Fique conectado

Estilo de vida

15 necessidades de seu filho que você deve atender para que ele tenha saúde mental

Por Rafael Guerrero Tomás.

Publicado em

171

© Fornecido por El Pais Brasil

O ser humano tem enorme facilidade de transformar desejos (o que quero) em necessidades (o que preciso). Não é nada raro escutar comentários do tipo “preciso me casar para ser feliz”, “é imprescindível que eu consiga viajar à Índia” e “sem meu café da manhã não sou ninguém”. Mesmo que nos custe a acreditar, tudo isso são coisas das quais gozamos, mas não são necessárias à sobrevivência do ser humano. É por isso que é importante que entendamos a diferença entre necessidades e desejos.

Podemos dizer que as necessidades são básicas à sobrevivência de qualquer ser humano. As necessidades estão na base da famosa pirâmide descrita por Abraham Maslow, onde encontramos, além das necessidades fisiológicas como a alimentação, a hidratação e o descanso, as necessidades emocionais e afetivas. Desse tipo de necessidades falaremos com detalhes mais adiante. Por outro lado, os desejos não são necessários à nossa sobrevivência. Podem ser coisas que ansiamos e nos motivam, mas sua consecução não coloca nossa vida em risco. Vejamos um exemplo. Eu posso desejar fervorosamente ganhar a loteria. E mais, posso fantasiar e imaginar o que faria com esse dinheiro. Mas o fato de não ganhar a loteria não significa que minha sobrevivência esteja em risco.

Por outro lado, as necessidades que iremos detalhar a seguir são de fato imprescindíveis a uma boa saúde mental de nossos filhos. A seguir, iremos enumerar as 15 necessidades emocionais e afetivas de toda criança e adolescente (também podemos incluir os adultos, evidentemente). Quanto mais ações você realizar com seus filhos para satisfazê-las no dia a dia, melhor:

1) Demonstrar nosso carinho

Todos os dias devemos dizer a nossos filhos o quanto os amamos, como sentimos sua falta no trabalho e como estamos orgulhosos de como são. Isso é fundamental para uma boa autoestima. Não basta pensá-lo, devemos dizê-lo e agir em consequência disso. Se hoje você não disse a seu filho que o ama, tente fazer com que seja a primeira coisa a dizê-lo quando o vir.

2) Ensiná-los a regular suas emoções

A ideia de que as crianças precisam de tempo de qualidade com seus pais sem que a quantidade importe é falsa.

Como uma pessoa se transformou em um grande cirurgião e desempenha tão bem sua profissão? A chave está em ter um grande professor e em muitas horas de dedicação. O mesmo acontece com a regulação emocional. As crianças precisam que seus pais lhes ensinem a identificar e gerir suas emoções. A partir daí tudo vai melhorando em função da experiência. O problema ocorre quando os pais não sabem regular suas próprias emoções. Se eles não sabem, como irão ensinar seus filhos. Dificilmente. Por isso, se você tem alguma dificuldade em gerir suas próprias emoções, procure ajuda antes de ensinar a seu filho. Se queremos que nossos filhos no futuro sejam capazes de autorregular suas emoções, é imprescindível que agora que são pequenos lhes heterorregulemos suas emoções, ou seja, que aprendam a regular suas emoções com nossa ajuda.

3) Tempo de qualidade e de quantidade

A ideia de que as crianças precisam de tempo de qualidade com seus pais sem que a quantidade importe é completamente falsa. Em minha opinião é uma ideia criada para aqueles pais que trabalham muitas horas e dedicam, consequentemente, pouco tempo aos seus filhos não se sintam muito mal por isso. Por isso é completamente falsa. As crianças precisam de muito tempo de convivência com seus pais (quantidade) e com dedicação máxima (qualidade). Não é estar somente no mesmo quarto e lugar que eles, mas com dedicação exclusiva (brincadeiras, tarefas divididas, lição de casa, passatempos, etc.).

4) Oferecer a eles contextos de segurança e proteção

As crianças precisam de uma estimulação suficiente e adequada. Passado esse mínimo de estimulação, não se conseguem maiores aprendizagens.

