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Papa aceita renúncia de Bispo dom Otacílio Luziano da Silva ao governo pastoral da diocese de Catanduva

Dom Otacílio nasceu em Maracaí (SP). Ele foi ordenado em 06 de dezembro de 1987, na cidade de Assis (SP)

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Bispo dom Otacílio (Foto: Divulgação / Diocese de Catanduva)

O papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 10, o pedido de renúncia ao governo pastoral da diocese de Catanduva (SP) apresentado pelo Bispo dom Otacílio Luziano da Silva. Na mesma data, foi nomeado como administrador apostólico, dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, arcebispo emérito de Sorocaba (SP).

Natural de Maracaí (SP), dom Otacílio nasceu em 31 de outubro de 1954. Foi ordenado em 06 de dezembro de 1987, na cidade de Assis (SP). Estudou Filosofia na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e Teologia no Instituto Teológico Rainha dos Apóstolos, ambas as instituições em Marília (SP). Dom Otacílio é pós-graduado em Parapsicologia.

Antes de ser nomeado bispo, em 21 de outubro de 2009, foi vigário geral da diocese de Assis, reitor do Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus, em Marília, e membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio dos Consultores da diocese de Assis por duas vezes.

Bispo de Catanduva desde 17 de janeiro de 2010, dom Otacílio escolheu como lema “Revesti-vos da caridade”. Em sua trajetória como pastor, foi responsável pela Pastoral Carcerária entre 2014 e 2016.

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Mãe de assaltante morto em frente a escola processa policial e pede R$ 477 mil

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Mãe de assaltante morto em frente a escola processa policial e pede R$ 477 mil

A policial Kátia da Silva Sastre foi eleita deputada federal por São Paulo no domingo (7). Na véspera do pleito, porém, a família de Elivelton Silva Ferreira, assaltante de 20 anos que foi morto pela policial no dia 12 de maio, em frente a uma escola de Suzano, na Grande São Paulo, abriu processo contra ela e pede indenização no valor de R$ 477 mil – o equivalente a 500 salários mínimos.

O motivo do processo é o uso da cena da morte do rapaz de 20 anos em campanha eleitoral de Kátia. A PM foi eleita deputada federal por São Paulo com 264.013 votos – sétima mais votada no estado com maior colégio eleitoral do país.

Kátia estava de folga no dia 12 de maior e acompanha a filha de sete anos na festa de dia das mães no colégio Ferreira Master. Na entrada do local, acompanhada de outras mães, Elivelton as abordou com uma arma em punho e anunciou o assalto.

A PM reagiu e matou o rapaz de 20 anos com três tiros. A cena foi registrada por uma câmera de segurança. A mãe de Elivelton, a cozinheira Regiane Neves da Silva Ferrari afirma que a policial agiu de forma correta, mas processa por causa do uso de imagens.

Segundo Regiane, toda vez que a cena aparecia no horário eleitoral gratuito, Kátia torturou a ela e à sua família. “O que ela fez foi absurdo”, desabafa a mãe. “Toda vez que a cena aparecia na TV, meus netos gritavam: ‘vó, estão matando o Zoca de novo, venha ver’”, afirmou.

O jornal Folha de S. Paulo tentou contato com a PM e agora deputada federal eleita, mas ela não comentou o caso porque ainda não recebeu notificação oficial.

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Justiça suspende adoção de placas de veículos do Mercosul

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Agência Brasil
Justiça suspende adoção de placas de veículos do Mercosul (Foto: Reprodução)

A desembargadora Daniele Maranhão da Costa, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, suspendeu, em decisão liminar, a adoção das novas placas de identificação dos veículos brasileiros no padrão dos países do Mercosul. As novas placas seriam implementadas no Brasil até 1º de dezembro.

A decisão atende a pedido da Associação das Empresas Fabricantes e Lacradoras de Placas Automotivas do Estado de Santa Catarina (Aplasc).

Na decisão, a desembargadora argumenta que as resoluções nº 729/18 e 733/18 do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran) atribuem competência ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para fazer o credenciamento de empresas fabricantes e estampadoras de placas. Entretanto, diz a desembargadora, a atribuição é conferida aos Departamentos de Trânsito (Detrans) dos estados.

