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VW vai recomprar 194 carros vendidos no Brasil “sem registro de liberação”

Recall: falha em controle de peças levará fabricante a procurar donos de Gol, Golf, Polo e outros 11 modelos para recompra. Veja lista completa.

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Algumas unidades do Gol, de quatro anos-modelos diferentes, estão envolvidas no chamado (Divulgação/Volkswagen)

A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (30) um recall um tanto inusitado. O fabricante pretende recolher de circulação 194 veículos, de 14 modelos diferentes, que teriam sido comercializados “sem registro de liberação”.

Para isso, fará a recompra dos carros envolvidos, pagando o preço cheio da Tabela Fipe.

Trata-se de unidades chamadas pré-série, produzidas com intuito de refinar o maquinário da linha de montagem, que acabaram indo parar nas mãos de consumidores.

A empresa afirma que “a venda de veículos pré-série não é ilegal”, mas que “não possui o histórico de rastreamento de todas as peças” dos exemplares envolvidos, e por isso tomou a medida.

“Devido à falta de documentação técnica interna de montagem do veículo, não é possível assegurar que as unidades em questão atendam aos padrões e regulamentos exigidos. Há risco de falha de funcionamento de componentes e sistemas”, diz a marca em comunicado.

Os veículos foram produzidos entre 2008 e 2017, e pertencem a modelos tanto nacionais quanto importados. São eles: Gol, Voyage, Saveiro, Parati, Up!, Fox, Polo, Polo Sedan, Golf, Tiguan, Passat, Passat Variant, Touareg e CC.

Ainda de acordo com a Volkswagen, “não há registro de quaisquer acidentes ou lesões que poderiam ser atribuídos à existência de componentes sem registro de liberação nos veículos em questão”.

A companhia promete entrar em contato com os proprietários dos automóveis afetados, “pois nem todos os veículos do intervalo estão afetados”. Confira abaixo a tabela com os modelos, ano-modelo e códigos alfanuméricos (não sequenciais) de chassis:

Modelo Ano-modelo Chassis (não sequenciais)
Gol 2010, 2011, 2014 e 2016 AP012368 até GP185049
Voyage 2010 9BWDB05U0AT034050
9BWDA45U5AT035060
9BWDB45U4AT039887
Saveiro 2009, 2015, 2017 e 2018 9P082682 até JP100759
Parati 2009 e 2011 9BWGB45W69P083389
9BWGB05W3BP000001
9BWGB05W0BP025342
Up! 2014 ET500039 até ET500077
Fox/CrossFox 2015 a 2018 F4001762 até J4000040
Polo 2009 a 2011; 2014 9BWAB49N69P019666
9BWAB49N79P020017
9BWAE49N8AP000001
9BWDB49N0BP000002
9BWAB49N5EP000004
Polo Sedan 2009 e 2014 9BWJB49NX8P038428
9BWJB49N28P038679
9BWDE49N79P000015
9BWDB49N7EP000003
Golf 2015 a 2017 FW094744 até H4000452
Tiguan 2013 e 2015 WVGSV65N4DW014306
WVGSV65N3DW519611
WVGSV65NXFW016449
Passat 2013 WVWMG83C7DP009759
WVWMG83C0DP010154
Passat Variant 2013 WVWRG83C6DE019104
Touareg 2013 e 2015 WVGVF67P7DD011212
WVGVF67P0DD011214
WVGVF67P9FD000280
WVGVE67P3FD004165
WVGVF67P5FD004388
CC 2013 e 2016 WVWBC63C7DE519774
WVWBC63C2DE520427
WVWBC63C8DE521226
WVWBD63C2GE508067

Para mais informações o fabricante disponibiliza o telefone 0800019 8866 e o site oficial.

Brasil

Pai deixa carta antes de matar filho de 2 anos e tirar a própria vida

Segundo investigações, ele e a mãe da criança estavam cogitando uma separação, mas Evandro não estava satisfeito com a situação.

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Do Metrópoles
Pai deixa carta antes de matar filho de 2 anos e tirar a própria vida (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil de Patos de Minas (MG) divulgou uma carta deixada por Evandro Santos de Araújo, 34 anos, que matou o filho João, 2 anos, e se matou em seguida. Segundo investigações, ele e a mãe da criança estavam cogitando uma separação, mas Evandro não estava satisfeito com a situação.

“Você não se arrependeu, mas vai sentir arrependimento agora como eu senti… Aprenda a ter respeito… Decisão e consequência”, escreveu o homem na carta, encontrada ao lado do celular dele. Tanto o smartphone quanto o bilhete estavam em um armário na residência do casal.

A mãe descobriu as mortes quando voltou para casa após o trabalho na terça-feira (20). O corpo de Evandro e de João estavam na varanda lado a lado. Ao se deparar com a cena, ela começou a chorar e pediu a ajuda de vizinhos. Os corpos foram levados para o IML e ainda não foram sepultados.

