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FBI procura no Brasil suspeito de integrar grupo terrorista Al-Qaeda

O egípcio Mohamed Ahmed Elsayed Ahmed Ibrahim é suspeito de participar da organização Al-Qaeda como ‘agente e facilitador’. Governo brasileiro confirmou que ele reside legalmente no país.

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FBI procura, no Brasil, egípcio suspeito de integrar Al-Qaeda — Foto: Reprodução/FBI

O FBI divulgou nesta segunda-feira (12) que busca, no Brasil, o egípcio Mohamed Ahmed Elsayed Ahmed Ibrahim. As autoridades dos Estados Unidos suspeitam que ele tenha participado da organização terrorista Al-Qaeda como “agente e facilitador”.

O governo brasileiro confirmou a informação e disse que Ibrahim vive em situação regular no Brasil, após ingressar no país em 2018 (leia mais no fim da reportagem).

“Ele esteve, supostamente, envolvido no planejamento de ataques contra os Estados Unidos e seus interesses, e no fornecimento de apoio material para Al Qaeda desde, aproximadamente, 2013”, diz o comunicado do FBI.

O órgão norte-americano alerta que o homem “deve ser considerado armado e perigoso” e pede que qualquer informação sobre Ibrahim seja repassada ao escritório do FBI ou da embaixada ou consulado dos EUA mais próximo.

No entanto, o governo norte-americano ainda considera o homem como suspeito. O FBI informou que procura o egípcio para interrogá-lo – o alerta ainda não fala em prisão.

Governo brasileiro promete cooperar

Em nota conjunta, os ministros das Relações Exteriores e da Justiça e da Segurança Pública confirmaram que o egípcio entrou no Brasil em 2018 e obteve autorização de residência. Segundo o governo, Ibrahim está em situação migratória regular.

“O governo brasileiro está aberto a cooperar com as autoridades norte-americanas no que for solicitado, nos termos de nossa legislação, e está acompanhando o caso”, diz a nota.
Não há, por enquanto, informação sobre o local onde Ibrahim reside no Brasil nem sobre as atividades que ele exerce ou exercia em território nacional.

Brasil

Menino de três anos tem parte do pênis amputada após cirurgia de fimose

Família acredita que ocorreu erro médico. O cirurgião que realizou o procedimento foi encontrado morto em casa dias depois .

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Do Jornal de Brasília

Um menino de três anos teve parte do pênis amputada após fazer uma cirurgia de fimose. O pai da criança contou que o cirurgião não admitiu e só teve a confirmação quando transferiu a criança para outro hospital, que a submeteu a uma cirurgia de reconstrução da parte que sobrou do membro.

O cirurgião responsável pela fimose, que é a retirada de excesso de pele do pênis, morreu em casa dias após o acontecimento. A confirmação da morte do médico foi dada pela prefeitura de Malacacheta-MG, cidade onde ocorreu o caso.

A secretaria de Saúde informou que, além do cirurgião, ainda participaram do procedimento um anestesista, um enfermeiro, um instrumentador e dois circulantes de sala. A secretaria disse ainda que solicitou a abertura de um procedimento administrativo.

De acordo com o pai, após pedir para enfermeira trocar o curativo, não conseguiu visualizar o membro. Ele conta que deixou o filho no hospital e a mãe dele ficou como acompanhante. Ele foi para uma reunião e quando retornou, soube que tinha algo errado. A cirurgia que deveria ter durado uns trinta minutos levou cerca de quatro horas.

Ainda segundo ele, quando tirou o primeiro esparadrapo, tinha uma gaze enrolada simulando o pênis do filho, e tudo muito ensanguentado. Quando ele levantou a gaze, não tinha pênis visível. O pai conta que ficou desesperado.

O pai teria chamado o médico de plantão, porque o que tinha operado a criança, teria ido embora, e ele falou que não podia avaliar porque não tinha participado da cirurgia.

Ele procurou o prefeito e o secretário de saúde do município. Segundo ele, mostrou a foto do filho e questionou o secretário, que continuou dizendo que estava tudo bem. Horas depois, o médico que realizou a cirurgia apareceu e disse que estava tudo normal, que quando o pênis desinchasse, ele conseguiria ver o pênis do filho.

Como a criança continuava a reclamar de dores, no dia seguinte o pai assinou um termo de responsabilidade e transferiu a criança para outro hospital.

