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Família do ator Steve McQueen processa Ferrari por uso indevido do nome

Família pede pagamento do lucro com o nome e danos morais de pelo menos US$ 3 milhões.

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Ferrari California T "The McQueen" foi uma edição especial lançada no Salão de Paris em 2016 (Foto: Divulgação)

A família de Steve McQueen entrou com uma ação judicial contra aFerrari, acusando a marca italiana de ter utilizado indevidamente o nome do ator americano para promover um de seus esportivos.

Para celebrar seu septuagésimo aniversário (1947-2017), a empresa italiana lançou uma série especial relacionada com modelos ou personalidades icônicas associadas à marca.

Lançada ainda em 2016, a linha incluía um modelo chamado “The McQueen”, inspirado em uma Berlinetta Lusso 250 GT, modelo que o ator possuía um exemplar.

Steve McQueen no filme ‘Fugind do inferno’, de 1963 (Foto: Divulgação/Metro-Goldwyn-Mayer Studios)

No documento da ações, a família afirma que nunca autorizou a Ferrari a usar o nome de Steve McQueen, que morreu prematuramente em 1980, aos 50 anos.

Ao usar indevidamente o nome do ator, a fabricante italiana de automóveis “conseguiu um volume de negócios e lucros significativos”, afirma o documento apresentado nesta segunda-feira em um tribunal de Los Angeles.

Depois do lançamento, a Ferrari mudou o nome do modelo, que já não se chama “The McQueen” e sim “The Actor”, mas a família argumenta que a empresa continua se referindo ao intérprete na descrição do automóvel.

Ferrari 275 GTB com o ator Steve McQueen, em 1967 (Foto: Divulgação)

A família McQueen pede à corte que ordene à Ferrari que deixe de usar o nome do ator e apresente o volume de vendas e os lucros gerados pelos modelos em que o nome e a imagem do ator foram usadas.

Além disso, a família pede o pagamento do total desses lucros, além de danos morais, na quantia de pelo menos US$ 3 milhões. Procurada pela AFP, a empresa não quis comentar o caso.

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Médico ‘opera’ ursinho para agradar paciente de oito anos e imagem viraliza

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Agência Estado
Médico ‘opera’ ursinho para agradar paciente de oito anos e imagem viraliza. (Foto: Divulgação)

Antes de levar o pequeno Jackson McKie, de 8 anos, para o centro cirúrgico, o médico Daniel McNeely realizou um desejo do paciente e comoveu internautas: operar o ursinho de pelúcia do menino.

O neurocirurgião canadense foi performático para atender ao pedido da criança. Colocou luvas, vestiu roupas descartáveis e até instalou máscara de oxigênio no brinquedo. Ao fim do procedimento, o ursinho levou alguns pontos.

De acordo com o canal BBC, MCKie é paciente do cirurgião desde quando nasceu. O garoto é portador de hidrocefalia, doença caracterizada pelo acúmulo de líquido nas cavidades internas do cérebro.

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Trump diz que ele e Kim Jong-un estão ‘apaixonados’

Declaração foi dada durante um comício na Virgínia Ocidental em apoio aos candidatos locais do Partido Republicano.

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Por France Presse
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez comício na Virgínia Ocidental, no sábado (29) (Foto: Mike Theiler/ REUTERS)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que ele e o dirigente da Coreia do Norte, Kim Jong-un, se “apaixonaram” e que a relação é estimulada pelas “cartas bonitas” que recebe o líder asiático.

Trump elevou no sábado os elogios recentes a Kim a patamares inesperados, durante um comício na Virgínia Ocidental em apoio aos candidatos locais do Partido Republicano.

“E então nos apaixonamos, OK? Ele me escreveu cartas bonitas e elas são ótimas cartas. Nós nos apaixonamos”, disse Trump à multidão.

O presidente americano chamou de “fantástico” na segunda-feira, durante a assembleia-geral das Nações Unidas, o homem forte da Coreia do Norte, acusado pela ONU e vários países de abusos generalizados contra os direitos humanos. No ano passado, na mesma plataforma, Trump havia feito duras críticas a Kim.

Trump prosseguiu seu discurso com a informação de que na quarta-feira recebeu uma “carta extraordinária” de Kim e se mostrou otimista sobre um eventual segundo encontro de cúpula entre os dois líderes “bastante rápido”.

Mudança de tom

O presidente americano ameaçou no ano passado, em seu discurso de estreia na Assembleia Geral da ONU, “destruir totalmente” a Coreia do Norte, em um discurso no qual chamou Kim de “homem foguete”.

