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Mulher entra em trabalho de parto em calçada e bebê nasce com ajuda de homem que passava pela rua, no Paraná

Criança nasceu enquanto equipe do Samu estava a caminho da ocorrência, em Maringá; médico que trabalha na central de regulação auxiliou o procedimento por telefone.

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Mulher deu à luz no meio da rua em Maringá — Foto: Reprodução/RPC

Uma mulher entrou em trabalho de parto na calçada de uma rua de Maringá, no norte do Paraná, e contou com a ajuda de um homem, até então, desconhecido, para dar à luz o bebê. A criança nasceu enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estava a caminho.

O caso aconteceu na tarde de quinta-feira (9) no bairro Conjunto Requião. De acordo com o Samu, um médico que estava trabalhando na central de regulação auxiliou o procedimento pelo telefone.

O gestor imobiliário Reginaldo Chiquetti, de 45 anos, foi quem ajudou a grávida. Ele conta que estava passando pelo local a trabalho, quando o marido da jovem pediu por ajuda.

Reginaldo afirmou que foi até onde estava a mulher, de 23 anos, e chamou o Samu. No entanto, enquanto a ambulância estava a caminho, a bolsa se rompeu e a grávida disse que o bebê iria nascer.

“Nunca esperava por isso. A minha intenção era de chamar a ambulância. Não tinha outra alternativa a não ser fazer o parto mesmo”, contou o gestor imobiliário.
Segundo Reginaldo, toda a ação durou cerca de 10 minutos. Após o parto, outras pessoas se aproximaram para ajudar. Assim que a ambulância chegou, o cordão umbilical foi cortado, e o bebê recebeu os primeiros atendimentos junto com a mãe.

Apesar do nervosismo, Reginaldo contou que deu tudo certo. “Foi emocionante na hora. Foi por Deus mesmo”, disse.

A mulher deu à luz um menino. De acordo com o Samu, o parto estava previsto para o dia 15 de maio. A mãe e o bebê foram levados para um hospital em Sarandi, que também fica no norte do estado, e passam bem.

Quando equipe do Samu chegou ao local, criança já havia nascido — Foto: Samu/Divulgação

Brasil

Partes do corpo de um bebê são encontradas na rua em cidade do RS

Segundo o delegado Maurício Barison, a cabeça do bebê foi encontrada primeiro por cachorros de rua dentro de uma casa em construção.

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Do Metrópoles
Partes do corpo de um bebê são encontradas na rua em cidade do RS (Foto: Reprodução/O Repórter)

A polícia encontrou partes do corpo de um bebê em Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), nessa sexta-feira (23). A criança tinha cerca de uma semana de vida e os investigadores trabalham para identificar a mãe dela. As informações são do jornal local O Repórter.

Segundo o delegado Maurício Barison, a cabeça do bebê foi encontrada primeiro por cachorros de rua dentro de uma casa em construção. Os animais a levaram para o meio da rua, o que chamou a atenção dos vizinhos. Em seguida, os policiais encontraram um braço, a placenta e peças de roupas, além de marcas de sangue. Há indícios, de acordo com o responsável pela investigação, que os cortes tenham sido feitos com uma faca.

Com o objetivo de encontrar a mãe da criança, todos os hospitais da região foram alertados para que informem se uma mulher com hemorragia de aborto ou parto tenha dado entrada na unidade. Até o momento, duas situações foram comunicadas à polícia, em Gravataí, mas descartadas em seguida pelos investigadores.

O delegado também pediu a análise do DNA do sangue encontrado à perícia para tentar identificar o autor do crime.

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Criança é agredida e tem o corpo queimado dentro de uma casa em Londrina, diz polícia

Dois homens, parentes da vítima, foram presos suspeitos do crime. Situação ocorreu nesta sexta-feira (23).

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Do G1
Criança foi agredida e teve o corpo queimado dentro de uma casa em Londrina (Foto: Alberto D'Angele/RPC)
Criança foi agredida e teve o corpo queimado dentro de uma casa em Londrina (Foto: Alberto D'Angele/RPC)

Uma criança de 7 anos foi agredida e teve o corpo queimado por um parente em Londrina, no norte do Paraná, nesta sexta-feira (23). Segundo a Polícia Militar (PM), dois homens suspeitos do crime foram presos.

As agressões e o incêndio ocorreram em uma casa localizada na Rua Caviúna, no Jardim Leonor, na zona oeste do município.

A PM diz que vizinhos ouviram os gritos e foram até a casa para socorrer a criança. Utilizaram uma mangueira para apagar o fogo no corpo dela. No imóvel foram encontrados tufos de cabelos espalhados pelo pátio.

A polícia diz que um dos suspeitos, apontado como autor do crime, estava, aparentemente, em surto psicótico. O outro suspeito disse à polícia que não viu qualquer briga e não sabe porque o crime aconteceu.

Os bombeiros informaram que a menina teve cerca de 80% do corpo queimado. Ela está sendo levada ao Hospital Universitário.

Uma testemunha, vizinho do imóvel, contou que ele e a mulher ouviram a menina gritando muito. O irmão do agressor chegou na casa e tentou conter as agressões. Enquanto vizinhos socorriam a menina, que já estava com o corpo queimado, o outro homem segurava o agressor.

A menina morava com a mãe.

Dois homens foram presos suspeitos do crime (Foto: Alberto D'Angele/RPC)

Dois homens foram presos suspeitos do crime (Foto: Alberto D’Angele/RPC)

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Pai deixa carta antes de matar filho de 2 anos e tirar a própria vida

Segundo investigações, ele e a mãe da criança estavam cogitando uma separação, mas Evandro não estava satisfeito com a situação.

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Do Metrópoles
Pai deixa carta antes de matar filho de 2 anos e tirar a própria vida (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil de Patos de Minas (MG) divulgou uma carta deixada por Evandro Santos de Araújo, 34 anos, que matou o filho João, 2 anos, e se matou em seguida. Segundo investigações, ele e a mãe da criança estavam cogitando uma separação, mas Evandro não estava satisfeito com a situação.

“Você não se arrependeu, mas vai sentir arrependimento agora como eu senti… Aprenda a ter respeito… Decisão e consequência”, escreveu o homem na carta, encontrada ao lado do celular dele. Tanto o smartphone quanto o bilhete estavam em um armário na residência do casal.

A mãe descobriu as mortes quando voltou para casa após o trabalho na terça-feira (20). O corpo de Evandro e de João estavam na varanda lado a lado. Ao se deparar com a cena, ela começou a chorar e pediu a ajuda de vizinhos. Os corpos foram levados para o IML e ainda não foram sepultados.

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