Cocal acumula 100 milhões de toneladas na moagem

Grupo tem uma unidade em Paraguaçu Paulista e uma unidade de Narandiba.

Com mais de três décadas no setor sucroenergético, hoje (06/09) o Grupo Cocal atingiu a marca histórica de 100 milhões de toneladas no acumulado da moagem de cana-de-açúcar, somando a produção das duas unidades de negócio. Na unidade de Paraguaçu Paulista, desde 1982 até setembro de 2018, a companhia moeu 63.631 milhões de toneladas. Já na unidade de Narandiba, foram moídos 36.369 milhões de toneladas desde 2008.

Segundo o diretor superintendente, Paulo Zanetti, foi uma trajetória de muito trabalho e fé nas pessoas e em Deus. “Além de representar a confirmação do desejo do fundador da empresa, Carlos Arruda Garms, em fazer da Cocal uma empresa transformadora nas regiões onde atua, trazendo benefícios econômicos e sociais, também é uma motivação para os que estão hoje na empresa, em estarem comprometidos com um futuro ainda melhor”, declara.

Quem acompanhou toda a trajetória para atingir esta marca foi o encarregado de transporte, Paulino Rosa de Oliveira, que entrou na Cocal no mesmo ano em que ocorreu a primeira moagem, em setembro de 1982. “Vi o primeiro caminhão jogar a cana na moagem, inclusive, dirigi um deles, porque comecei como tratorista. A cana era inteira, os equipamentos antigos, totalmente diferentes do que é hoje”, relembra.

Paulino conheceu ainda o fundador da Cocal e relata que ele tinha o objetivo de fazer a indústria crescer. “O Carlos era uma pessoa muito humilde, ao mesmo tempo em que fazia a empresa crescer, também desenvolvia seus colaboradores, tanto que estou aqui até hoje. Com isso, a empresa subiu cada degrau para ser o que é hoje. Para quem nasceu do nada, chegar aos 100 milhões é muito orgulho para todos, desde acionistas aos colaboradores”, declara.

Este objetivo também é visto pelo encarregado de manutenção mecânica industrial, Claudio Lucio Martins, que está na empresa desde 1985. Conta que, apesar das dificuldades iniciais, os dirigentes trabalharam para realizar esse desejo, por meio da qualificação dos colaboradores, investimento em tecnologias e promovendo a sinergia de todos os setores. ”Quando todos estão unidos, chegamos ao resultado. A união fez gerar a energia”, complementa.

Há quase 34 anos na Cocal, Claudio diz que existem dois momentos de emoção no seu trabalho: o início de safra, pois começam ansiosos para a operação; e o fim da safra, após o último caminhão de cana entrar na usina, por trazer um sentimento de dever cumprido. “Uma das nossas funções é trabalhar para realizações. Não me vejo fora da Cocal, parece que outro uniforme não me serve. Todas as minhas realizações e as oportunidades que tive, foi tudo graças à Cocal, inclusive as da minha família”, finaliza.

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