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Economia

Clientes da Energisa reclamam de elevação nos valores das contas em Assis

Um dos clientes teve um aumento de mais de 70% no valor da conta, que passou de 275,42, chegando a R$ 477,76.  

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Clientes da Energisa reclamam de elevação nos valores das contas em Assis (Foto: Cedida)

Nos últimos dias, centenas de clientes da Energisa, não apenas de Assis (SP), mas também de outras cidades da região, mantiveram contato com o site AssisNews para denunciar a suposta elevação nos valores das contas de energia elétrica que eles receberam em janeiro deste ano e que se referem ao consumo registrado no mês anterior, ou seja, em dezembro de 2018.

Segundo alguns consumidores, em alguns casos, a conta entregue nos últimos dias está praticamente o dobro mais cara do que fatura anterior. “Não recebi parentes em casa, não mudei em nada a minha rotina e, por este motivo, não entendo porque a conta veio mais cara. Não compreendo como poderia ter consumido mais energia do que no mês anterior”, disse um dos leitores ao AssisNews.

Um dos leitores enviou uma comparação das contas recebidas, uma de dezembro de 2018 e uma de janeiro de 2019. Na de dezembro, o valor da conta é de R$ 275,42, já na de janeiro o aumento no valor da conta é de mais de 70%, chegando a R$ 477,76.

Segundo o representante da Energisa, Carlos Eduardo Mariano, não houve reajuste no valor das contas nos últimos meses, o último reajuste registrado foi em julho de 2018.

“Não houve reajuste nos últimos meses, o último reajuste autorizado pela agência reguladora, a Aneel, foi em julho de 2018 e na ordem de 15,55% em média, dos quais 0,24% foi devido a distribuição de energia” explica.

Ainda segundo Carlos, é comum que nessa época do ano, de dezembro a fevereiro, quando as temperaturas aumentam o consumo de energia também aumentam significantemente. Além do fato citado anteriormente, o recesso escolar naturalmente já provoca aumento de consumo quando se refere a instalações residenciais.

As altas temperaturas exigem que equipamentos de refrigeração consumam mais energia para funcionar adequadamente. Unidades consumidoras com número elevado de equipamentos como ar condicionado, geladeiras, freezers, ventiladores e câmaras frias sofrem grandes variações de consumo nesse período. Residências e comércios como laticínios, frigoríficos e sorveterias são exemplos de unidades que se encaixam nesse perfil.

Economia

Trabalhou em 2018? Pode receber até R$ 998 no 5º lote do abono salarial

O PIS é administrado pela Caixa Econômica Federal e o Pasep pelo Banco do Brasil.

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Do AssisNews
Trabalhou em 2018? Pode receber até R$ 998 no 5º lote do abono salarial

O quinto lote do PIS/Pasep será liberado pelo governo federal nesta quinta-feira (14).

Para ter direito, é preciso preencher alguns requisitos, como ter ganho em média até dois salários mínimos por mês.

O valor pago é de até um salário mínimo (R$ 998 em 2019) e varia de acordo com o tempo trabalhado.

Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe um salário mínimo. Se trabalhou um mês, ganha proporcionalmente: 1/12 do mínimo.

Desta vez, serão contemplados trabalhadores do setor privado nascidos em novembro, além de servidores públicos com benefício final 4.

O PIS é administrado pela Caixa Econômica Federal e o Pasep pelo Banco do Brasil.

Os nascidos entre julho e dezembro vão receber o abono ainda neste ano.

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Brasil

MP aumenta jornada de trabalho e bancos deverão abrir aos sábados

Atualmente, os bancários cumprem seis horas por dia. Com novas regras, terão que trabalhar durante oito horas, com exceção dos caixas.

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Metrópoles
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O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), assinou uma Medida Provisória (MP) com incentivos para a contratação de jovens. Contudo, o texto também modifica a jornada de trabalho dos bancários. Agora, as agências devem abrir aos sábados.

A medida altera trechos da legislação trabalhista e passa a definir que apenas os caixas de bancos terão direito a jornada de trabalho de seis horas diárias. Qualquer outro cargo terá expediente normal, de oito horas por dia.

Atualmente, todos que trabalham em bancos têm jornada de trabalho de seis horas diárias (30 horas semanais).

Por se tratar de uma medida provisória, as regras já estão em vigor, mas ainda precisam passar por votações no Congresso.

Veja trecho da MP:

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Economia

Bolsonaro assina MP que extingue seguro obrigatório DPVAT

Medida foi anunciada na tarde desta segunda-feira junto com lançamento do programa Verde e Amarelo, de estímulo ao emprego de jovens.

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Do r7.com

O presidente Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução/NBR

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (11) a medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT a partir de janeiro de 2020.

O seguro é uma das obrigações que devem ser pagas todos os anos por proprietários de veículos para terem a documentação do veículo em dia – assim como o IPVA e o licenciamento. A arrecadação é responsável pelo pagamento de indenizações a pessoas envolvidas em acidentes de trânsito.

O texto da MP determina “a extinção do seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres (DPVAT) e do seguro obrigatório de danos pessoais causados por embarcações ou por suas cargas (DPEM)”.

A assinatura foi feita por Bolsonaro durante evento de lançamento do programa Verde e Amarelo, de estímulo ao emprego. A medida deve ser publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União.

Bolsonaro não fez nenhum pronunciamento sobre a medida. Em comunicado à imprensa, o Planalto informou que a MP “tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público”.

Segundo o governo, a Medida Provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que “quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS”.

O Planalto cita que segurados do INSS têm cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte. O governo oferece ainda para não segurados do INSS o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que prevê um salário mínimo mensal para pessoas que não possuam meios de prover sua subsistência ou de tê-la provida por sua família.

Ainda de acordo com o Planalto, o consórcio responsável pela administração dos recursos do DPVAT tem contabilizado R$ 8,9 bilhões em recursos do DPVAT, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas até o final de 2015 é de R$ 4,2 bilhões. O restante será repassado ao Tesouro Nacional em três parcelas anunais de R$ 1,2 bilhão.

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