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Bom Prato completa 12 anos e chega à marca histórica de 100 milhões de refeições servidas

Foram R$ 221 milhões investidos pelo Governo do Estado durante o período. Comemoração aconteceu na unidade da Lapa, que acaba de ser revitalizada

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Foram R$ 221 milhões investidos pelo Governo do Estado durante o período.

O Programa Bom Prato está completando neste mês 12 anos de implantação e atinge a marca de 100 milhões de refeições servidas. Neste período,o Governo do Estado investiu aproximadamente R$ 221 milhões, assegurando alimentação saudável e nutrição a baixo custo para os mais carentes.

O almoço comemorativo contou com as presenças do governador Geraldo Alckmin e do secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia, efoi realizado na unidade da Lapa, que acaba de ser revitalizada.

O restaurante da Lapa foi o primeiro a passar por intervenções. A unidade teve o piso do salão de atendimento trocado, adequou os sanitários e as rampas de acesso, além de ajustes elétricos e hidráulicos. Também foram compradas novas bandejas e novos equipamentos como forno e processador de alimentos. Foram investidos cerca de R$ 146 mil para reforma e compra de novos equipamentos.

A revitalização das unidades faz parte dos novos investimentos para o Programa Bom Prato, anunciados recentemente pelo governador Geraldo Alckmin. São cerca R$ 8 milhões, no total, destinados ao custeio das refeições, sendo R$ 1 milhão para realização de intervenções, obras e aquisição de novos equipamentos. Objetivo é manter e melhorar ainda mais a qualidade da refeição e o visual do Bom Prato.

Também passarão por intervenções as unidades do Bom Prato de São José dos Campos, Tucuruvi, Guarulhos, São José do Rio Preto, Mogi das Cruzes, São Miguel Paulista, Itaquera, Santos, Santo Amaro, Sorocaba, Santo André, Osasco, 25 de Março, Itaim Paulista, Santana, São Vicente, São Mateus, Campo Limpo, Ribeirão Preto, Guaianases, Quarentenário, Taubaté, Jundiaí, Campinas, Grajaú e Heliópolis.
Para o governador, o Bom Prato representa saúde para a população. “Estamos comemorando 12 anos do Programa. Já foram servidas 100 milhões de refeições de qualidade a R$1,00”, comentou.
O secretário de Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia, aproveitou para anunciar que algumas unidades passarão a abrir mais cedo a partir do próximo ano. “Pessoas do atendimento preferencial, especialmente idosos e crianças chegam aos restaurantes por volta das 10h, então as entidades que gerenciam as unidades passarão a servir o almoço a partir das 10h30”.

 

Primeiro Bom Prato

A unidade do Brás foia primeira instalada no Estado. Atualmente o restaurante serve por dia300 cafés da manhã por R$ 0,50 e 2 mil almoços pelo preço de R$ 1. Em 12 anos, o Bom Prato do Brás serviu mais de 4,1 milhões de refeições, incluindo o serviço de café da manhã. A unidade também possui um posto do Acessa São Paulo e oferece cursos do Via Rápida Emprego.

Atualmente estão em funcionamento 38 restaurantes espalhados pelo Estado, com oferta diária de 64,2 mil refeições completas e balanceadas.Neste ano, o programa chegou à marca de mais de 5,6 mil toneladas de alimentos utilizados no preparo do almoço, incluindo arroz, feijão, carne, folhas e legumes.

O Programa Bom Prato foi transferido da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento para a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social em janeiro de 2011. Somente neste ano foram inaugurados seis novos restaurantes, sendo dois na Capital,nos bairros Cidade Ademar e Paraisópolis, um na zona noroeste de Santos no Litoral, dois na região da Grande São Paulo, em Itaquaquecetuba e Suzano e, outroem Rio Claro, no Interior de São Paulo.

No ano passado, as unidades do Bom Prato também implantaram novos serviços, como a oferta de café da manhã completo por R$ 0,50. Emum ano e três meses servindo a primeira refeição do dia para moradores de rua, trabalhadores, crianças e idosos, já foram servidas1,6 milhões de refeições.

