Fique conectado

Brasil

Casal segura menino para que filho o agrida no DF; veja vídeo

Câmeras de condomínio registraram sequência da ação. ‘Agressão psicológica que ele sofreu é um trauma para a vida’, diz tia do garoto agredido.

Publicado em

470

Uma partida de futsal entre crianças na quadra de um condomínio fechado, na Octogonal, em Brasília, acabou em cenas de violência no último domingo (9). Pais de um dos meninos que participavam da brincadeira foram flagrados pelas câmeras de segurança agredindo um garoto de 6 anos após um mal-entendido.

Nas imagens é possível ver que, às 17h25, as crianças estão na quadra e um menino cai ao tentar fazer um drible com a bola.

Dois minutos após a queda, um homem aparece ao lado do garoto machucado. É possível ver que ele segura uma outra criança, imobilizando seus braços. Nesse momento, o menino ferido bate no rosto do colega. Em seguida, uma mulher surge na imagem e empurra o garoto que já havia levado um soco.

Enquanto a agressão acontece, as outras crianças ficam acuadas próximo às grades da quadra. Algumas delas aparecem nas imagens chorando.

A tia da criança que sofreu as agressões, Jucinea das Mercês Nascimento, 43 anos, contou ao G1 que o homem e a mulher das gravações são os pais do menino que caiu no chão enquanto jogava bola.

À reportagem, ela informou que teve acesso aos vídeos na segunda-feira (10). Na terça (11), Jucinea registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), denunciando a agressão contra o sobrinho, que tem 6 anos e visitava parentes no prédio.

O G1 tenta contato com o casal suspeito. A tia do menino diz que, apesar das cenas fortes, a criança não ficou com marcas físicas, mas não vai esquecer o episódio.

“A agressão psicológica que ele sofreu é um trauma para a vida.”

‘Tropeçou sozinho’

A servidora pública acredita que os pais do menino que se machucou pensaram que o sobrinho dela havia batido na criança. Ela conta que, depois de levar o tombo, o garoto teria subido para o apartamento com a boca sangrando. O pai, então, desceu até a quadra de esportes para tirar satisfação.

“As gravações não mentem. A criança tropeçou sozinha. Mesmo assim, o pai desce transtornado.”
Uma outra câmera do condomínio mostra o momento em que o pai carrega o filho no colo em direção à quadra onde várias crianças brincavam.

“Ele prende os braços do meu sobrinho para trás. A esposa dele observa toda a cena, grita e ainda empurra o menino com as duas mãos”, descreve Jucinea.

Em entrevista ao G1, ela desabafou: “Isso não se faz nem com um animal. Imagina com uma criança?”. Jucinea disse que não presenciou as agressões, porque tinha ido buscar o filho adolescente em um dos locais de prova do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB). Quando retornou, um vizinho a informou sobre o ocorrido.

“Ele me falou que, quando percebeu a movimentação, até pulou a grade para ajudar o meu sobrinho.”
Depois de ouvir os relatos desse vizinho e de alguns adolescentes que presenciaram a agressão, Jucinea foi ao apartamento onde o casal suspeito estava – os dois não moram no local, mas o endereço pertence à família deles.

“Me apontaram o prédio. Fui até lá, mas a mulher, a agressora, ainda me destratou. Disse que eu não educava o meu sobrinho. Fiquei revoltada. Mesmo com tudo o que aconteceu, eles ficaram achando que a ação foi correta”.

Férias em Brasília

O garoto alvo das agressões mora com os pais na Bahia. Ele veio para Brasília passar uma semana de férias na casa de Jucinea. A servidora pública disse que só teve coragem de contar à irmã o que aconteceu na segunda-feira.

“Eu só podia falar para ela após tomar uma atitude em relação a essa história. Agora, ela não dorme e diz que ‘não estava aqui para proteger o filho ’”, apontou Jucineia.

Em um áudio enviado ao G1, a mãe da criança, Jucimara das Merces Nascimento, afirmou que levará o caso à Justiça. “É lamentável ver um pai junto com uma mãe ter uma atitude dessa. A ponto de segurá-lo para ele não ter o direito de se defender do murro que vai levar. No que depender de mim, isso vai para frente na Justiça.”

“Quando eu soube disso, chorei a noite toda. Sei essas imagens de cor e salteado do tanto que eu já vi. O que eu estou passando não queria que mãe nenhuma passasse. Ver seu filho sem ter o direito de se defender.”

Brasil

Guardas resgatam cachorro que estava sendo devorado vivo por urubus no Paraná

Cãozinho estava tentando se esconder entre pedras na Ilha da Cotinga, em Paranaguá.

