Fique conectado

Brasil

No 7º dia após desastre, esperança diminui e número de vítimas aumenta

Publicado em

334

Foto: Washington Alves/Reuters/Direitos reservados

No sétimo dia de buscas por vítimas do desastre causado pelo rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte, as autoridades contabilizam 99 mortos e 259 desaparecidos. O número de vítimas aumenta na proporção que a esperança diminui. Bombeiros experientes relatam que há dificuldades devido ao mar de lama que tomou conta da região.

Os trabalhos de resgate começam diariamente, por volta das 4h, e vão até a noite. A barragem B6, com água, segue monitorada 24 horas, sem risco de rompimento. Um plano de contingência, entretanto, foi elaborado de forma preventiva.

Buscas

Nos dois últimos dias, segundo o Corpo dos Bombeiros, as buscas se concentraram onde ficava o antigo refeitório da Vale. É realizado monitoramento na área por onde os rejeitos se espalharam, coberta a partir de grupos distribuídos em 18 pontos. Há locais em que a lama se acumula a 10 metros de profundidade.

Ontem (30), tropas enviadas de São Paulo começaram a atuar em seis pontos de monitoramento. As atividades também foram reforçadas por 58 voluntários, que ficam nas imediações e contribuem na verificação de vestígios de corpos.

Barragens

A Defesa Civil de Minas Gerais divulgou ontem um “plano de contingência” no caso de riscos relacionados às barragens da região de Brumadinho que não se romperam. Mas, de acordo com o porta-voz da corporação, tenente-coronel Flávio Godinho, a medida é preventiva, pois não há barragens com risco de rompimento.

Segundo Godinho, as demais barragens estão no nível de segurança 1. O risco aumenta quando a classificação passa para níveis superiores, como 2 ou 3. Contudo, acrescentou o porta-voz, não há situações desse tipo ainda na região.

Em nota, a Defesa Civil designou locais para os quais moradores e pessoas que estiverem na área devem se dirigir em uma situação hipotética. “A Defesa Civil divulga pontos como medida preventiva em caso de elevação do risco”, destacou o comunicado.

“As polícia Civil e Militar estão monitorando as barragens em tempo real para, em caso de mudança na situação, haja aviso por meio de sirenes para que a população possa se deslocar de forma organizada e ordeira”, afirmou Godinho.

Brasil

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

Secretaria de Educação informou que educador é temporário e foi devolvido preventivamente pela Coordenação Regional de Ensino da região.

Publicado em

Do Metrópoles
GOOGLE STREET VIEW
GOOGLE STREET VIEW

Um professor do 6º ano do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, da Asa Norte, foi desligado da unidade educacional após ensinar sobre sexo anal e oral durante aula de português, na última quarta-feira (13). Na ocasião, ele também pediu aos seus alunos que escrevessem uma redação improvisada sobre o tema.

Segundo denúncia recebida pelo Metrópoles, as crianças fotografaram o conteúdo escrito pelo docente na lousa e gravaram áudios durante a aula.

Nas imagens, é possível ver a data da ocorrência e o tema proposto pelo educador no quadro branco.

“Brasília, 13 de novembro de 2019. Objetivo: fazer o próprio currículo. Redação improvisada. Escrever sobre polidez e transformações afetivo-sexuais na adolescência (pós-infância). Sexo oral e penetração”, escreveu.

Ao lado das exemplificações, ele puxa setas e escreve as temáticas a serem abordadas sobre cada assunto formalmente e informalmente. Entre elas, usa palavras como: “boquete”, “69”, “fio terra”, “punheta”, “dar o cu” e outras.

Veja os registros obtidos pela reportagem:

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

O outro lado
Após receber a denúncia, a reportagem esteve no colégio na manhã desta segunda-feira (18/11/2019). O diretor responsável pela unidade estava em reunião interna com outros professores e informou não ter sido autorizado a dar entrevistas sobre a polêmica.

Uma mãe que não quis se identificar relatou ter tomado conhecimento da ocorrência pelo seu filho de apenas 10 anos. “Ele comentou sobre o professor, que escreveu no quadro algumas palavras, e me disse que nem sabia o que significava. Vou procurar a direção e pedir um posicionamento sobre o que eles estavam aprendendo. Queremos saber qual era o assunto debatido em sala. Uma outra mãe comentou que vai ocorrer uma reunião de pais para falar sobre o assunto. Estou aguardando”, disse a mulher.

Outros pais abordados em frente à escola não quiseram se pronunciar e alguns relataram desconhecer o fato.

Em nota, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) explicou que a direção da unidade, assim que soube do ocorrido, prontamente procurou pela pasta e pela regional de ensino a fim de oferecer a denúncia e, desde então, o caso está em averiguação.

“A Secretaria de Educação informa que o professor, que é temporário, foi devolvido preventivamente pela Coordenação Regional de Plano Piloto e Cruzeiro, enquanto está investigando a situação no CEF 104 Norte. Se comprovados os fatos, terá seu contrato cancelado”, diz trecho do texto.

Continue lendo

Brasil

Mulher morre após ter pescoço cortado por armadilha feita com arame em rua

Suspeita é que arame tenha sido colocado por criminosos que queria derrubar motociclistas e os roubar.

Publicado em

Do G1
Rosimeire Brito do Nascimento morreu após ter pescoço cortado em armadilha com arame — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Rosimeire Brito do Nascimento morreu após ter pescoço cortado em armadilha com arame — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Uma mulher de 36 anos morreu na madrugada deste sábado (16) após ter o pescoço cortado em uma armadilha feita com arame em uma rua de Formosa, no Entorno do Distrito Federal. A suspeita é que o arame tenha sido colocado para derrubar motociclistas e roubá-los.

Rosimeire Brito do Nascimento trabalhava em um bufê e voltava de um evento quando, ao passar pela Avenida Senador Coimbra, no Parque Vila Verde, foi atingida pela armadilha. O arame estava amarrado entre um poste e uma árvore.

Quando a vítima passou pelo local, o arame cortou o pescoço e ela morreu no local. De acordo com a polícia, criminosos levaram a bolsa e o celular dela. Equipes fazem buscas para tentar identificar e prender quem colocou o arame no local.

O enterro de Rosimeire aconteceu no domingo (17), no cemitério Cruz das Almas, em Formosa.

Armadilha de arame amarrada em poste de Formosa — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Armadilha de arame amarrada em poste de Formosa — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Continue lendo

Brasil

Em carta de suicídio, garota denuncia estupro dos pais

Érica tinha 19 anos e sofria os abusos desde os 15. Ela relata ter contado para a mãe, que não fez nada a respeito. Os pais foram presos.

Publicado em

Do Metrópoles
DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO

A Polícia Civil do Maranhão prendeu um casal na cidade de Governador Newton Bello, no interior do estado, após a filha deles cometer suicídio. Érica Neves, que tinha 19 anos, deixou uma carta, na qual ela diz que o motivo para tirar a própria vida foi o constante abuso sexual sofrido dentro de casa.

De acordo com reportagem do jornal O Dia, Érica afirmava que sofria abusos sexuais desde os 15 anos de idade. Ela disse, ainda, que tinha contado para a mãe sobre o crime, mas que a mulher não fez nada.

Após a denúncia, a polícia passou a investigar o caso e apreendeu os telefones de Érica, da mãe dela, Rosinete Lima Neves, de 40 anos, e do pai, Edmar Cavalcante Neves, de 46 anos.

A troca de mensagens foi comprovada por perícia e o mandado de prisão dos dois foi executado.

Continue lendo
WhatsAssp AssisNews
Publicidade

FaceNews

Mais lidas