Mobilidade social

Outra novidade, também implantada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, foram os cursos profissionalizantes do Via Rápida Emprego, uma parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. As aulas práticas são ministradas nos restaurantes,aproveitando a cozinha no período da tarde para capacitar desempregados, pessoas à procura de recolocação no mercado de trabalho e jovens em busca do primeiro emprego. Entre 2011 e 2012 mais de 1.700 alunos se formaram nos cursos oferecidos.

Também foram implantados Postos do Acessa São Paulo com internet gratuita para a população. A presença dos Postos levou inclusão digital aos usuários, dando oportunidade de aprendizado, comunicação, lazer, além de facilitar o preparo e envio de currículos. Atualmente 23 restaurantes oferecem o serviço.

Outra parceria que deu certo foi com a Associação dos Profissionais de Cozinha (APC Brasil,) que deu um toque de chef no projeto piloto Chefs no Bom Prato, realizado na unidade Paraisópolis. Os 20 alunos do curso de ajudante de cozinha do Via Rápida Emprego, cujas aulas práticas eram realizadas na cozinha do Bom Prato Paraisópolis, foram os primeiros a terem aulas com renomados chefs da gastronomia nacional e internacional. A iniciativa deu oportunidade de estágio para a turma nos restaurantes associados à APC Brasil.

“O Bom Prato, hoje, significa mais do que oferta de alimentação balanceada a baixo custo. Promove também capacitação profissional e inclusão digital. Os restaurantes populares se tornaram um polo de serviços, promovendo mobilidade social para a população mais carente. Esta é a finalidadeda secretaria de Desenvolvimento Social do Estado, fazendo com que os mais carentes saiam de sua situação por seu próprio esforço”, comentou o secretário Rodrigo Garcia.

Ainda para este ano está prevista a instalação de um Bom Prato no bairro de Perus. Esta será a 21ª unidade da Capital e a 39ª do Estado.  Em 2013 o Programa chegará até os municípios de Araraquara, Bauru e Presidente Prudente. São José do Rio Preto ganhará a segunda unidade do restaurante.

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Menino de três anos tem parte do pênis amputada após cirurgia de fimose

Família acredita que ocorreu erro médico. O cirurgião que realizou o procedimento foi encontrado morto em casa dias depois .

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Do Jornal de Brasília

Um menino de três anos teve parte do pênis amputada após fazer uma cirurgia de fimose. O pai da criança contou que o cirurgião não admitiu e só teve a confirmação quando transferiu a criança para outro hospital, que a submeteu a uma cirurgia de reconstrução da parte que sobrou do membro.

O cirurgião responsável pela fimose, que é a retirada de excesso de pele do pênis, morreu em casa dias após o acontecimento. A confirmação da morte do médico foi dada pela prefeitura de Malacacheta-MG, cidade onde ocorreu o caso.

A secretaria de Saúde informou que, além do cirurgião, ainda participaram do procedimento um anestesista, um enfermeiro, um instrumentador e dois circulantes de sala. A secretaria disse ainda que solicitou a abertura de um procedimento administrativo.

De acordo com o pai, após pedir para enfermeira trocar o curativo, não conseguiu visualizar o membro. Ele conta que deixou o filho no hospital e a mãe dele ficou como acompanhante. Ele foi para uma reunião e quando retornou, soube que tinha algo errado. A cirurgia que deveria ter durado uns trinta minutos levou cerca de quatro horas.

Ainda segundo ele, quando tirou o primeiro esparadrapo, tinha uma gaze enrolada simulando o pênis do filho, e tudo muito ensanguentado. Quando ele levantou a gaze, não tinha pênis visível. O pai conta que ficou desesperado.

O pai teria chamado o médico de plantão, porque o que tinha operado a criança, teria ido embora, e ele falou que não podia avaliar porque não tinha participado da cirurgia.

Ele procurou o prefeito e o secretário de saúde do município. Segundo ele, mostrou a foto do filho e questionou o secretário, que continuou dizendo que estava tudo bem. Horas depois, o médico que realizou a cirurgia apareceu e disse que estava tudo normal, que quando o pênis desinchasse, ele conseguiria ver o pênis do filho.

Como a criança continuava a reclamar de dores, no dia seguinte o pai assinou um termo de responsabilidade e transferiu a criança para outro hospital.

Na nova unidade, o menino passou por dois novos procedimentos para avaliar o estado em que se encontrava e, em seguida, para a reconstrução do pênis. O pai conta que o laudo do segundo hospital apontou que houve laceração do prepúcio do menino e diz que somente no futuro poderá saber se o filho poderá recorrer a uma prótese.