Esse é o primeiro pilar se queremos fomentar um apego seguro em nossos filhos. Uma criança não pode se sentir segura se nunca foi protegida. A segurança é o contexto a partir do qual virão as próximas características do apego seguro. Proteger nossos filhos quando sentem medo, temor, raiva e tristeza é nossa função. Se alguma vez você não o fez, recomendo que a partir de agora ajude e acalme seu filho sempre que ele experimentar alguma emoção desagradável e que não saiba lidar por si só.

5) Sintonia emocional

É imprescindível que estejamos em sintonia emocional com nossos filhos, ou seja, que atendamos, legitimemos e conectemos com as emoções que estão experimentando. Assim, por exemplo, um pai estará em sintonia emocional com seu filho quando, diante de uma situação concreta, este lhe mostrar seu medo e raiva, e o pai compreender e atender o que se passa com seu filho. Consiste em estar receptivo diante das necessidades da criança. É como conectar por Wi-Fi nosso hemisfério direito, que é o emocional, com seu hemisfério direito. Se não o fez em um número importante de vezes, tente fazê-lo, pois não se conectar com suas emoções e afetos tem repercussões negativas.

6) Responsividade

Quando estabelecemos limites e os explicitamos a nossos filhos estamos dizendo a eles “eu te amo”.

A responsividade é a parte que vem na sequência da conexão emocional. Para poder ser responsivo, para não dizer responsável, precisei me conectar emocionalmente com meu filho, se não seria impossível. A responsividade consiste em dar à criança o que ela precisa. Não consiste em realizar seus caprichos, mas em realizar e cobrir suas necessidades. Como dizíamos no começo, as necessidades não são negociadas uma vez que são imprescindíveis à sobrevivência. A mãe ou pai que é responsivo é aquele que dá à criança aquilo que ela realmente precisa. Se diante de uma briga de nosso filho com um amigo ele se mostra preocupado e nós lhe dizemos que não enrole mais e vá fazer a lição de casa que é o que importa, não estamos sendo responsivos porque não estamos atendendo sua necessidade. Costumamos ser responsivos habitualmente com nossos filhos? Dedique alguns segundos pensando sobre isso.

7) Assumir o papel que nos corresponde como pais

Os pais não são amigos de seus filhos. Também não somos seus criados, mas às vezes pode parecer. Somos seus pais, e devemos assumir o papel que isso significa. Estamos realmente exercendo o papel de pais ou às vezes nos comportamos como colegas de nossos filhos?

8) Estabelecer limites claros

Uma das obrigações dos pais é implantar uma série de normas e limites no contexto familiar. Nossos filhos precisam de regras. É algo tão necessário como saudável. Imaginam uma cidade sem semáforos e sem placas de trânsito? Não seria um verdadeiro caos? Acontece a mesma coisa com as crianças. Precisam saber até onde podem chegar e qual é seu perímetro de segurança. Quando estabelecemos limites e explicitamos aos nossos filhos estamos lhes dizendo “te amo”. Coloco limites porque te amo e me importo com você. Refletiram sobre a quantidade de limites que existem em sua família? São muitos, poucos ou inexistentes? É recomendável pensar sobre isso.

9) Respeitar, aceitar e valorizar

Quando respeitamos, aceitamos nossos filhos como são e os avaliamos positivamente, estamos olhando incondicionalmente para eles. Demonstramos que nosso amor para com eles é incondicional, ou seja, não depende de nada. Amamos os filhos por quem eles são e não pelo que fazem e deixam de fazer. Estamos olhando nossos filhos incondicionalmente ou nosso amor para com eles depende de algo (resultados acadêmicos, comportamento, atitude, etc.)

10) Estimulação suficiente e adequada

Há alguns anos, ficou em moda a hiperestimulação das crianças. Levávamos os jovens de um lugar a outro para “espremê-los” ao máximo cognitivamente falando. Precisávamos aproveitar o tempo e a plasticidade cerebral antes que essas janelas se fechassem. Hoje em dia sabemos que as crianças precisam de uma estimulação suficiente e adequada. Passado esse mínimo de estimulação, não se conseguem maiores aprendizagens, mas exatamente o contrário: exigências, estresse e hiperestimulação. O slogan que diz que quanto antes e mais estimularmos nossos filhos, melhor, é falso. Os pais devem repensar como enfocar, por exemplo, as atividades extraescolares de nossos filhos? Certamente sim.

