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Autoliderança: o que é e qual a sua importância?

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Autoliderança: o que é e qual a sua importância?

Em um mercado cada vez mais concorrido e exigente, conseguir gerenciar a própria carreira é uma qualidade fundamental para os profissionais que desejam obter êxito em suas áreas de atuação. Assim, a capacidade de autoliderança vem sendo cada vez mais valorizada.

Mas, o que é autoliderança? “Como o próprio termo indica, é o processo de liderar a si mesmo. Por meio dela, o profissional assume o domínio e a responsabilidade sobre a sua trajetória, buscando a motivação, as capacidades e as habilidades necessárias para atingir seus objetivos. A sua prática proporciona o desenvolvimento de pensamentos e comportamentos benéficos e construtivos, como a autoconfiança, o foco e a resiliência, proporcionando ao profissional autonomia e controle sobre a sua carreira”, explica a palestrante especializada em Liderança Intrapessoal, Luciana Passadori..

Importância no mercado

Essa capacidade é cada vez mais valorizada no mercado de trabalho, sendo que o fator humano tornou-se um dos aspectos mais valorizados dentro das empresas nas últimas décadas, e não poderia ser diferente, pois ele é crucial para o sucesso de uma organização.

Dessa forma, o mercado de trabalho começou a reconhecer a importância das características comportamentais e da capacidade de adquiri-las e utilizá-las em favor do autodesenvolvimento e da busca por resultados. Isso proporcionou mais liberdade e autonomia para os funcionários controlarem e direcionarem as suas carreiras dentro das empresas.

Porém, para que isso seja positivo e traga evolução para as organizações e seus colaboradores, é essencial que os profissionais sejam capazes de gerir a si mesmos e buscar um crescimento contínuo.

Como desenvolver?

O desenvolvimento da autoliderança envolve diversos fatores, necessita de uma profunda investigação interna e tem aspectos próprios para cada pessoa. No entanto, existem algumas questões que são indispensáveis para esse processo. Veja algumas orientações preparadas por Luciana Passadori, sobre quem deseja desenvolver essa característica:

  • Autoconhecimento – ponto indispensável no desenvolvimento da autoliderança. Isso ocorre porque para esse processo ser possível é preciso que o profissional tenha uma consciência profunda sobre si mesmo e consiga ter clareza em relação a princípios, valores e objetivos.
  • Autodeterminação – A determinação e a confiança são fundamentais em qualquer processo de liderança. Elas proporcionam a resiliência necessária para superar os desafios que aparecem na busca pela conquista de objetivos. A principal mudança é que, nesse caso, ela serve principalmente para criar estímulos e impulsos internos para depois reverberar e afetar o ambiente externo.
  • Abertura para aprender – O profissional que deseja desenvolver a autoliderança precisa estar em constante evolução. É imprescindível que ele esteja sempre superando limitações, por menores que sejam, adquirindo capacidades e aperfeiçoando habilidades. O processo de autoliderança sempre vai apresentar novos desafios, necessitando de aprimoramento ininterrupto.
  • Responsabilidade – esse ponto está profundamente associada com a autoliderança. Ela é a base para a construção dessa competência, sendo indispensável para que o profissional se comprometa com princípios e valores e os utilize para gerar motivação e impulso em direção aos objetivos.
  • Disciplina – ponto indispensável para conquistar qualquer objetivo. Ela é responsável pela manutenção do foco nas metas estipuladas e no que é necessário ser feito para alcançá-las. Sem ela não é possível manter um planejamento em curso e transformar um desejo em realidade.

Como a autoliderança pode ajudar a liderar equipes?

“O primeiro passo para ser um grande líder é conseguir liderar a si mesmo com eficiência. Isso ocorre porque a liderança efetiva acontece quando o profissional consegue esta posição de forma genuína, tornando-se uma figura inspiradora, alguém que tem credibilidade e cujo comportamento é um exemplo a ser seguido”, explica a palestrante do Instituto Passadori.

