Autoridades discutem festas sem alvarás e alcool para menores

Festas e eventos realizados sem condições de segurança, sem alvarás do corpo de bombeiros estão cada vez mais difíceis de serem realizadas.

Festas sem condições de segurança, sem alvarás do corpo de bombeiros estão cada vez mais difíceis de serem realizadas (Foto: Assessoria)

Na noite desta quarta-feira (12), a Rede de Combate a Venda e Consumo de Bebidas Alcoólicas para Menores, se reuniu na Camara Municipal para realizar a primeira reunião de 2014 e discutir as ações para este ano na cidade de Assis.

A Rede, que surgiu ano passado durante o Fórum da Juventude, é composta por vários órgãos municipais e estaduais e tem dado ótimos resultados no combate a venda de bebidas alcoólicas para menores e no enfrentamento na realização de festas e raves sem alvarás de funcionamento e sem condições de segurança.

Estavam presentes o Promotor da Infância e Juventude Exa. Sr. Carlos Rinard, Vereador Alexandre Cachorrão Presidente da Comissão da Juventude, Paulo Matioli Presidente da Câmara Municipal, Vera Piovezani Coordenadora do Fórum da Juventude, Hidalvo Prado da Tributação Municipal, Tenente Fernet da Policia Militar, Daniel Bueno Procurador da Câmara, Sudilene Mailho da Vigilância Sanitária Estadual, Isabela e Debora da Vigilância Sanitária Municipal, Luciana, Regina e José Otávio do Conselho Tutelar.

De acordo com dados e estatísticas, a bebida alcoólica é considerada a porta de entrada para as drogas ilícitas e grande responsável pela destruição de famílias e lares.

Segundo o Presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas, Carlos Salgado, quem usa álcool cedo na vida tem uma chance cinco vezes maior de vir a usar drogas ilícitas na vida adulta.

Infelizmente, há uma parcela de contribuição dos pais, uma vez que muitos são coniventes com a frequência dos filhos menores em festas e com o uso de álcool, às vezes até estimulando o consumo.

A reunião foi muito produtiva e em breve será agendando a reunião do primeiro Fórum da Juventude deste ano para reunir órgãos públicos, conselhos, entidades religiosas, associações e ongs, partidos políticos e com toda a comunidade para debatermos este tema.

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