11) Favorecer sua autonomia

Dizíamos antes que a primeira característica do apego seguro era a proteção. Pois bem, a outra face da moeda da proteção e segurança consiste em favorecer a autonomia, o que é a mesma coisa, favorecer sua curiosidade e seu espírito aventureiro e explorador. Viemos a esse mundo com a emoção da curiosidade no kit de sobrevivência, o que nos faz ter muita vontade de aprender coisas novas. É de vital importância, não só que achemos bom que nossos filhos sejam curiosos, mas que os convidemos a fazê-lo.

12) Sentido de pertencimento

Para o ser humano e para muitos outros mamíferos é de vital importância sentir-se parte de um grupo. Já viram nos documentários de quais são os lugares que os filhotes mais jovens ocupam? Geralmente costumam ir no centro, ou seja, no lugar de maior segurança e proteção. Daí vem a importância do grupo e da manada. O fato de nos sentir parte de um grupo ou de vários aumenta as probabilidades de sobrevivência. Uma das características que as crianças que sofrem assédio escolar costumam ter é não pertencer a nenhum grupo. É muito importante que nossos filhos pertençam, no mínimo, de um grupo, senão de mais. Estamos fazendo um bom trabalho como pais para favorecer o âmbito social de nossos filhos? Esse âmbito é tão importante quanto o acadêmico, não? Se concordamos, dou como certo que nunca castigamos os resultados acadêmicos ruins com não sair com os amigos e ir aos jogos de futebol, não?

13) Favorecer a capacidade reflexiva da criança

A capacidade reflexiva se refere a pensar sobre o que nos acontece, como estamos fazendo, como nos sentimos, nossa evolução e progressos, etc. É importante que ajudemos nossos filhos a aprender a pensar sobre as emoções que sentem, o que pensam, como se comportam, etc. Também é um trabalho muito interessante para nós como adultos.

14) Identidade

Ao longo dos primeiros meses e anos de vida, ocorre um processo de diferenciação entre o bebê/criança e a mãe, já que no começo o pequeno não o faz. Com o passar do tempo devemos favorecer nas crianças essa identidade própria que nos diferencia do restante das pessoas.

15) Magia

A magia é um dos mecanismos de defesa mais fortes que as crianças têm. Os adultos costumam chamar de autoengano. Tudo o que tem a ver com a magia, o oculto, o divino e o fantasioso é algo que cativa todas as crianças. O que um mistério significa é algo que “encanta” as crianças. Aprendemos a utilizar e a colocar do nosso lado a magia e a fantasia.

Não é minha intenção fazer com que algum pai ou mãe se sinta mal. Exatamente o contrário. Espero que essas 15 necessidades básicas sirvam para que vocês vejam o que nossos filhos realmente precisam. Espero que sirva para refletir sobre o ponto em que estamos e de que forma estamos assumindo o papel de pais. Com certeza estamos desempenhando-o bem, mas um pouco de reflexão não é má ideia.

 

Rafael Guerrero Tomás é diretor do Darwin Psicólogos, especialista em transtorno por Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), transtornos da aprendizagem e transtornos de conduta, e doutor em Educação.

Estilo de vida

17 frases de autoestima para lembrar que você é incrível

Por Marcela De Mingo.

Publicado em

Do MSN
Frases de autoestima (Foto: Reprodução)

Eu sei o que você está pensando: ‘como frases de autoestima podem me ajudar a me amar mais?’. Parece não fazer sentido mesmo, mas se a gente aprendeu qualquer coisa com aquelas incríveis com o treino do amor próprio, é que é sempre bom ter um mantra em mãos para os momentos de dificuldades.

Então, o nosso objetivo é que você tenha frases de autoestima coladas por todos os lados – no espelho do banheiro, no computador, dentro da sua agenda e até na tela de fundo do celular – para sempre lembrar do quanto você é importante e do quanto merece aprender a gostar de si mesma.

Porque, na verdade, é isso que essas frases de autoestima vão fazer: elas serão um gatilho para você treinar todos os dias o seu amor próprio e a sua confiança, e uma lembrança de que é possível você aceitar a sua perfeição, exatamente como é.

1.Querer ser outra pessoa é um desperdício da pessoa que você é – Marilyn Monroe.

2.Um homem não pode ser confortável sem a sua própria aprovação – Mark Twain.

3.Ame a si mesmo primeiro, e tudo se encaixa. Você precisa mesmo se amar para conseguir fazer qualquer coisa nesse mundo – Lucille Ball.

