vestir, limites de ingestão de bebidas alcoólicas, dentre outras. Assim, reforço, esses fatos podem sim afetar sua imagem perante aos colegas e gestores.

Ir ou não ir?

A confraternização é o momento em que a empresa agradece seus colaboradores, estreita a parceria, comemora as conquistas e a conclui mais umano de trabalho, além de propiciar um encontro descontraído. Mas, lembro que esses momentos também são grandes canais de relacionamentos “networking”, onde há uma aproximação entre todos, independentemente dos níveis hierárquicos.

Portanto, estar presente nesses eventos torna-se importante e elegante, mesmo para os gestores, pois além de melhorar a amizade, demonstra seu interesse pelas realizações da empresa, evitando assim a taxação de pessoa não sociável ou que não gosta do ambiente de trabalho.

Evite problemas

Apesar de ser importante a ida, há relatos de excessos cometidos pelos participantes, levando a situações não comuns ou vexatórias. Isso pode causar transtornos futuros para a imagem da pessoa perante os colegas de trabalho.

Além disso, hoje os smartphones e as redes sociais, fazer com que muito do que é feito nessas ocasiões se perpetuem exercendo uma grande influência na vida pessoal e profissional, aumentando a vulnerabilidade da imagem perante o meio que se relaciona e causando uma má impressão não apenas para seus colegas de trabalho, mas a outras pessoas que possam ter acesso essas informações.

10 cuidados a serem tomados

Algumas atitudes devem ser evitadas como fazer declarações românticas para colegas de trabalho aos olhos de todos ou dançar de forma sensual causando constrangimentos aos participantes, dentre outras ações. Assim, apresento algumas dicas para que esses momentos sejam apenas de alegria e de descontração:

    1. Aceite o convite da empresa e participe da confraternização, pois isto poderá ajudar a criar um ambiente de relacionamento saudável;
    2. Não sendo possível comparecer, agradeça e informe o motivo pelo qual não poderá estar presente;
    3. Chegue no horário para que possa ter tempo de cumprimentar a todos, lembre-se não se trata de uma balada;
    4. Não exagere em bebidas alcoólicas durante a festa, beba com responsabilidade e não dirija após o término da festa;
    5. Crie um ambiente de igualdade e procure se relacionar com todos os presentes, misture-se e evite grupinhos;
    6. Use roupas discretas e condizentes com o ambiente, procure utilizar roupas alegres respeitando seu visual. As mulheres devem evitar roupas curtas ou com decotes e aos homens camisas abertas ou fora do padrão local;
    7. Seja cordial com todos os presentes independente se não tiver contato próximo e buscar falar de temas neutros que não prejudiquem a imagemda empresa ou das pessoas;
    8. Caso perceba que algum colega esteja exagerando, ajude-o retirando de forma sutil da situação e desviando a atenção para outros temas ou postura;
  1. Sugiro não ser o último a sair da festa, não é uma regra, mas evita exageros;
  2. Evite sair junto com os superiores, para que não passe a impressão que estava na festa apenas por causa do mesmo.

Enfim, é importante participar das festas comemorativas da empresa, mas fique alerta para evitar situações desagradáveis que poderá marcar sua imagem e causar transtornos momentâneos e brincadeiras futuras.

*Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

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Olá Robô! Tudo Bem?…

Por Carlos R. Ticiano.

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Tudo o que se tem falado sobre os robôs, com relação ao que já fazem ou virá a fazer no futuro, não é nenhuma utopia. Com o avanço das pesquisas, realizadas e desenvolvidas pela tecnologia robótica, cada vez mais, uma quantidade de atividades, serão incorporadas a esta máquina robotizada.

O que vai mudar na vida das pessoas? Só o tempo poderá dizer. Vamos ter que nos adaptar ao convívio diário com o robô no trabalho, no trânsito, no restaurante, no supermercado, no shopping center e em tantos outros segmentos da sociedade. A sua presença no nosso dia a dia, será inevitável. Queira ou não queira, não temos como fugir desta realidade.

Os robôs são programados para executarem movimentos rápidos, padronizados e eficazes em uma linha de produção industrial. O trabalho executado até então pelo ser humano, sem dúvidas, sofrerá um impacto muito grande. A robotização também irá assumir outras funções. Vejamos algumas tarefas que os robôs desenvolverão no dia a dia…

01 – Fazer pequenos reparos domésticos.

02 – Anotar pedidos de clientes em uma pizzaria.

03 – Preparar as principais refeições.

04 – Servir as pessoas em uma cafeteria, lanchonete e sorveteria.

05 – Varrer o quintal e a calçada em frente da casa.

06 – Colocar o saco de lixo na lixeira, para ser retirado pelo lixeiro.

07 – Levar o cachorro para passear.

08 – Organizar e controlar o estoque das empresas.

09 – Fazer a faxina pesada da casa.

10 – Orientar o trânsito caótico nos horários de pico.

11 – Repor e organizar os produtos nas prateleiras dos supermercados.

12 – Ajudar os estudantes nas tarefas escolares.

Você deve ter achado graça nesta relação de tarefas. E ficado visualizando essas cenas de forma descrente e preocupado. Imaginando que vamos ser substituídos pelos robôs no trabalho que executamos no escritório, no comércio, no banco, na fábrica e nas tarefas domésticas. Calma! Isto não vai acontecer. Não entre em pânico, o robô vai apenas agregar e não substituir as pessoas. A nossa geração, é que talvez não vá presenciar tudo isso. Afinal, para chegar à era dos “Os Jetsons”, vai demorar um pouco ainda.

Não é possível programar um robô para agir exatamente como um humanóide. Apenas o ser humano tem sentimentos e consegue situar-se no lugar do outro, para sentir e compreender as suas necessidades, compartilhando idéias e conseqüentemente uma cooperação mútua. O robô, não tem senso crítico e vai apenas executar com precisão uma série de tarefas. Não tem capacidade de avaliar e por em prática, se for preciso, as mudanças necessárias. Não vai tomar iniciativas em fazer algo inovador, pelo qual não foi programado.

O robô, não sabe como agir diante de um obstáculo. Não tem capacidade de liderança, não são criativos e não conseguem visualizar o futuro. Não são inovadores a ponto de assumirem riscos em novas empreitadas. Não são visionários, com habilidade e competência de criarem caminhos alternativos. Não são emotivos, não tem sensibilidade e não sabem se expressar e dialogar sobre qualquer que seja o assunto. Não vai se arriscar a fazer algo diferente.

A arte de criar, questionar e alterar a rotina na tentativa de mudar alguma coisa, tornando a tarefa mais produtiva e funcional, é uma habilidade exclusiva do ser humano.  Por mais que sejam eficazes, dinâmicos, práticos, perfeitos e produtivos as tarefas delegadas, não passam de uma máquina. Idealizada e controlada pelos seres humanos, no sentido de apenas ajudá-los na rotina diária.

O mundo não vai ser invadido pelos robôs, como aconteceu no filme “Planeta dos Macacos”, (Planet Of The Apes) onde o ser humano se tornou uma raça inferior e submissa aos macacos. Por isso, podem dormir sossegados. Ao amanhecer, não se esqueçam apenas de dizer: Good Morning, Robô!…

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