A conta no hospital ficou quase R$ 10 mil e o pai diz que precisou pegar dinheiro emprestado para pagar, pois não recebeu apoio ou assistência do município no primeiro momento. Apenas depois do caso repercutir na mídia, a Prefeitura ressarciu os custos da segunda internação.

O crime está sendo apurado como lesão corporal. De acordo com a polícia, os familiares já foram ouvidos e agora membros da equipe de cirurgia serão ouvidos. A intenção é apurar se o erro foi apenas do médico que o operou ou mais pessoas teriam contribuído para os danos sofridos pela criança.

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Carro desaparecido é encontrado com sete pessoas mortas

Carro com as vítimas – 6, da mesma família – estava sumido desde a noite de domingo, e foi achado no interior de uma vala em Pindamonhangaba

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Do Metrópoles
FOTO: DIVULGAÇÃO/CORPO DE BOMBEIROS

Sete pessoas, entre elas duas crianças, foram encontradas mortas na manhã desta segunda-feira (07) no interior de um automóvel acidentado, na zona rural de Pindamonhangaba, interior de São Paulo.

O carro com as vítimas – seis da mesma família – estava desaparecido desde a noite de domingo (06). O veículo foi encontrado por volta das 6h no interior de uma vala com água, à margem da Estrada do Sapucaia, que liga a cidade ao bairro do Ribeirão Grande. Segundo a Polícia Militar, todos os ocupantes já estavam mortos, a maioria por possível afogamento.

Segundo a PM, na manhã de domingo, o motorista Douglas Fabrício, de 26 anos, e sua esposa, Angélica Mathias, de 27, decidiram levar suas filhas, de 6 e 8 anos, para brincar em um rio, no bairro rural. Os pais de Angélica e um vizinho de 36 anos também foram convidados e seguiram no mesmo veículo, um Volkswagen Gol. À noite, eles não chegaram de volta às suas casas e os familiares iniciaram as buscas.

Um parente encontrou o carro parcialmente submerso em uma vala, na estrada terra de acesso ao bairro. Conforme a Polícia Militar, exames no local indicaram que o veículo capotou e caiu na vala. Equipes do Corpo de Bombeiros fizeram o resgate das vítimas. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Pindamonhangaba. Os exames devem indicar a provável causa das mortes. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as causas do acidente. O carro foi retirado da vala e vai passar por perícia.

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Assessor do PT que ficou milionário volta a ganhar na Mega-Sena

O sortudo participou de bolão de funcionários do partido que foi premiado com R$ 120 milhões. Desta vez, embolsou R$ 579.

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Do Metrópoles
Assessor do PT que ficou milionário volta a ganhar na Mega-Sena (Foto: Marcelo Fonseca/Folhapress)

Um dos assessores do PT que integrou o bolão – composto por 49 pessoas – premiado com a bagatela de R$ 120 milhões, há duas semanas, parece ter muita sorte. Dias após virar milionário, o participante voltou a ganhar na Mega-Sena. Desta vez, o valor não foi tão alto, visto ter acertou apenas a quadra, e não os seis números da maior loteria do país. Ele levou para casa R$ 579. A informação é da GaúchaZH.

“Tenho certeza de que vou ganhar de novo. Jogo há mais de 20 anos. Eu não ganhei na sorte, mas na insistência”, disse o sortudo, que não teve a identidade revelada à reportagem.

Contou também que, embora prefira a discrição, não está escondendo a novidade de parentes e amigos que o questionam sobre o assunto. O destino da bolada ainda é incerto. Ele investiu fração do prêmio em pecuária, mas ainda não sabe o que fará com a maior parte do dinheiro.

Em 18 de setembro, a loteria sorteou R$ 120 milhões, valor rateado em 49 cotas, pagando R$ 2,4 milhões a cada participante. As dezenas sorteadas foram 04, 11, 16, 22, 29 e 33. Por hábito, o petista seguiu apostando e, em 24 de setembro, ganhou mais R$ 579,20.

“Não dá para parar de trabalhar com esse valor. Claro que não há mais a preocupação do dia a dia, mas está todo mundo trabalhando”, frisou.

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