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Jovem que mutilou e matou irmão de 5 anos em ‘ritual’ fará exame de sanidade mental

Polícia Civil de São Roque (SP) investigou o caso e a ré foi denunciada por homicídio. Na ocasião, ela também atacou um tio e um cão.

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A Justiça autorizou que a jovem presa por mutilar o irmão em São Roque (SP) realize um exame de sanidade mental. No dia 4 de abril, Karina Aparecida da Silva Roque foi presa após torturar e matar a vítima de 5 anos.

De acordo com o advogado da ré, Joel Fernando Ribeiro de Oliveira, será instaurado o incidente de insanidade mental e o perito nomeado marcará dia e hora para realização do exame.

Segundo a defesa, os fatos registrados no processo trazem elementos que levam a crer que Karina poderia não estar mentalmente apta.

No caso, o laudo irá apontar se ela é considerada inimputável, quando, por doença psíquica, não pode punir a ré de acordo com o processo de execução penal.

Em 6 de maio, o Ministério Público denunciou a ré por homicídio qualificado, tentativa de homicídio contra o tio, ocultação de cadáver, alteração do local dos fatos e crime ambiental, por ter mordido um cachorro, que foi salvo por pessoas que flagraram a agressão.

Ela foi presa em flagrante e aguarda o trâmite do processo na Justiça de São Roque. A detenta está na Penitenciária Feminina “Santa Maria Eufrásia Pelletier” de Tremembé (SP).

Relembre o caso

Inicialmente, Karina, de 18 anos, confessou à Polícia Militar que asfixiou o irmão Maycon Aparecido da Silva Roque com um travesseiro, na casa da família, no bairro Gabriel Pizza.

Depois que o menino já estava morto, segundo o boletim, ela contou que furou os olhos do menino, decepou e comeu o pênis, e ainda queimou os pés dele.

O caso foi descoberto quando a mãe dos irmãos chegou em casa e foi impedida de entrar. A mulher chamou um cunhado, que arrombou a porta, encontrando o menino morto com sinais de tortura na casa e cercado por velas.

A jovem foi contida pelo tio, que acabou atingido por uma pedrada na cabeça pela garota. Ela ainda chegou a morder o cão da família, que avançou nela enquanto era rendida pelo parente.

Após ser encaminhada à delegacia, Karina permaneceu em silêncio, não confirmando a versão apresentada inicialmente à PM no local do crime.

Na ocasião, vizinhos relataram terem ouvido “gritos de desespero” vindos da casa da família, no bairro Gabriel Pizza.

À polícia, mãe e tio disseram que a jovem se dava bem com o irmão, porém começou a apresentar um “comportamento alterado” na semana do crime. A Polícia Civil de São Roque descartou a participação de mais pessoas no assassinato do menino.

A mãe, Daniela Cordeiro da Silva, comentou sobre o caso em uma entrevista a uma rádio local. Questionada sobre a relação de Karina e Maycon, Daniela disse que, apesar de desentendimentos corriqueiros de irmãos, os dois trocavam carinhos e se davam bem.

O corpo de Maycon foi velado e enterrado um dia após o crime, em 5 de abril, no Cemitério da Paz em São Roque.

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Caminhão carregado com frango pega fogo e bloqueia BR-376 por duas horas

Segundo a PRF, pista precisou ser fechada por causa da fumaça que saia do caminhão em chamas.

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Do G1
Fogo destruiu caminhão na BR-376, em Guaratuba, na tarde deste domingo (22) — Foto: Divulgação/PRF

Um caminhão carregado com frango congelado pegou fogo na BR-376, em Guaratuba, no litoral do Paraná, na tarde deste domingo (22), e bloqueou a pista no sentido Santa Catarina por duas horas, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a PRF, as faixas foram bloqueadas das 14h15 às 16h30 por causa da fumaça no local, que prejudicava a visibilidade dos motoristas na pista.

A fila no local chegou a 5 km.

Segundo a PRF, ninguém ficou ferido.

Incêndio
De acordo com a polícia, o fogo começou porque os freios do caminhão ficaram superaquecidos.

Assim que notou as chamas, o motorista do caminhão encostou o veículo no acostamento, na altura do km 676.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da concessionária que administra o trecho foram acionadas para controlar o fogo.

A carga tinha como destino a cidade de Itajaí, de acordo com a polícia.

