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Economia

Preço da gasolina para o consumidor final cai menos que nas refinarias em novembro

Valor médio nas bombas caiu cerca de 4%, ou R$ 0,21; no mesmo mês, Petrobras reduziu os preços em R$ 0,32, ou cerca de 17%; diesel também caiu mais nas refinarias que nos postos.

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Bomba de gasolina em posto na Avenida Morumbi, zona sul de São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

O preço médio da gasolina para o consumidor terminou a semana em queda de 1%, o que representa um recuo de R$ 0,04, para o total de R$ 4,505 por litro. O dado faz parte do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), divulgado nesta sexta-feira (30). No mês, a queda do valor nas bombas foi de cerca de 4%, ou o equivalente a R$ 0,21. A queda é menor que o reajuste pela Petrobras nas refinarias, de 1,3% na semana e 17% no mês, aproximadamente.

O valor representa uma média de preços calculada pela ANP a partir dos dados coletados nos postos e, portanto, podem variar de acordo com a região.

A queda do preço médio da gasolina para o consumidor final foi menor do que o corte nas refinarias. Em novembro, a Petrobras baixou o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,32, ou cerca de 17%. Nesta semana, a queda foi de 1,4%, ou R$ 0,02.

Os cortes fazem parte da política de preços da Petrobras que busca acompanhar as cotações internacionais. Dessa maneira, a petroleira reajusta os valores do combustível quase diariamente, em uma variação que depende de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não dos reajustes para o consumidor final depende dos postos.

Segundo cálculo mais recente da Petrobras, o preço que a empresa cobra nas refinarias representa menos de um terço (26%) do valor pago pelos consumidores.

Os números sugerem que, nos últimos meses, os postos vêm aumentando sua margem de lucro. Atualmente, 18% do preço final corresponde aos custos e lucro dos distribuidores e postos de gasolina. Em maio, essa fatia era de 12%, e no final de outubro era de 14%.

Comparação entre o preço da gasolina nas bombas e nas refinarias — Foto: Betta Jaworski/G1

Na terça-feira (27), a ANP pediu que as principais distribuidoras de combustíveis esclareçam por que a redução do preço da gasolina nas refinarias não tem chegado para o consumidor final. As empresas têm um prazo de 15 dias a partir da solicitação para atender ao pedido.

“Foi observada a redução significativa de preços da gasolina A pela Petrobras, sem que essa decisão tenha chegado ao consumidor final”, disse a ANP em nota na ocasião.

No acumulado do ano, o preço médio da gasolina para o consumidor final já acumula alta de quase 10% – variação bem superior à inflação esperada para 2018, de menos de 4%, segundo o último Boletim Focus divulgado pelo Banco Central com as expectativas do mercado.

Diesel

O preço médio do diesel para o consumidor final também terminou a semana e o mês em queda, e, da mesma maneira que a gasolina, o recuo também foi maior nas refinarias do que nas bombas.

Segundo a média divulgada pela ANP, o valor médio por litro para o consumidor final terminou a semana em R$ 3,640 – o que representa uma queda de cerca de 0,3% na semana e 2% no mês.

Nas refinarias, a Petrobras reduziu o valor do combustível para R$ 1,7984 – o que representa um recuo de cerca de 15% no mês de novembro.

A Petrobras vem ajustando o valor do diesel nas refinarias com frequência inferior à da gasolina, como parte do acordo feito em junho para encerrar a greve dos caminhoneiros. O repasse ou não para o consumidor final também depende dos postos.

Em 2018, o preço médio do diesel para o consumidor final acumula alta de 9,4% – ou seja, assim como no caso da gasolina, o aumento está acima da inflação esperada para o ano todo.

Etanol e gás de cozinha

A ANP também divulga semanalmente os preços médios do litro do etanol e do botijão de gás de cozinha.

Nesta semana, o preço médio por litro do etanol ficou em R$ 2,869 – o que representa um recuo semanal de 1,3%. Em novembro, a queda foi de 3,8%. No ano, o preço médio do litro do etanol acumula queda de 1,4%.

Já o preço do GLP caiu 0,17% na semana, mas encerrou o mês em alta de 1%, para R$ 69,37. No ano, o gás de cozinha acumula alta de quase 3%.

Economia

Curso da FEMA de Assis é reconhecido por mais 4 anos

A renovação atesta a qualidade e excelência para o curso de Química Industrial da FEMA.

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Assessoria

O Conselho Estadual de Educação (CEE-SP) aprovou a renovação de reconhecimento do curso de Química Industrial, nas modalidades Bacharelado e Licenciatura, da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) por mais quatro anos. Para que aconteça o processo de renovação é necessário que a Instituição apresente o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e todas as atividades desenvolvidas nos anos anteriores, para que seja feita uma análise da estrutura do curso, corpo docente e atividades práticas.

Curso da FEMA de Assis é reconhecido por mais 4 anos

Nessa análise são avaliadas a qualidade do ensino, o período de credenciamento e as propostas pedagógicas, levando em consideração o perfil dos alunos que o curso forma. Assim, essa aprovação é um atestado de qualidade para a graduação e, quanto melhor o nível, mais longo é o período de reconhecimento, podendo ser de dois a cinco anos. Nessa escala de dois a cinco, Química foi reconhecido por mais quatro anos.