O líder norte-coreano respondeu e chamou Trump de “americano velho mentalmente perturbado”.

Estes foram apenas alguns dos insultos que os líderes de dois países com armas nucleares trocaram por alguns meses, uma situação que deixou o mundo em clima de grande tensão.

Kim Jong-un e Donald Trump sorriem ao se cumprimentar durante reunião em Singapura (Foto: Kevin Lim/The Straits Times via AP)

Depois que a imprensa americana informou em agosto do ano passado que Pyongyang havia conseguido miniaturizar com sucesso uma ogiva nuclear para instalar a arma em um míssil, Trump advertiu a Coreia do Norte que não ameaçasse os Estados Unidos ou enfrentaria “fogo e fúria como o mundo nunca viu”.

Kim já havia comparado os comentários de Trump aos latidos de um “cão raivoso”. O americano respondeu e chamou o norte-coreano de “cão doente”.

Mas o cenário mudou e os dois se reuniram em Singapura em junho deste ano, no primeiro encontro de cúpula entre os dois países.

A reunião conseguiu reduzir a tensão e resultou na interrupção dos lançamentos de mísseis por Pyongyang, mas desde então poucos avanços concretos foram registrados.

O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, afirmou no sábado na ONU que “não há forma” de que seu país concretize o desarmamento enquanto o governo dos Estados Unidos pressione para a manutenção das sanções contra Pyongyang.

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Tripulação esquece de pressurizar cabine em voo na Índia

Avião da Jet Airways é forçado a retornar para Mumbai depois de mais de 30 pessoas apresentarem sangramentos. Caso é mais um constrangimento para empresa, cujos pilotos uma vez abandonaram cockpit em pleno voo.

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Do G1
Máscaras de oxigênio são liberadas após uma queda de pressão na cabine em voo da Jet Airways, em Mumbai, na Índia, na quinta-feira (20) — Foto: Melissa Tixiera via Reuters

Um avião da companhia aérea indiana Jet Airways foi forçado nesta quinta-feira (20) a retornar ao aeroporto de origem minutos depois da decolagem após a tripulação ter esquecido de ligar o sistema automático de pressurização da cabine. O voo fazia a rota entre Mumbai e Jaipur, na Índia.

Por causa da súbita perda de pressão na cabine momentos depois da decolagem, mais de 30 passageiros começaram a apresentar sangramentos nas orelhas e narizes e tiveram que receber tratamento médico após a aeronave retornar a Mumbai. Cinco pessoas apresentaram leve surdez e foram levadas a um hospital.

A empresa aérea afirmou que o incidente ocorreu depois de os pilotos falharem em pressurizar a cabine do avião. A tripulação do voo “foi afastada das tarefas programadas e aguarda a investigação”, diz a empresa na nota, acrescentando que cooperará totalmente com a agência reguladora de aviação da Índia na apuração do incidente.

O Boeing 737-800, que transportava 166 passageiros e cinco tripulantes, atingiu a altitude de 3.350 metros antes de retornar a Mumbai. Fotos e vídeos feitos pelos passageiros a bordo logo chegaram às redes sociais. “Situação de pânico devido a uma falha técnica no @jetairways 9W 0697 indo de Mumbai para Jaipur”, tuitou Darshak Hathi.

Outro passageiro disse à rede de notícias NDTV, da Índia, que o piloto não fez nenhum anúncio, exceto para afirmar que o voo estava retornando para Mumbai: “Eu estava na classe executiva e a máscara de oxigênio caiu de repente.”

O incidente é o mais recente de uma série de constrangimentos para Jet Airways, e vem no momento em que a empresa está lutando para cortar custos e se vê envolvida numa disputa salarial com seus funcionários.

A companhia, que pertence parcialmente à Etihad Airways, anunciou neste verão europeu que sofreu prejuízo de cerca de US$ 190 milhões no trimestre de abril a junho. Em janeiro, dois pilotos receberam punição por brigar e deixar o cockpit durante o voo entre Mumbai e Londres.

Problemas de pressurização em uma aeronave podem ser fatais. Em 2005, um avião da companhia cipriota Helios Airways, que saiu de Larnaca, no Chipre, com destino à Praga, na República Tcheca, foi perdendo oxigênio à medida que subia de altitude até todos os ocupantes, com exceção de dois, ficarem inconscientes. O avião se chocou contra uma montanha a 40 quilômetros de Atenas, matando todos os 121 ocupantes.

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