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Mãe divulga carta da filha que cometeu suicídio após bullying e estupro

Aos treze anos, Cassidy foi alvo de bullying e enganada por colegas e levada até uma casa, onde foi abusada sexualmente por dois estudantes.

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A jovem Cassidy (Foto: Reprodução/Facebook)

A jovem Cassidy (Foto: Reprodução/Facebook)

Mãe de uma jovem que cometeu suicídio aos quinze anos, a australiana Linda Trevan divulgou uma carta da filha em que ela acusa colegas de sala de bullying e estupro coletivo em Melbourne, na Austrália.

Quando tinha treze anos, Cassidy foi alvo de bullying e enganada por colegas e levada até uma casa, onde foi abusada sexualmente por dois estudantes que ela não conhecia. ” as colegas que a levaram até lá simplesmente sentaram e esperaram. Os dois abusaram dela, enquanto outro guardava a porta”, diz Linda ao News.com.au.

Linda ainda relata que a filha sofreu com pesadelos, insônia, ansiedade e ataques de pânico após a violência. Cassidy chegou a mudar de escola para escapar do bullying e do trauma, mas começou a ser perseguida nas redes sociais e nas ruas. De tão abalada, ela acabou se matando dois anos depois.

Cassidy e a mãe (Foto: Reprodução/Facebook)

Cassidy e a mãe (Foto: Reprodução/Facebook)

A carta foi encontrada pela mãe no laptop da filha, que divulgou as últimas palavras da filha para chamar atenção para impunidade do caso.

Em um trecho, Cassidy afirma que sua intenção não é se vingar, mas alertar outras pessoas para o que aconteceu com ela para evitar que isso ocorra com outas pessoas.

“Me preocupa que se eles puderam fazer isso comigo, eles podem fazer com outros jovens também, ou pelo menos tentar. Você realmente tem o poder de impedir que isso aconteça”, apela. “Mas também estou fazendo isso por mim. Depois de 1 ano e meio, eu quero, finalmente, ser deixada em paz. Ainda continuo recebendo mensagens, de estudantes que eu nunca conheci, me chamando de vadia. Eu mudei de escolas, mudei de casa e continuo sendo encontrada e ofendida. Eu não posso impedir que as pessoas espalhem rumores, mas pelo menos eu posso tentar contar o que realmente aconteceu, já que as pessoas continuam falando sobre isso de qualquer forma. Mas, como eu disse, isso é muito mais pelos outros estudantes que estão em perigo com esses alunos. Meu nome é Cassidy Trevan, e eu fui estuprada. Se alguém algum dia tentar isso com você, confie em mim: vale a pena lutar. Lute. Senão, você irá se arrepender disso pelo resto da sua vida assim como eu. Você pode fazer isso”.

Em nota, o departamento de educação da cidade de Vitória lamentou o caso e disse que os funcionários das escolas são orientados para dar suporte a qualquer aluno que mostre que precisa de ajuda.

Com a repercussão do caso, a mãe da jovem informou que continua tentando que os estudantes, que não foram identificados, sejam punidos pelo estupro que levou ao suicídio de Cassidy.

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Menina de 10 anos morre após contrair ameba que ‘come’ o cérebro

O micro-organismo ‘Naegleria fowleri’ vive em ambientes úmidos, mas infecções são raras. Segundo a família, a criança adquiriu a doença quando nadou em um lago no estado americano do Texas.

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Do G1
Menina Lily Mae Avant teve meningoencefalite amebiana primária (Foto: Reprodução/Facebook/#Lilystrong)

A família e a escola de Lily Mae Avant confirmaram a morte da menina de 10 anos que vinha sendo tratada por “meningoencefalite amebiana primária”. A doença é rara, mas ficou conhecida porque é causada por uma ameba que pode atacar o tecido do cérebro humano. O micro-organismo entrou no corpo da menina quando ela nadou em um lago no estado americano do Texas.

“Estamos profundamente entristecidos pela perda de Lily Avant”, informou na segunda-feira (16) a escola da criança, a “Valley Mills Elementary”, por meio de suas redes sociais. De acordo com a escola, Lily era “uma pessoa incrível e amiga de todas”.

Entenda a rara e altamente mortal ameba que vive em lagos e ‘come’ cérebro humano
Popularmente se diz que a ameba parasita “come cérebros”, mas ela se alimenta principalmente de bactérias presentes na água. O que ocorre quando ela entra no corpo humano é que, como a ameba não encontra os nutrientes necessários para viver, acaba atacando células do cérebro em busca de nutrientes.

