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Meio Ambiente

Curso oferecido pelo SEAMA auxilia na preservação ambiental

O objetivo do curso foi ensinar o produtor rural a fazer um viveiro e a semeadura de mudas de espécies nativas.

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Curso oferecido pelo SEAMA auxilia na preservação ambiental

Entre os dias 29 e 31 de outubro aconteceu o curso de Viveirista de Mudas Nativas, ministrado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) oferecido pela Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Assis (SEAMA) conjuntamente com o Sindicato Rural de Assis.

O objetivo do curso foi ensinar o produtor rural a fazer um viveiro e a semeadura de mudas de espécies nativas. O intuito é auxiliar na recomposição de matas nas Áreas de Preservação Permanente – APP´s e Reserva Legal. Para isso foi escolhida uma propriedade na Água do Cervo que tem a necessidade de recuperação de APP de curso d´água e que tem uma represa que passa ao lado.

A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente já protocolou pedido para novos cursos que são oferecidos pelo SENAR já para o primeiro semestre de 2019 fortalecendo a recuperação ambiental, bandeira levantada pelo Assis + Verde que integra a Campanha Assis SEAMA.

“Vamos fazer a recuperação ambiental de áreas da bacia da represa do Cervo, garantindo a qualidade da água para o abastecimento do município, sendo uma ação em consonância com o Programa Município Verde Azul, programa ambiental da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, programa da ONU que estabelece metas para o desenvolvimento sustentável até o ano de 2030”, finaliza o Secretário Fábio Nossack.

Curso oferecido pelo SEAMA auxilia na preservação ambiental

Curso oferecido pelo SEAMA auxilia na preservação ambiental

Curso oferecido pelo SEAMA auxilia na preservação ambiental

Curso oferecido pelo SEAMA auxilia na preservação ambiental

Meio Ambiente

Meio Ambiente faz substituição de árvore e orienta quais as espécies próprias para plantio

Segundo Fábio Nossack, Secretário do Meio Ambiente de Assis, a árvore de espécie Guapuruvu é considerada inadequada para plantio em área urbana.

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Assessoria
Meio Ambiente faz substituição de árvore e orienta quais as espécies próprias para plantio

A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Assis realizou na quinta-feira (17), em uma praça entre as Ruas Mauá com a Barão do Rio Branco a substituição de uma árvore plantada por moradores de espécie Guapuruvu por uma muda de Ipê branco no local.

De acordo com o secretário da pasta, Fábio Nossack, a árvore de espécie Guapuruvu é considerada inadequada para plantio em área urbana da cidade, pois se trata de uma espécie que cresce muito rápido, com incidências de muitas quedas após seu crescimento.

“É uma ação muito importante por parte dos moradores realizarem o plantio, mas orientamos que antes de plantarem alguma muda de árvore, se informem qual a espécie adequada e inclusive procurem a secretaria para obter as recomendações e autorização para plantio, principalmente em espaços públicos, como rotatórias, canteiros centrais e praças”, lembrou Fábio.

Segundo ele, árvores não adequadas causam riscos à segurança dos moradores.

O secretário explica que as mudas de árvores mais indicadas para plantio na cidade são da espécie Ipê amarelo e branco, Oiti, Magnólia, Resedá, além de outras espécies.

Mais informações pelo número de telefone 3324-9395.

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Meio Ambiente

Polícia constata comércio sem declaração de estoque de pescado em Assis

Foi lavrado o Auto de Infração Ambiental e aplicada a sanção de advertência. Pescados não foram apreendidos já que o estabelecimento tinha nota fiscal.

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Assessoria

Na quarta, 07 de novembro, policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, pertencentes ao 2º Pelotão Operacional de Assis (SP), constataram em um estabelecimento comercial, durante desencadeamento da Operação Piracema, no município de Assis, 12Kg de pescado da espécies surubim, sem a declaração de estoque exigida.

Diante dos fatos foi lavrado o Auto de Infração Ambiental, por deixar de apresentar declaração de estoque de pescados, sendo aplicada a sanção de Advertência. Os pescados não foram apreendidos devido o estabelecimento apresentar a nota fiscal comprovando a origem dos produtos.

A Polícia Militar Ambiental orienta que as denúncias sejam feitas através dos telefones 0800-0555-190, 181 (Disque Denúncia), EMERGÊNCIA 190, ou ainda diretamente às unidades da Polícia Militar Ambiental pelos telefones: (14) 3433.7199 – Marília; (14) 3496.5884 – Tupã; (18) 3323.5111 – Assis; (14) 3322.3077 – Ourinhos.

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Meio Ambiente

Moradores encontram patos mortos em lagoa tomada por algas em Marília

Fotos feitas pelos moradores mostram lagoa esverdeada. Segundo ambientalistas, plantas não afetam a saúde dos animais; uma das suspeitas é de envenenamento, já que a lagoa recebe água da chuva e pode ter levado agrotóxico de plantações da região.

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Do G1
Patos foram encontrados mortos por moradores do bairro em Marília (Foto: Arquivo pessoal)

Pelo menos dez patos foram encontrados mortos pelos moradores que vivem perto da lagoa no Jardim Aquarius, na zona norte de Marília (SP). Eles chegaram a resgatar os animais nesta segunda-feira (29), mas as aves não sobreviveram.

Em fotos feitas pelos moradores, é possível ver a lagoa esverdeada, praticamente tomada por algas, o que chama bastante a atenção.

De acordo com ambientalistas, os fito plânctons, que deixam a água esverdeada, não são nocivos aos patos.

Porém, essa alga aparece em lagoas contaminadas e tiram a oxigenação da água, o que provoca a morte de peixes, mas não de aves. Neste mês, Marília registrou 300 milímetros de chuva.

Uma das hipóteses levantadas para a causa da morte é a suspeita de envenenamento, já que essa lagoa recebe água da chuva e pode ter levado agrotóxico de plantações da região. Os animais podem ter ingerido esse veneno, mas isso ainda vai ser investigado.

A Cetesb informou que recebeu na segunda (29) a denúncia dos moradores pedindo a análise da água.

Já a prefeitura, que é responsável pelo lago, afirma que a limpeza é feita no local regularmente e a última foi feita há três meses. A administração municipal também disse que vai investigar o que poder ter causado a morte dos patos.

Flagrantes feitos pelos moradores mostram os patos em meio ao lago verde em Marília — Foto: Arquivo pessoal

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