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Horário de verão começa à meia-noite de hoje no país

Este ano 12 estados serão afetados pela mudança. O horário de verão termina no dia 17 de fevereiro de 2013.

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O horário de verão começa à meia-noite deste sábado, dia 20, em algumas regiões do país. Os relógios devem ser adiantados em uma hora quando os ponteiros marcarem meia-noite nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Tocantins.

Este ano o estado da Bahia ficou de fora da mudança, já o Distrito Federal e os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins serão afetados pela mudança.

O objetivo desta mudança é proporcionar uma economia de energia nos horários de pico. A mudança no horário ajuda a reduzir o consumo em cerca de 5% no período. A economia deve chegar a R$ 280 milhões.

O horário de verão termina no dia 17 de fevereiro de 2013.

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Brasil

Caçador se desequilibra, cai 3 metros de altura, arma dispara na queda e vítima morre em MT

Levantamento preliminar apontou que o caçador foi atingido por um disparo na altura das costas. Ele estava em cima de uma estrutura usada como base de observação onde os caçadores abatem animais na região.

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Do G1
Policiais observam armadilha de onde o caçador teria caído e sido atingido acidentalmente pela própria arma em Nova Ubiratã — Foto: Daniel Silva/Arquivo Pessoal
Policiais observam armadilha de onde o caçador teria caído e sido atingido acidentalmente pela própria arma em Nova Ubiratã — Foto: Daniel Silva/Arquivo Pessoal

Um caçador morreu nesse final de semana depois de supostamente ser atingido por um tiro acidental no município de Nova Ubiratã, a 506 km de Cuiabá. Ele teria se desequilibrado, caído de uma altura de 3 metros e sido atingido na queda por um disparo acidental.

De acordo com a Polícia Militar, Luiz Vizollli, de 60 anos, morreu no sábado (22) enquanto caçava.

A suspeita é de que o tiro tenha sido feito acidentalmente. O caso aconteceu em uma propriedade rural localizada às margens da MT-140 no trecho que dá acesso ao município de Vera, a 486 km da capital.

Luiz foi encontrado caído perto de uma estrutura de madeira conhecida popularmente como ‘poleiro’. A estrutura, de 3 metros de altura, servia como base para observação onde os caçadores abatiam os animais silvestres que passavam.

Horas antes um amigo da vítima havia deixado o caçador no local e, ao retornar para buscá-lo, o encontrou sem vida.

Um levantamento preliminar apontou que Luiz foi atingido por um disparo na altura das costas.

Uma das causas mais prováveis apontada pelos investigadores da Polícia Civil é a de que o homem tenha se desequilibrado e despencado da estrutura de madeira.

Com a queda, a arma usada por ele, uma espingarda calibre 36, teria disparado acidentalmente.

A arma usada pelo homem para caçar foi encontrada ao lado do corpo dele com cinco munições intactas e outras duas deflagradas.

Policiais militares, investigadores da Polícia Civil e agentes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para investigar o caso.

O corpo do caçador foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, para exame de necrópsia.

O local e horário do velório não foram divulgados.

Apesar de ser proibida, a caça de animais silvestres, alguns inclusive alguns ameaçados de extinção, ainda é muito comum na região. Quando identificados, os autores são autuados por crime ambiental e porte ilegal de arma de fogo.

SORRISO

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Brasil

Bebê sai ileso de acidente que deixou mãe e tio feridos na BR-369, diz PRF

Criança, de 2 anos, usava cadeirinha, segundo a polícia; acidente foi na manhã deste domingo (23).

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Do G1
Acidente foi na manhã deste domingo (23) na BR-369, em Arapongas — Foto: PRF/Divulgação
Acidente foi na manhã deste domingo (23) na BR-369, em Arapongas — Foto: PRF/Divulgação

Um bebê, de dois anos, saiu ileso de um acidente que deixou a mãe, de 26 anos, e um tio, de 16 anos, feridos na BR-369, em Arapongas, no norte do Paraná, conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O acidente foi na manhã deste domingo (23). Segundo a polícia, a criança estava na cadeirinha no banco traseiro. As vítimas foram levadas para um hospital da cidade com várias escoriações.

A PRF informou que a mulher perdeu o controle do carro após bater na barreira central da rodovia. Com o impacto, o veículo girou na pista e foi atingido por outro carro, que estava logo atrás.

O motorista do outro carro não teve ferimentos, segundo a polícia. Ele fez o teste do bafômetro, que não apontou ingestão de bebida alcoólica.