As duas faixas no sentido Santa Catarina foram bloqueadas para que o fogo fosse combatido — Foto: Divulgação/PRF

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Padre é assassinado durante assalto a igreja no Distrito Federal

Sacerdote católico foi encontrado amarrado e com um arame farpado enrolado no pescoço. Polícia investiga o crime.

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Do Metrópoles
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA SAÚDE/FACEBOOK
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA SAÚDE/FACEBOOK

Um assalto em uma igreja, na 702 Norte, no Distrito Federal, terminou na morte de um sacerdote católico, na noite deste sábado (21). Padre Kazimerz Wojn foi estrangulado por bandidos, que reviraram a casa paroquial da igreja Nossa Senhora da Saúde e levaram diversos pertences. As informações preliminares, divulgadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), dão conta de que o cofre também foi revirado.

O religioso havia celebrado uma missa no início da noite de sábado, às 18h30. Depois, segundo testemunhas, teria ido fiscalizar uma obra que acontece no terreno da paróquia. O caseiro, que cuidava da reforma, também foi feito refém pelos bandidos. José Gonzaga da Costa, de 39 anos, sofreu escoriações nos braços, mãos e foi transportado para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) estável e orientado. Foi ele quem conseguiu gritar por socorro, afugentando os ladrões, segundo a corporação.

Padre Kazimerz foi encontrado morto, com os pés e as mãos amarrados, e com um arame farpado envolto ao pescoço. O religioso também tinha uma lesão na cabeça, segundo a polícia. Ninguém havia sido preso até a última atualização desta reportagem.

O corpo do líder religioso foi encontrado do lado de fora da casa paroquial, que fica nos fundos da igreja. A polícia acredita que ele tenha sido morto dentro da residência e arrastado para o lado de fora posteriormente. Somente a perícia da Polícia Civil poderá confirmar as suspeitas.

Conhecido na comunidade como padre Casemiro, o pároco já havia alertado as autoridades policiais do DF sobre a nítida sensação de insegurança que rondava a região. Há cinco meses, em 21 de abril deste ano, em pleno Domingo de Páscoa, ladrões invadiram o templo e levaram o sacrário do altar. A peça havia sido doada há 20 anos e tem valor estimado em R$ 20 mil.

A Polícia Civil do Distrito Federal está à frente das investigações sobre o assassinato do religioso. Procurada pela reportagem, a corporação não havia retornado as ligações até a publicação deste texto.

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Hospital assumirá gastos com internação da filha de noiva que faleceu

Jéssica Victor Guedes, de 30 anos, grávida de 7 meses, sofrer um AVC quando estava prestes a se casar.

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Do Metrópoles

O hospital Pro Matre Paulista, em São Paulo, vai arcar com as despesas da internação da bebê prematura Sophia, que nasceu no último sábado (14) em um parto de emergência após sua mãe, Jéssica Victor Guedes, de 30 anos, grávida de 7 meses, sofrer um AVC quando estava prestes a se casar. São informações do Extra.

A unidade de saúde afirmou em um comunicado, nesta sexta-feira (20), que se solidariza com a dor do tenente Flávio Gonçalves da Costa e das famílias dele e da paciente Francisca Jessica Victor Guedes.

“Nosso compromisso é garantir que o tenente Gonçalves possa exercer seu papel de pai e dedicar todo amor que a pequena Sophia precisa”, anunciou o hospital.

“Assim, nós da instituição nos antecipamos para que os valores desde os procedimentos com a paciente Jessica e todo o período de internação da Sophia não sejam impedimento para a permanência da bebê em nossa UTI Neonatal e, com isso, não implicará em qualquer ônus às famílias”, disse o hospital.

AVC pré-eclâmpsia
Jéssica Victor Guedes, de 30 anos, passou mal dentro da limousine em frente a uma igreja onde seria realizada a cerimônia. Quando chegou ao local, o noivo, que já foi bombeiro, a encontrou desmaiada e, então, começou a prestar os primeiros socorros. Porém, o caso era mais grave do que se imaginava e foi preciso transferi-la para o Hospital e Maternidade Pro Matre Paulista.

Após a realização de alguns atendimentos, foi constatado que Jéssica tinha sofrido um AVC por causa de uma pré-eclâmpsia. Ao chegar na maternidade, a noiva já estava sem atividade cerebral. Por conta da morte cerebral de Jéssica, a família decidiu que todos os órgão seriam doados, atendendo a um pedido dela mesma.

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