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Mulher e ex foram mortos após chamarem dona de festa de “vagabunda”

Segundo as investigações, Roseli Sousa Santos e Aneilton Vitorino da Silva teriam ofendido a aniversariante, irritando o companheiro dela.

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ANDRÉ BORGES/ESP. PARA O METRÓPOLES

Investigadores da 6ª Delegacia de Polícia acreditam que os assassinatos de Roseli Sousa Santos, 33 anos, e Aneilton Vitorino da Silva, 29, no fim de semana, tenham acontecido após as vítimas chamarem a dona da casa onde ocorria uma festa de “vagabunda”, na região do Café Sem Troco, no Paranoá. Segundo testemunhas, o companheiro da mulher teria se irritado e iniciado a confusão. Ele é o suspeito do duplo homicídio.

Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a mulher ofendida é também proprietária da casa onde ocorria a festa. Revoltado com a ofensa, o companheiro dela teria pegado uma faca e golpeado Rose primeiro. Aneilton, então, saiu em defesa da ex-esposa e mãe de seus filhos e, em luta corporal com o suspeito, acabou levando 10 facadas.

O companheiro da aniversariante teria, ainda, utilizado tijolos para matar Aneilton. Os golpes foram desferidos na região da cabeça da vítima. A PCDF tenta, agora, ouvir os demais participantes da festa que testemunharam os fatos. A faca utilizada no crime foi apreendida.

Ao site Metrópoles, a titular da 6ª DP, delegada Jane Klébia, diz que uma outra linha de investigação também será considerada pelos policiais: a de que Aneilton teria matado Roseli e, em seguida, foi linchado até a morte. Para ela, o casal dono da residência onde ocorria uma festa de aniversário é peça-chave para o esclarecimento do crime.

Os dois não foram localizados pela polícia. Até o momento, o que se sabe é que Roseli e Aneilton estavam separados há cerca de três meses. Eles foram casados por 10 anos e tinham sete filhos juntos. Há histórico de violência doméstica, mas a mulher nunca registrou ocorrência contra o companheiro porque não acreditava, conforme relatos de testemunhas, que ele iria fazer mal a ela.

Por volta das 5h, o pai da dona da casa estranhou que o som da festa foi desligado de repente. Ao chegar ao imóvel, se deparou com a casa vazia e o corpo de Roseli estendido no chão da cozinha. Ela foi atingida com pelo menos duas facadas no pescoço. No quintal, Aneilton estava de bruços. Além de socos e tijoladas, o homem levou 10 facadas, e ainda foi agredido com a grelha de churrasco e um rodo.

A versão inicial, confirmada pela delegada por volta das 9h30 de domingo (01/09/2019), era de feminicídio seguido de linchamento. Porém, no início da tarde, a reviravolta. Após relatos conflitantes de testemunhas, surgiu a nova linha de investigação: duplo homicídio.

“Recebi a notícia pela polícia. Ele era uma pessoa tranquila, mas do mundão. Eu não posso negar porque era meu filho. Muito ruim saber que ele morreu”, disse o pai de Aneilton, Anivan Vitorino da Silva. “Eu soube que era meu ex-cunhado, mas não sabia que a minha irmã também tinha sido morta. Ela tinha voltado para casa e não falou que iria para a festa. Não sabemos o que fazer para cuidar das crianças. Minha mãe está vindo de Minas”, lamentou Selma Souza, irmã de Roseli.

Roseli tinha nove filhos, sendo sete com Aneilton (Foto: Reprodução)

Brasil

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

Secretaria de Educação informou que educador é temporário e foi devolvido preventivamente pela Coordenação Regional de Ensino da região.

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Do Metrópoles
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Um professor do 6º ano do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, da Asa Norte, foi desligado da unidade educacional após ensinar sobre sexo anal e oral durante aula de português, na última quarta-feira (13). Na ocasião, ele também pediu aos seus alunos que escrevessem uma redação improvisada sobre o tema.

Segundo denúncia recebida pelo Metrópoles, as crianças fotografaram o conteúdo escrito pelo docente na lousa e gravaram áudios durante a aula.

Nas imagens, é possível ver a data da ocorrência e o tema proposto pelo educador no quadro branco.

“Brasília, 13 de novembro de 2019. Objetivo: fazer o próprio currículo. Redação improvisada. Escrever sobre polidez e transformações afetivo-sexuais na adolescência (pós-infância). Sexo oral e penetração”, escreveu.

