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Suspeito de agredir mãe e filha a marretadas após post morre em SP

José Diógenes de Andrade, de 47 anos, estava preso desde 3 de junho e não resistiu a complicações da diabetes. Vítimas se recuperam dos traumas.

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José Diógenes de Andrade, de 47 anos, é o principal suspeito de agredir a mulher e a filha, em São Vicente, SP — Foto: Reprodução/Facebook 
José Diógenes de Andrade, de 47 anos, é o principal suspeito de agredir a mulher e a filha, em São Vicente, SP — Foto: Reprodução/Facebook 

O encanador José Diógenes de Andrade, de 47 anos, principal suspeito de agredir a marretadas Luziane de Jesus Silva, de 38 anos, e a filha, Mirella Silva, de nove anos, morreu após dar entrada na Unidade Pronto Atendimento (UPA) da Zona Noroeste, em Santos, no litoral paulista. Ele estava internado desde terça-feira (11) e não resistiu a complicações da diabetes.

Diógenes estava preso desde 3 de junho, um dia após agredir mãe e filha na casa em que a família morava, na Vila Ponte Nova, Área Continental de São Vicente. O ato teria sido causado por ciúmes do homem após uma publicação feita por Luziane nas redes sociais. Eles estavam separados.

Segundo a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SDPM), que administra a UPA, Diógenes, preso na carceragem do 5º Distrito Policial da cidade, deu entrada na unidade na última terça, com quadro de diabetes descompensada. Ele não reagiu ao tratamento e morreu.

José Diógenes de Andrade, de 47 anos, foi preso nesta segunda-feira (3), em Praia Grande, SP — Foto: Addriana Cutino/G1

José Diógenes de Andrade, de 47 anos, foi preso nesta segunda-feira (3), em Praia Grande, SP — Foto: Addriana Cutino/G1

O G1 apurou que Diógenes era diabético e, antes da agressão, havia tido um dedo amputado devido à doença. Após o crime, ele fugiu e foi agredido e torturado por populares, onde perdeu outros três dedos. No dia em que foi preso, ele precisou passar por atendimento médico, já que tinha ferimentos no pé e na cabeça.

O corpo do encanador foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO) do Hospital Guilherme Álvaro. O corpo foi necropsiado e liberado para os familiares. O caso foi registrado como morte suspeita e é investigado pelo 5º DP de Santos. O laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) será encaminhado para análise da autoridade policial.

Luziane e José Diógenes estavam separados; ele é o principal suspeito de agredir ela e a filha, em São Vicente, SP — Foto: Reprodução/Facebook 

Luziane e José Diógenes estavam separados; ele é o principal suspeito de agredir ela e a filha, em São Vicente, SP — Foto: Reprodução/Facebook

O crime

Diógenes invadiu a casa em que morava com a família por volta das 6h de domingo (2). Ele foi até o quarto onde Luziane dormia e passou a agredi-la no rosto e cabeça com a marreta. Mirella dormia ao lado dela e também foi atingida. O segundo filho do casal, um adolescente de 13 anos, conseguiu correr e pedir ajuda aos vizinhos.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Polícia Militar foram acionadas e, em seguida, o encanador fugiu. As duas foram socorridas para o Hospital Municipal da cidade. Luziane foi submetida a uma cirurgia de emergência, já que teve fraturas no rosto, cabeça e afundamento do crânio.

Luziane de Jesus Silva, de 38 anos, e Mirella Silva Andrade, de 9, foram agredidas a marretadas, em São Vicente, SP — Foto: Reprodução/Facebook

Luziane de Jesus Silva, de 38 anos, e Mirella Silva Andrade, de 9, foram agredidas a marretadas, em São Vicente, SP — Foto: Reprodução/Facebook

Após o procedimento, Luziane permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade em estado grave. Na última semana, foi transferida para o quarto. Ela continua internada e não há previsão de alta.

Já Mirella foi transferida para a UTI pediátrica do Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande. O G1 apurou que, após tratar os ferimentos, a criança reagiu bem às medicações e, na segunda-feira (10), recebeu alta. Ela está sob os cuidados da avó materna e dos tios, e junto do irmão.

Diógenes havia sido preso após investigadores da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) o localizarem escondido na casa de uma irmã, no bairro Esmeralda, em Praia Grande. Ele não resistiu à abordagem. Em depoimento à delegada Karla Cristina Martins Pereira, ele confessou que as agressões foram por ciúmes, e que acertou a filha ‘sem querer’.

Luziane de Jesus Silva, de 38 anos, e Mirella Silva Andrade, de 9, foram agredidas em São Vicente, SP — Foto: Reprodução

Luziane de Jesus Silva, de 38 anos, e Mirella Silva Andrade, de 9, foram agredidas em São Vicente, SP — Foto: Reprodução

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Colisão entre dois carros deixa uma pessoa morta e três feridas na PR-323

Segundo a PRE, acidente aconteceu quando veículo tentava acessar a rodovia na tarde deste domingo (14).

