Fique conectado

Brasil

Homem é atropelado durante limpeza de canteiro central de avenida em Maringá; VÍDEO

Atropelamento ocorreu na Avenida Nildo Ribeiro, na tarde de quarta-feira (31). Hospital informou que vítima sofreu politrauma.

Publicado em

1.202

Um funcionário de uma empresa que presta serviços para a Prefeitura de Maringá, no norte do Paraná, foi atropelado quando fazia a limpeza do canteiro central da Avenida Nildo Ribeiro, na tarde de quarta-feira (31).

Uma câmera de segurança filmou o homem, de 48 anos, em uma das faixas da avenida limpando o canteiro quando é atingido por um carro. Com o impacto, ele é arremessado.

O funcionário foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao hospital Santa Casa.

O hospital informou, na manhã desta quinta-feira (1°), que o homem sofreu politrauma e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A Secretaria Municipal de Serviços Públicos disse que vai notificar a empresa terceirizada para que ela informe as condições de trabalho no local e o motivo do acidentado estar transitando na via.

Homem é atropelado em avenida de Maringá — Foto: Reprodução/RPC

Homem é atropelado em avenida de Maringá (Foto: Reprodução/RPC)

Brasil

Homem finge ser Leonardo DiCaprio e engana mulher no DF

Golpista usou perfil falso do ator em redes social e convenceu aposentada a transferir cerca de R$ 6 mil para um banco norte-americano.

Publicado em

Do Metrópoles
DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO

Um golpista com a lábia afiada fingiu ser um dos atores mais famosos de Hollywood para enganar uma moradora do Distrito Federal. Ao se passar pela estrela Leonardo DiCaprio, o estelionatário encantou uma mulher de 60 anos, de Águas Claras, e a convenceu a enviar pelo menos uma remessa de dólares para um banco norte-americano. O caso foi registrado pela Polícia Civil, que tenta identificar o autor do crime. A vítima perdeu cerca de US$ 1,5 mil, o equivalente a R$ 6 mil.

A apuração ainda está em fase inicial, mas a polícia ouviu a mulher, que é aposentada do serviço público e engajada em causas ambientais. O envolvimento da vítima com a defesa do meio ambiente serviu de trampolim para o golpista.

O criminoso aproveitou o ativismo de DiCaprio, que milita em causas ambientais, para abordar a brasiliense por meio de uma rede social. À polícia, a aposentada contou que o golpista usava um perfil falso do ator, com fotos, textos e vídeos do astro de franquias como Titanic e O Lobo de Wall Street.

As conversas iniciais, travadas em inglês, ocorreram no bate-papo da rede social da vítima. O golpista afirmou que era DiCaprio e estava trabalhando, há algum tempo, com o desenvolvimento de um veículo antipoluente, com motor elétrico e ecologicamente correto. Em seguida, o estelionatário sugeriu que conversassem por meio do WhatsApp e enviou para a vítima um número com código de área norte-americano.

Transferência

Durante as conversas, o suposto astro perguntou à aposentada se ela tinha interesse em investir no projeto de lançamento do carro ecológico. Para isso, ele estava arrecadando fundos com uma série de pessoas envolvidas com ambientalismo e que viam no veículo uma importante ferramenta de preservação ambiental.

De acordo com as apurações, a mulher aceitou a proposta e se dispôs a doar o dinheiro. Os US$ 1,5 mil foram transferidos para uma conta do Bank of America, nos Estados Unidos.

Dias depois, a aposentada recebeu um novo contato do falso DiCaprio, desta vez por e-mail. No texto, ele narrava que precisava de mais US$ 3,5 mil, o que levantou as suspeitas da vítima. Desconfiada, ela procurou a Polícia Civil e foi alertada pelos investigadores que se tratava de um golpe. Após o último contato, o estelionatário não procurou mais a aposentada.

Mensagens

O Metrópoles conversou com o chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), delegado Giancarlos Zuliani, sobre o caso. Segundo ele, os primeiros passos de uma investigação que apura essa modalidade de golpe é identificar o ponto de onde partem as mensagens e o local, de fato, onde se encontra o criminoso.

“Nem sempre o fato de o suspeito usar um telefone com prefixo americano que dizer que ele está nos Estados Unidos. Atualmente, existem serviços que possibilitam a compra desses números para usá-los em qualquer estado brasileiro”, explicou.

Zuliani ressaltou que a PCDF se especializou na apuração de golpes aplicados por criminosos que estão baseados em outros continentes. “Já conseguimos firmar acordo de cooperação com países como China, Rússia e Índia durante investigações que esbarraram em crimes virtuais praticados nesses territórios, mas que tiveram como alvo vítimas do DF. São apurações demoradas, mas que vêm surtindo efeito”, explicou.

Continue lendo

Brasil

Aos 46 anos, mulher descobre que ‘pai’ a sequestrou ainda bebê

‘Vivi, até agora, uma vida de mentira, uma vida que não era minha’, diz Simone Garcia.

Publicado em

Do Estado de Minas
Simone Garcia tenta encontrar sua verdadeira família (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Simone Garcia tenta encontrar sua verdadeira família (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

No dia 7 de abril de 1975, a lavradora Neide Aparecida Pereira, de 22 anos, saiu de casa para buscar lenha e, quando voltou, sua filha de dois anos havia desaparecido. Na queixa registrada na delegacia de polícia de Tanabi, interior de São Paulo, onde ela morava, Neide apontou como suspeito de ter sequestrado a menina um parente de seu marido, Pedro Antônio Garcia, na época com 34 anos. O caso foi arquivado sem que a criança e o suspeito fossem encontrados.

