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Economia

Artesãs de Assis e região participaram da ‘Mega Artesanal’

Feira é a maior e mais importante no seguimento de arte e artesanato da América Latina. Encontro foi promovido por meio do SEBRAE-SP AQUI ASSIS.

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Encontro foi promovido por meio do SEBRAE-SP AQUI ASSIS (Foto: Divulgação)

O SEBRAE-SP AQUI ASSIS e seus parceiros: ACIA, SINCOVAMA, FEMA e Prefeitura Municipal, promoveram uma Caravana Empresarial, para a Feira: “MEGA ARTESANAL”.

A Feira é o principal encontro do setor, sendo considerada a mais completa do segmento, oferecendo infinitas oportunidades para quem gosta e faz arte e artesanato. Na oportunidade puderam conhecer expositores, participaram de cursos, tiveram acessos a produtos, lançamentos, matérias primas, premiações, encontros, negócios e muito mais!

A viagem aconteceu no dia 04 de agosto, oportunidade em que artesãs do município de Assis, Marília e Pompéia, conheceram a feira.

Para participar de ações como estas, consulte a Agenda do SEBRAE-SP AQUI ASSIS, através do site: www.aciaassis.com.br/agendasebraeaqui ou ainda através dos telefones: (18) 3302-4407 e/ou (18) 99747-4407.

O SEBRAE AQUI ASSIS, fica localizado no Prédio da ACIA (Associação Comercial e Industrial de Assis), localizada na Avenida Antônio Zuardi, N. 970, Vila Cambuí, Assis-SP.

Economia

Boletos vencidos a partir de R$ 100 podem ser pagos em qualquer banco

A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Febraban.

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Da Agência Brasil

A partir de hoje (13), os boletos com valor a partir de R$ 100, mesmo vencidos, poderão ser pagos em qualquer banco. A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho do ano passado.

Para serem aceitos pela rede bancária, em qualquer canal de atendimento, os dados do boleto precisam estar registrados na plataforma. Segundo a Febraban, os clientes que tiverem boletos não registrados na Nova Plataforma, rejeitados pelos bancos, devem procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito.

O novo sistema permite o pagamento em qualquer banco, independentemente do canal de atendimento usado pelo consumidor, inclusive após o vencimento, sem risco de erros nos cálculos de multas e encargos. Além disso, segundo a Febraban, o sistema traz mais segurança para a compensação de boletos, identificando tentativas de fraude, e evita o pagamento, por engano, de algum boleto já pago.

As mudanças estão sendo feitas de forma escalonada, tendo sido iniciada com a permissão para quitação de boletos acima de R$ 50 mil. Entretanto, em junho deste ano, após dificuldades de clientes para pagar boletos, a Febraban alterou o cronograma.

A previsão inicial era que a partir de 21 de julho deste ano fossem incluídos os boletos com valores a partir de R$ 0,01. A expectativa era de que em 22 de setembro o processo tivesse sido concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros. Pelo novo cronograma, os boletos a partir de R$ 0,01 serão incluídos a partir do próximo dia 27 e os boletos de cartões de crédito, doações, entre outros, no dia 10 de novembro de 2018.

Segundo a Febraban, apesar de o sistema passar a processar documentos de menor valor, com volume maior, os bancos não preveem dificuldade na realização dos pagamentos, com base nos testes feitos nas fases anteriores. Com a inclusão e processamento desses boletos no sistema, a Nova Plataforma terá incorporado cerca de 3 bilhões de documentos – aproximadamente 75% do total emitido anualmente no país. Nas próximas fases, serão incorporados 1 bilhão de boletos de pagamento.

A Febraban lembra que a nova plataforma é resultado de uma exigência do Banco Central, com incorporação de dados obrigatórios, como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador.

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Economia

ANP defende exploração de gás não convencional no Brasil

Indústria que nos Estados Unidos proporcionou o barateamento do preço do gás natural para o consumidor doméstico.

Publicado em

Agência Estado
Via Marília Notícia

O diretor geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, defendeu a exploração do mercado de gás não convencional no Brasil, indústria que nos Estados Unidos proporcionou a abertura de 700 mil poços e o barateamento do preço do gás natural para o consumidor doméstico.

