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Economia

TOTVS anuncia aquisição da PRX, focada em agronegócios

Valor inicial da compra é de R$ 11 milhões, o equivalente a 60% do capital social da PRX

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TOTVS anuncia compra da PRX

Aquisição de empresa especializada em soluções para gestão de agronegócio reforça estratégia de segmentação e de expansão
internacional da TOTVS.

A TOTVS, líder no Brasil no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial, anunciou na última sexta-feira a aquisição da PRX,

empresa especializada no fornecimento de serviços e soluções para o agronegócio. A TOTVS pagará inicialmente R$ 11 milhões por 60% do capital social da PRX. A compra da participação remanescente está prevista para acontecer até fevereiro de 2015, por um valor que será fixado de acordo com métricas definidas no contrato e baseadas no desempenho da PRX.

Focada na prestação de serviços de Tecnologia da Informação (TI) para o segmento de agroindústria no Brasil e na América Latina, a
PRX tem 22 anos de experiência no mercado e atende a clientes de todos os portes. Trabalham na companhia, sediada em Assis, no interior de São Paulo, mais de 180 colaboradores. Atualmente, 60% das usinas sucroalcooleiras do país são atendidas pela PRX, que também atua fortemente em culturas como grãos e frutas cítricas. A empresa teve faturamento líquido de R$ 21 milhões em 2012 e cresceu a uma taxa anual média de 47% nos últimos quatro anos.

“Com a aquisição, a TOTVS reforça sua estratégia de especialização e seu posicionamento no segmento da agroindústria”, afirma o vice-presidente executivo e financeiro da TOTVS, Alexandre Dinkelmann. “O movimento potencializa oportunidades de expansão internacional, por meio de soluções com alta expertise na agroindústria.” A PRX já atuava como um canal especialista em agroindústria da TOTVS e como prestadora de serviços de desenvolvimento de suas soluções desde 2008.

A TOTVS é uma empresa de capital aberto e a compra da PRX foi informada ao mercado por meio de Fato Relevante nesta sexta-feira. A aquisição será submetida à ratificação dos acionistas em Assembléia Geral Extraordinária. Desde 2006, a empresa participou de
48 operações de fusão e aquisição, considerando a PRX. Em 2013, a TOTVS também comprou a PC Sistemas, desenvolvedora de soluções de gestão empresarial para os segmentos de distribuição, atacado e varejo, e adquiriu participação de 20% da uMov.me, fornecedora de plataforma de mobilidade corporativa na nuvem. O aporte na uMov.me foi feito por meio da TOTVS Ventures, unidade de negócios voltada a investimentos em startups com alto potencial de mercado. Centro de Excelência para Agroindústria
A TOTVS criará ainda um Centro de Excelência para Agroindústria para reunir tecnologias e serviços de ponta voltados para esse
mercado. A ideia é somar a abrangência de atuação da TOTVS com as competências especializadas da PRX para formular ofertas afinadas com as demandas do setor.

Sobre a TOTVS OP
A TOTVS Oeste Paulista está há mais de 15 anos no mercado regional e atende todo o oeste paulista. Para isso conta com um quadro de 180 participantes em duas unidades, uma sediada em Bauru e outra em São José do Rio Preto e mais de 300 clientes em todo o seu território de atuação. Para mais informações acesse o website http://www.totvs.com/oestepaulista.

Sobre a TOTVS
Líder absoluta no Brasil, com 55,4% de marketshare*, e também na América Latina com 35%, a TOTVS é uma empresa de software, serviços e tecnologia. É a 6ª maior desenvolvedora de sistemas de gestão integrada (ERP) do mundo e a 1ª em países emergentes, sendo líder também no segmento de pequenas e médias empresas (PME) na América Latina. A TOTVS foi a primeira empresa do setor de TI da América Latina a abrir capital e está listada no Novo Mercado da BOVESPA.