Após 44 anos, em agosto último, a cuidadora Simone Aparecida Lopes Garcia, de 46 anos, moradora de Cariacica, na Grande Vitória (ES), descobriu que era ela a menina sequestrada e que fora criada como filha pelo próprio sequestrador. O homem que chamava de pai a separou também de duas irmãs mais velhas que ficaram com sua verdadeira mãe. “Vivi, até agora, uma vida de mentira, uma vida que não era minha. Quero encontrar minha mãe e minhas irmãs para reescrever minha história”, disse, ao jornal O Estado de S. Paulo, por telefone, nesta quarta-feira, 6.

Simone conta que desde pequena seu “pai” dizia que a mãe dela, Iraildes da Cunha Lopes, era alcoólatra e havia morrido. Ela, no entanto, nunca tinha visto o atestado de óbito ou qualquer documento a respeito. “Quando eu queria saber mais, ele ficava bravo e, como era um homem violento, eu deixava para lá. Em maio de 2006, ele sofreu um derrame e ficou muito ruim. Fui a última pessoa a falar com ele, antes de morrer, e pedi que falasse se minha mãe estava viva. Ele negou. Preferiu que esse segredo terrível morresse com ele.”

A cuidadora conta que, após a morte do pai, aumentou o desejo de saber mais sobre a mãe. “Eu já tinha meus cinco filhos todos criados, o caçula tem hoje 24 anos, e eles também perguntavam da avó. Decidi então pesquisar sobre ela.” Em busca de informações sobre a mulher que acreditava ser sua mãe, Simone acabou chegando à verdadeira história do homem que se passou por seu pai. “Descobri que Iraildes tinha morrido em 1974, mas também que ela não era minha mãe. Foi quando soube que tinha um processo envolvendo quem se dizia meu pai na delegacia de Tanabi. Quando vi o que era, caiu meu mundo. Fiquei em choque, pois logo entendi que eu era a menina sequestrada e estava lá o nome dele como meu sequestrador.”

Lendo o processo, Simone soube que sua mãe verdadeira, Neide Pereira dos Santos, procurou por ela durante dois anos. “Foi uma busca difícil, pois ela morava na zona rural, era muito pobre. Mesmo assim, ela procurou em casa de familiares dele por toda a região. A família Garcia era bem sucedida, tinha até parente delegado. O processo foi arquivado sem muita investigação.” De acordo com a cuidadora, sua mãe havia sido abandonada pelo seu pai biológico e Pedro, que era casado com uma prima dele e tinha ficado viúvo, pediu abrigo na casa de Neide.

O homem mudou-se para lá com o adolescente Marcos Antonio Garcia, de 14 anos, que ele “pegara para criar” aos 7 anos. Após o sequestro, Pedro a levou para o Paraná e, depois, para o Espírito Santo, sem despertar suspeitas. “Ele dizia que eu era filha dele, que a mãe havia morrido, e mostrava uma foto da Iraildes, além de uma foto minha, criança, no colo dele.”

A própria Simone reconhece que sua vida parece um filme, “um drama daqueles de chorar”. Ela conta que, desde os quatro anos, foi abusada sexualmente por Marcos, que considerava meio irmão. “Isso (abuso) foi até quando eu tinha 9 anos e ele 21. Gostaria que ele fosse encontrado agora e fosse responsabilizado pelo que fez.” Para fugir dos abusos do rapaz e das agressões que sofria de Pedro, ela foi morar com a mãe dele, Jesuína, que considerava sua avó, mas Pedro entrou na Justiça para obter sua guarda de volta. Foi quando a registrou como “filha”.

Simone, que trabalha como cuidadora de deficientes mentais em uma clínica, diz que vive, agora, por dois objetivos. O primeiro é recuperar a identidade que lhe foi roubada. “Vou trocar toda a documentação em que estou registrada como Simone Aparecida Lopes Garcia, para meu nome verdadeiro: Simone Aparecida Pereira dos Santos.” O outro, é encontrar sua verdadeira família. “Neide, minha mãe, está hoje com 66 anos, se estiver viva. Também espero encontrar minhas irmãs.”

Ela está recebendo ajuda de uma organização especializada em buscas de pessoas desaparecidas. “Meus filhos estão me apoiando em tudo. Dois deles, a Camila e o Gabriel, moram comigo. Eles também estão na maior expectativa. Quando o telefone toca, eu tremo, de tanta ansiedade.” A filha Gabriela conta que a mãe recebe também apoio psicológico. “Foi muito horrível tudo isso que ela passou. Vamos fazer de tudo para que ela encontre a nossa avó verdadeira e também outros familiares”, disse.

Continue lendo

Brasil

Madrasta obrigava enteadas a fazer sexo com homens de até 90 anos

Adolescentes de 11 e 15 anos eram embriagadas antes dos abusos e recebiam favores e dinheiro em troca de sexo.

Publicado em

Do Metrópoles

Uma mulher que obrigava as enteadas de 11 e 15 anos a se prostituírem, no município de Miranorte, em Tocantins, foi presa na última sexta-feira (01). As informações são do jornal O Dia.

De acordo com a Polícia Civil, as adolescentes eram forçadas a ter relações sexuais com homens entre 34 e 90 anos. Elas eram embriagadas antes dos abusos e recebiam dinheiro ou favores em troca. Os crimes aconteceram entre julho e setembro deste ano e os homens pagavam entre R$ 100 e R$ 150 pelos programas.

Sete homens foram indiciados e interrogados pelos crimes de favorecimento de prostituição de adolescente e estupro de vulnerável e irão responder em liberdade. A madrasta também foi indiciada pelos dois crimes e pelo fornecimento de bebida alcoólica às jovens.

A 66ª DP (Miranorte) está investigando o caso.

Continue lendo
WhatsAssp AssisNews
Publicidade

FaceNews

Mais lidas