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Diretoria de Ensino de Assis se solidariza com escola de Suzano

Na nota, a diretora de ensino Marlene Barchi Dib diz lamentar o fato e afirma que a ‘tristeza também é nossa’.

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Foto: Suamy Beydoun/Agif/Folhapress

A Diretoria de Ensino da Região Assis emitiu nota de solidariedade à comunidade escola ‘Raul Brasil’, de Suzano, que foi atacada por dois homens ontem de manhã, causando a morte de oito pessoas.

Na nota, a diretora de ensino Marlene Barchi Dib diz lamentar o fato e afirma que a ‘tristeza também é nossa’.

Abaixo, o texto:

“A Diretoria de Ensino da Região de Assis solidariza-se profundamente com a DER de Suzano e lamenta o ocorrido na EE. Prof. Raul Brasil. Sua tristeza também é nossa. Recebam nosso abraço afetuoso e nossas orações.

‘Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará. Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça. E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz! E por terem sofrido um pouco, receberão grandes bens, porque Deus, que os provou, achou-os dignos de Si.’ (Sabedoria 3, 1-3.5)”

O massacre

Ao menos oito pessoas foram mortas por dois atiradores que invadiram uma escola estadual em Suzano, na Grande São Paulo, e abriram fogo contra alunos e funcionários. Entre as vítimas estão cinco crianças e uma coordenadora, que morreram na hora.

A dupla que abriu os disparos cometeu suicídio. Duas vítimas fatais foram socorridas com vida e levadas a hospitais da região, mas não resistiram – um estudante e outra coordenadora. Há mais nove feridos que foram encaminhados aos hospitais da cidade.

O caso ocorreu na manhã desta quarta-feira (13) na escola estadual Professor Raul Brasil, na rua Otávio Miguel da Silva, por volta das 9h30. Os estudantes estavam no horário do intervalo e a informação é de que os tiros ocorreram no pátio do colégio. Ao menos 17 pessoas estão feridas e estão internadas para hospitais da região.

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Alunos da escola João Mendes Junior participam de projeto de alcance nacional

Com o projeto os alunos adquirem conhecimentos e desenvolvem habilidades sociais necessárias.

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Assessoria
Alunos da escola João Mendes Junior participam de projeto de alcance nacional (Foto: Departamento de Comunicação)

510 alunos da EMEF Dr. João Mendes Junior estão desenvolvendo o projeto “Estreitando o Brasil por meio de Cartas”, que consiste na elaboração de cartas para outras crianças de todo o Brasil.

A Escola possui 22 salas de aula regulares mais as disciplinas de Educação Física, Educação Especial – representada pela Sala de Recursos em Deficiência Visual, Tecnologia Educacional e Língua Inglesa, totalizando o número exato de estados brasileiros. Cada componente está enviando cartas para algum estado brasileiro.

“Dessa forma conseguimos ‘estreitar’ o Brasil e colocá-lo dentro da nossa querida Escola”, salientou a diretora da Unidade Leila Cristina Despincieri Santos.

Com o projeto os alunos adquirem conhecimentos e desenvolvem habilidades sociais necessárias.

Na Escola, os estudantes entram em contato com diversos assuntos para que possam compreender a realidade em que vivem. Os professores e demais profissionais da Escola estimulam a busca por essas aquisições e habilidades linguísticas.

De acordo com a diretora da unidade, Leila, a competência quatro da Base Nacional Comum Curricular – BNCC aponta que se deve incentivar o uso de diferentes formas de comunicação e linguagem, pois é importante que o aluno expresse sentimentos, opiniões e ideias. Com isso, o ambiente escolar será um local de compartilhamento de conhecimento. Além disso, o aluno entra em contato com diferentes tipos de linguagem, aumentando cada vez mais a habilidade da comunicação.

Alunos da escola João Mendes Junior participam de projeto de alcance nacional (Foto: Departamento de Comunicação)

Alunos da escola João Mendes Junior participam de projeto de alcance nacional (Foto: Departamento de Comunicação)

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Educação

Centro Paula Souza lança projeto que oferece videoaulas no YouTube

A videoaula que inicia a série é do professor Thiago Hernandes.

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Assessoria
Thiago Hernandes, que abre a série Aulas Fundamentais, é pedagogo e professor de Geografia em três unidades do CPS (Foto: Reprodução)

A partir desta semana, o canal do Centro Paula Souza (CPS) no YouTube trará periodicamente videoaulas gravadas por profissionais da instituição. O objetivo do projeto Aulas Fundamentais é mostrar o trabalho de educadores das Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais e, ao mesmo tempo, auxiliar quem está se preparando para vestibulares, provas e concursos.