A presença da ameba em águas doces e mornas é comum, mas infecções são raras. Quando ela ocorre, geralmente é porque a ameba entrou no corpo pelo nariz. Por isso, é recomendado o uso de protetores de nariz quando alguém resolve nadar em um lago de água morna.

Lily Mae vinha tratando a doença há cerca de duas semanas, segundo a rede de notícias americana CNN. Ela foi internada no dia 8 de setembro e, após a realização de exames, os médicos descobriram que ela contraiu a ameba “Naegleria fowleri”. A ameba é um organismo de apenas uma célula.

Meningoencefalite amebiana primária tem alto índice de letalidade (Foto: Laboratory Identification of Parasites of Public Health Concern/Divulgação)

Grupo de apoiadores
Um grupo público no Facebook vinha sendo mantido por familiares e amigos, chamado “#Lilystrong”, ou “forte Lily”, na tradução para o português.

Segundo a descrição do grupo, Lily começou a sentir uma dor de cabeça que aumentou gradualmente. Ela também teve febre. Depois de muitos exames e de tomar remédios para amenizar sintomas de uma virose, o problema não passou. A menina tinha pesadelos e começou a se comportar de forma estranha e “incoerente”, de acordo com seus pais.

Uma ressonância magnética identificou a infecção no cérebro, mas ela começou a ser tratada para meningite viral e bacteriana. Somente após uma punção na medula óssea foi identificada a presença da ameba, que é bastante rara e agressiva.

“Palavras não podem sequer começar a expressar como foi intensa esta última semana para nossa família. Fomos inundados pelo amor e o apoio de vocês e nos sentimos incrivelmente lisonjeados por quantas vidas foram impactadas por nossa doce e audaciosa Lily Mae”, escreve Wendy Scott, uma das administradoras do grupo na rede social.

“Iniciamos esta página para trazer consciência sobre a ameba, em um esforço de prevenir que outras famílias passem por isso”, conta.

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Casado morre durante sexo em viagem a trabalho e empresa é condenada

Caso foi considerado acidente de trabalho e empregador é responsável financeiramente com a família do homem.

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Do Metrópoles
Casado morre durante sexo em viagem a trabalho e empresa é condenada

O caso de um homem casado que morreu após sofrer um ataque cardíaco enquanto fazia sexo durante uma viagem de negócios foi considerado acidente de trabalho pela Justiça da França. Segundo informações do jornal The Times, de Londres, a empresa em que o engenheiro trabalhava se tornou financeiramente responsável e deve arcar com custos.

Xavier X foi encontrado morto em seu quarto de hotel na cidade francesa de Meung-sur-Loire, pouco tempo depois de fazer sexo com uma mulher que ele havia acado de conhecer. O caso ocorreu em 2013, mas permaneceu na Justiça até este ano.

Os advogados da empresa de construção ferroviária parisiense TSO afirmavam que Xavier não cumpria com obrigações de trabalho no momento em que teve o ataque cardíaco e ainda frisou que o caso aconteceu às 2h da manhã.

Os juízes do tribunal de apelação fizeram um relatório e decidiram que o homem estava em missão pela empresa e que, assim, “teria direito à proteção do empregador durante o período”. Os magistrados sustentaram o pedido com base em uma decisão da corte de 2016, que afirmava que “um encontro sexual é um ato de vida normal, assim como tomar banho ou se alimentar”.

Sendo assim, a Justiça aceitou o pedido de que a morte de Xavier foi, oficialmente, um caso de acidente de trabalho. A família do homem, que não teve o sobrenome revelado, irá receber dinheiro do estado e do empregador. A mulher e os filhos do engenheiro terão um benefício mensal de até 80% do salário dele até a idade mínima para aposentadoria. Após esse tempo, eles receberão uma pensão vitalícia de valor não informado.

O empregador de Xavier lutou contra a decisão, mas perdeu em todas as etapas.

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Mãe joga bebês de janela ao descobrir que um nasceu com deficiência

Crianças foram encontradas com vida, mas não resistiram aos ferimentos.

Publicado em

Do Meio Norte
Pixabay

Uma mulher de 23 anos jogou a própria filha e um outro bebê recém-nascido da janela de uma maternidade ao descobrir que a pequena nasceu especial, no Ubequistão. As informações são da Revista Marie Claire.

Uma fonte próxima da da família disse que a mulher já tinha dado à luz dois bebês deficientes, que morreram de causas naturais. Ela foi presa pela polícia local.

Segundo o jornal The Mirror, a equipe médica de plantão no período noturno demorou mais de uma hora para perceber o que os bebês estavam desaparecidos.

As crianças caíram por cerca de 16 metros de altura, e foram encontradas bastante machucadas, mas com vida. Porém acabaram não resistindo aos ferimentos.

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