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Falecimento

Morre em Assis, aos 75 anos o professor Paião

O sepultamento foi marcado para às 16h30.

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Morre em Assis, aos 75 anos o professor Paião

Morreu na noite desta terça-feira, dia 11 de fevereiro, aos 75 anos de idade, o professor aposentado de Ciências e Biologia e ex-vice-diretor da escola estadual Cheophânia Galvão da Silva, na vila Operária, Waldomiro Dias Paião, que morava na rua André Perine.

O sepultamento foi marcado para às 16h30, no Cemitério Municipal da Saudade, em Assis, saindo o féretro às 16 horas da sala 3 do Centro Funerário São Vicente, na avenida Abílio Duarte de Souza.

Aos familiares e amigos, nossos sinceros sentimentos!

Falecimento

Morre Benê Martins, ex-radialista da Rádio Clube Marconi de Paraguaçu

Benê Martins era casado e deixa duas filhas.

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Do i7 Notícias

Benedito Martins Bernardino, o tão conhecido Benê Martins, faleceu na madrugada deste sábado, dia 08, aos 65 anos.

Ex-radialista, ele foi locutor durante muitos anos na extinta Rádio Clube Marconi; além disso, já foi vereador.

Ele faleceu no Hospital Amaral Carvalho, em Jaú. Benê Martins era casado e deixa duas filhas.

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Falecimento

Menina de 7 anos morre após sofrer AVC em Assis

O velório está sendo realizado na sala 7 da São Vicente Prever.

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Do AssisNews
Menina de 7 anos morre após sofrer AVC em Assis (Foto: Arquivo Pessoal)
Menina de 7 anos morre após sofrer AVC em Assis (Foto: Arquivo Pessoal)

Uma triste notícia nesta quarta-feira (22) chocou os familiares, professores e amiguinhos de escola da pequena assisense Emanuelly Ferreira Alves, de apenas 7 anos. A pequena criança, que estava internada na UTI, não resistiu e faleceu no final da tarde.

De acordo com as primeiras informações, Emanuelly estava internada desde o dia 7 de janeiro e na última terça-feira (21) o seu quadro de saúde se agravou e foi transferida para UTI, quando sofreu um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI), também conhecido por derrame ou isquemia cerebral.

Em coma profundo, a menina não resistiu e faleceu na tarde desta quarta-feira (22).

O corpo de Emanuelly está sendo velado na sala 7 do Centro Funerário São Vicente Prever. O horário do sepultamento ainda não foi divulgado.

Outro caso na região

Na última sexta-feira (17), a pequena Maria Vitória Oliveira da Cruz, de apenas 05 anos, faleceu vítima de AVC – Acidente Vascular Cerebral.

A criança faleceu no Hospital Regional de Assis, por volta das 20h30. O corpo foi velado no velório municipal de Paraguaçu Paulista e sepultado no sábado.

Maria Vitória era morada na Zona Rural de Paraguaçu Paulista, no bairro São Matheus. Ela estudava na EMEF Profª Ivony Affini Matheus. Deixa os seus pais e dois irmãos.

Vitória Oliveira da Cruz, de apenas 05 anos

AVC em crianças: sim, isso existe!

Quando se ouve falar em AVC, a abreviação para Acidente Vascular Cerebral, logo se imagina um adulto, provavelmente com características de risco: sedentário, que se alimenta mal, talvez obeso e quem sabe fumante. Mas você sabia que isso acontece também com crianças?

“A frequência é infinitamente menor do que a ocorre com os adultos. Enquanto entre os mais velhos a taxa é de 4 ou 5% da população, entre as crianças, é de 0,1% ou 0,2% da população infantil”, alerta Osmar Moraes, neurocirurgião do Hospital Santa Catarina. Para ele, como é um acontecimento raro, a dificuldade de obter um diagnóstico é maior.

Por que acontece em crianças?

As causas do AVC em crianças são diferentes das razões pelas quais ele acontece em adultos. “Em geral, o derrame está associado a alguma outra condição, que pode ser uma má formação nas artérias, anemia falciforme, hemofilia ou alguma deficiência no sistema imunológico”, explica Moraes.

Como reconhecer o AVC em crianças

Uma das melhores formas de salvar a vida de uma criança com AVC é prestar socorro rápido, procurando atendimento especializado em um pronto-socorro. Mas como saber se é o caso de correr para o hospital? “Os sintomas em crianças são muito nítidos. Os pais, certamente, saberão que se trata de algo grave. O mais comum é um déficit motor, quando a criança para de mexer um lado do corpo, para de andar, enrola a língua, para de falar. E, na criança, diferente do adulto, em que tudo acontece gradativamente, tudo acontece muito rápido”, diz o neurocirurgião.

