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Saúde

Usuária de UBS da Vila Fiúza reclama da falta de porta nos banheiros

Segundo a mulher só há divisórias no banheiro, o que deixa os usuários expostos.

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Usuária de UBS da Vila Fiúza reclama da falta de porta nos banheiros (Foto: Divulgação)

Uma usuária da Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Fiúza entrou em contato com a reportagem do AssisNews para reclamar do descaso com a falta de privacidade causada pela ausência de porta nos banheiros do prédio.

De acordo com a mulher, que pediu para não ser identificada, ela foi até a UBS para passar por um consulta médica por volta das 8h30, durante o momento em que aguardava o atendimento ela foi ao banheiro e se deparou com a falta de portas.

Segundo ela, há uma porta principal para entrar no banheiro, após isso, são apenas divisórias o que deixa os usuários expostos. “Isso também acontece no banheiro dos homens, é falta de respeito com todos nós” exclama.

Em um vídeo enviado à reportagem, é possível ver que há uma porta sanfonada desmontada próximo à pia. (Assista o vídeo abaixo).

Prédio novo

A UBS da Vila Fiúza, atendia no prédio antigo na Rua Coronel Fiuza e segundo a secretária Municipal da Saúde, Luciana Gomes, com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento oferecido aos moradores daquela região, a unidade mudou para um novo endereço.

O novo prédio foi inaugurado no dia 20 de julho deste ano.

O outro lado

A reportagem do AssisNews entrou em contato com a assessoria da Secretaria Municipal da Saúde e informou o relato da usuária. A assessora respondeu que mediante o fato já foi emitido uma ordem de serviço e o problema será senado o mais breve possível.

Usuária de UBS da Vila Fiúza reclama da falta de porta nos banheiros (Foto: Divulgação)

Usuária de UBS da Vila Fiúza reclama da falta de porta nos banheiros (Foto: Divulgação)

Saúde

Assis está em situação de alerta de infestação do Aedes Aegypti

Levantamento do Índice de Infestação pelo mosquito na cidade é de 1, quando o ideal é ser menor. Cidades da região estão em estado de risco.

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Do AssisNews
Mosquito Aedes Aegypti se reproduz principalmente no verão (Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde divulgou um balanço da infestação do mosquito Aedes Aegypti e a cidade de Assis (SP) aparece em estado de “alerta”. De acordo com o índice há risco do aumento de casos de dengue, zika e chicungunya.

O novo levantamento rápido de índices de infestação pelo Aedes Aegypti (LIRAa) também mostrou que no estado de São Paulo, são 208 cidades em situação de alerta e 42 em risco. Em Assis o índice é de 1, apesar de parecer baixo, para ser satisfatório esse número deve ser menor que isso.

Em Tarumã (SP), a situação foi considerada satisfatória, já que o índice aponta 0,7. Em Campos Novos Paulista (SP), Ibirarema  (SP) e Lutécia (SP) o índice não passou de 0.

Outras cidades em Alerta

Assim como Assis, as cidades de Florínea, Maracaí, Marília, Ourinhos, Paraguaçu Paulista, Platina e Quatá estão em estado de alerta com os índices de 1,3 – 1,2 – 3,8 – 2,7 – 2,9 – 3,1 – 1,5 respectivamente.

Situação de Risco

Já as cidades da região como Cândido Mota (SP) e Pedrinhas Paulista (SP) estão em situação de risco de acordo com o levantamento. O índice de Cândido Mota é de 4,9 e o de Pedrinhas é de 4,1.

Confira aqui os dados em todo o Brasil.

Para evitar a proliferação do mosquito, a recomendação de manter os quintais sempre limpos, não descartar lixo em terrenos e tomar todos os cuidados dentro de casa pra evitar a proliferação do mosquito transmissor dessas doenças.

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Saúde

Hospital Regional de Assis reativa parcialmente setor para tratamento de câncer

Serviço de oncologia estava suspenso desde o ano passado e quem precisava desse tipo de tratamento tinha que viajar para cidades da região. Radioterapia segue em Ourinhos.

