Polícia acredita que menina não morreu com pirulito envenenado

Policiais apuram se houve algum tipo de procedimento irregular que possa ter culminado no envenenamento da estudante.

A Polícia Civil investiga a causa da morte da menina Lorrana Madalena da Luz Manoel, de 14 anos. A corporação se afastou da hipótese de que um pirulito envenenado, que ganhou de uma mulher desconhecida em um trem da SuperVia, no Rio de Janeiro, tenha sido a razão do óbito. As informações são do jornal Extra.

Investigadores periciaram nessa quinta-feira (24) a barraquinha de sanduíches da família da menina. A polícia descobriu que Lorrana tomou remédios, chá fitoterápico e comeu um sanduíche antes de morrer.

“Em uma bala não caberia uma quantidade de veneno para matar uma pessoa. E, caso houvesse de fato o material na bala, ela teria tido uma morte instantânea. A criança morreu horas depois. Estamos investigando se ela comeu alguma coisa à noite e se isso causou a morte”, explicou um investigador.

A mãe da criança, Gisele José da Luz, de 32 anos, insiste na versão do envenenamento pela bala. Ela prestou depoimento nessa quinta-feira (24/10/2019) na delegacia. “Eu não aceito o que fizeram. Foi uma vida interrompida. Tem que investigar quem foi essa pessoa. Olha o meu sofrimento, olha o sofrimento da minha família”, disse.

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