Tarifas de pedágios têm reajuste médio de 5,29% no Oeste Paulista

Novos valores passarão a ser cobrados a partir de 1º de julho.
Segundo a Artesp, taxas são os principais meios para manter as vias.

Segundo a Artesp, tarifa cobrada em pedágios é a principal forma para manter as vias (Foto: Vinícius Pacheco/G1)

Os pedágios da Rodovia Raposo Tavares na região de Presidente Prudente terão as tarifas reajustadas com um índice médio de 5,29%. De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) o novo valor passará a ser cobrado a partir de 1º de julho. O recurso de acordo com o órgão, é a principal maneira de manter as rodovias.

Na cidade de Assis, o valor cobrado teve um acréscimo de 7,02%, passando de R$ 5,70 para R$ 6,10. Em Regente Feijó, o aumento foi de 6,67%, pois antes eram cobrados R$ 4,50 e a partir da data citada, o valor será de R$ 4,80. Já em Presidente Bernardes, a inflação vai atingir 5,77%, sendo de R$ 5,20 para R$ 5,50. Em Caiuá o aumento foi o menor, de 5,41%, pois antes eram cobrados R$ 3,70 e agora passará a ser R$ 3,90. Diferente de Rancharia, que teve o maior índice registrado, de 8,57%, passando de R$ 3,50 para R$ 3,80.

O aumento atingirá a todo o estado de São Paulo. Para operar e conservar as vias paulistas, um custo médio de R$ 190,7 milhões mensais é gerado. Em obras de ampliações o investimento foi de R$ 9 bilhões desde janeiro de 2011. Esses valores são obtidos por meio das cobranças destas tarifas.

Para realizar esse reajuste, foram adotadas medidas como a redução da taxa de fiscalização da Artesp em 50% no ano de 2013, sendo mantido em 2014, além da negociação com as concessionárias mais antigas para alteração do valor contratual do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPC-A), que foi considerado a maneira mais adequada para refletir a inflação.

Outros pontos destacados foram a autorização da cobrança dos eixos suspensos dos veículos comerciais e a apuração dos valores arrecadados para o uso da redução de tarifas, nos termos da Resolução da Secretaria de Logística e Transportes nº 4, de 22 de julho de 2013.

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