Administrador do cemitério esclarece mal entendido em carta-resposta

A carta-resposta é referente ao artigo publicado dia 30/07/2014 em matéria encomendada em diversos veículos de comunicação da cidade.

Pedro Resende Filho/Administrador do Cemitério Municipal da Saudade de Assis

Referente ao artigo publicado dia 30/07/2014 em matéria encomendada em diversos veículos de comunicação da cidade, o administrador do cemitério municipal, Pedro Resende Filho, divulgou uma carta à imprensa:

“No dia 17 de Janeiro de 2008 foi realizado enterro de Maria Helena Alves, Sra. Mãe da reclamante Concetta Elaine Alves Flocco, em uma quadra de cova comum, com numero de registro 43.010, também conhecida como “cova rasa” onde a família não paga pela concessão que é temporária e após três anos e meio, é permitido fazer exumação e translado.

Nesta quadra de concessões temporárias gratuitas, não é aconselhável a construção de túmulos por questões óbvias, visto que ao final do prazo de cinco anos, haverá a exumação ou reinumação e o local poderá ser ocupado por outras inumações, logo não existe túmulo.

No dia 17 de Julho de 2011 completou os três anos e meio e conforme lei 4.407 artigo 39, iniciou prazo para realizar exumação e translado dos restos mortais.

Ocorre que para realizar esta exumação e translado o interessado deve preencher um requerimento na Administração do Cemitério e indicar o local com carneira ou túmulo para onde será destinado os restos mortais, objeto da exumação, sem o qual o Dpto. Jurídico da Prefeitura não autoriza a exumação e isto não foi inventado pelo Administrador do Cemitério que apenas cumpre a lei.

Sra. Concetta, não adquiriu a concessão (carneira) para destinar os restos mortais, não emitiu requerimento solicitando exumação e não pagou as taxas usuais para este serviço razão pela qual o Coveiro Chefe, Sr. Geraldo Portes não pode atender a reclamante.

No dia 09 de Setembro de 2013 em procedimento administrativo o Administrador do Cemitério, verificou ter vencido o prazo conforme artigo 55 da lei 4.407 e o local voltou a posse da Prefeitura Municipal, que este ano, roçou, limpou o local e nivelou o terreno para receber novas inumações, o que é um procedimento normal , já ocorreu em outras áreas do Cemitério e está muito claro no artigo 45 da lei 4.407, logo, não sumiu documentos nem tampouco sepultura.

Após providencias acima a Sra. Concetta veio acompanhada de um vereador e exigiu com veemência a exumação da sua falecida Mãe, porém, o prazo já venceu e o caso foi encaminhado para Dpto. Jurídico da Prefeitura. Em momento algum, o Administrador do Cemitério, dirigiu à Sra. Concetta, palavras de ofensa e falta de respeito, principalmente em se tratando de um ente querido.”
Pedro Resende Filho/Administrador do Cemitério Municipal da Saudade de Assis

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