As capacidades e habilidades necessárias para desenvolver a autoliderança aliadas ao impacto interno e externo desse processo proporcionam a conquista de diversas qualidades, como estabilidade emocional, segurança na hora de tomar decisões e resiliência, que fazem o líder ser um exemplo para os membros da equipe.

Além disso, faz com que o profissional consiga entender melhor as necessidades e os comportamentos das outras pessoas. Assim, ele consegue extrair o melhor de cada indivíduo em função dos resultados coletivos. No entanto, é importante lembrar que ela também traz grandes responsabilidades. Para que apresente resultados é preciso comprometimento e empenho para buscar o autodesenvolvimento, superar obstáculos e alcançar os objetivos almejados.

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Como conseguir um novo emprego

Por Celso Bazzola.

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Celso Bazzola

O índice de desemprego ainda é alto e ainda se observa um grande desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo de mudança.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é motivo de desespero?

Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico.

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:

  1. Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;
  2. Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;
  3. Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;
  4. Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;
  5. Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;
  6. Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.
  7. Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

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Conheça os 4 principais tipos de devedores e como cobrá-los

Por Gilberto Bento Jr.

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Gilberto de Jesus Bento Junior (Foto: Divulgação)

Com a paralização econômica que vivemos, muitas empresas se encontram com um grande problema em suas áreas financeiras, que é a alta da inadimplência dos consumidores. Contudo, esse problema leva a um outro, como cobrar corretamente o cliente sem que se ocasione problemas no relacionamento e em futuros negócios?

Nesse momento é necessário um pensamento lógico, conhecendo a fundo quem está devendo e traçando uma estratégia para receber esses valores ou até mesmo buscar medidas legais. Por esse motivo, primeiramente, acho relevante detalhar os quatro perfis dos devedores que mais observo no mercado. São eles:

Devedor viciado, muitas vezes não possui nem mesmo problemas financeiros, porém, seu subconsciente sempre faz com que atrase os pagamentos, seja para se prevenir de imprevistos ou por outros motivos. Contudo, esse pode até pedir para renegociar os juros, mas sempre pagará;

Devedor ocasional, é o consumidor que busca sempre manter as contas em ordem, tendo sempre a intenção pagar, entretanto, por motivo da ocorrência de algum problema, não conseguiu arcar com o compromisso. Geralmente ficam muito irritados quando cobrados, eles não pensam que são devedores e se acham injustiçados, afinal sempre pagaram. Sendo necessário muito cuidado para não desgastar a relação;

Devedor negligente, é muito comum, pois representa o consumidor que não possui sua vida financeira organizada, assim, facilmente deixará de pagar suas contas porter esquecido. Assim, nesse caso o papel do cobrador é o de lembra-lo de seus compromissos. Contudo, as negociações tendem a ser mais complexas pois, como nunca se preocupa com suas obrigações, são vítimas constantes de dificuldades financeiras e de eventos imprevisíveis, nesse caso é necessário estabelecer acordos bem claros com ferramentas para alertar o devedor sobre prazos de pagamentos.

Mau pagador, esse é um grande problema para quem faz a cobrança, pois ele sabe que deve, já tem esse fato como uma constante em sua vida, mas mesmo assim se recusa a pagar, se esquiva do cobrador de todas as formas, inventa desculpas, desaparece, não está preocupado com o seu nome. Esses casos devem ser tratados de forma mais enérgica, com uma cobrança mais intenção e indo até as últimas consequências legais. Lembrando que dificilmente esse será um consumidor interessante, pois, de que adianta vender se terá que realizar uma maratona para recebe?

Lógico, que esses padrões são variantes, principalmente em tempos de crise, por este motivo existem alguns procedimentos básicos a serem seguidas para facilitarem nas cobranças e minimizar desgastes.

Primeiramente, sempre que acontecer o atraso, ligue e mande e-mail no dia seguinte pedindo “ajuda” para localizar o pagamento que não entrou, peça para o cliente enviar o comprovante para “facilitar” a procura.

Se não tiver uma resposta em dois dias, ligue cobrando gentilmente, explicando que precisa receber os valores em aberto, e o quanto são importantes para o dia a dia da empresa, cobre do cliente uma posição efetiva, por exemplo: vou pagar dia tal, e envie e-mail pedindo confirmação por escrito.