A outra motorista não fez o teste por ter sido levada ao hospital, mas a PRF informou que não apresentava sinais de embriaguez.

Segundo a polícia, a criança estava na cadeirinha no banco traseiro — Foto: PRF/Divulgação

Segundo a polícia, a criança estava na cadeirinha no banco traseiro — Foto: PRF/Divulgação

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Brasil

Delegado mata cachorro com tiro na rua em São Luiz Gonzaga: ‘Iria atacar, não tinha o que fazer’

Dona do animal registrou ocorrência na delegacia da cidade. Ela diz que o cão era da raça labrador, tinha 15 anos de idade e problemas na coluna. Delegado Afonso Stangherlin admite o disparo. Ele também falou à polícia, e caso será investigado.

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Do G1
Cachorro foi morto com tiro em São Luiz Gonzaga — Foto: Katyusse Gabert/Arquivo pessoal
Cachorro foi morto com tiro em São Luiz Gonzaga — Foto: Katyusse Gabert/Arquivo pessoal

Um delegado de Polícia Civil matou um cachorro com um tiro no fim da manhã deste sábado (22) em São Luiz Gonzaga, Noroeste do Rio Grande do Sul. Ele alegou ao G1 que “não tinha o que fazer”, pois achou que o animal “iria atacar”. A dona do cão registrou ocorrência na delegacia da cidade, e o caso será investigado. Ela relatou que seu bicho de estimação era da raça labrador, tinha 15 anos e problema na coluna. O nome dele era Marley.

“Estava no meu quarto, quando saí correndo e vi a cena do meu cachorro morto e minha mãe chorando”, conta Katyusse Gabert ao G1.

A mãe dela, Luciane Gabert, foi quem registrou o boletim na delegacia. Ela relata que havia entrado em casa para pegar um mate, e o labrador ficou no pátio.

Dona do cachorro morto registrou ocorrência na delegacia de São Luiz Gonzaga — Foto: Arquivo Pessoal

Dona do cachorro morto registrou ocorrência na delegacia de São Luiz Gonzaga — Foto: Arquivo Pessoal

“Ele estava no quintal na frente da casa, deitado, como de costume”, acrescenta.

Depois do disparo, Luciane saiu para ver o que tinha acontecido e encontrou Marley morto, do outro lado da rua. Katyusse viu a cena logo depois.

“Seu pulmão partiu no meio e teve hemorragia. A bala entrou pela costela e atravessou o pulmão”, conta a filha.

O delegado que atirou é Afonso Stangherlin. Ele disse que estava com o cachorro de porte pequeno de sua filha, que está sob os cuidados dele por um período, quando viu um outro cão correndo em sua direção.

“O cachorro que estava comigo estava apavorado. Quando eu percebi que ele estava perto, dei um tiro”, afirma. Depois, diz que foi até a casa da dona do labrador. “Atravessei a rua, chamei a proprietária, me identifiquei e disse que o animal iria me atacar e não tinha o que fazer.”

“No momento do disparo, não sabíamos que ele era delegado. Após a minha mãe indagar sobre o fato, ele disse para retirar o cachorro da calçada, que ele era delegado e que era para tomarmos nossas providências e que ele providenciaria as dele”, conta Katyusse.

O caso vai ser investigado pela Delegacia de Polícia Civil de São Luiz Gonzaga, cujo delegado titular é José Renato de Oliveira Moura. O G1 tentou contato na noite de sábado, mas não foi atendido.

O delegado Stangherlin também foi até a delegacia falar sobre o que aconteceu. “Não maltrato animais. Não tenho histórico de ficar dando tiro na rua”, diz, acrescentando que tem 20 anos de profissão.

“Na versão das proprietárias, o cachorro é manso. Se pegasse na minha perna, certamente teria que amputar (…) Se me pegava, me estraçalhava.”

Katyusse salienta que Marley já estava debilitado pela idade, e com a coluna machucada, conforme consta na ocorrência. Ela e a mãe não acreditam que ele poderia atacar alguém.

“Ele era extremamente dócil, um brincalhão, nunca atacou ninguém”, afirma.

Apesar de serem vizinhos, as donas de Marley e o delegado não tinham contato.

O caso chocou amigos de Katyusse e Luciane, que fizeram postagens nas redes sociais pedindo justiça.

Katyusse, dona do Marley, fez uma postagem com desabafo após a morte do cão — Foto: Katyusse Gabert/Arquivo pessoal

Katyusse, dona do Marley, fez uma postagem com desabafo após a morte do cão — Foto: Katyusse Gabert/Arquivo pessoal

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