Ong Opas realiza jantar em comemoração a um ano de atividade

Em um ano de atividades a organização atendeu mais de cinco mil pessoas.
Para comemorar o primeiro ano foi realizado um jantar no CSU.

Para comemorar o primeiro ano foi realizado um jantar no CSU (Foto: Gopam Maracaí)
O jantar contou com a presença da imprensa e várias pessoas da comunidade (Foto: Gopam Maracaí)

A Organização não governamento de Prevenção a DST’s / Aids de Assis e Região – OPAS, entidade sem fins lucrativos de Assis (SP), que luta pela prevenção e também trabalha na orientação das pessoas portadoras de doenças sexualmente transmissível, completou na última semana seu primeiro ano de atividades.

Para comemorar, a ONG realizou no último sábado (26), um jantar no salão de festas do Centro Social Urbano de Assis, que contou com a presença da imprensa e várias pessoas da comunidade, além de representantes de outras Ong’s de Assis e da região.

A OPAS
Durante o primeiro ano de atividades, a Organização não governamento de Prevenção a DST’s / Aids de Assis e Região – OPAS realizou diversos trabalhos de conscientização, tais como, palestras em escolas e empresas, distribuição de preservativos, afim de evitar transmissão de doenças e gravidez precoce, além de folhetos com informações valiosas sobre as DSTs e os problemas que elas trazem aos portadores. Nesse período a organização atendeu mais de cinco mil pessoas.

Marlon Fernandes, Presidente da Organização não governamento de Prevenção a DST’s / Aids de Assis e Região – OPAS (Foto: Gopam Maracaí)

O presidente e fundador da Ong, Marlon Fernandes, diz que o trabalho de prevenção é o primordial para evitar o contágio, mas não deve ser realizada igualmente em todos os lugares. “A primeira coisa importante a saber é que toda ação de prevenção deve ser adaptada ao local em que está sendo realizada, à cultura, ao modo de vida dos grupos a que se dirige. Assim, o trabalho voltado para comunidades populares deve levar em conta a existência em um só local de diferentes segmentos populacionais, como homens, mulheres, idosos, homossexuais, jovens, prostitutas, usuários de drogas injetáveis e caminhoneiros.” destaca Marlon.

Ele frisa ainda que há uma vulnerabilidade que prejudica muito a população. “É importante destacar que todos os grupos sociais que vivem nas comunidades populares ainda estão submetidos a mais um fator de vulnerabilidade: a pobreza, que traz situações como pouco acesso à informação e à educação, aos serviços de saúde etc…” finaliza Fernandes.

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