Publicado em

Do 24h
Foto: Divulgação / GCM Paranaguá

Guardas Civis da Patrulha Marítima de Paranaguá (PR), no litoral do estado, trabalharam no resgate de um cachorrinho que estava abandonado em uma ilha, e sendo devorado vivo por urubus.

O caso foi relatado pelo secretário municipal de segurança da cidade, João Carlos Silva, que mobilizou uma equipe da GCM para resgatar o animal.

Acredita-se que o cachorro tenha sido abandonado na ilha propositalmente; Após ser avistado por um grupo de turistas que passeava de caiaque pelo local, a Guarda Civil foi informada e tratou de socorrê-lo. O cachorro apresentava muitos ferimentos, e foi levado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, onde está sendo tratado.

“A maldade do homem ultrapassa barreiras, a vida desse animal podem ter certeza, vale muito mais do que a de muitos que se dizem seres humanos.” desabafou João Carlos nas redes sociais, após o resgate.

Continue lendo

Brasil

Homem ataca estudantes com faca e deixa um morto em pensionato de Maringá

Ataque aconteceu na madrugada deste domingo (17), no Paraná. Estudante de química não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Publicado em

Do G1
Faca foi usada para atacar estudantes em pensionato — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Um jovem de 22 anos foi morto a punhaladas após um homem atacar estudantes em um pensionato na madrugada deste domingo (17) em Maringá, no norte do Paraná. Outros dois rapazes ficaram feridos. O suspeito foi preso, segundo a Polícia Civil.

O crime aconteceu na Zona 7. O autor do ataque morava nos fundos da residência. De acordo com a Polícia Civil, ele entrou na casa por volta das 2h e atacou três rapazes que estavam na cozinha. Dois conseguiram fugir e foram perseguidos na rua pelo suspeito.

As vítimas e vizinhos que ouviram a confusão acionaram a Polícia Militar (PM). O homem havia retornado para o pensionato para atacar outros estudantes, quando foi contido por uma equipe policial, segundo a PM. Ele foi preso e levado para a Delegacia de Polícia Civil de Maringá.

O estudante Orivaldo José da Silva Filho, de 22 anos, foi atacado pelo suspeito. Ele tentou fugir, mas acabou não resistindo aos ferimentos e morreu no local. O jovem era do de Conchas, no interior de São Paulo, e estava em Maringá onde se preparava para ingressar em uma turma de doutorado em Química.

Os outros dois jovens que fugiram ficaram feridos. Eles foram encaminhados para hospitais da cidade e continuam internados. A polícia não informou a idade dos jovens feridos.

Suspeito preso

Segundo a Polícia Civil, o autor do ataque é Osvaldo dos Santos Pereira Junior, de 26 anos. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar e ouvido pela Polícia Civil na manhã deste domingo (17).

O suspeito confessou que esfaqueou os jovens e disse à polícia que era maltratado na casa. Ainda de acordo com a Polícia Civil, o homem estava muito transtornado no momento do crime e pediu para que os jovens se ajoelhassem. Na sequência, atacou as vítimas com um punhal.

A Polícia Civil informou que investiga o crime e que irá apurar a saúde mental do suspeito.

Segundo a polícia, o suspeito ainda não tem advogado constituído.

Residência onde ataque aconteceu fica na Zona 7, em Maringá — Foto: Honório Silva/RPC

Continue lendo

Brasil

Cachorrinha “se entrega” à polícia durante prisão do dono por tráfico

Fora a parte engraçada e fofa, o dono foi pego com 11 quilos de maconha. Já a cadelinha ganhou um novo lar, bem em frente ao flagrante.

Publicado em

Do Metrópole
Cachorrinha “se entrega” à polícia durante prisão do dono por tráfico (Foto: Reprodução)

Dois homens foram presos por tráfico de drogas no Centro de Deodápolis, a 252km de Campo Grande (MS). Porém, uma cachorrinha roubou a cena da detenção. A cadela, com pouco mais de dois meses, “se entregou” à polícia junto com seu dono. As informações são da Campo Grande News.

“A foto foi tirada no instante que ela estava deitada, de barriga para cima, chamando o dono para brincar o que deu a impressão de que ela estava realmente se entregando”, disse o policial, segundo o site.

Fora a parte engraçada, a dupla foi flagrada com 11 quilos de maconha e segue presa na delegacia de Deodápolis aguardando audiência de custódia. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

Final feliz
O delegado de Deodápolis contou que, em frente a casa onde o flagrante ocorreu, moram José Guilherme Urnau Romera e sua família. Eles ficaram responsáveis pela cachorrinha.

Continue lendo
Solutudo 300
WhatsAssp AssisNews
Publicidade

FaceNews

Mais lidas