No relatório, os especialistas elogiam o comprometimento para com o curso por parte da Coordenação, docentes e funcionários; a satisfação dos alunos; a participação no Programa de Iniciação Científica (PIC) com um número considerável de projetos e bolsas e as instalações físicas das salas de aula e principalmente dos laboratórios.

Essa renovação é considerada uma grande conquista acadêmica e, segundo a professora doutora Mary Leiva de Faria, Coordenadora do curso de Química: “Esse reconhecimento é um atestado de qualidade e de excelência no ensino superior. É o empenho e o comprometimento de todo o corpo docente que nos dá esse reconhecimento e a liberação para o curso funcionar mais quatro anos”. Ela ressalta ainda que foram vários fatores que determinaram a renovação, como renovação dos laboratórios, atualização constante dos conteúdos ensinados, participação e realização de eventos, comprometimento dos professores e suporte técnico-administrativo dos setores acadêmicos.

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Economia

Clientes da Energisa reclamam de elevação nos valores das contas em Assis

Um dos clientes teve um aumento de mais de 70% no valor da conta, que passou de 275,42, chegando a R$ 477,76.  

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Do AssisNews
Clientes da Energisa reclamam de elevação nos valores das contas em Assis (Foto: Cedida)

Nos últimos dias, centenas de clientes da Energisa, não apenas de Assis (SP), mas também de outras cidades da região, mantiveram contato com o site AssisNews para denunciar a suposta elevação nos valores das contas de energia elétrica que eles receberam em janeiro deste ano e que se referem ao consumo registrado no mês anterior, ou seja, em dezembro de 2018.

Segundo alguns consumidores, em alguns casos, a conta entregue nos últimos dias está praticamente o dobro mais cara do que fatura anterior. “Não recebi parentes em casa, não mudei em nada a minha rotina e, por este motivo, não entendo porque a conta veio mais cara. Não compreendo como poderia ter consumido mais energia do que no mês anterior”, disse um dos leitores ao AssisNews.

Um dos leitores enviou uma comparação das contas recebidas, uma de dezembro de 2018 e uma de janeiro de 2019. Na de dezembro, o valor da conta é de R$ 275,42, já na de janeiro o aumento no valor da conta é de mais de 70%, chegando a R$ 477,76.

Segundo o representante da Energisa, Carlos Eduardo Mariano, não houve reajuste no valor das contas nos últimos meses, o último reajuste registrado foi em julho de 2018.

“Não houve reajuste nos últimos meses, o último reajuste autorizado pela agência reguladora, a Aneel, foi em julho de 2018 e na ordem de 15,55% em média, dos quais 0,24% foi devido a distribuição de energia” explica.

Ainda segundo Carlos, é comum que nessa época do ano, de dezembro a fevereiro, quando as temperaturas aumentam o consumo de energia também aumentam significantemente. Além do fato citado anteriormente, o recesso escolar naturalmente já provoca aumento de consumo quando se refere a instalações residenciais.

As altas temperaturas exigem que equipamentos de refrigeração consumam mais energia para funcionar adequadamente. Unidades consumidoras com número elevado de equipamentos como ar condicionado, geladeiras, freezers, ventiladores e câmaras frias sofrem grandes variações de consumo nesse período. Residências e comércios como laticínios, frigoríficos e sorveterias são exemplos de unidades que se encaixam nesse perfil.

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Carros

IPVA 2019 em SP: pagamento com desconto para veículos com placa final 9 vence nesta segunda

Também vence a primeira parcela de quem for pagar em três vezes. Quem perder o prazo pode pagar cota única sem desconto em fevereiro.

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Do G1
Calendário do pagamento do IPVA em São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução
Calendário do pagamento do IPVA em São Paulo (Foto: TV Globo/Reprodução)

Proprietários de veículos com placa final 9 têm até esta segunda-feira (21) para pagar a cota única com desconto ou a primeira parcela do IPVA 2019 em São Paulo. Depois de pagar o IPVA é possível fazer o licenciamento antecipado junto ao Detran.

A consulta pode ser realizada nos terminais de autoatendimento, pela internet ou diretamente nas agências. Para isso é preciso fornecer o número do Renavam do veículo. Também é possível verificar diretamente no portal da Secretaria da Fazenda (portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/ipva/), mediante o número do Renavam e a placa do veículo.

Os contribuintes podem pagar o IPVA 2019 em cota única no mês de janeiro, com desconto de 3%, ou parcelar o tributo em três vezes (nos meses de janeiro, fevereiro e março), de acordo com o final da placa do veículo. Também é possível quitar o imposto no mês de fevereiro, sem desconto.

Veja o calendário de pagamento do IPVA (Foto: Reprodução)

Cálculo

Para saber quanto vai pagar, primeiro, você deve localizar o modelo e ano do seu veículo na tabela para saber o valor venal. Então, para calcular o valor do imposto é preciso aplicar a alíquota sobre o valor venal, como no exemplo abaixo:

  • Valor venal do veículo: (exemplo: R$ 20.050)
  • Alíquota: 4%
  • Cálculo: 20.050 x 0,04 (R$ 802 é o valor que será cobrado no IPVA)

Os proprietários de veículos movidos a gasolina e os bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal. Veículos que utilizam exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, têm alíquota de 3%. As picapes cabine dupla pagam 4%. Os utilitários (cabine simples), ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2% sobre o valor venal. Os caminhões pagam 1,5%.

Quem deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.

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