Na nova unidade, o menino passou por dois novos procedimentos para avaliar o estado em que se encontrava e, em seguida, para a reconstrução do pênis. O pai conta que o laudo do segundo hospital apontou que houve laceração do prepúcio do menino e diz que somente no futuro poderá saber se o filho poderá recorrer a uma prótese.

A conta no hospital ficou quase R$ 10 mil e o pai diz que precisou pegar dinheiro emprestado para pagar, pois não recebeu apoio ou assistência do município no primeiro momento. Apenas depois do caso repercutir na mídia, a Prefeitura ressarciu os custos da segunda internação.

O crime está sendo apurado como lesão corporal. De acordo com a polícia, os familiares já foram ouvidos e agora membros da equipe de cirurgia serão ouvidos. A intenção é apurar se o erro foi apenas do médico que o operou ou mais pessoas teriam contribuído para os danos sofridos pela criança.

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Brasil

Carro desaparecido é encontrado com sete pessoas mortas

Carro com as vítimas – 6, da mesma família – estava sumido desde a noite de domingo, e foi achado no interior de uma vala em Pindamonhangaba

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Do Metrópoles
FOTO: DIVULGAÇÃO/CORPO DE BOMBEIROS

Sete pessoas, entre elas duas crianças, foram encontradas mortas na manhã desta segunda-feira (07) no interior de um automóvel acidentado, na zona rural de Pindamonhangaba, interior de São Paulo.

O carro com as vítimas – seis da mesma família – estava desaparecido desde a noite de domingo (06). O veículo foi encontrado por volta das 6h no interior de uma vala com água, à margem da Estrada do Sapucaia, que liga a cidade ao bairro do Ribeirão Grande. Segundo a Polícia Militar, todos os ocupantes já estavam mortos, a maioria por possível afogamento.

Segundo a PM, na manhã de domingo, o motorista Douglas Fabrício, de 26 anos, e sua esposa, Angélica Mathias, de 27, decidiram levar suas filhas, de 6 e 8 anos, para brincar em um rio, no bairro rural. Os pais de Angélica e um vizinho de 36 anos também foram convidados e seguiram no mesmo veículo, um Volkswagen Gol. À noite, eles não chegaram de volta às suas casas e os familiares iniciaram as buscas.

Um parente encontrou o carro parcialmente submerso em uma vala, na estrada terra de acesso ao bairro. Conforme a Polícia Militar, exames no local indicaram que o veículo capotou e caiu na vala. Equipes do Corpo de Bombeiros fizeram o resgate das vítimas. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Pindamonhangaba. Os exames devem indicar a provável causa das mortes. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as causas do acidente. O carro foi retirado da vala e vai passar por perícia.

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Assessor do PT que ficou milionário volta a ganhar na Mega-Sena

O sortudo participou de bolão de funcionários do partido que foi premiado com R$ 120 milhões. Desta vez, embolsou R$ 579.

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Do Metrópoles
Assessor do PT que ficou milionário volta a ganhar na Mega-Sena (Foto: Marcelo Fonseca/Folhapress)

Um dos assessores do PT que integrou o bolão – composto por 49 pessoas – premiado com a bagatela de R$ 120 milhões, há duas semanas, parece ter muita sorte. Dias após virar milionário, o participante voltou a ganhar na Mega-Sena. Desta vez, o valor não foi tão alto, visto ter acertou apenas a quadra, e não os seis números da maior loteria do país. Ele levou para casa R$ 579. A informação é da GaúchaZH.

“Tenho certeza de que vou ganhar de novo. Jogo há mais de 20 anos. Eu não ganhei na sorte, mas na insistência”, disse o sortudo, que não teve a identidade revelada à reportagem.

Contou também que, embora prefira a discrição, não está escondendo a novidade de parentes e amigos que o questionam sobre o assunto. O destino da bolada ainda é incerto. Ele investiu fração do prêmio em pecuária, mas ainda não sabe o que fará com a maior parte do dinheiro.

Em 18 de setembro, a loteria sorteou R$ 120 milhões, valor rateado em 49 cotas, pagando R$ 2,4 milhões a cada participante. As dezenas sorteadas foram 04, 11, 16, 22, 29 e 33. Por hábito, o petista seguiu apostando e, em 24 de setembro, ganhou mais R$ 579,20.

“Não dá para parar de trabalhar com esse valor. Claro que não há mais a preocupação do dia a dia, mas está todo mundo trabalhando”, frisou.

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