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Mundo

‘Superlua de sangue’ ficará visível neste domingo; saiba como observar o fenômeno

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Eclipse lunar de 2014 deixou a lua 'laranja' (Foto: Getty Images)

O primeiro eclipse total da Lua de 2019 será também o último visível da Terra até 2021, segundo dados da Nasa, a agência espacial americana.

Entre a noite deste domingo, dia 20 de janeiro, e a madrugada de segunda, dia 21, a Lua será encoberta pela sombra da Terra, que estará alinhada entre o astro e o Sol, e o eclipse será visível em todo o Brasil.

Durante o fenômeno, os raios de sol não chegam na Lua diretamente, apenas algumas faixas de frequência da luz solar conseguem passar pela atmosfera do nosso planeta e, com a refração, atingir o astro, segundo o Observatório Nacional.

Isso faz com que nós possamos vê-lo mesmo quando ele está totalmente mergulhado na sombra da Terra e deixa nosso satélite natural com uma cor avermelhada – o que é popularmente conhecido como “lua de sangue”.

O fenômeno astronômico será ainda mais interessante neste domingo porque vai acontecer bem na época em que a Lua está mais perto da Terra e, por isso, aparenta estar maior no céu – o que é conhecido como “superlua”.

Como ver o eclipse lunar
Quem quiser observar a ‘”superlua de sangue” só precisa localizar o astro no céu entre 1h34 e 4h51 (horário de Brasília) da madrugada de domingo para segunda, quando o astro estará alinhado com a Terra e o Sol – não é preciso nenhum aparelho especial para ver o eclipse.

Mundo

Piloto ‘de folga’ evitou queda de Boeing 737 MAX um dia antes de acidente na Indonésia, diz agência

Avião caiu no dia seguinte, matando 189 pessoas. Modelo é o mesmo de aeronave que sofreu acidente na Etiópia.

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Do G1
Boeing 737 MAX 8 estacionado em uma fábrica em Renton, nos EUA — Foto: David Ryder/Reuters

Um piloto de folga “evitou” a queda de um Boeing 737 Max 8 da companhia aérea Lion Air. Um dia depois, a mesma aeronave caiu na Indonésia, matando 189 pessoas. O avião também é do mesmo tipo do que sofreu acidente em 10 de março na Etiópia, quando 157 morreram. A informação foi divulgada nesta terça-feira (18) pela agência norte-americana Bloomberg.

Segundo investigadores indonésios, um defeito no sistema fez o avião a se inclinar para o alto, aumentando as chances de uma estolagem (perda de sustentação aerodinâmica) da aeronave –-problema semelhante ao ocorrido no voo da Lion Air que caiu.

Então, um piloto da companhia que estava de folga no assento extra do cockpit – a cabine onde fica o comandante – instruiu os colegas a cortar um dos motores, o que fez o nariz do avião abaixar e, por sua vez, o controle da aeronave ser retomado.

O voo ligava a cidade de Bali à capital da Indonésia, Jacarta, e pousou normalmente. O problema relatado chegou a ser divulgado pelas autoridades indonésias, entretanto, sem entrar nos detalhes sobre o piloto de folga. Nem a Boeing nem o comitê de segurança de aviação do país asiático quiseram comentar o caso.

Boeing 737 MAX

Foto de 11 de março de 2019 mostra um Boeing 737 MAX 8 construído para TUI Group estacionado na fábrica da Boeing em Renton, no estado de Washington — Foto: Ted S. Warren/AP

Por causa dos acidentes na Indonésia e na Etiópia em cerca de cinco meses, governos e companhias aéreas de dezenas de países suspenderam as operações com o Boeing 737 MAX. Depois, a própria Boeing recomendou que os aviões do modelo – tanto da série 8 quanto da 9 – permanecessem em solo.

No centro das investigações está o MCAS – sigla em inglês para Sistema de Aumento de Características de Manobra. A Boeing desenvolveu esse mecanismo especificamente para o 737 MAX 8 e para o 737 MAX 9.

Ao detectar perda de sustentação por causa de subida em ângulo muito vertical e sem velocidade, o sistema automaticamente move o estabilizador para puxar o nariz do avião para baixo. É uma forma de o MCAS evitar a estolagem – ou seja, quando o avião fica sem sustentação e cai. No caso da Indonésia, os investigadores descobriram que o MCAS começou a funcionar quando não deveria.

Suspeita-se que o mesmo problema tenha afetado o 737 MAX 8 da Ethiopian. Afinal, a Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos informou que há semelhanças entre os dois acidentes, sem especificar quais. Há uma semana, a caixa preta seguiu para análise em Paris, na França.

No Brasil, o modelo é operado pela GOL, que suspendeu as operações com esse tipo de aeronave por tempo indeterminado. A Boeing continua a produzir os 737 MAX, mas interrompeu as entregas enquanto o caso não estiver solucionado.

