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Como conseguir um novo emprego

Por Celso Bazzola.

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Celso Bazzola

O índice de desemprego ainda é alto e ainda se observa um grande desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo de mudança.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é motivo de desespero?

Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico.

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:

  1. Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;
  2. Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;
  3. Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;
  4. Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;
  5. Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;
  6. Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.
  7. Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

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Brincadeiras à parte…

Por Carlos R. Ticiano.

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Jair Bolsonaro & Donald Trump

Na recente viagem aos EUA o presidente brasileiro Jair Messias Bolsonaro, disse que existe uma identificação muito grande entre ele e o presidente americano Donald Trump. Segundo suas próprias palavras, ambos pensam da mesma forma sobre diversas questões. E disse também, que os EUA é um modelo de país a ser seguido.

Em entrevista coletiva a repórteres em frente a Blair House, onde ficou hospedado, falou que nem tudo que conversou com Donald Trump, poderia ser revelado. Fico imaginando o que poderiam ter conversado. Um pacto de sangue? Um ataque surpresa, pegando o Nicolás Maduro de pijamas? Um muro separando o Brasil dos demais países vizinhos? Sabemos apenas, da concessão do centro espacial de lançamento de Alcântara, para lançamentos de foguetes e da liberação de visto de entrada, para turistas americanos no Brasil.

Diante dessas revelações, não pude deixar de lembrar-me, do tempo de escola, onde tínhamos sempre um colega que era um exemplo a ser seguido. E naturalmente, de alguma forma, tentávamos imitá-lo. É saudável nos espelharmos em pessoas que estão sempre um passo a frente. Mas é preciso tomar cuidado, afinal como diz o ditado: Diga-me com quem andas e eu lhe direi quem é.

Críticas à parte, o presidente Jair Messias Bolsonaro, depois do atentado que sofreu e da forma como conduziu a sua campanha eleitoral até a vitória nas urnas, é considerado por muitos como um estadista, um político diferenciado dos demais.   

De volta ao Brasil, com sua comitiva, o ibope o esperava no aeroporto, com uma pesquisa sobre a avaliação dos três primeiros meses do seu governo. Provavelmente ele deve ter dado uma mexidinha no nariz, como faz a feiticeira Samantha, na série A Feiticeira (Bewitched) para mudar os números, mas pelo jeito não conseguiu. Vamos analisar…

Avaliação                              Janeiro Fevereiro                      Março

– ótimo/bom                           49% 39%                                  34%

– regular                                    26% 30%                                 34%

– ruim/péssimo                       11% 19%                                  24%

Quanto ao presidente Donald Trump, pelo que pude acompanhar. Sua campanha eleitoral também foi bem tumultuada. Polêmicas é o que não faltaram. Ainda hoje, continua rendendo conversa. Até a palavra impeachment, tão conhecida dos brasileiros, já se falaram. Mas como se costuma dizer: Cada um com seus problemas…

A única coisa que eu posso dizer é que já estou esperando pela próxima viagem do presidente e de suas entrevistas hilárias. Enquanto isso não acontece, vou cantarolando a música “General da Banda” (Blecaute) que diz mais ou menos assim: Chegou o general da banda ê, ê… Chegou o general da banda ê, a… Mourão, mourão… Vara madura que não cai… Mourão, mourão… Catuca por baixo que ele vai…

 

*Este artigo não representa a opinião do portal AssisNews; a responsabilidade é do autor do artigo.

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Sete passos para recolocação profisisonal

Por Celso Bazzola.

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O índice de desemprego ainda é alto e ainda se observa um grande desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo de mudança.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é motivo de desespero?

Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico.

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:
1.    Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;
2.    Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;
3.    Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;
4.    Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;
5.    Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;
6.    Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.
7.    Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

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O paraíso não é mais o mesmo…

Por Carlos R. Ticiano.

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O paraíso não é mais o mesmo...

Às vezes tenho a nítida impressão, que os países alocados, neste Planeta Terra, que um dia já foi um paraíso, estão com o aluguel e o condomínio atrasado. Estão voando em rota de colisão, sem rumo e desgovernado pelos céus como no filme: Apertem os cintos… O piloto sumiu! (Airplane!). Sem a menor expectativa de que alguém irá se salvar.

É tanta tragédia acontecendo, que parece que estamos prestes a viver uma nova “Escatologia Cristã”, ou seja, um Armagedom (apocalipse). Algumas destas tragédias são provocadas pela própria natureza. A maioria, no entanto, provocada pelo próprio homem. Quanto à natureza, não podemos condená-la, pois ela está apenas se defendendo da forma inconseqüente como é tratada. Quanto ao homem, só me resta concluir o quanto o ser humano é estúpido.

Por diversos e inúmeros motivos o homem sai por aí, tirando a vida das pessoas como se estivesse no filme: Licença Para Matar (License To Kill). Na maioria das vezes, por intolerância racial, preconceito religioso, inconformismo com a separação, inveja social, brigas no trânsito, desentendimento familiar, desavenças nos estádios, prática de bullying, ciúmes da esposa e tantas outras adversidades gratuitas…

Os telejornais e seus ilustres repórteres parecem abutres, em busca das tragédias, seja em que canto do mundo esteja acontecendo. Para conseguirem um furo de reportagem, atropelam o bom senso, invadem a privacidade, ignoram os limites, abusam da paciência dos telespectadores para despejarem imagens de rostos desfigurados, rios de lama, corpos sem vida, construções em ruínas, ossadas de cadáveres, como se fossem um troféu para eles.

Para noticiarem e mostrarem as tragédias precisa mostrar determinadas cenas de teor forte e repugnantes, como o marido agredindo a esposa, babá batendo em crianças, pais maltratando os filhos, alunos agredindo os professores, bandidos atirando para roubarem um celular, acidentes com corpos presos à ferragem, naufrágios com corpos boiando na água…

O impressionante, é que basta acontecer uma nova tragédia, para eles abandonarem a que estão mostrando para virarem suas câmaras e microfones para o novo infortúnio. Se os telejornais continuarem assim, vamos ter que fazer uma revisão do seu teor de informação e alertar ao telespectador: Este programa contém cenas impróprias para menores de 18 anos.

A decadência do ser humano começou, com a desobediência por terem comido da fruta proibida. Por este ato impensado, Adão e Eva acabaram despejados do paraíso, com uma mão na frente e outra atrás, pelo criador. O preço deste ato inconseqüente colocou fim no paraíso e o planeta terra, virou esta “Torre de Babel”, onde ninguém entende ninguém.

Segundo a música “História da Maçã” (Haroldo Lobo) tudo começou mais ou menos assim: A história da maçã é pura fantasia. Maçã igual aquela, até eu também comia. Eu li num almanaque, num dia de manhã.  Adão e Eva estavam com fome, e comeram a tal maçã. Comeram com casca e tudo, não deixando nem semente. Depois botaram a culpa, na pobre da serpente. Oh My God!…

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