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Do G1
Carro saiu da pista após capotar na tarde deste domingo (14) — Foto: Aeromédico/Sesa
Carro saiu da pista após capotar na tarde deste domingo (14) — Foto: Aeromédico/Sesa

Uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas em um acidente envolvendo dois carros na PR-323, em Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Paraná. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o acidente foi registrado na tarde deste domingo (14).

A PRE informou que os dois carros bateram enquanto um dos veículos tentava acessar a rodovia após sair de um posto de combustíveis.

Com o impacto da colisão, um dos carros rodou na pista, bateu contra um caminhão e capotou, conforme a polícia.

A passageira do veículo que capotou não resistiu aos ferimentos e morreu no local. De acordo com a PRE, a vítima tinha 50 anos. Outros dois ocupantes do carro tiveram ferimentos graves e foram levados para um hospital em Umuarama, também no noroeste.

Um ocupante do outro veículo foi levado para um hospital de Cruzeiro do Oeste e recebeu alta ainda na tarde deste domingo, segundo a PRE.

Um helicóptero aeromédico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) auxiliou no socorro às vítimas. A rodovia chegou a ficar interditada por cerca de duas horas, de acordo com a polícia.

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‘Maria passou na frente’, diz padre Marcelo Rossi após ser empurrado de altar durante missa

Mulher furou a segurança de evento e empurrou o padre durante celebração. Após a agressão, ela foi contida pela Polícia Militar e encaminhada para a delegacia.

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Do G1
Mulher empurrou padre durante missa na Canção Nova — Foto: Reprodução
Mulher empurrou padre durante missa na Canção Nova (Foto: Reprodução)

Em vídeo, o padre Marcelo Rossi afirmou que “Maria passou na frente” após ele ter sido empurrado do altar por uma mulher neste domingo (14), em Cachoeira Paulista. A mulher furou a segurança do evento e empurrou o padre durante a celebração. Depois da agressão, ela foi contida pela Polícia Militar e encaminhada para a delegacia.

O padre celebrava a missa de encerramento do acampamento ‘Por Hoje Não’ (PHN). Por volta das 14h50 a mulher, que participava do evento, invadiu o altar e empurrou o padre, que caiu da estrutura.

Apesar da queda, o padre não ficou ferido e depois voltou ao altar para terminar a celebração. Em um vídeo divulgado pela Canção Nova ao fim da missa, o padre diz que está bem.

“Maria passou na frente, pisou na cabeça da serpente, estou ótimo”, disse. “Fiquem tranquilos, só umas dorzinhas, não quebrou nada”, acrescentou.

Após a agressão, na delegacia, foi feito registro de ocorrência pela pela Canção Nova. Padre Marcelo Rossi decidiu não registrar a agressão.

De acordo com a Polícia Militar, a mulher estava com um grupo do Rio de Janeiro no evento. Fiéis que viajaram com ela afirmaram à polícia que ela sofre de transtornos mentais.

Em nota, a Canção Nova informou que lamenta o incidente ocorrido com o padre Marcelo Rossi durante a missa, que ele foi atendido pela equipe médica do evento e, após ser liberado, seguiu com a celebração até o fim.

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Brasil

Mulher empurra padre Marcelo Rossi do palco de evento em São Paulo; veja o vídeo

Padre Marcelo participava da missa de encerramento do Acampamento PHN, em Cachoeira Paulista, quando foi atirado do palco por uma mulher. Evento era transmitido ao vivo.

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Do EM
Câmeras flagraram o momento em que mulher correu na direção do padre Marcelo e o atirou para fora do palco (Foto: Reprodução da internet/Youtube)

Uma mulher empurrou o padre Marcelo Rossi do palco de um evento na tarde deste domingo em Cachoeira Paulista (SP). O vídeo que mostra o momento em que o religioso cai do palco se espalhou pelas redes sociais.

O padre Marcelo participava do encerramento do Acampamento PHN (Por Hoje Não, por hoje não vou mais pecar), na sede da comunidade católica Canção Nova.

O ataque ocorreu durante a celebração da missa, que era transmitida ao vivo pela internet. O vídeo mostra a pregação do religioso quando, repentinamente, uma mulher de blusa branca corre na direção do padre e o empurra. Ele cai do palco, enquanto a mulher aparece sorrindo. A câmera se volta para os fiéis assustados.

Fiéis que participavam da cerimônia relataram nas redes sociais que o padre recebeu atendimento médico, passa bem e conseguiu terminar a missa. Até a publicação desta matéria ainda não havia um posicionamento dos organizadores do evento.

Segundo o site da Canção Nova, o Acampamento PHN está em sua 21º edição e começou em 10 de julho. É um acampamento de férias voltado para jovens católicos com shows, palestras, missas, lual e outras atividades voltadas para a espiritualidade. Neste ano, a expectativa era de que 50 mil pessoas participassem do retiro de cinco dias.

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