4.Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento – Elanor Roosevelt.

5.Nunca abaixe a cabeça. Sempre a mantenha alta. Olhe o mundo direto nos olhos – Helen Keller.

6.Amar a si mesmo é o começo de um romance para a vida toda – Oscar Wilde.

7.Seja fiel a isso que existe dentro de você – André Gide.

8.Você sempre está com você mesma, então é melhor aproveitar a companhia – Diane von Furstenberg.

9.Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, acorda – Carl Gustav Jung.

10.Demorou muito para eu não me julgar por meio do olhar dos outros – Sally Field.

11.Nunca é tarde de mais para ser quem você deveria ser – Geroge Eliot.

12.Eu não aprovo algumas das coisas que fiz, que sou ou que fui. Mas eu sou eu. Deus sabe que eu sou eu – Elizabeth Taylor.

13.Você, assim como qualquer um no universo, merece o seu amor e afeição – Buda.

14.Pense como uma rainha. Uma rainha não tem medo de falhar. Falhar é apenas mais um degrau para a grandeza – Oprah.

15.A vida não é fácil para nenhum de nós. Mas e daí? Nós devemos ter perseverança e, acima de tudo, confiança em nós mesmos. Nós devemos acreditar que temos talento para algo e que esse algo precisa ser realizado – Marie Curie.

16.Não gaste a sua energia tentando mudar opiniões. Faça o que você quer fazer, e não se importe se eles não gostarem – Tina Fey.

17.Se eu não colocar a minha cabeça para fora da minha concha e mostrar para os outros quem sou, tudo o que eles vão pensar é que eu sou a minha concha – Shonda Rhimes.

Continue lendo

Estilo de vida

Como a corrida te deixa mais forte psicologicamente

Veja como essa atividade estimula sua mente.

Publicado em

Do MSN

De fato, além do benefício físico, a corrida ajuda uma pessoa a ficar mais forte psicologicamente. Aliás, o esporte tem a capacidade de ensinar muito às pessoas e reproduzir situações semelhantes às do cotidiano. É comum constatar que a corrida se converte rapidamente em uma poderosa ferramenta de autoconhecimento.

Talvez isso explique a enorme popularidade da modalidade em todos os cantos do planeta. A cada quilômetro nos treinos e provas, a corrida pode nos dar uma série de lições. Listamos quatro fatores da corrida que contribuem para que ela seja também uma aliada da sua mente.

Como a corrida ajuda uma pessoa a ficar mais forte psicologicamente

1) Terapia sem custos

“A corrida gera autoconhecimento. É um esporte sem intervalos em que a pessoa fica sozinha e está pensando o tempo todo. E tem sido cada vez mais raro entrar em contato consigo mesmo na sociedade atual”, explica a psicóloga do esporte Julia Amato.

A rotina de trabalho, a convivência familiar e até mesmo os inúmeros dispositivos tecnológicos que surgiram nos últimos anos fazem com que o tempo para refletir sobre os rumos da própria vida seja cada vez mais escasso. Além de trazer benefícios à parte física, a corrida representa uma jornada de autoconhecimento. Os minutos ou horas em que a pessoa se dedica às passadas são acompanhados de diversos pensamentos sobre profissão, projetos pessoais e relacionamentos. Segundo Carlos Tramontina, jornalista da TV Globo, é “a terapia mais barata que existe”.

2) Desenvolve resiliência

Imagine a seguinte situação: você está no km 34 de uma maratona para a qual se preparou durante cinco meses e sente um forte incômodo em um dos pés. É inevitável pensar que abrir mão daqueles 8 km restantes seria jogar no lixo toda a dedicação dos meses anteriores. É aí que você tira um gás que pensava que não tinha e cruza a linha de chegada. O sacrifício físico e mental é transformado automaticamente na gratificante sensação de dever cumprido.

As dores são obstáculos comuns para quem vive a corrida há algum tempo. Transportar essa resiliência (a capacidade de lidar com problemas, adaptar-se a mudanças e resistir à pressão de situações adversas) para outros campos da vida pode te levar mais longe na profissão, por exemplo.

3) A importância de dosar a competitividade

A competitividade é o motor para que qualquer esportista tenha vontade de superar limites e alcançar grandes objetivos. É esse apetite que te move a resultados que nem você acredita que seria capaz de alcançar.