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Do G1
Hospital Regional de Assis estava sem serviço de oncologia desde março de 2017 (Foto: Reprodução)

O Hospital Regional de Assis (SP) reativou o setor de oncologia e voltou a realizar atendimentos a pacientes com câncer que estavam suspensos desde o ano passado. Neste período, quem precisou desse tipo de tratamento teve de viajar para cidades da região.

O setor vai voltar a receber pacientes, mas por enquanto quem faz tratamento contra o câncer pode apenas retirar medicamentos para hormonioterapia. Em breve, está prevista a oferta do tratamento de quimioterapia.

Neste primeiro momento da reativação do serviço, os atendimentos de oncologia estão funcionando às terças e quartas-feiras, das 8h às 16h.

“Hoje nós estamos distribuindo os medicamentos orais e nos estruturando para quimioterapia. Neste momento não existe equipamento para radioterapia em Assis, que permanece em Ourinhos”, explica Norberto de Souza, diretor-técnico de oncologia.

O hospital de Assis teve o serviço de oncologia descredenciado em março do ano passado e os pacientes foram remanejados para outras cidades. Em outubro deste ano, através de uma ação civil pública, a Justiça determinou um prazo de até 60 dias para que o Ministério da Saúde voltasse com o serviço.

Parte dessa determinação foi atendida com a volta de alguns tratamentos, mas o hospital sem oferecer radioterapia, porque o credenciamento do Ministério da Saúde segue sendo de Ourinhos.

A reativação do serviço de oncologia no hospital de Assis faz parte de uma política de descentralização do estado, que busca levar esse tipo de serviço para mais perto dos pacientes. Segundo a Diretoria Regional de Saúde (DRS) de Marília, a decisão se baseou em critérios estatísticos.

“O estado entendeu que o Hospital Regional de Assis tinha um número de pacientes considerável para que a proposta de reativação do serviço pudesse ser implantada”, explicou Cristina de Macedo Kuabara, diretora da DRS.

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Região

Vagas do Mais Médicos são preenchidas em Paraguaçu Paulista e médicas iniciam atividades

Cidade não ficou sem atendimento quando as médicas cubanas deixaram o Mais Médicos, pois as unidades de saúde se organizaram para suprir a demanda.

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Do G1
Médicas inscritas no Mais Médicos foram recebidas na semana passada em Paraguaçu Paulista e iniciaram as atividades — Foto: Fabrício Pena/ Divulgação
Médicas inscritas no Mais Médicos foram recebidas na semana passada em Paraguaçu Paulista e iniciaram as atividades — Foto: Fabrício Pena/ Divulgação

As quatro vagas do Programa Mais Médicos do governo federal já foram preenchidas em Paraguaçu Paulista (SP). As profissionais já se estabeleceram no município e começaram a atender a população, de acordo com a informação da diretora do Departamento de Saúde, Cristiane Bonfim

As inscrições da primeira etapa do programa terminaram em todo o país na última sexta-feira (7) e, segundo o Ministério da Saúde, pouco mais de 98% das vagas foram preenchidas. O restante deve ser preenchido na segunda etapa que começa nesta terça-feira (11) e vai permitir a inscrição de profissionais brasileiros formados no exterior e estrangeiras que ainda não validaram seus diplomas no país.

Em Paraguaçu Paulista, as médicas estão atendendo na unidade da Estratégia Saúde da Família do Bairro Barra Funda VII (ESF BF VII), unidade da Estratégia Saúde da Família do Bairro Barra Funda I (ESF BF I), do Bairro Barra Funda III (ESF VN III) e na Unidade Básica de Saúde do Distrito de Conceição do Monte Alegre (UBS CONCEIÇÃO).

A diretora de Saúde destacou a rapidez com que Paraguaçu Paulista foi escolhida por essas médicas. “Na hora da inscrição no processo do Ministério da Saúde, os profissionais escolhem o município onde querem atuar no programa Mais Médicos e, em menos de uma semana, tivemos as quatro vagas preenchidas”, aponta Cristiane.

Ainda de acordo com a diretora, a população não ficou sem atendimento quando as médicas cubanas deixaram o Mais Médicos, pois as unidades de saúde se organizaram para suprir a demanda, com a colaboração dos médicos da rede municipal de saúde.

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