Ao lado das exemplificações, ele puxa setas e escreve as temáticas a serem abordadas sobre cada assunto formalmente e informalmente. Entre elas, usa palavras como: “boquete”, “69”, “fio terra”, “punheta”, “dar o cu” e outras.

Veja os registros obtidos pela reportagem:

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

DF: professor é afastado após pedir redação sobre “boquete e 69”

O outro lado
Após receber a denúncia, a reportagem esteve no colégio na manhã desta segunda-feira (18/11/2019). O diretor responsável pela unidade estava em reunião interna com outros professores e informou não ter sido autorizado a dar entrevistas sobre a polêmica.

Uma mãe que não quis se identificar relatou ter tomado conhecimento da ocorrência pelo seu filho de apenas 10 anos. “Ele comentou sobre o professor, que escreveu no quadro algumas palavras, e me disse que nem sabia o que significava. Vou procurar a direção e pedir um posicionamento sobre o que eles estavam aprendendo. Queremos saber qual era o assunto debatido em sala. Uma outra mãe comentou que vai ocorrer uma reunião de pais para falar sobre o assunto. Estou aguardando”, disse a mulher.

Outros pais abordados em frente à escola não quiseram se pronunciar e alguns relataram desconhecer o fato.

Em nota, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) explicou que a direção da unidade, assim que soube do ocorrido, prontamente procurou pela pasta e pela regional de ensino a fim de oferecer a denúncia e, desde então, o caso está em averiguação.

“A Secretaria de Educação informa que o professor, que é temporário, foi devolvido preventivamente pela Coordenação Regional de Plano Piloto e Cruzeiro, enquanto está investigando a situação no CEF 104 Norte. Se comprovados os fatos, terá seu contrato cancelado”, diz trecho do texto.

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Mulher morre após ter pescoço cortado por armadilha feita com arame em rua

Suspeita é que arame tenha sido colocado por criminosos que queria derrubar motociclistas e os roubar.

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Do G1
Rosimeire Brito do Nascimento morreu após ter pescoço cortado em armadilha com arame — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Rosimeire Brito do Nascimento morreu após ter pescoço cortado em armadilha com arame — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Uma mulher de 36 anos morreu na madrugada deste sábado (16) após ter o pescoço cortado em uma armadilha feita com arame em uma rua de Formosa, no Entorno do Distrito Federal. A suspeita é que o arame tenha sido colocado para derrubar motociclistas e roubá-los.

Rosimeire Brito do Nascimento trabalhava em um bufê e voltava de um evento quando, ao passar pela Avenida Senador Coimbra, no Parque Vila Verde, foi atingida pela armadilha. O arame estava amarrado entre um poste e uma árvore.

Quando a vítima passou pelo local, o arame cortou o pescoço e ela morreu no local. De acordo com a polícia, criminosos levaram a bolsa e o celular dela. Equipes fazem buscas para tentar identificar e prender quem colocou o arame no local.

O enterro de Rosimeire aconteceu no domingo (17), no cemitério Cruz das Almas, em Formosa.

Armadilha de arame amarrada em poste de Formosa — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Armadilha de arame amarrada em poste de Formosa — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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Brasil

Em carta de suicídio, garota denuncia estupro dos pais

Érica tinha 19 anos e sofria os abusos desde os 15. Ela relata ter contado para a mãe, que não fez nada a respeito. Os pais foram presos.

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Do Metrópoles
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A Polícia Civil do Maranhão prendeu um casal na cidade de Governador Newton Bello, no interior do estado, após a filha deles cometer suicídio. Érica Neves, que tinha 19 anos, deixou uma carta, na qual ela diz que o motivo para tirar a própria vida foi o constante abuso sexual sofrido dentro de casa.

De acordo com reportagem do jornal O Dia, Érica afirmava que sofria abusos sexuais desde os 15 anos de idade. Ela disse, ainda, que tinha contado para a mãe sobre o crime, mas que a mulher não fez nada.

Após a denúncia, a polícia passou a investigar o caso e apreendeu os telefones de Érica, da mãe dela, Rosinete Lima Neves, de 40 anos, e do pai, Edmar Cavalcante Neves, de 46 anos.

A troca de mensagens foi comprovada por perícia e o mandado de prisão dos dois foi executado.

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