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Arqueólogos encontram tumbas com múmias de gato no Egito

Descoberta foi feita em Sacará, a 30km do Cairo. Também foram achadas estátuas de outros animais e múmias de escaravelhos dentro das tumbas, que são do Egito Antigo.

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Arqueologistas recuperam uma estátua dentro da tumba encontrada perto de Sacará — Foto: Nariman El-Mofty/AP

Arqueólogos egípcios encontraram sete tumbas da Era dos Faraós com dúzias de múmias de gatos em Sacará — sítio arqueológico a cerca de 30km da capital do Egito, Cairo. A descoberta também inclui múmias de escaravelhos — as primeiras a serem encontradas no local, afirmou neste sábado (10) o Secretário-Geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Mostafa Waziri, à agência de notícias americana Associated Press (AP).

O Egito Antigo — época em que os faraós reinaram — reverenciava os felinos e fazia adoração à deusa Bastet, que tinha a cabeça de gato. Além das múmias, também foram encontradas estátuas de madeira retratando outros animais — como um falcão, um leão e uma vaca. Outras 100 estátuas de gato em madeira dourada e uma estátua de bronze, dedicada a dedicada a Bastet, estão entre as descobertas, afirma a Agência France Presse Equipes retiram gatos mumificados encontrados em tumbas no Egito — Foto: REUTERS/Mohamed Abd El Ghany[/caption]

Arqueologistas recuperam uma estátua dentro da tumba encontrada perto de Sacará — Foto: Nariman El-Mofty/AP

Arqueologista recupera uma estátua dentro da tumba encontrada perto de Sacará — Foto: Nariman El-Mofty/AP

Estátua de gato feita de bronze em exposição na necrópole. — Foto: Nariman El-Mofty/AP

Artefatos em exposição na necrópole. — Foto: Nariman El-Mofty/AP

Arqueologista recupera uma estátua dentro da tumba encontrada perto de Sacará — Foto: Nariman El-Mofty/AP

Gatos mumificados dentro de uma tumba na necrópole perto das pirâmides egípcias, em Sacará. Arqueologistas locais descobriram sete tumbas da era farônica contendo dúzias de múmias de gato e estátuas de animais feitas de madeira. — Foto: Nariman El-Mofty/AP

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O ‘homem-árvore’ pede para que suas mãos sejam amputadas

Embora os médicos de um hospital universitário de Daca já terem declarado Abul Bajandar curado, ele já foi submetido a mais de 20 cirurgias.

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Do G1
Abul Bajandar tem 28 anos e sofre de epidermodisplasia verrucosa, uma condição genética muito rara — Foto: Munir UZ ZAMAN / AFP

O cidadão bengali conhecido como “o homem-árvore”, por suas mãos e pés cheios de verrugas em forma de casca, anunciou nesta segunda-feira que quer que suas mãos sejam amputadas para aliviar sua dor insuportável.

Abul Bajandar, 28 anos, sofre de epidermodisplasia verrucosa, uma doença genética muito rara.

Seu caso ficou conhecido em todo o mundo durante sua primeira internação no hospital em Bangladesh em 2016.

Os médicos de um hospital universitário de Daca o declararam curado.

No entanto, ele sofreu várias recaídas e no total foi submetido a 25 cirurgias.

Desde janeiro, se encontra novamente internado em um hospital na capital.

“Eu não suporto mais a dor, não consigo dormir à noite, pedi aos médicos que cortem minhas mãos para pelo menos respirar”, disse à AFP.

O procedimento é apoiado por sua mãe, Amina Bibi.

“Pelo menos ele será libertado da dor, é um inferno”, declarou.

Abul Bajandar também tem verrugas nos pés, mas estas são em menor número.

Ele disse que pediu para ser tratado no exterior, mas não tem dinheiro para cobrir as despesas.

Samanta Lal Sena, chefe do setor de cirurgia plástica do hospital em Daca, onde o paciente é tratado de graça, disse que uma comissão de sete médicos se reunirá para discutir o caso. “Ele deu sua opinião pessoal, mas vamos decidir a melhor solução para ele”, explicou.

A clínica também tratou em 2017 uma menina de Bangladesh que sofria da mesma doença.

Embora suas excrescências tenham sido removidas, mais tarde elas reapareceram em maior número.

Sua família acabou com o tratamento e a levou de volta para seu povoado.

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Egito: ex-presidente Mohammed Morsi morre durante julgamento

Líder era parte do movimento Irmandade Muçulmana e foi depois pelo exército em 2013. Ele estava sendo julgado por espionagem.

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Do G1
Morsi morreu durante julgamento sobre espionagem (Foto: EPA/AMEL PAIN - 29.6.2012)

O ex-presidente do Egito Mohammed Morsi, que foi deposto pelo exército em 2013, morreu durante julgamento nesta segunda-feira (17). Ele desmaiou no tribunal e não resistiu.

Morsi era membro do movimento islâmico Irmandade Muçulmana e estava sendo investigado por acusação de espionagem em favor do Catar.

A rede estatal de televisão que deu a notícia da morte acrescentou que o corpo de Mursi “foi transferido ao hospital, onde foram tomadas as medidas necessárias”, sem detalhar para qual centro hospitalar foi levado.

O julgamento estava acontecendo na Academia da Polícia do Cairo, para onde Mursi costumava ser levado em helicóptero da prisão de Borg al Arab, situada ao oeste da cidade mediterrânea de Alexandria.

O dirigente do grupo Irmandade Muçulmana tinha 67 anos e sua saúde tinha se deteriorado nos últimos seis anos, nos quais permaneceu a maior parte do tempo nesse centro penitenciário.

Sua família e organizações de direitos humanos denunciaram que o ex-presidente era mantido em regime de isolamento e era proibido de receber visitas.

Nesse sentido, a Anistia Internacional denunciou no último mês de fevereiro que Mursi só tinha recebido três visitas desde que foi detido após o golpe de Estado contra seu governo que foi liderado pelo atual presidente, Abdul Fatah al Sisi, naquela época ministro da Defesa.

Ele se tornou o primeiro presidente eleito democraticamente e foi tirado do poder um ano depois de assumir o cargo, em 2012, após protestos populares. Ele estava preso desde então.

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Médica morde e arranca língua de estuprador ao ser atacada em hospital

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Do BHAZ
Reprodução/The Sun

Um homem de 32 anos teve parte da língua arrancada após tentar beijar uma médica à força em um hospital localizado na África do Sul. O suspeito entrou na unidade de saúde como se fosse um paciente e, em determinado momento, acessou uma área em que os profissionais do local descansam durante seus intervalos. Ele atacou a vítima enquanto ela dormia, mas levou a pior.

De acordo com o The Sun, o homem que atacou a médica foi preso em outro hospital enquanto procurava ajuda. Ele chegou ao endereço depois de sair correndo do local do ataque. Várias marcas de sangue teriam ficado espalhadas por corredores e um alerta com as características do homem foi repassado às autoridades e equipes médicas de outros hospitais.

A polícia local explicou à publicação que a mordida foi tão grave que parte da língua do homem foi arrancada. Ele foi encaminhado para um especialista e passou por cirurgia plástica ainda sob escolta de guardas. Segundo o The Sun, o suspeito deve ser levado à justiça e enfrentar um julgamento logo que estiver recuperado. O caso ocorreu na cidade de Bloemfontein.

“É pela graça de Deus que a médico teve forças para revidar e morder o suspeito. Ela está atualmente passando por exames médicos e aconselhamento”, contou um porta-voz do departamento de saúde local.

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