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Governo determina suspensão do uso de radares móveis em rodovias federais

Bolsonaro diz que suspensão começa na segunda (19), mas Ministério da Justiça e PRF não confirmam. A reavaliação do uso de radares será feita pelo Ministério da Infraestrutura, e não há prazo definido para a volta da fiscalização.

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Radar móvel usado em rodovia pela Polícia Rodoviária Federal — Foto: Divulgação/PRF Tocantins

O presidente Jair Bolsonaro determinou a suspensão do uso de radares de fiscalização de velocidade móveis em rodovias federais. A ordem foi publicada nesta quinta-feira (15) no “Diário Oficial da União”, e foi dada ao Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O despacho não especifica quando a medida entra em vigor, mas Bolsonaro disse na manhã desta quinta-feira que a suspensão passa a valer a partir de segunda-feira (19).

“A partir de segunda-feira não tem radar até que o Contran decida”, disse o presidente.

A suspensão se aplica aos seguintes radares:

  • Estático: instalado em veículo parado ou sobre suporte
  • Móvel: instalado em veículo em movimento
  • Portátil: direcionado manualmente para os veículos

O Ministério da Infraestrutura, que será o responsável pela revisão das normas, disse ao G1 que não há prazo definido para que a reavaliação do uso de radares seja realizada e eles voltem a ser utilizados.

Questionado sobre quando a suspensão começará efetivamente, o Ministério da Justiça não respondeu a pergunta e disse que a informação cabe à Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A PRF, por sua vez, ainda não respondeu até a última atualização desta reportagem.

Radares fixos serão instalados

Bolsonaro também criticou o impasse judicial sobre uma decisão dele que suspendeu em abril a contratação de novo radares fixos em rodovias federais.

No mês seguinte, uma ação popular conseguiu na Justiça uma liminar que proibiu o governo de seguir adiante com a medida. No final de julho, o Ministério da Infraestrutura fez um acordo para instalar 1.140 aparelhos para monitorar 2.278 faixas.

“Estamos com o problema na Justiça agora. Vão tirar R$ 1 bilhão para instalar 8 mil pardais. Com o bilhão, o Tarcísio asfalta 300 km de rodovia”, afirmou o presidente, se referindo ao plano inicial de instalação de radares fixos, que iriam fiscalizar 8 mil novas faixas em até 5 anos.

Na segunda-feira, Bolsonaro havia afirmado que pretendia acabar com os radares móveis no país já na semana que vem. Na ocasião, ele disse que se tratava de uma decisão dele próprio e que era “só determinar à PRF que não use mais”. O presidente, no entanto, afirmou que poderia voltar atrás se alguém “provar que esse trabalho é bom”.

Na quarta-feira, Bolsonaro classificou os pardais — como são conhecidos os radares — de “assaltantes”.

Normas de fiscalização serão revisadas

A suspensão determinada nesta quinta-feira vale até que seja concluída uma revisão das normas sobre fiscalização eletrônica de velocidade, que deverá ser feita pelo Ministério da Infraestrutura. A pasta controla o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que definem regras sobre o assunto.

Além disso, a medida exige que o Ministério da Justiça revise os atos normativos internos sobre o tema.

De acordo com o despacho assinado por Bolsonaro, a suspensão tem como objetivo “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória” dos equipamentos.

A determinação não se aplica aos radares fixos, que são aqueles instalados em local definido e de forma permanente.

Suspensão do uso de radares móveis publicada em despachos do presidente Jair Bolsonaro no ‘Diário Oficial da União’ desta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução/Diário Oficial da União

Impasse sobre radares desde abril

Em maio, Bolsonaro já havia dito que gostaria de acabar com este tipo de fiscalização em rodovias federais. No entanto, há impasse sobre o tema desde abril, quando o Ministério da Infraestrutura suspendeu, após ordem do presidente, a instalação de aparelhos que monitorariam 8 mil faixas em rodovias federais não concedidas à iniciativa privada.

Dez dias depois, a juíza Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal em Brasília, determinou que a União não poderia retirar radares eletrônicos, e que deveria renovar contratos com concessionárias para fornecer aparelhos cujos contratos estavam prestes a vencer.

No último dia 30, o governo firmou acordo com o Ministério Público Federal, se comprometendo a instalar 1.140 novos radares em rodovias federais não concedidas à iniciativa privada.

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Funcionário do IML é demitido após fazer sexo com cadáver

Auxiliar de necropsia em Manaus estaria bêbado ao ser encontrado descendo de uma das mesas de exame, onde estava um corpo feminino.

