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Por que nós temos um desejo imediato de esmagar coisas fofas?

Pesquisa aponta que essa reação está relacionada tanto às nossas emoções quanto ao sistema de recompensa do nosso cérebro.

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A razão pela qual nós achamos bebês e animais tão fofos é porque queremos cuidar deles. (Foto: Kymberlie Dozois Photography/Getty Images)

Quem nunca se viu no papel de Felícia que atire a primeira pedra. Mas você já se perguntou por que sentimos a necessidade de apertar as bochechas de um bebê ou amassar um filhotinho de cachorro descontroladamente?

Essa reação um tanto quanto agressiva ao nos depararmos com algo que consideramos extremamente fofo é apelidada pelos pesquisadores de “cute agression” (agressão fofinha, em tradução literal) e tem despertado o interesse dos neurocientistas.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia entenderam que essa reação está relacionada tanto às nossas emoções quanto ao sistema de recompensa do nosso cérebro. Ele afeta não só as nossas atividades neuronais, mas também o nosso comportamento.

Felícia (Foto: Divulgação)

Publicado na revista acadêmica Frontiers in Behavioral Neuroscience, o relatório diz que quando reagimos de forma agressiva a algo extremamente fofo, trata-se de uma resposta do nosso cérebro que demonstra a nossa incapacidade de lidar com a explosão de euforia em que estamos envolvidos.

De certa forma, essa reação também é comparável a outros contextos do nosso cotidiano que induzem a reação “oposta” ao que é esperado: por exemplo, quando rimos em algum momento tenso ou quando choramos ao receber notícias positivas.

O que está acontecendo, na verdade, é que seu cérebro está te enviando uma “injeção” de uma emoção oposta para tirá-lo desse estado de excitação que te deixa tão sobrecarregado pela emoção inicial.

Outro fator importante: a razão pela qual nós achamos bebês e animais tão fofos é porque queremos cuidar deles. A natureza, de certa forma, é capaz de fazer uma “manipulação” cerebral para despertar o nosso instinto de cuidado frente a um pequeno ser indefeso.

“A agressividade fofa parece ser uma resposta emocional complexa e multifacetada que provavelmente serve para mediar fortes sensações e permitir que o cuidado ocorra. Seria de interesse e utilidade clínica explorar se os indivíduos com distúrbios relacionados à recompensa e às emoções (por exemplo, depressão, distúrbios de conduta) são afetados, particularmente em casos de indivíduos com distúrbios de conduta que não experimentam empatia ou em mães no pós-parto que podem ter dificuldade com sentimentos de cuidado em relação aos seus bebês”, explica a pesquisadora Katherine K. M. Stavropoulos, uma das responsáveis pelo estudo.

Então, da próxima vez que você se pegar pensando em esmagar um filhotinho, não se assuste.

Lembre-se que é um recado do seu cérebro para você retomar a sua compostura e pensar em formas de cuidar desse serzinho.

Estilo de vida

Brasileiros preferem parar de comer fora para comprar celular, diz estudo

Pesquisa foi realizada com 1.021 consumidores brasileiros.

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Agência Estado

Uma pesquisa envolvendo 1.021 consumidores brasileiros, dos quais 63% dos entrevistados com menos de 35 anos, revelaram que deixariam de comer fora, comprar roupas ou frequentar a academia para investir em celulares ou serviços de telefonia.

Jovens de 18 a 24 anos são os mais dispostos a cortar gastos, como comprar roupas (72%) ou comer fora de casa (71%) para gastar com smartphones. 52% dos entrevistados cortariam os gastos com academia, 53% abandonariam a alimentação fora e 51% optariam por usar a poupança para os gastos com o telefone.

Quando perguntados sobre o grau de importância que o celular têm em suas vidas, 43% dos entrevistados afirmaram que não conseguiriam viver sem o telefone. Somente 8% disseram utilizar o celular apenas como uma ferramenta.

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Estilo de vida

Dia dos namorados: 9 alimentos afrodisíacos para aquecer o seu amor

Preparamos aqui uma pequena lista com alguns deles. Confira!

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Do AssisNews

Para muitas pessoas, comida e sexo são dois prazeres que costumam andar de mãos dadas. Por isso, não é de se admirar que em diversas culturas, dos persas até os astecas, as comidas afrodisíacas têm sido usadas para impulsionar o desejo sexual.

Então que tal aproveitar o Dia dos Namorados para testar alguns desses alimentos? Preparamos aqui uma pequena lista com alguns deles. Confira!

Ah, e para quem não sabe a palavra ?afrodisíaco? vem de Afrodite, a deusa grega do amor e da beleza.

1. Chocolate
Diz uma lenda asteca, que o líder Montezuma bebia 50 cálices de chocolate todos os dias, pois isso aumentava suas habilidades sexuais com as suas 200 mulheres. Talvez, por isso, até hoje o alimento é considerado um sinônimo de amor e paixão, sendo um dos presentes mais tradicionais no Dia dos Namorados.

Mas não é só isso, pesquisas indicam que o chocolate amargo contém certos compostos que elevam o humor, como a feniletilamina, que por sua vez controla a ação da norepinefrina, que nos excita (e dá aquela acelerada nos batimentos cardíacos), da serotonina e da dopamina (que são responsáveis pela sensação de bem-estar e felicidade). E isso, com certeza, pode ajudar as pessoas a entrarem no clima.

2. Café
Nosso cafezinho de todos os dias também pode ser muito afrodisíaco. A cafeína presente na bebida aumenta a resistência e pode elevar o humor, além de aumentar os níveis de dopamina no cérebro, o que aumenta consequentemente o desejo e o prazer.