Ao desconfiar de que uma criança está sofrendo um derrame, o melhor, além de chegar a um serviço de emergência o quanto antes, é tentar verificar se as vias aéreas estão desobstruídas. A língua enrolada pode ser a causa disso, por exemplo. “Também ajuda tentar manter a cabeça da criança elevada, para facilitar a drenagem do sangue. As outras ações precisam de treinamento e devem ser feitas por uma equipe especializada”, orienta Osmar.

Fatores de risco

Se a criança possui anemia falciforme, hemofilia ou alguma má formação relacionada aos vasos sanguíneos, é bom ficar alerta. “Infelizmente, ela será uma candidata mais forte a sofrer o AVC”, diz o médico. De acordo com ele, também é recomendado manter hábitos saudáveis, como cuidar da alimentação, do peso e estimular a prática de exercícios físicos, principalmente se houver algum histórico na família.

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Paraguaçuense de 05 anos morre vítima de AVC

Maria Vitória era morada na Zona Rural de Paraguaçu Paulista.

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Do i7 Notícias
Maria Vitória Oliveira da Cruz faleceu na noite de sexta-feira, dia 17

Uma fatalidade chocou Paraguaçu Paulista (SP) na última sexta-feira (17). A pequena Maria Vitória Oliveira da Cruz, de apenas 05 anos, faleceu vítima de AVC – Acidente Vascular Cerebral.

A criança faleceu no Hospital Regional de Assis, por volta das 20h30. O corpo foi velado no velório municipal de Paraguaçu Paulista e sepultado no sábado.

Maria Vitória era morada na Zona Rural de Paraguaçu Paulista, no bairro São Matheus. Ela estudava na EMEF Profª Ivony Affini Matheus. Deixa os seus pais e dois irmãos.

AVC em crianças: sim, isso existe!

Quando se ouve falar em AVC, a abreviação para Acidente Vascular Cerebral, logo se imagina um adulto, provavelmente com características de risco: sedentário, que se alimenta mal, talvez obeso e quem sabe fumante. Mas você sabia que isso acontece também com crianças?

“A frequência é infinitamente menor do que a ocorre com os adultos. Enquanto entre os mais velhos a taxa é de 4 ou 5% da população, entre as crianças, é de 0,1% ou 0,2% da população infantil”, alerta Osmar Moraes, neurocirurgião do Hospital Santa Catarina. Para ele, como é um acontecimento raro, a dificuldade de obter um diagnóstico é maior.

Por que acontece em crianças?

As causas do AVC em crianças são diferentes das razões pelas quais ele acontece em adultos. “Em geral, o derrame está associado a alguma outra condição, que pode ser uma má formação nas artérias, anemia falciforme, hemofilia ou alguma deficiência no sistema imunológico”, explica Moraes.

Como reconhecer o AVC em crianças

Uma das melhores formas de salvar a vida de uma criança com AVC é prestar socorro rápido, procurando atendimento especializado em um pronto-socorro. Mas como saber se é o caso de correr para o hospital? “Os sintomas em crianças são muito nítidos. Os pais, certamente, saberão que se trata de algo grave. O mais comum é um déficit motor, quando a criança para de mexer um lado do corpo, para de andar, enrola a língua, para de falar. E, na criança, diferente do adulto, em que tudo acontece gradativamente, tudo acontece muito rápido”, diz o neurocirurgião.

Ao desconfiar de que uma criança está sofrendo um derrame, o melhor, além de chegar a um serviço de emergência o quanto antes, é tentar verificar se as vias aéreas estão desobstruídas. A língua enrolada pode ser a causa disso, por exemplo. “Também ajuda tentar manter a cabeça da criança elevada, para facilitar a drenagem do sangue. As outras ações precisam de treinamento e devem ser feitas por uma equipe especializada”, orienta Osmar.

Fatores de risco

Se a criança possui anemia falciforme, hemofilia ou alguma má formação relacionada aos vasos sanguíneos, é bom ficar alerta. “Infelizmente, ela será uma candidata mais forte a sofrer o AVC”, diz o médico. De acordo com ele, também é recomendado manter hábitos saudáveis, como cuidar da alimentação, do peso e estimular a prática de exercícios físicos, principalmente se houver algum histórico na família.

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