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Economia

Bandeira vermelha na tarifa de energia preocupa comerciantes

Empresários que têm negócios com alta demanda de energia já projetam impacto pesado da conta de luz no balanço. Mudança da bandeira representa cobrança extra de R$ 4 a cada 100 quilowatts consumidos.

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(Foto: Diego Di Paula/AssisNews)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou bandeira vermelha para o mês de agosto. Isso significa uma cobrança extra de R$ 4 a cada 100 quilowatts consumidos, situação que preocupa empresários do Centro-Oeste Paulista.

No salão de beleza de Andréia Ferrari, desde que a bandeira tarifária saiu da cor verde para a amarela, a conta subiu em média R$ 300.

No local, tudo é movido a energia: secador, chapinha, ar-condicionado, iluminação, esterilizador e lavatório.

“De R$ 325 foi para R$ 715 mais ou menos a nossa conta. Imagine agora com a vermelha. Não sei o que vamos fazer. Vamos ter que buscar algum caminho para dar uma diminuída nisso.”

Já a empresária Fabíola Quebem, dona de uma lavanderia na cidade, explica que a situação também está complicada em seu setor de negócios.

“Não tem como eu diminuir o ar-condicionado ou ventilador, as máquinas. Quando aumenta a demanda, as máquinas ficam ligadas o dia inteiro”, explica Fabíola.

Dentro de casa, por exemplo, a orientação de especialistas é diminuir o tempo no chuveiro e evitar abrir e fechar a geladeira o tempo todo.

Segundo o economista Alexandre Pires de Campos, não dá para fugir da bandeira tarifária, mas é possível pagar menos desligando tudo o que for possível quando não estiver sendo utilizado.

A justificativa da Aneel para mudar a bandeira tarifária é que, com o período de seca, a produção de energia nas hidrelétricas diminui. Para compensar, é necessário utilizar energia gerada pelas termoelétricas, que é mais cara.

Energia solar pode ser a solução

O Brasil tem grande potencial para estabelecer um plano de energia solar, pois é um país com muita incidência de raios solares, o que favorece a produção desse tipo de energia. Além de ser um investimento de baixo impacto ambiental, no futuro a energia renovável pode se tornar a principal fonte de energia no mundo inteiro. Econômica e sustentável, a energia fotovoltaica domiciliar está se tornando cada vez mais uma opção para quem deseja diminuir a conta de luz e preservar o meio ambiente.

A energia solar gera uma economia que varia de até 95% na conta de luz. O investimento feito para instalação de placas solares acaba sendo pago pelo dinheiro economizado com a redução de gastos.  No Brasil, ainda existe a vantagem da quantidade de energia que pode ser gerada devido à grande disponibilidade dos raios solares que podem ser captados pelos painéis solares.

Outro ponto positivo é que o uso da energia solar oferece diversos benefícios ambientais, uma de suas vantagens é a capacidade de renovação e a redução das emissões de gases de efeito estufa. Além do zelo pela natureza e da economia diretamente relacionada à conta de luz, existem ainda outros benefícios relacionados ao uso da energia solar.

Como funciona a energia solar?

Assim que amanhece e os primeiros raios de sol incidirem sobre os módulos solares, sua energia começa a ser gerada. Há um processo de conversão que transforma a energia solar captada de acordo com as características necessárias para sua rede elétrica. E o que é melhor, se nem toda energia for consumida, o excedente é lançado na rede gerando seus créditos energéticos.

Processo de conversão transforma a energia solar captada de acordo com as características necessárias para sua rede elétrica — Foto: Energia Solar Original/Divulgação

Processo de conversão transforma a energia solar captada de acordo com as características necessárias para sua rede elétrica — Foto: Energia Solar Original/Divulgação

  • De manhã: Seu sistema começa a funcionar logo pela manhã, gerando, assim, energia elétrica de acordo com a intensidade da luz.
  • Durante o dia: Você está gerando boa parte do seu consumo e pode até gerar um excedente, criando, assim, créditos energéticos para consumir depois.
  • À noite: Caso tenha gerado créditos durante o dia, você os consome à noite possibilitando até zerar seu consumo de energia total.

Vantagens da energia solar fotovoltaica

Além de uma economia de até 95% em sua conta de luz, o investimento nesse sistema de energia traz um alto retorno financeiro ao longo do tempo, considerando que ninguém ficará sem usar energia, pois se trata de um bem vital para a vida humana, assim como água.

Com a energia solar fotovoltaica, você fica isento dos reflexos de reajustes de energia por meio da inflação energética, que nos últimos anos tem sido alta, passando de 10%, além disso não sofrerá os efeitos de aplicação de bandeiras amarelas ou vermelhas que ocorrem nos períodos de estiagem, algo constante ultimamente.

