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Carro cai de ponte e cinco pessoas morrem afogadas em estrada entre Vazante e Lagoa Grande

De acordo com a PM, veículo caiu de uma altura de aproximadamente oito metros. Vítimas iriam jogar futebol em campeonato municipal; Prefeitura enviou nota.

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Um acidente registrado na tarde deste domingo (5) deixou cinco pessoas mortas em uma estrada que liga os municípios de Lagoa Grande e Vazante, na região Noroeste de Minas. As vítimas, sendo uma de Paracatu e quatro do Maranhão, seguiam para uma partida de futebol quando o carro em que estavam caiu de uma ponte sobre o Rio Paracatu.

A Polícia Militar (PM) informou que recebeu ligações de pessoas que passavam pelo local no momento do acidente. As vítimas, de 30, 33, 25 e 29 anos, estavam em um veículo com placas de Paracatu e iam para um jogo de futebol em Lagoa Grande.

Ainda de acordo com os militares, o condutor do carro acabou perdendo o controle da direção e caiu da ponte. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ao chegarem ao local, os rapazes já estavam sem os sinais vitais.

Os bombeiros informaram que a queda do veículo foi de aproximadamente oito metros de altura. O carro ficou com as rodas para cima e o rio apresenta uma profundidade de dois metros.

Sobre as vítimas

Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. A unidade confirmou que a causa das mortes foi afogamento.

As vítimas seguiam para um campeonato municipal de futebol em Lagoa Grande onde quatro deles jogariam uma partida de futebol pelo time amador “Amigos do trecho”. Eram os dois irmãos Jaílson Ferreira dos Santos, 33 anos e Genilson Ferreira dos Santos, 30 anos, naturais de Gejusp (MA); Antônio Luiz Rego Castro Filho, 25 anos, natural de Santa Rita (MA); Luiz Carlos Souza Barros, 29 anos, natural de Tuntum (MA) e Adão Cássio Alves da Silva Rodrigues, 37 anos, natural da cidade de Paracatu.

A perícia da Polícia Civil informou eles moravam na região para trabalhar em uma empresa de Lagoa Grande. Os corpos estão sendo preparados para o translado para três cidades do interior do estado.

A Prefeitura de Lagoa Grande divulgou um manifesto lamentando o fato e informando que a rodada do campeonado será adiada.

Cinco pessoas morreram após veículo em que estavam cair de uma ponte entre as cidades de Lagoa Grande e Vazante (Foto: Polícia Militar/Divulgação )

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Casal segura menino para que filho o agrida no DF; veja vídeo

Câmeras de condomínio registraram sequência da ação. ‘Agressão psicológica que ele sofreu é um trauma para a vida’, diz tia do garoto agredido.

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Do G1
Casal segura menino para que filho o agrida no DF; veja vídeo

Uma partida de futsal entre crianças na quadra de um condomínio fechado, na Octogonal, em Brasília, acabou em cenas de violência no último domingo (9). Pais de um dos meninos que participavam da brincadeira foram flagrados pelas câmeras de segurança agredindo um garoto de 6 anos após um mal-entendido.

Nas imagens é possível ver que, às 17h25, as crianças estão na quadra e um menino cai ao tentar fazer um drible com a bola.

Dois minutos após a queda, um homem aparece ao lado do garoto machucado. É possível ver que ele segura uma outra criança, imobilizando seus braços. Nesse momento, o menino ferido bate no rosto do colega. Em seguida, uma mulher surge na imagem e empurra o garoto que já havia levado um soco.

Enquanto a agressão acontece, as outras crianças ficam acuadas próximo às grades da quadra. Algumas delas aparecem nas imagens chorando.

A tia da criança que sofreu as agressões, Jucinea das Mercês Nascimento, 43 anos, contou ao G1 que o homem e a mulher das gravações são os pais do menino que caiu no chão enquanto jogava bola.

À reportagem, ela informou que teve acesso aos vídeos na segunda-feira (10). Na terça (11), Jucinea registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), denunciando a agressão contra o sobrinho, que tem 6 anos e visitava parentes no prédio.

O G1 tenta contato com o casal suspeito. A tia do menino diz que, apesar das cenas fortes, a criança não ficou com marcas físicas, mas não vai esquecer o episódio.

“A agressão psicológica que ele sofreu é um trauma para a vida.”

‘Tropeçou sozinho’

A servidora pública acredita que os pais do menino que se machucou pensaram que o sobrinho dela havia batido na criança. Ela conta que, depois de levar o tombo, o garoto teria subido para o apartamento com a boca sangrando. O pai, então, desceu até a quadra de esportes para tirar satisfação.

“As gravações não mentem. A criança tropeçou sozinha. Mesmo assim, o pai desce transtornado.”
Uma outra câmera do condomínio mostra o momento em que o pai carrega o filho no colo em direção à quadra onde várias crianças brincavam.

“Ele prende os braços do meu sobrinho para trás. A esposa dele observa toda a cena, grita e ainda empurra o menino com as duas mãos”, descreve Jucinea.

Em entrevista ao G1, ela desabafou: “Isso não se faz nem com um animal. Imagina com uma criança?”. Jucinea disse que não presenciou as agressões, porque tinha ido buscar o filho adolescente em um dos locais de prova do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB). Quando retornou, um vizinho a informou sobre o ocorrido.