Suas operações em ERP são complementadas por um amplo portfólio de soluções verticais e por serviços como Consultoria, BPO e
CloudComputing. Para mais informações, acesse o website http://www.totvs.com.

*Fonte: Gartner – “Market Share: All Software Markets, Worldwide, 2012”

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Economia

Trabalhou em 2018? Pode receber até R$ 998 no 5º lote do abono salarial

O PIS é administrado pela Caixa Econômica Federal e o Pasep pelo Banco do Brasil.

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Do AssisNews
Trabalhou em 2018? Pode receber até R$ 998 no 5º lote do abono salarial

O quinto lote do PIS/Pasep será liberado pelo governo federal nesta quinta-feira (14).

Para ter direito, é preciso preencher alguns requisitos, como ter ganho em média até dois salários mínimos por mês.

O valor pago é de até um salário mínimo (R$ 998 em 2019) e varia de acordo com o tempo trabalhado.

Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe um salário mínimo. Se trabalhou um mês, ganha proporcionalmente: 1/12 do mínimo.

Desta vez, serão contemplados trabalhadores do setor privado nascidos em novembro, além de servidores públicos com benefício final 4.

O PIS é administrado pela Caixa Econômica Federal e o Pasep pelo Banco do Brasil.

Os nascidos entre julho e dezembro vão receber o abono ainda neste ano.

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Brasil

MP aumenta jornada de trabalho e bancos deverão abrir aos sábados

Atualmente, os bancários cumprem seis horas por dia. Com novas regras, terão que trabalhar durante oito horas, com exceção dos caixas.

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Metrópoles
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O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), assinou uma Medida Provisória (MP) com incentivos para a contratação de jovens. Contudo, o texto também modifica a jornada de trabalho dos bancários. Agora, as agências devem abrir aos sábados.

A medida altera trechos da legislação trabalhista e passa a definir que apenas os caixas de bancos terão direito a jornada de trabalho de seis horas diárias. Qualquer outro cargo terá expediente normal, de oito horas por dia.

Atualmente, todos que trabalham em bancos têm jornada de trabalho de seis horas diárias (30 horas semanais).

Por se tratar de uma medida provisória, as regras já estão em vigor, mas ainda precisam passar por votações no Congresso.

Veja trecho da MP:

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Economia

Bolsonaro assina MP que extingue seguro obrigatório DPVAT

Medida foi anunciada na tarde desta segunda-feira junto com lançamento do programa Verde e Amarelo, de estímulo ao emprego de jovens.

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Do r7.com

O presidente Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução/NBR

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (11) a medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT a partir de janeiro de 2020.

O seguro é uma das obrigações que devem ser pagas todos os anos por proprietários de veículos para terem a documentação do veículo em dia – assim como o IPVA e o licenciamento. A arrecadação é responsável pelo pagamento de indenizações a pessoas envolvidas em acidentes de trânsito.

O texto da MP determina “a extinção do seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres (DPVAT) e do seguro obrigatório de danos pessoais causados por embarcações ou por suas cargas (DPEM)”.

A assinatura foi feita por Bolsonaro durante evento de lançamento do programa Verde e Amarelo, de estímulo ao emprego. A medida deve ser publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União.

Bolsonaro não fez nenhum pronunciamento sobre a medida. Em comunicado à imprensa, o Planalto informou que a MP “tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público”.

Segundo o governo, a Medida Provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que “quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS”.

O Planalto cita que segurados do INSS têm cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte. O governo oferece ainda para não segurados do INSS o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que prevê um salário mínimo mensal para pessoas que não possuam meios de prover sua subsistência ou de tê-la provida por sua família.

Ainda de acordo com o Planalto, o consórcio responsável pela administração dos recursos do DPVAT tem contabilizado R$ 8,9 bilhões em recursos do DPVAT, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas até o final de 2015 é de R$ 4,2 bilhões. O restante será repassado ao Tesouro Nacional em três parcelas anunais de R$ 1,2 bilhão.

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