A videoaula que inicia a série é do professor Thiago Hernandes. Ele leciona Geografia na Etec Pedro D’Arcadia Neto, de Assis, e Gestão Ambiental nas Fatecs Assis e Presidente Prudente.

Hernandes conta que a criação do canal dele no YouTube, o GeoExplica, foi um pedido de seus alunos, que queriam um apoio para estudar para o vestibular. “Eu também vi nesse pedido uma oportunidade de retribuir para a sociedade o que eu recebi das escolas públicas nas quais estudei”, afirma o professor, que dá aulas há 15 anos. Ele é pedagogo e apaixonado por Geografia, com mestrado e faz doutorado nessa área de estudos.

Além do retorno dos estudantes brasileiros, Hernandes diz que recebe em suas videoaulas comentários de pessoas que estão na África, nos Estados Unidos, na Europa e em outros países da América Latina. No YouTube, o educador tem 1.761 pessoas inscritas em seu canal e 97 vídeos publicados.

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Educação

Polícia Civil e Ministério Público desmantelam quadrilha que ‘vendia’ vagas em cursos de medicina

Foram cumpridos 17 mandados de prisões temporárias. Em abril de 2017 houve denúncia de um eventual esquema de fraude no vestibular para medicina da FEMA, em Assis.

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Do G1

A Polícia Civil prendeu na manhã desta sexta-feira (12), em Presidente Prudente, quatro pessoas envolvidas num esquema de fraudes em vestibulares para o curso de medicina.

A Operação “Asclépio”, deflagrada nesta sexta, foi conduzida em parceria com o Ministério Público, com objetivo de combater uma organização criminosa que “vendia vagas” em universidades. No total, 17 pessoas foram presas.

Em Presidente Prudente, a polícia não informou, ainda, quais eram os papéis de cada suspeito.

Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram após apuração de denúncia de um eventual esquema de fraude no vestibular para medicina da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), em abril de 2017.

A polícia informou que a direção da unidade descobriu que “terceiras pessoas” haviam se passado por cinco candidatos e feito as provas.

A Vunesp, organizadora do vestibular, ainda de acordo com a Polícia Civil, constatou “inconsistências” nas identificações datiloscópicas, assinaturas nas folhas de respostas e nas imagens captadas dos candidatos aprovados – em comparação com alunos matriculados no curso.

Um inquérito policial foi instaurado para apurar os crimes de organização criminosa, estelionato e falsificação de documento público.

O articulador, do que a polícia está chamando de “engenhoso esquema” de venda de vagas para ingresso em cursos de medicina, “cobrava” entre R$ 80 mil e R$ 120 mil por vaga – negociados de forma parcelada ou até mediante permuta de bens e imóveis.

“Com o avanço das diligências, apurou-se a constituição de sofisticada organização criminosa composta de três grupos, todos interligados: 1) Grupo familiar; 2) Grupo dos captadores e vendedores de vagas; e 3) Grupo de intermediários na Universidade Brasil”, cita a polícia.

Ainda de acordo com autoridades da segurança pública, o 1º grupo, comandando pelo cabeça do esquema, coordenava todas as ações, “se valendo dos trabalhos de vários subordinados (seus familiares)”.

O segundo grupo surgiu da necessidade de se captar “vendedores de vagas”.

A polícia diz que, por conta do alto número de alunos, só os familiares do articulador do esquema não teriam condições de atender toda a “oferta de vagas” em universidades particulares e a procura de interessados.

O terceiro grupo é de pessoas ligadas à Universidade Brasil, que possui faculdade de Medicina em Fernandópolis. A polícia diz que, sem este grupo, não seria possível obter “êxito no engenhoso crime”. Essas pessoas eram consideradas integrantes desta organização criminosa.

A operação contou com a participação de 350 policiais civis, que tiveram apoio de policiais de Minas Gerais e promotores do Estado de São Paulo.

Foram cumpridas 17 prisões temporárias e 55 mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça – 13 em Presidente Prudente.

Em Presidente Prudente foram apreendidos documentos, dinheiro em espécie, cheques, motocicletas e veículos de luxo.

Nem a Polícia Civil nem o Ministério Público informaram, ainda, quantas pessoas poderiam ter sido beneficiadas pelo esquema.

Material apreendido pela Polícia Civil em Presidente Prudente — Foto: Stephanie Fonseca/G1

Dinheiro apreendido pela Operação Asclépio, que desmantelou quadrilha que “vendia” vagas em cursos de medicina — Foto: Stephanie Fonseca/G1

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