“Ele me falou que, quando percebeu a movimentação, até pulou a grade para ajudar o meu sobrinho.”
Depois de ouvir os relatos desse vizinho e de alguns adolescentes que presenciaram a agressão, Jucinea foi ao apartamento onde o casal suspeito estava – os dois não moram no local, mas o endereço pertence à família deles.

“Me apontaram o prédio. Fui até lá, mas a mulher, a agressora, ainda me destratou. Disse que eu não educava o meu sobrinho. Fiquei revoltada. Mesmo com tudo o que aconteceu, eles ficaram achando que a ação foi correta”.

Férias em Brasília

O garoto alvo das agressões mora com os pais na Bahia. Ele veio para Brasília passar uma semana de férias na casa de Jucinea. A servidora pública disse que só teve coragem de contar à irmã o que aconteceu na segunda-feira.

“Eu só podia falar para ela após tomar uma atitude em relação a essa história. Agora, ela não dorme e diz que ‘não estava aqui para proteger o filho ’”, apontou Jucineia.

Em um áudio enviado ao G1, a mãe da criança, Jucimara das Merces Nascimento, afirmou que levará o caso à Justiça. “É lamentável ver um pai junto com uma mãe ter uma atitude dessa. A ponto de segurá-lo para ele não ter o direito de se defender do murro que vai levar. No que depender de mim, isso vai para frente na Justiça.”

“Quando eu soube disso, chorei a noite toda. Sei essas imagens de cor e salteado do tanto que eu já vi. O que eu estou passando não queria que mãe nenhuma passasse. Ver seu filho sem ter o direito de se defender.”

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Mulher comete suicídio após matar homem com barra de ferro no Paraná

Crime chocou cidade de Astorga (PR) na manhã desta quarta-feira (12).

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Do 24h
Foto: Arquivo pessoal

Por causa do fim do relacionamento amoroso, uma mulher usou uma barra de ferro para espancar e matar um homem, e em seguida cometeu suicídio na manhã desta quarta-feira (12) em Astorga, na Região Metropolitana de Maringá, no norte do Paraná.

Dumira Rosa da Silva, 49, pulou em uma represa e morreu afogada depois de agredir o companheiro Sidney Cândido da Silva, 50. Eles mantinham o relacionamento amoroso há algum tempo, mas Dumira não se conformou com o término e resolveu se vingar da pior forma. Conforme informações de pessoas próximas da vítima, a mulher já vinha proferindo ameaças de morte contra ele, caso o homem não assumisse o relacionamento publicamente.

Os corpos foram encontrados por uma sobrinha da mulher, que caminhava próximo a um bosque em Astorga quando notou o corpo boiando em uma represa no local. Ela reconheceu que se tratava de sua tia quando viu um par de chinelos nas margens da represa.

A jovem foi até a casa da mulher, e chegando lá, encontrou o corpo de Sidney, além da barra de ferro. A Polícia Militar (PM) acredita que Dumira entrou na represa para cometer suicídio, uma vez que ela não sabia nadar. Os corpos foram recolhidos pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Maringá.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Veículos com placa final 0 devem ser licenciados em dezembro

Donos de caminhões com placas terminadas em 0 e 9 também devem obter o documento até o final do mês; o valor do licenciamento é de R$ 87,38.

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O calendário de licenciamento do ano de 2018 chega ao último mês. Agora em dezembro, é a vez dos donos de veículos com placa terminada em 0 realizarem o licenciamento anual obrigatório. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta que a partir de 1º de janeiro de 2019 nenhum veículo poderá circular se não tiver regularizado o documento. A taxa para licenciar é de R$ 87,38 para todo tipo de veículo.

Já a multa para quem continuar circulando sem o licenciamento de 2018 custa R$ 293,47. A atitude é considerada infração gravíssima e gera também a remoção do veículo ao pátio, implicando em mais gastos com guincho e diária para o proprietário, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

O Detran.SP ressalta que não é bom deixar para regularizar a situação na última hora. Quem quiser ser lembrado do licenciamento pode cadastrar o número do celular no portal www.detran.sp.gov.br e aceitar receber mensagem com o alerta de vencimento do prazo pelo departamento de trânsito de forma gratuita. Todo veículo precisa ser licenciado anualmente para poder transitar, independentemente do ano de fabricação.

Calendário obrigatório de licenciamento 2018
Todos os veículos, exceto caminhões
Final de placa Mês obrigatório
1 Abril
2 Maio
3 Junho
4 Julho
5 e 6 Agosto
7 Setembro
8 Outubro
9 Novembro
0 Dezembro
Veículos registrados como caminhão
1 e 2 Setembro
3, 4 e 5 Outubro
6, 7 e 8 Novembro
9 e 0 Dezembro

Como licenciar

O valor do licenciamento em 2018 é de R$ 87,38 para todo tipo de veículo. Não precisa de boleto para pagar, é só informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) ao caixa bancário ou selecionar essa opção nos terminais eletrônicos das agências ou no internet banking. É preciso quitar possíveis débitos de IPVA, seguro obrigatório e multas, por exemplo.

Retirada do documento

Com o comprovante de pagamento e um documento de identificação em mãos, o condutor deve ir à unidade do Detran.SP onde o veículo está registrado ou em qualquer posto Poupatempo para solicitar a emissão do documento. Se preferir, pode receber o licenciamento em casa. Para isso, tem que pagar o custo de envio pelos Correios, de R$ 11, no momento em que pagar a taxa de licenciamento. O prazo de postagem é de até sete dias úteis após a emissão.

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