Ele afirmou que o mercado tem grande potencial para o gás não convencional, principalmente na bacia do Recôncavo Baiano, e que, apesar de não ser “a salvação da lavoura”, deveria ser levado em conta na política energética.

No final de 2013, a ANP realizou o primeiro leilão de blocos com potencial para exploração não convencional, ou seja, que estão localizados em rochas que precisam ser fraturadas para que liberem o combustível. O fraturamento hidráulico consiste na explosão de rochas subterrâneas e injeção de produtos químicos, o que causa danos ao meio ambiente, e por este motivo o Ministério Público obteve uma liminar que suspendeu a exploração de gás não convencional no Brasil até que se defina uma legislação específica para o segmento.

“A ANP é favorável à exploração do gás não convencional e temos que tomar essa decisão, mas no momento tem limitações legais”, disse Oddone respondendo uma questão colocada durante debate por um representante da Halliburton na Rio, Oil & Gas 2018, sobre quando o Brasil começaria a explorar o gás não convencional.

“Os Estados Unidos têm 700 mil poços em produção de forma não convencional. Será que é tão ruim assim?”, indagou Oddone, lembrando que o Brasil corre o risco de ter que importar gás natural apesar de ter um grande volume a ser explorado de forma convencional e não convencional.

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Economia

Tarumã é alvo de operação ‘Desvio de Rota’ que apura suspeita de sonegação

Operação do Fisco paulista ocorre em 59 municípios e apura indícios de fraude que teria causado prejuízo de cerca de R$ 100 milhões ao Estado.

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Secretaria da Fazenda SP
Tarumã é alvo de operação 'Desvio de Rota' que apura suspeita de sonegação

A Secretaria da Fazenda deflagrou na manhã desta sexta-feira (14/9) a operação Desvio de Rota, que investiga suspeita de sonegação em operações de exportação e de remessas com fins específicos de exportação. A ação ocorre simultaneamente em 113 empresas distribuídas em 59 municípios paulistas. Na região de Assis (SP), duas empresas estão envolvidas, sendo uma em Tarumã (SP) e uma em Marília (SP).

Essas empresas teriam movimentado, de 2014 a 2017, R$ 470 milhões em operações de exportação, sobre as quais não incide ICMS. No entanto, em consultas preliminares o Fisco Paulista não identificou o registro e a comprovação efetiva do embarque dessas mercadorias ao exterior. A suspeita é de que estas mercadorias, entre elas alimentos, calçados, máquinas e derivados de metal, teriam sido entregues fisicamente dentro do próprio Estado de São Paulo ou até mesmo destinadas a outros estados da Federação.

O prejuízo aos cofres públicos pelo não pagamento do imposto pode chegar a R$ 100 milhões, já que nesse caso deveria ser recolhido o imposto devido pela aplicação da alíquota interna (alíquota geral de 18%) ao total das operações destinadas ao mercado paulista ou o imposto devido pela aplicação da alíquota interestadual (4%, 7% ou 12%) nos casos em que empresa provar que a mercadoria saiu para destinatário em outro Estado.

Operações de exportação devem ser registradas

De acordo com a legislação paulista, as operações de exportação direta e de remessas com fins específicos de exportação (indireta) devem ser registradas e averbadas, comprovadas perante a Receita Federal do Brasil.

Nas remessas de mercadorias com o fim específico de exportação, a empresa emite a nota a uma empresa comercial exportadora, armazém alfandegado, entreposto aduaneiro ou outro estabelecimento da mesma empresa. Estes destinatários devem efetivar as exportações em até 180 dias após a saída da mercadoria do remetente. A Fazenda orienta que a empresas consultem previamente se a destinatária está habilitada a operar no Comércio Exterior junto à Receita Federal do Brasil.

Já as exportações diretas devem ser comprovadas ao Fisco ou então ser informado a situação atual da mercadoria, tendo em vista que não há prazo estabelecido pela legislação para sua efetivação.

Participam da operação Desvio de Rota 226 agentes fiscais de rendas de 16 Delegacias Regionais Tributárias. Neste momento a ação se concentra em visitas in loco nos estabelecimentos selecionados para constatação da respectiva existência e, em caso positivo, entrega da notificação para comprovação das operações.

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