Em contrapartida, a competitividade em excesso pode provocar ansiedade, lesões e problemas interpessoais. Afinal, ninguém quer conviver com um egocêntrico que, antes de dar “bom dia”, sai tagarelando sem critério algum sobre seus tempos nas maratonas de Chicago, Berlim ou Boston, talvez com o intuito de diminuir os feitos dos outros.

“A competitividade é sadia quando a pessoa direciona isso para a dedicação nos treinos, a alimentação regrada e as atividades complementares, como a musculação, por exemplo. A partir do momento em que ela vai competir com o outro, se essa competitividade estiver fora da linha, pode surgir um overtraining”, analisa Amato.

4) Lições de humildade

Você certamente já se deparou diante de um amigo ou companheiro de treino que estabeleceu metas inatingíveis para a corrida. Saltar dos 5 km para a meia-maratona em apenas dois meses e almejar um tempo baixíssimo sem treinar o suficiente para alcançá-lo são apenas alguns dos exemplos de objetivos pouco ou nada factíveis.

Os tombos na corrida devem ser encarados como verdadeiras lições de humildade, sinais de alerta para a transformação de nosso comportamento no esporte – e, por que não, na vida. Lidar com a frustração e usar as experiências negativas para acertar no futuro é uma das heranças da modalidade.

Sua forma de encarar a corrida pode ser um sinal de sua arrogância – ou de sua humildade, é claro. Nenhum corredor está imune às dificuldades que podem surgir no percurso.

Por mais preparado que você esteja, sempre pode pintar algum contratempo. Na Maratona de Londres de 2017, Kenenisa Bekele esperava quebrar o recorde mundial dos 42 km, mas terminou com a segunda colocação e encontrou uma justificativa incomum para seu fracasso: culpou seu par de tênis pelo resultado. A declaração soou arrogante e repercutiu mal na mídia estrangeira.

Continue lendo

Estilo de vida

Banana, um poderoso pré-treino!

Dicas de como utilizar a banana em diferentes formas de preparo antes do treino.

Publicado em

Do G1
Fruta agrega valor nutritivo para garantir energia e nutrição ao treino — Foto: Pixabay/Divulgação

A banana é umas das frutas mais apreciadas pela maioria das pessoas. É indicada para diversos momentos de uso ao longo do dia, incluindo o pré-treino. Estudos mostram que o consumo de banana madura, especialmente a nanica, antes e durante exercícios intensos e de alta intensidade, leva a produção de ácidos fenólicos no intestino que auxiliam na recuperação. A alteração da permeabilidade intestinal induzida pelo exercício favorece a produção e a absorção desses compostos bioativos da banana.

Como incluir esta fruta antes do treino?

Por ser uma fruta extremamente versátil na culinária, pode ser combinada em diferentes preparações que agregam valor nutritivo para garantir energia e nutrição ao treino. Vejam:

Smoothie de banana com gengibre

  • 1 banana congelada
  • 1 copo de leite semidesnatado
  • 2 tâmaras (opcional)
  • 2 colheres de leite de coco
  • Lascas de gengibre
  • Preparo: hidrate as tâmaras no leite de coco. Bata todos os ingredientes no liquidificador com gelo.

Panqueca proteica de banana

  • 1 xícara de farinha de aveia
  • 2 bananas
  • 1 ovo
  • 1 scoop de proteína em pó (vegetal ou whey protein)
  • 2 colheres de semente de linhaça
  • Canela em pó
  • Preparo: bata os ingredientes com auxílio de um garfo em um recipiente, até formar uma massa homogênea. Coloque em uma forma antiaderente e deixe dourar dos dois lados.

Iogurte com banana e granola

  • 1 pote de iogurte natural sem açúcar
  • 1 colher de mel
  • 1 banana picada
  • Granola caseira (aveia em flocos, castanhas picadas, amêndoas, semente de linhaça, uvas-passas)
  • Preparo: misture todos os ingredientes em um recipiente e consuma em seguida.

Alta proporção proteica, carboidratos de qualidade e densidade de micronutrientes e fitoquímicos que garante maiores resultados na performance esportiva!

Continue lendo
Solutudo 300
WhatsAssp AssisNews
Publicidade

FaceNews

Mais lidas