Para a desembargadora, a União não traz nenhum argumento que legitime a transferência de atribuição quanto ao credenciamento, embora traga como justificativa a necessidade de solucionar problema relacionado ao monopólio no setor. “Entretanto, sem adentrar na pertinência dessas afirmações, o fato é que não pode, a despeito de solucionar um problema, criar outro, abstraindo da previsão expressa em lei que diz ser dos Detrans a competência para a atividade de credenciamento”, diz na decisão.

Além disso, a desembargadora ressalta que a União não criou o sistema de consultas e de intercâmbio de informações de veículos em circulação no Mercosul. Na decisão, a desembargadora diz que a União reconhece que o sistema não foi implementado no Brasil e “sua defesa se restringe a reduzir a importância da providência”.

A desembargadora cita a argumentação da União de que informação da área técnica do Denatran considera não ser um impeditivo para adoção das novas placas a criação do sistema. Isso porque seriam necessárias apenas adaptações ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), sistema já existente e em pleno funcionamento.

“Ora, não é o Denatran ou o Judiciário ou a agravante [quem entrou com a ação na Justiça] que definem a importância da criação do sistema integrador, mas é uma condicionante que vem expressa no próprio tratado [do Mercosul]”, destaca a desembargadora. Ela acrescenta que é “impensável a adoção de um novo modelo de placas automotivas, que com certeza vai gerar gastos ao usuário, sem a contrapartida da implementação do sistema de informação integrado, sob pena de inverter indevidamente a ordem das coisas, pois a mudança do modelo visa a viabilizar a integração das informações com vistas à maior segurança e integração entre os países signatários do tratado”.

Em maio deste ano, a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamenta a produção das placas foi publicada no Diário Oficial da União. Por essa resolução, as novas placas deverão ser implementadas no Brasil até 1º de dezembro deste ano em veículos a serem registrados, que estejam em processo de transferência de município ou propriedade ou quando houver a necessidade de substituição das placas.

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Galinha de 1 metro é vendida por R$ 74 mil no interior de São Paulo

Franga Betina da Diamante bateu o recorde de preço para fêmeas da raça índio gigante. Leilão ocorreu na cidade de Jaguariúna, em 29 de setembro.

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Do R7

Uma galinha de 1,04 metro de altura foi vendida por R$ 74 mil durante um leilão de aves gigantes, no dia 29 de setembro, em Jaguariúna, interior de São Paulo. Nesta terça-feira (9), foi confirmado que a franga Betina da Diamante bateu o recorde de preço para fêmeas da raça índio gigante. “Recebemos a confirmação de que é a franga mais valorizada na história da raça”, disse o criador Haroldo Poliselli. Betina é filha de outro recordista, o galo Voodoo da Diamante, que mede 1,26 m, a maior altura já alcançada por um galo índio.

Galinha é vendida por R$ 74 mil (Foto: Reprodução Facebook)

A galinha foi adquirida pelo criador Ademir Melauro, de Franca, também no interior paulista. “É difícil conseguir aves grandes, e o acesso a essa genética exige alto investimento, por isso é uma franga preciosa”, disse. Ele pretende fazer o cruzamento da Betina com seu galo Mezenga, de 1,18 m. “Espero obter aves ainda mais imponentes, que é o que os aficionados estão buscando hoje. O mercado para essas aves está em crescimento”, disse.

O índio gigante é resultante do cruzamento entre galináceos altivos e a galinha caipira. Para ser considerado um “gigante”, o macho precisa medir pelo menos 1 metro e pesar 4,5 kg, enquanto a fêmea deve ter no mínimo 85 cm e pesar 3 kg, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Índio Gigante (Abracig). O principal atributo é o porte altivo e avantajado, que atrai o interesse de criadores, mas as aves são também dóceis.

Poliselli e o irmão Diogo, donos do criatório Diamante, em Jaguariúna, se especializaram na raça. Eles já obtiveram frangas maiores que a Betina, como a Viola, com 1,06 m, e a Mamba, recordista em tamanho, com 1,09 m. As aves são vendidas principalmente em leilões presenciais, com transmissão online. O remate de Betina, por exemplo, foi acompanhado por duzentos 200 participantes dos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Norte.

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