É interessante enviar informativos reforçando os novos prazos de pagamento. E, caso o pagamento não ocorra, semanalmente se deverá buscar uma definição amigável da situação.

Se as ações não surtirem efeitos ou o débito tiver mais de 45 dias, a experiência diz que esse valor deve ser passado para o escritório de advocacia de sua confiança para notificar o devedor para pagamento sob pena de iniciar ação judicial.

Muitos devedores só pagam após a ação de cobrança bater na porta, seja por medo de penhora ou em função do grande aumento da dívida, noto que parte expressiva dos devedores fazem composição de pagamento em audiência.

Se não houver composição para pagamento, a busca para recuperação do crédito já está iniciada, e os advogados irão utilizar uma grande quantidade de estratégias de localização de valores e bens para assegurar seu recebimento.

Enfim, como se pode observar, para o combate à inadimplência se deve ter uma boa política de cobrança, uma rigorosa avaliação de crédito, e cercar-se de excelentes profissionais para que possibilitem suporte.

(*) Gilberto Bento Jr é sócio da Bento Jr. Advogados, advogado, contabilista, empresário, com experiência sólida em gestão com estratégias empresariais.

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O happy hour chegou ao fim…

Por Carlos R. Ticiano.

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O happy hour chegou ao fim...

O carnaval passou e finalmente o ano vai começar. Para aqueles que caíram na gandaia, é hora de curar a ressaca e enfrentar a realidade do dia a dia. Retomar o mais rápido possível a rotina, tomar tenência e encarar os compromissos de frente, sem mais delongas.  A fantasia, já não consegue disfarçar mais a realidade, que ficou espalhada pela avenida, nestes quatro dias de samba, suor e folia.

Esqueça a carta de alforria, que deve ter se perdido no sábado, no domingo, na segunda ou quem sabe, na terça-feira.  Agora é hora de arregaçar as mangas e pôr mãos à obra. Esqueça o réveillon, o champanhe, o horário de verão, a pelada na praia, o chopinho gelado, a garota de biquíni, a água de coco geladinha e o tão badalado carnaval.

Estamos iniciando o “Tempo Quaresmal”, que começa na Quarta-Feira de Cinzas e termina na Quinta-Feira Santa. A cor predominante nestes quarenta dias, segundo a Igreja Católica é a roxa. O momento é de reflexão, ponderação, prudência, recolhimento, meditação, sensatez e circunspeção. Portanto, chega de oba-oba, de comemorações improvisadas, festivas, animadas e alegres demais. Chegando ao ponto muitas vezes, de se tornarem vulgar.

Não temos o privilégio de vivemos em um país encantado, como a jovem “Alice no País das Maravilhas” (Alice In Wonderland). O governo ainda não emplacou e vivemos na expectativa de que as promessas de campanha se realizem, torcendo para que o tiro não saia pela culatra. As contas que ficaram engavetas, agora vão ter que ser resgatadas, revisadas e quitadas. Há! Não se esqueçam do acerto anual de contas, com o tal do leão do imposto de renda. Acho melhor parar por aqui, se não vai acabar dando um curto circuito na calculadora.

Daqui a pouco vamos estar novamente no meio do ano. A partir de Junho, os meses vão descer escada abaixo, sem a menor possibilidade de freá-los. Em num piscar de olhos, estaremos outra vez no mês de Dezembro. E com a chegada do fim de ano, vai começar tudo de novo. Preparativos para a ceia do natal, presentes para o amigo secreto, confraternização da empresa, festa do réveillon, revisão do carro, viagem com a família e tantas outras coisas que vão aparecer de surpresa.

As contas principais de inicio do ano, que já estão relacionadas acima, mais uma vez vão ficar engavetas e trancafiadas a sete chaves, aguardando a sua vez para desfilarem. Enquanto isso, o carnaval vai despontando, chegando, sambando e passando em sua vida. Desta realidade, não tem como fugir. Não tenhas dúvidas! Acredite!…

                                                                                                                 

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