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Brasil

Trump diz que atuará para incluir Brasil na OCDE

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Agência Estado
O presidente dos EUA, Donald Trump, recebe o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, na Casa Branca (Foto: Reuters/Kevin Lamarque/Direitos Reservados)

Em encontro na Casa Branca com o presidente Jair Bolsonaro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje (19) que apoia os esforços do Brasil para integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Também afirmou que as negociações entre os dois países devem avançar nas áreas de segurança militar e do comércio.

“Estamos trabalhando com várias questões militares e questões dos vistos para funcionar melhor, o Brasil produz ótimos produtos e nós também. Acredito que o comércio vai aumentar substancialmente entre os dois países”, ressaltou Trump, presenteado por Bolsonaro com uma camisa da seleção brasileira de futebol.

O presidente norte-americano afirmou que Estados Unidos e Brasil vivem um momento único na relação bilateral. “O relacionamento que temos agora com o Brasil nunca foi melhor. Não temos hostilidade alguma com o Brasil. Vamos ver Otan . Temos uma grande aliança com o Brasil, como jamais tivemos.”

Para Trump, a campanha de Bolsonaro à Presidência da República foi emblemática. “ liderou uma das campanhas mais impressionantes dos últimos tempos, lembrou também a minha”, disse. “O Brasil e os Estados Unidos nunca tiveram tão próximos quanto estão agora.”

Questionado sobre a questão da Venezuela, Trump disse que a crise no país sul-americano seria tema da conversa com Bolsonaro. Ele indicou que “todas as opções” estão sobre a mesa, inclusive a intervenção militar na região. O governo brasileiro já sinalizou ser contrário à intervenção.

Expectativas

Durante o encontro, Bolsonaro mencionou sua satisfação por se reunir com Trump. “É uma satisfação estar nos Estados Unidos, depois de algumas décadas de alguns presidentes antiamericanos, o Brasil mudou a partir de 2019.”

Bolsonaro disse que a reunião com Trump é significativa para brasileiros e norte-americanos. Segundo ele, ambos têm muito em comum.

“Temos muito a conversar e muita coisa a oferecer para os bem dos nossos povos. Tenho muita coisa em comum com o senhor Trump. Isso é para mim motivo de orgulho e satisfação. Ele quer uma América grande e eu quero um Brasil grande. A partir deste momento o Brasil estará mais do que nunca engajado com os nossos Estados Unidos.”

Questionado se em algum momento imaginou que se reuniria com Trump, Bolsonaro respondeu: “É um milagre estar vivo”.

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Carros

Bugatti La Voiture Noire, de R$ 47 milhões, é o carro novo mais caro de todos os tempos

Hiperesportivo de 1.500 cavalos de potência teve apenas uma unidade fabricada – e que já foi vendida. O nome do comprador, porém, permanece em segredo. Inspiração veio do Type 57 SC Atlantic, de 1936.

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Do G1
Bugatti La Voiture Noire — Foto: Divulgação/Bugatti

A Bugatti abre o Salão de Genebra 2019 com o carro mais caro de todos os tempos: o La Voiture Noire, de 1.500 cavalos de potência, com apenas uma unidade fabricada (o chamado one-off) e já vendida. O preço? “Apenas” 11 milhões de euros, ou R$ 47 milhões.

O hiperesportivo é inspirado no Type 57 SC Atlantic de 1936, clássico concebido por Jean Bugatti, filho de Ettore Bugatti, criador da marca, e com registro de apenas dois exemplares no mundo.

Bugatti La Voiture Noire e Type 57 SC Atlantic — Foto: Divulgação/Bugatti Bugatti

No desenho, o La Voiture Noire remete ao “avô” com suas curvas bem demarcadas nos para-lamas, além do vinco que percorre o centro da carroceria, começando pelo capô, invadindo o para-brisa e terminando na traseira.

Bugatti La Voiture Noire no Salão de Genebra 2019 — Foto: Pierre Albouy/Reuters

Outra clara referência é a ausência de uma janela na traseira, que “ostenta” uma lanterna inteiriça de um lado a outro e nada menos do que 6 saídas de escape. Não foram divulgadas imagens do interior, nem o nome do comprador do bólido.

A mecânica já é conhecida, a mesma do Bugatti Divo. O motor W16 8.0 entrega 1.500 cavalos de potência e 163,2 kgfm de torque.

Bugatti La Voiture Noire — Foto: Divulgação/Bugatti

Bugatti La Voiture Noir e Type 57 SC Atlantic — Foto: Divulgação/Bugatti

Bugatti La Voiture Noire tem 6 escapamentos — Foto: Denis Balibouse/Reuters

Bugatti La Voiture Noire — Foto: Pierre Albouy/Reuters

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