Brincadeiras à parte…

Por Carlos R. Ticiano.

Na recente viagem aos EUA o presidente brasileiro Jair Messias Bolsonaro, disse que existe uma identificação muito grande entre ele e o presidente americano Donald Trump. Segundo suas próprias palavras, ambos pensam da mesma forma sobre diversas questões. E disse também, que os EUA é um modelo de país a ser seguido.

Em entrevista coletiva a repórteres em frente a Blair House, onde ficou hospedado, falou que nem tudo que conversou com Donald Trump, poderia ser revelado. Fico imaginando o que poderiam ter conversado. Um pacto de sangue? Um ataque surpresa, pegando o Nicolás Maduro de pijamas? Um muro separando o Brasil dos demais países vizinhos? Sabemos apenas, da concessão do centro espacial de lançamento de Alcântara, para lançamentos de foguetes e da liberação de visto de entrada, para turistas americanos no Brasil.

Diante dessas revelações, não pude deixar de lembrar-me, do tempo de escola, onde tínhamos sempre um colega que era um exemplo a ser seguido. E naturalmente, de alguma forma, tentávamos imitá-lo. É saudável nos espelharmos em pessoas que estão sempre um passo a frente. Mas é preciso tomar cuidado, afinal como diz o ditado: Diga-me com quem andas e eu lhe direi quem é.

Críticas à parte, o presidente Jair Messias Bolsonaro, depois do atentado que sofreu e da forma como conduziu a sua campanha eleitoral até a vitória nas urnas, é considerado por muitos como um estadista, um político diferenciado dos demais.   

De volta ao Brasil, com sua comitiva, o ibope o esperava no aeroporto, com uma pesquisa sobre a avaliação dos três primeiros meses do seu governo. Provavelmente ele deve ter dado uma mexidinha no nariz, como faz a feiticeira Samantha, na série A Feiticeira (Bewitched) para mudar os números, mas pelo jeito não conseguiu. Vamos analisar…

Avaliação                              Janeiro Fevereiro                      Março

– ótimo/bom                           49% 39%                                  34%

– regular                                    26% 30%                                 34%

– ruim/péssimo                       11% 19%                                  24%

Quanto ao presidente Donald Trump, pelo que pude acompanhar. Sua campanha eleitoral também foi bem tumultuada. Polêmicas é o que não faltaram. Ainda hoje, continua rendendo conversa. Até a palavra impeachment, tão conhecida dos brasileiros, já se falaram. Mas como se costuma dizer: Cada um com seus problemas…

A única coisa que eu posso dizer é que já estou esperando pela próxima viagem do presidente e de suas entrevistas hilárias. Enquanto isso não acontece, vou cantarolando a música “General da Banda” (Blecaute) que diz mais ou menos assim: Chegou o general da banda ê, ê… Chegou o general da banda ê, a… Mourão, mourão… Vara madura que não cai… Mourão, mourão… Catuca por baixo que ele vai…

 

*Este artigo não representa a opinião do portal AssisNews; a responsabilidade é do autor do artigo.

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