3. Pimentas vermelhas
A capsaicina, uma substância química encontrada em pimentas vermelhas, elas é responsável pelo ardor e também por aumentar a circulação sanguínea e estimular as terminações nervosas, fazendo com que você se sinta mais excitado.
Ela estimula ainda as terminações nervosas da língua, liberando adrenalina.

4. Ostras
As ostras levam a fama de serem afrodisíacas por terem a forma dos órgãos genitais femininos. No entanto, as ostras contêm altos níveis de zinco, substância que pode melhorar o desejo sexual aumentando a produção de testosterona.
Elas também contêm tirosina, um nutriente que ajuda na produção de dopamina, que quando em baixa no organismo pode causar uma queda na libido.

5. Morangos
Existe uma lenda que diz que os morangos tiveram origem nas lágrimas de Afrodite, que caíram em forma de coração, assim que ela soube da morte do seu amante Adonis. E por isso, a fruta é tão associada ao sexo, amor e paixão.
Mas atualmente, os morangos são considerados comidas afrodisíacas porque são ricos em vitamina C, que é importante para a produção de hormônios sexuais e de neurotransmissores químicos no cérebro que aumentam a libido, além é claro, de ajudar a manter o seu sistema imunológico saudável.

6. Açafrão
A história deste alimento afrodisíaco remonta a Cleópatra. Dizem que ela se banhava em leite com infusão de açafrão para ficar ainda mais sedutora e despertar o desejo dos homens.
Já pesquisas recentes, mostraram que o açafrão ajuda a aumentar a mobilidade dos espermatozóides e pode diminuir alguns dos efeitos colaterais sexuais causados pela ingestão de certos antidepressivos.

7. Abacate
No idioma asteca a palavra ?ahuacatl? significa testículo, mas sua fama de alimento afrodisíaco vai muito além do nome.
O abacate possui altos níveis de ácido fólico, vitamina B9 (que fornece energia para o organismo) e vitamina B6 (que ajuda na produção de testosterona). Por isso, ele é considerado uma das comidas afrodisíacas mais eficazes.

8. Salmão
O salmão é uma das mais conhecidas comidas afrodisíacas, já que é rico em ômega-3, substância importante não só para manter o coração saudável, mas que também ajuda a aumentar a libido, fornecendo o que é necessário para a produção de estrogênio, testosterona e progesterona.

9. Mel
Hipócrates, na Grécia Antiga, tinha o costume de prescrever o mel para aumentar o vigor sexual. E não é pra menos. Ele contém boro, mineral que ajuda a regular os níveis hormonais, e o óxido nítrico, que ajuda a aumentar o fluxo sanguíneo durante a excitação.

Esse são apenas 9 das centenas de comidas afrodisíacas. Escolhemos as mais acessíveis e muito fáceis de encontrar. Agora, basta testar os seus efeitos no Dia dos Namorados ou em qualquer outra data, afinal todo dia é dia de amar.

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Estilo de vida

Proibição de cigarro em locais públicos evitou a morte de 15 mil crianças no Brasil, diz estudo do Inca

Imperial College of London e Centro Médico Erasmus da Holanda também assinam artigo. Pesquisa é a primeira a analisar impacto da medida na saúde infantil em um país em desenvolvimento.

Publicado em

Do G1

As medidas restritivas ao cigarro no Brasil evitaram a morte de 15 mil crianças entre 2000 e 2016. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (31), data escolhida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “Dia Mundial sem Tabaco”.

Este é o primeiro estudo que analisou o impacto na medida na saúde infantil brasileira – e também em um país em desenvolvimento. O artigo é assinado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), e por cientistas do Imperial College of London e do Centro Médico Erasmus da Holanda.

Ministério da Justiça estuda reduzir o imposto do cigarro para conter o contrabando; comunidade médica critica
Os autores reforçam a necessidade de a medida ser adotada por outros países – apenas 20% da população mundial está protegida por medidas públicas de controle ao fumo. Ainda no útero, a exposição do bebê às substâncias do cigarro podem causar problemas de desenvolvimento, um parto prematuro ou um nascimento com peso abaixo da média.

Dados sobre o cigarro no mundo — Foto: Infográfico: Diana Yukari/G1 

Dados sobre o cigarro no mundo — Foto: Infográfico: Diana Yukari/G1

Os bebês também são afetados após o parto, com um maior risco de infecções respiratórias, asma e morte súbita. Para chegar aos resultados do estudo, os pesquisadores analisaram dados de todos os nascidos vivos, óbitos infantis e mortes neonatais no Brasil entre 2000 e 2016.

“As crianças têm o direito de serem protegidas contra as doenças causadas pelo cigarro. Pedimos aos governos do mundo que introduzam novas leis antifumo abrangentes para proteger a saúde infantil”, disse o médico André Szklo, do Inca.

A mudança mais drástica na legislação brasileira ocorreu em 2014, com a proibição do cigarro em áreas públicas parcialmente ou completamente fechadas, incluindo bares e restaurantes. A medida, segundo o estudo, reduziu em 5,2% a mortalidade infantil no país e em 3,4% a neonatal.

Os cientistas também analisaram os impactos de outras medidas menos drásticas aplicadas antes de 2014 no Brasil. Em anos anteriores, 17 estados aprovaram medidas parciais – como a criação de espaços separados para fumantes em estabelecimentos e casas noturnas. Essas mudanças, de acordo com a pesquisa, ajudaram uma redução de 3,3% na mortalidade infantil, mas nenhuma mudança significativa na neonatal.

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