Outra vantagem percebida por quem opta por esse sistema de captação de energia é a valorização imediata do imóvel, além da considerável vida útil dos painéis solares, em média 30 anos. Alguns municípios promovem o IPTU Verde, incentivo que reduz o valor do IPTU do imóvel que possui geração de energia renovável como a fotovoltaica. Com a implantação desse sistema, você evita a geração de gás carbônico na atmosfera, o que ajudará na promoção do marketing verde de um empreendimento ou empresa, além da possibilidade de comercializar esses créditos de carbono.

Painéis solares têm vida útil de 30 anos, em média, e trazem valorização ao imóvel — Foto: Energia Solar Original/Divulgação

Onde encontrar?

Energia Solar Original é uma empresa especializada em energia solar em Assis-SP. Seu objetivo é oferecer a solução completa de instalação de energia fotovoltaica para o agronegócio, empresas e residências, assumindo todas as etapas desde o projeto, aquisição, instalação e monitoramento remoto das unidades solares instaladas por ela. O regime de trabalho da empresa é turn key (do projeto às adequações civis ou elétricas, se necessário, à instalação e monitoramento).

Faça um orçamento

Energia Solar Original – Assis
Endereço: Avenida Marechal Deodoro, 11 – Centro, Assis-SP
Telefone: (18) 99810-5577
E-mail: [email protected]
Site: energiasolaroriginal.com.br

Economia

Trabalhou em 2018? Pode receber até R$ 998 no 5º lote do abono salarial

O PIS é administrado pela Caixa Econômica Federal e o Pasep pelo Banco do Brasil.

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Do AssisNews
Trabalhou em 2018? Pode receber até R$ 998 no 5º lote do abono salarial

O quinto lote do PIS/Pasep será liberado pelo governo federal nesta quinta-feira (14).

Para ter direito, é preciso preencher alguns requisitos, como ter ganho em média até dois salários mínimos por mês.

O valor pago é de até um salário mínimo (R$ 998 em 2019) e varia de acordo com o tempo trabalhado.

Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe um salário mínimo. Se trabalhou um mês, ganha proporcionalmente: 1/12 do mínimo.

Desta vez, serão contemplados trabalhadores do setor privado nascidos em novembro, além de servidores públicos com benefício final 4.

O PIS é administrado pela Caixa Econômica Federal e o Pasep pelo Banco do Brasil.

Os nascidos entre julho e dezembro vão receber o abono ainda neste ano.

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Brasil

MP aumenta jornada de trabalho e bancos deverão abrir aos sábados

Atualmente, os bancários cumprem seis horas por dia. Com novas regras, terão que trabalhar durante oito horas, com exceção dos caixas.

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Metrópoles
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O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), assinou uma Medida Provisória (MP) com incentivos para a contratação de jovens. Contudo, o texto também modifica a jornada de trabalho dos bancários. Agora, as agências devem abrir aos sábados.

A medida altera trechos da legislação trabalhista e passa a definir que apenas os caixas de bancos terão direito a jornada de trabalho de seis horas diárias. Qualquer outro cargo terá expediente normal, de oito horas por dia.

Atualmente, todos que trabalham em bancos têm jornada de trabalho de seis horas diárias (30 horas semanais).

Por se tratar de uma medida provisória, as regras já estão em vigor, mas ainda precisam passar por votações no Congresso.

Veja trecho da MP:

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Economia

Bolsonaro assina MP que extingue seguro obrigatório DPVAT

Medida foi anunciada na tarde desta segunda-feira junto com lançamento do programa Verde e Amarelo, de estímulo ao emprego de jovens.

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Do r7.com

O presidente Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução/NBR

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (11) a medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT a partir de janeiro de 2020.

O seguro é uma das obrigações que devem ser pagas todos os anos por proprietários de veículos para terem a documentação do veículo em dia – assim como o IPVA e o licenciamento. A arrecadação é responsável pelo pagamento de indenizações a pessoas envolvidas em acidentes de trânsito.

O texto da MP determina “a extinção do seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres (DPVAT) e do seguro obrigatório de danos pessoais causados por embarcações ou por suas cargas (DPEM)”.

A assinatura foi feita por Bolsonaro durante evento de lançamento do programa Verde e Amarelo, de estímulo ao emprego. A medida deve ser publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União.

Bolsonaro não fez nenhum pronunciamento sobre a medida. Em comunicado à imprensa, o Planalto informou que a MP “tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público”.

Segundo o governo, a Medida Provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que “quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS”.

O Planalto cita que segurados do INSS têm cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte. O governo oferece ainda para não segurados do INSS o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que prevê um salário mínimo mensal para pessoas que não possuam meios de prover sua subsistência ou de tê-la provida por sua família.

Ainda de acordo com o Planalto, o consórcio responsável pela administração dos recursos do DPVAT tem contabilizado R$ 8,9 bilhões em recursos do DPVAT, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas até o final de 2015 é de R$ 4,2 bilhões. O restante será repassado ao Tesouro Nacional em três parcelas anunais de R$ 1,2 bilhão.

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