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Brasil

Mãe coloca cebola cortada no quarto para tosse e filho vai para UTI

A assistente financeira Juliana Ishiara já havia escutado que uma cebola cortada colocada no quarto da criança poderia ajudar a melhorar a tosse e resolveu fazer o teste.

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Do Globo.com
Juliana e o filho Henzo (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

Tudo começou com um episódio de resfriado normal. Tosse, secreção, dificuldade para dormir. Aquele combo clássico que toda mãe já sentiu na pele durante as noites mal dormidas. “Levei o Henzo ao pediatra e estava tudo certo. Coriza clara, pulmão limpo. Seguimos com o tratamento tradicional à base de inalação, lavagem com soro fisiológico e xarope fitoterápico”, conta a assistente financeira Juliana Ishiara, 35 anos.

Durante a noite, angustiada com a tosse do filho que não passava, Juliana decidiu colocar em prática a dica que havia lido na internet. Foi até a cozinha, descascou e cortou uma cebola em quatro partes. Colocou em um prato e o posicionou próximo à cama do filho, que dormia no mesmo quarto que ela.

“Em menos de cinco minutos, o Henzo começou a ter uma crise de tosse muito forte, que não parava. Ele puxava o ar, mas não conseguia respirar. O esforço para tossir era tamanho que, em minutos, ele vomitou e começou a ficar muito cansado. Eu escutava um forte barulho quando ele tentava respirar”, relata Juliana.

Diante do desespero do filho, ela o levou rapidamente ao pronto-socorro. “Chegamos ao hospital e o Henzo foi atendido às pressas. Recebeu oxigênio, teve que tomar injeção de adrenalina e fazer inalações de resgate com altas doses de medicamento. Quando o quadro se estabilizou, os médicos decidiram interná-lo na UTI para que ele pudesse ficar monitorado”, relata Juliana.

Henzo na UTI (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

Foram cinco dias na UTI. Além de ficar com o medidor de oxigênio o tempo todo, Henzo teve que fazer um tratamento com bomba asmática e medicamentos para tentar reverter a crise respiratória. Após a alta, e de mais dois dias sob observação no quarto, Juliana seguiu com o tratamento durante trinta dias em casa.

Passado o susto, ela levou Henzo ao pneumologista para fazer uma investigação e buscar respostas. Após muitos exames, nada foi descoberto.

Juliana relata que as enfermeiras do Hospital Notre Dame, em São Paulo, onde Henzo ficou internado relataram que outras crianças já haviam passado pela mesma situação após terem contato com a cebola cortada.

De acordo com a pediatra Patrícia Fukui, do Fleury Medicina e Saúde, especialista em pneumologia pediátrica, existe um mito sobre a cebola ser um imã de vírus e bactérias, mas não há nenhum dado científico que comprove a eficácia do vegetal na recuperação de tosses e outros problemas respiratórios. Pelo contrário, ao ser cortada, a cebola libera um gás volátil à base de enxofre, que provoca justamente o cheiro tão característico.

“É muito comum ter episódios de bronquiolite e outras doenças respiratórias na primeira infância. Algumas crianças, no entanto, desenvolvem uma hiper-responsividade brônquica após esses problemas, que pode ser desencadeada por odores fortes, como de um perfume ou até mesmo da cebola. Essa hipersensibilidade pode provocar broncoespasmos e dificuldades na respiração”, explica Patrícia.

De toda forma, alerta Patrícia, só o pediatra é capaz de avaliar o quadro do paciente levando em consideração o histórico da criança.

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Brasil

Governo anuncia privatização dos Correios nesta quarta

Outras 16 estatais estão na lista para privatização.

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Do G1
Governo anuncia privatização dos Correios nesta quarta (Foto: Divulgação)

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos está na lista das 17 estatais que serão privatizadas ainda este ano. O anúncio será feito nesta quarta-feira (21), segundo informou o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira (20).

Nas justificativas para a privatização dos Correios, o Ministério da Economia aponta corrupção, interferências políticas na gestão da empresa, ineficiência, greves constantes e perda de mercado para empresas privadas na entrega de mercadorias vendidas pela internet, o e-commerce.

Como exemplos de ineficiência, o estudo aponta o “elevado índice de extravio”, e morosidade no ressarcimento dos produtos extraviados.

Nos estudos para a venda da estatal, o Ministério da Economia aponta o rombo de R$ 11 bilhões no fundo de pensão dos funcionários, o Postalis. Além disso, o Postal Saúde, o plano que atende aos funcionários, tem um rombo de R$ 3,9 bilhões.

O estudo diz que os Correios são uma “vaca indo para o brejo”, envolvendo risco fiscal de R$ 21 bilhões”.

Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o governo federal não pode vender estatais sem aval do Congresso e sem licitação quando a transação implicar perda de controle acionário.

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