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O Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas (DPTC) informou que pediu abertura de um inquérito policial para investigar denúncias de prática de necrofilia por um auxiliar de necropsia do Instituto Médico Legal (IML) de Manaus.

A informação foi dada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), em nota. O caso está sendo investigado pelo 27° Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Segundo informações da SSP, o auxiliar de necropsia foi demitido juntamente com um colega do setor administrativo por faltas funcionais graves praticadas durante o plantão do dia 23 de novembro, em que ambos deixaram o expediente para assistir ao jogo final da Copa Libertadores da América e retornaram embriagados, segundo relatos de outros profissionais do plantão.

O auxiliar foi encontrado arrumando as calças enquanto descia subitamente de uma mesa de necropsia onde havia um cadáver do sexo feminino.

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Cidade do interior de SP tem bilhetes com acusação de adultério espalhados nas ruas

Moradores foram surpreendidos com centenas de panfletos denunciando uma suposta traição.

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No interior de São Paulo, os moradores do município de Registro foram surpreendidos com centenas de bilhetes anônimos deixados na porta de uma loja no centro e em vários outros bairros na manhã desta segunda-feira (09/12/2019). Nos panfletos, o autor desconhecido denuncia um caso de traição envolvendo a proprietária do estabelecimento e um professor de artes marciais.

Conforme apurado pelo G1, os bilhetes apareceram, em um primeiro momento, em frente a uma loja localizada na av. Professor Jonas Banks Leite, no centro de Registro. Não demorou para que os bilhetes fossem jogados em outras partes da cidade. Imagens dos panfletos acabaram sendo compartilhadas em redes sociais por dezenas de moradores.

No texto dos bilhetes, o autor denuncia a traição da comerciante, que é aluna de Muay Thai de uma academia em Registro. Confira o recado na íntegra:

“A proprietária **** ******** (atual mulher do ******* ******) está traindo seu marido com seu “namorado” e seu treinador de Muay Thai, o Sr. ******. A próxima edição vem com fotos.”

Voluntários
Em contato com a Polícia Civil de Registro, nenhum caso de difamação foi notificado às autoridades até o início da tarde desta segunda. A Polícia Militar também não foi acionada para atender à ocorrência. Durante o dia, voluntários se reuniram para recolher os papéis abandonados.

Em nota, a academia onde o treinador trabalha informou que repudia veementemente tal atitude e que prestará total apoio ao colaborador e ao casal de amigos e clientes envolvidos no caso. “É uma inverdade imoral e criminosa. Temos certeza de que em breve tudo será esclarecido pelas autoridades competentes”, diz a nota.

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Trigêmeos se afogam, homem tenta ajudar e todos morrem em MS

Caso aconteceu no Rio Paraná. Adolescente de 14 anos que estava no local com o grupo conseguiu escapar da correnteza.

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Uma tragédia abalou a cidade de Novo Mundo, em Mato Grosso do Sul, no último sábado (30/11/2019). Enquanto passeavam por uma das prainhas do Rio Paraná, quatro pessoas morreram afogadas – trigêmeos, de 13 anos, e um homem que estava com eles, de 47, amigo da família dos jovens. A informação é do portal G1.

Até agora, apenas os corpos de dois (Giovane e Bruna) dos trigêmeos que morreram afogados foram sepultados. A terceira adolescente (Bianca) ainda não foi encontrada pelos bombeiros.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, os trigêmeos, o homem de 47 anos, e o filho dele, um garoto de 14 anos, estavam no rio quando uma das jovens se afastou do grupo. A menina afundou e, na tentativa de resgatá-la, os outros dois irmãos foram puxados pela correnteza e acabaram se afogando.

O pai, identificado como Marcos Roberto dos Santos, e o filho que estavam próximos tentaram ajudar os trigêmeos, mas também foram puxados pelo rio e afundaram. O garoto de 14 anos foi resgatado por pessoas que passeavam em uma embarcação, mas o homem morreu afogado.

O corpo de Marcos Roberto de Campos, de 47 anos, morador de Guaíra, foi sepultado no cemitério municipal de Guaíra, às 9h desta segunda-feira.

Os trigêmeos, duas meninas e um menino, moravam em Alto Piquiri, no Paraná. Os dois corpos localizados pelos bombeiros foram velados. Em homenagem às vítimas, o colégio estadual Manoel Bandeira, onde os irmãos estudavam, suspendeu as aulas e o prefeito decretou luto oficial de três dias

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